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Sindicato quer apoio do governador para aquecer setor da cajucultura

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A lei nº 12.834/2013, que criou o Fundo de Apoio à Cultura do Caju (Funcaju) e beneficia principalmente os produtores nordestinos – Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

O presidente do Sindicato dos Produtores de Caju do Estado (Sincaju), Paulo de Tarso Meyer, cobra agora que essa lei entre em vigor na prática no Ceará, com apoio do engenheiro agrônomo e governador Camilo Santana (PT). Isso, sensibilizando a bancada federal para oferecer emendas que reforcem o Funcaju, hoje contando com verbas da União e de aplicações financeiras.

O setor no Ceará conta hoje com cinco empresas – eram 22 em 2001, que oferecem mais de três mil empregos. Essa queda, segundo o Sincaju, foi provocada principalmente por invernos irregulares, seca e falta de matéria-prima. O que salva é a reserva de 50 mil hectares de cajueiro anão precoce.

Para evitar maiores perdas no segmento, segundo Paulo de Tarso Meyer, é preciso apoio financeiro.

Vai aderir à economia criativa?

Com o título “Aglomerados criativos”, eis artigo do superintendente estadual do Sebrae, Joaquim Cartaxo. Ele aborda, por exemplo a filosofia da economia criativa, onde as pessoas envolvidas nesse segmento se realizam como indivíduos. Confira:

Aglomerações econômicas culturais reúnem territorialmente sujeitos sociais, econômicos e políticos com vistas ao desenvolvimento de atividades específicas, em que a capacidade criativa das pessoas é o maior capital e a diferença da economia criativa dos outros setores econômicos.

Sublinhe-se que o conceito de economia criativa se encontra em construção e evolução permanente à volta do mundo, dada a natureza dela, sustentada no relacionamento entre a criatividade, o simbólico e a economia. Portanto, a economia criativa combina as atividades econômicas sujeitas ao conteúdo simbólico e à inventividade como fatores mais significativos para a produção e a comercialização de bens e serviços. 

Estudiosos da economia criativa registram o modo de criatividade em que as pessoas se realizam como indivíduos, característica encontrada em todas as sociedades e culturas. Outro modo é o que gera produto, mais forte nas sociedades industriais que colocam valor mais alto na novidade, na inovação tecnológica, na propriedade intelectual.

Criatividade combinada com os aspectos simbólicos permite à economia criativa fomentar arranjos dos seguintes campos culturais: artes de espetáculo (dança, música, circo, teatro); audiovisual e livro, leitura e literatura (cinema e vídeo, publicações e mídias impressas); criações culturais funcionais (moda, design e arquitetura); expressões culturais (artesanato, culturas populares, culturas indígenas, culturas afro-brasileiras, artes visuais, arte digital); patrimônio (material, imaterial).

Inclusão produtiva e melhoria da competitividade desses segmentos culturais nos mercados requer a realização do inventário de aglomerações criativas, planejamento estratégicos delas com seus respectivos modelos de negócios, integrando e articulando interesses públicos e privados envolvidos; promovendo a sustentabilidade socioambiental e econômica dos territórios criativos.

Joaquim Cartaxo

opiniao@opovo.com.br

Arquiteto e superinten-dente do Sebrae/Ceará.

CNT/MDA – Avaliação positiva do Governo Dilma cai para 7,7% em julho

“A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu para 7,7% segundo a 128ª Pesquisa Confederação Nacional do Transporte (CNT/MDA), divulgada hoje (21). A avaliação negativa passou de 64,8%, em março, para 70,9% no levantamento realizado entre os dias 12 e 16 de julho. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios.

A última pesquisa, divulgada em março, mostrou que 10,8% das pessoas ouvidas consideraram positiva a avaliação do governo. Com o atual resultado, o governo teve a menor avaliação positiva registrada pela pesquisa desde outubro de 1999, quando o desempenho do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi aprovado por 8% das pessoas.

Em março, 18,9% dos entrevistados avaliaram o desempenho pessoal da presidenta como positivo, 77% avaliaram negativamente e 3,4% não souberam dizer ou não responderam.

Durante a campanha eleitoral, 41% dos entrevistados consideraram o governo de Dilma positivo e 23,5% consideraram negativo. No levantamento feito nos dias 27 e 28 de setembro do ano passado, 35% das mais de 2 mil pessoas ouvidas avaliaram a administração como regular e 0,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam no período pré eleitoral.”

(Agência Brasil)

Ciro Gomes – Golpe não vai ter! Até porque eles são frouxos!

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Entrevista com ciro Gomes

Essa é do Blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim:

O ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará, e ex-ministro da Fazenda (responsável pela instalação do Plano Real, em sua fase mais critica, no Governo Itamar) e da Integração, no Governo Lula, Ciro Gomes, classificou de “intolerável” a tentativa de parte da oposição e de setores da sociedade de derrubar a Presidenta Dilma Rousseff, reeleita em 2014. Segundo Ciro, o Golpe não se consumará.

“O Golpe não acontecerá. Não vai ter e ponto final. Alguns de nós brasileiros estamos dispostos a levar (a resistência ao Golpe) às ultimas consequências. Basta isso para não ter golpe porque eles [os que pregam o golpe] são frouxos, não aguentam a pressão das ruas. O povo brasileiro vai para a rua para garantir a Democracia”, afirmou nesta segunda-feira (20), em entrevista a Paulo Henrique Amorim.

“Neste caso [das pedaladas no TCU] é pitoresco se não fosse trágico, disse ele na entrevista.

“Julgam-se práticas do passado sem que se julguem as mesmas práticas de muitos e repetidos anos do passado. No governo de Fernando Henrique Cardoso foi o pior e nunca aconteceu qualquer notificação por parte do TCU. As contas brasileiras com Fernando Henrique tiveram a erosão mais grave de toda a história brasileira”.

“E isso significa tomar outro caminho na gestão da economia e da política”, concluiu Ciro, que criticou a escolha de Joaquim Levy para o ministério que ele já ocupou.

A seguir, um resumo da entrevista:

* O Brasil de hoje

Há duas coisas gravíssimas acontecendo no país.

Uma é a escalada golpista que fundaria no Brasil uma Venezuela, sob o pior aspecto que essa comparação possa dar. Um país rachado.

O Brasil não tem as razões que há na Venezuela para que isso ocorra.

O outro é uma preocupação com os descaminhos graves do Governo da Presidenta Dilma Rousseff.

Lamentavelmente, a Presidenta se lançou em uma agenda prática que está desconstituindo a legitimidade do seu mandato.
* A situação econômica e os insatisfeitos

Os protagonistas ( do Golpe) são de natureza plutocrata. Os endinheirados do setor financeiro não estão satisfeitos, mesmo tendo um interventor no Governo, no caso o [ministro da Fazenda] Joaquim Levy.

O Levy não tem a menor imaginação para compreender a realidade brasileira.

Aí, entra com aquele receituário estúpido, que, na verdade, é um contrassenso teórico.

Há os que não aceitam o resultado das urnas.

* Contas da campanha de Dilma

Nos próximos dias, com grande calor midiático, iremos assistir a uma oitiva do delator [Ricardo Pessoa] da UTC que vai dizer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que fez financiamentos à campanha da Presidenta Dilma porque foi chantageado pelo tesoureiro do PT.

Espero, como modesto brasileiro, que o TSE não dê vazão para isso.

Isso é intolerável.

* Pedaladas fiscais

O segundo ambiente Golpista é no TCU (Tribunal de Contas da União).

Neste caso pitoresco, se não fosse trágico, julgam-se práticas do passado sem que se julguem as mesmas práticas de muitos e repetidos anos do passado,

O TCU poderia levar isso à última consequência, a Presidenta seria afastada e o vice assumiria.

Isso também é intolerável.

“A Dilma tem sorte”

Eu disse pra ela que, se ela conseguisse governar com esse ministério, eu queria trocar de anjo da guarda com ela.

Ela tem sorte porque esse Eduardo Cunha se desmoralizou muito rapidamente.

A população tem que entender que impeachment não é remédio para governo que a gente não gosta.

Impeachment é para governo que comete crime.

* Pedaladas de FHC

É justo falar que houve pedalada [no governo Dilma], mas não é a primeira vez. No governo de Fernando Henrique Cardoso foi pior e nunca aconteceu qualquer notificação por parte do TCU.

Não havia Lei de Responsabilidade Fiscal no primeiro mandato dele (1995-1998). Ele a aceitou imposta pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) depois de quebrar o Brasil três vezes.

As contas brasileiras com Fernando Henrique tiveram a erosão mais grave de toda a história brasileira.

Eu era Ministro da Fazenda quando ele tomou posse e nomeou o Pedro Malan ministro. Os números eram os seguintes:

Carga tributária era 27% do PIB. Ele entregou ao Lula com 37% do PIB.

A dívida pública brasileira em 500 anos foi de 38% do PIB. Com oito anos de desgoverno de FHC, foi para 78% do PIB.

E ele desmobilizou US$ 100 bilhões das privatizações e o país desceu ao menor volume de investimento desde a Segunda Guerra Mundial.

Tudo isso feito na cara da freguesia e o TCU nunca fez o menor registro disso.

* O que a Dilma fez de errado

Ela é uma pessoa séria, mas não entendeu bem o que fez com que ela ganhasse as eleições.

Ela pagou um preço da inexperiência política e da intrusão do Lula.

A Presidenta Dilma prometeu uma coisa e foi gastando a confiabilidade muito rapidamente: aumentar a gasolina, a energia.

* O Golpe não acontecerá

O Golpe não acontecerá. Não vai ter e ponto final. Alguns de nós brasileiros estamos dispostos a levar às ultimas consequências.

Basta isso para não ter golpe porque eles [os que pregam o golpe] são frouxos, não aguentam a pressão das ruas.

O povo brasileiro vai para a rua para garantir a Democracia. É preciso que Dilma se reconcilie com o povo brasileiro, e isso significa tomar outro caminho na gestão da economia e da política.

* Blog Conversa Afiada, confira aqui.

Fies 2015 – Prazo de adesão termina nesta terça-feira

“As instituições de ensino superior que querem ofertar vagas por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no segundo semestre de 2015 têm até hoje (21) para fazer a adesão ao sistema. As instituições devem assinar o termo de participação no qual constará a proposta de oferta de vagas. O prazo terminaria na última sexta-feira (17), mas foi prorrogado pelo Ministério da Educação.

As novas regras estabelecidas para o Fies no início do mês preveem que os cursos com notas 5 e 4 – conceitos máximos nas avaliações do ministério – deverão ter mais vagas ofertadas pelas instituições de ensino superior. Serão ainda priorizadas as vagas em cursos de formação de professores, engenharia e áreas de saúde, e também a oferta nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, excluído o Distrito Federal.

De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as propostas das instituições serão submetidas à aprovação da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, que adotará critérios de qualidade, consideradas as áreas prioritárias e a regionalidade, para selecionar as 61,5 mil vagas de financiamento que serão abertas para contratação neste semestre.

Ainda não foi definida a data de abertura da segunda edição de 2015 do Fies. O financiamento oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior.”

(Agência Brasil)

Jornalista da Globo diz que Dilma tem a capacidade de “aprontar besteiras”

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Três frases do jornalista William Waack, apresentador do Jornal da Globo, durante palestra, nessa noite de segunda-feira, no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), onde o mote foi a Conjuntura Política e Econômica do País:

“Subestimei a capacidade da Dilma de aprontar besteiras. A incapacidade dela de governar é extraordinária”.

“A incompetência dela em algumas das decisões que tomou são de tal maneira surpreendentes, que você se coloca na situação de um jogador de xadrez”.

“Apesar de tudo, acho injusto culpar somente o PT. Temos que levar a análise mais para trás.”

Antonio Balhmann – Futuro titular da Assessoria de Assuntos Internacionais priorizará ZPE

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O deputado federal Antônio Balhmann (Pros) já definiu uma meta à frente da Assessoria de Assuntos Internacionais do Governo: Priorizará contatos pró-Zona de Processamento das Exportações, situada no Complexo Portuário e Industrial do Pecém.

Ele diz que isso não bate de frente com as atividades da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE) e da Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece).

Balhmann, inclusive, tomou a rota de temporada na Suécia. Volta no começo de agosto, quando assumirá oficialmente o cargo. Antes, tira licença da Câmara, abrindo vaga para Vicente Arruda (Pros).

Lojistas buscam linha de crédito do Banco do Brasil

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O Brasil registra hoje 57 milhões de pessoas na lista do SPC, segundo o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), o cearense Honório Pinheiro.

O varejo, para amenizar quadro na área, tenta  uma linha de financiamento do Banco do Brasil. Nessa segunda-feira, em Brasília, Honórío e diretores da CNDL iniciaram as conversações nesse sentido.

A ordem é linha de crédito com juros menores do que os praticados no momento – não especificou percentuais, e em condições de dar ao varejo condições, por exemplo, de renovar e reforçar estoques.

PAC sem perspectivas em 2015

Sem balanço de fechamento da segunda etapa e nenhuma perspectiva de consolidação da próxima, uma das promessas eleitorais da presidente Dilma Rousseff, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não deve viver seus melhores dias em 2015.

Nem um dos mais promissores programas do governo petista, menino dos olhos do ex-presidente Lula, resistiu ao ajuste fiscal.

Levantamento detalhado produzido pelo Contas Abertas mostra que, passada metade do ano, 70% das iniciativas previstas não passaram sequer da primeira fase da execução, isto é, não houve sequer empenho orçamentário. Os 444 empreendimentos representam investimentos de R$ 17,8 bilhões.

(Com Site Contas Abertas)

Senador Paulo Paim traz debate sobre projeto das terceirizações para Fortaleza

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A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal e entidades sindicais realizarão em Fortaleza, a partir das 10 horas desta terça-feira, uma audiência pública sobre o Projeto de Lei nº30, de 2015, que prevê a terceirização de inúmeras atividades profissionais no País.

A audiência ocorrerá na Assembleia Legislativa e terá a presença do presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT-RS). Ele é o relator da matéria das terceirizações e propôs amplo debate do tema, através de audiências públicas em todo o território nacional. Paim teme que direitos dos trabalhadores podem ser afetados pela aprovação do Projeto de Lei 4330 – da Terceirização (e agora no Senado PLC 030).

Depois de Fortaleza, o debate se estenderá às assembleias do Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira, e Paraíba, na quinta-feira. Sete estados já realizaram plenárias por iniciativa do Fórum em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores Ameaçados pela Terceirização e solicitação da CDH Senado.

Fortaleza ganha um Data Center Nacional

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Da Coluna Vertical, do O POVO desta terça-feira:

O prefeito Roberto Cláudio (Pros) acerta detalhes com uma grande empresa para a implantação de um data center de caráter nacional. Ele afirma que seria uma espécie de “hub tecnológico” na área de telecomunicações, que garantirá, na carona, o embrião de um parque tecnológico.

“Será um grande negócio para a cidade. A empresa parceira vai investir cerca de R$ 72 milhões para instalar esse hub e, quando estiver em operação, pagará salário três vezes maior do que o salário médio de Fortaleza”, adianta o prefeito para esta Vertical. Ele comemora a conquista do empreendimento, observando ser tento importante nestes tempos em que só se fala em crise.

Por falar em RC, ele deverá,  durante almoço que terá sexta-feira, na sede da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), com o empresariado, dar mais detalhes sobre o investimento.

Dilma tem até amanhã para responder TCU sobre contas do governo

A presidente Dilma Rousseff tem até esta quarta-feira (22) para apresentar uma resposta ao Tribunal de Contas da União (TCU) na tentativa de evitar que as contas públicas de 2014 sejam reprovadas pelo órgão. No mês passado, o tribunal tomou uma decisão inédita ao adiar a análise das contas por 30 dias, para que o governo federal esclareça indícios de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Em acórdão aprovado no mês de abril, o TCU constatou irregularidades no atraso do repasse de verbas do Tesouro Nacional a bancos públicos para o pagamento de despesas com programas sociais do governo, como Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial. O governo pretende responder aos questionamentos argumentando que as transferências de recursos são regulares e que a metodologia não é nova, pois vem sendo usada desde 2001, quando foi criada a LRF.

No entendimento dos ministros do tribunal, a atitude do governo foi considerada uma operação de crédito porque, na prática, os bancos públicos emprestavam valores à União. O procedimento é proibido pela LRF. Já o governo discorda dessa avaliação alegando que as práticas ocorreram durante períodos curtos, que acabam sendo compensados no momento em que os bancos recebem os recursos e ficam com saldos positivos.

O tribunal quer saber a real situação da contabilidade do governo. “Restou confirmado nos autos que: despesas concernentes ao Bolsa Família, ao seguro-desemprego e ao abono foram pagas pela Caixa; subsídios do Programa Minha Casa, Minha Vida vêm sendo financiados pelo FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]; e subvenções econômicas, sob a modalidade de equalização de taxas de juros, vêm sendo bancadas pelo BNDES ou pelo Banco do Brasil”, escreveu o ministro do TCU José Múcio Monteiro, ao apreciar as operações.

(Agência Brasil)

Ceará embarca para Minas Gerais com time misto. Mas jogadores querem a vitória

O time do Ceará embarcou, nesta madrugada de terça-feira, para Minas Gerais. A equipe enfrentará, nesta noite de quarta-feira (19h30min), o Tupi pela Copa do Brasil. É o jogo da volta pela terceira fase do certame. Em Fortaleza, o Ceará ficou no empate sem gols com o clube mineiro. Mesmo com elenco misto, o alvinegro quer a vitória, segundo avisava, antes do embarque, um dos atacantes: Siloé.

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Entre os jogadores, o clima é de tranquilidade. Antes do embarque, hora de um café reforçado, ainda na Praça de Alimentação do Aeroporto Internacional Pinto Martins.

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O provável time alvinegro contra o Tupi: Luis Carlos, Betinho, Charles, Carlão, Sanchez, João Marcos, Raul, Fernandinho e Wescley, Roger Gaúcho e Siloé.

Os Ferreira Gomes no governo Camilo

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Da Coluna Política, no O POVO desta terça-feira (21), pelo jornalista Érico Firmo:

O governo de Camilo Santana (PT) ficou, no último mês, com um pouco menos de aparência de Ferreira Gomes. Mas, ainda tem muito a cara do clã que levou o petista ao poder. A saída de Danilo Serpa (Pros) das Relações Institucionais, deslocado para a Cearáportos – estratégica, mas periférica – tirou o grupo do Pros não apenas do comando da articulação política. Os aliados mais diretos do Ferreira Gomes ficaram longe do núcleo decisório do Palácio da Abolição.

Com a saída de Ivo Gomes (Pros) das Cidades, a família mais poderosa do Ceará entregou o controle da secretaria cuja ação talvez seja mais capilarizada no Interior. Uma máquina de pequenas obras, de onde Camilo saiu para virar governador. E que ficou ainda mais poderosa com Ivo, ao incorporar o controle dos metrôs de Fortaleza, Cariri e Sobral e também a gestão do Detran. Ivo deu as costas a uma supersecretaria. Em poucas semanas, o grupo do Pros deixou espaços poderosíssimos, por certo. Mas mantém outros tantos.

O ciro-cidismo ainda controla, principalmente, o cofre do Estado. É o coração de qualquer administração, que dita o ritmo de todas as áreas e a tudo monitora. O secretário da Fazenda é Mauro Filho (Pros), integrante da chapa de Camilo na eleição passada e que conduz a economia estadual há oito anos e meio. Está embrenhado na máquina administrativo-financeira estadual lá se vão mais de 20 anos. Ou seja, a conhece por dentro como ninguém. E é ligadíssimo a Ciro Gomes já se vão uns 30 anos.

Outra presença forte do grupo– e do cirismo em particular – é Arialdo Pinho no Turismo. É o condutor de uma das maiores máquinas de investir, realizar obras e de atrair recursos externos.

Quem também se tornou bastante próximo ao grupo do ex-governador e de seus irmãos foi o ex-ministro da Integração Nacional e atual secretário dos Recursos Hídricos, Francisco Teixeira. Comanda o setor que, ao lado da Segurança Pública e da Saúde, mais preocupa a administração estadual, diante do cenário de seca prolongada. A pasta está também envolvida diretamente com uma das maiores obras da história do Estado – o Cinturão das Águas.

E, tal qual Cidades, a Secretaria dos Recursos Hídricos ficou mais encorpada na gestão de Camilo. Na reforma administrativa aprovada no início do ano, a Funceme passou ao comando da pasta, deixando a esfera da Secretaria da Ciência e Tecnologia.

Outra presença influente e ligada aos Ferreira Gomes no primeiríssimo escalão de Camilo é Izolda Cela (Pros). Além de vice-governadora, tem assumido papéis importantes, como na coordenação do Ceará Pacífico, que coordena o planejamento de ações na segurança. Além disso, é interlocutora de Camilo em decisões cruciais.

E há outros movimentos a serem ponderados. O lugar que era de Serpa na articulação política é hoje de Nelson Martins (PT). É um petista, de longa tradição no partido. Mas, ao longo de oito anos, primeiro como líder e depois como secretário do ex-governador, tornou-se também aliado fidelíssimo a Cid Gomes, embora sem jamais ter desfrutado do núcleo decisório central – algo do qual chega perto como nunca, agora com Camilo .

Portanto, se é fato que a presença dos Ferreira Gomes na administração está menor, ela ainda passa muito longe de ser pequena.

Caravana das Artes debate em Fortaleza propostas de políticas públicas à cultura

Em parceria com a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), a Fundação Nacional das Artes (Funarte) realizará nesta terça-feira (21), a partir das 10 horas, no Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, na Praia de Iracema, o primeiro encontro da Caravana das Artes no País. A ação envolve uma série de debates que o Ministério da Cultura (MinC) e a Funarte realizam nas 27 unidades da Federação, com o objetivo de coletar contribuições da sociedade civil para a construção da Política Nacional das Artes (PNA). Em Fortaleza, serão realizados ao longo dia encontros específicos para levantar e debater propostas de políticas públicas para as artes visuais, dança, circo, literatura, música e teatro.

A solenidade de abertura contará com a presença do presidente da Funarte, Francisco Bosco, do diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte, Leonardo Lessa, de representantes das secretarias estadual e municipal de Cultura e de outras autoridades locais. O artista plástico Yuri Firmeza foi convidado para fazer uma palestra sobre os desafios da política para as artes contemporâneas.

Francisco Bosco explicará como está sendo desenvolvido o processo participativo da elaboração da PNA, que parte dos estudos e discussões realizados nos últimos 10 anos pelos Colegiados Setoriais, formados por técnicos do Ministério da Cultura (MinC) e representantes da sociedade civil. A PNA deverá se constituir em um conjunto de políticas atualizadas, fundamentadas e duradouras para as artes no País.

No período da tarde, das 14 às 18h, serão realizadas seis reuniões separadas com artistas e produtores culturais, para debater propostas para as seis linguagens artísticas. As discussões serão conduzidas por um grupo de articuladores escolhidos pelo MinC pela competência e atuação profissional na articulação e no debate político no campo de suas respectivas linguagens. São eles: Cacá Machado (música), Jacqueline Medeiros (artes visuais), Júnior Perim (Circo), Marcelo Bones (Teatro), Rui Moreira (Dança) e Sérgio Cohn (Literatura).

Além das caravanas, a participação da sociedade civil se dará ainda nas contribuições via internet na plataforma www.culturadigital.br/pna, nos encontros setoriais e nos seminários temáticos que farão parte da construção da Política Nacional das Artes.

(Governo do Ceará / Secult)

Banco Central – Ainda sem luz no fim do túnel

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Entre os dias 6 e 7 de agosto de 2005, uma quadrilha levou R$ 164 milhões do cofre do Banco Central de Fortaleza, no maior assalto a banco da história do Brasil. Dez anos depois, a Polícia ainda tenta montar o “quebra-cabeça” que ainda nem chegou à metade para a sua conclusão. Apesar de uma década do ocorrido, o furto milionário ainda é contado em detalhes por todos que participaram do fato histórico, desde investigadores a vizinhos da casa da rua 25 de Março, que serviu de base para a quadrilha que escavou o túnel até o banco.

É o que contam as matérias do caderno especial do O POVO, nesta terça-feira (21), sobre os 10 anos do furto ao Banco Central de Fortaleza, com textos dos jornalistas Demitri Túlio, Cláudio Ribeiro e Ana Mary C. Cavalcante.

* Confira mais no O POVO aqui.

* Confira também no O POVO aqui e aqui.

Cunha explica o porquê de ter despachado 11 pedidos de impeachment contra Dilma Roussefff

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), explicou na noite dessa segunda-feira (20) que o despacho de 11 pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff aos seus autores foi para que eles adequem juridicamente os documentos antes de serem apreciados pela Mesa Diretora.

Na sexta-feira (17), após anunciar seu rompimento político com o governo, Cunha desengavetou os pedidos, segundo ele, para organizar os documentos que foram protocolados na Câmara nos últimos meses.

“Eu pedi a atualização deles porque o direito não preclui, ou seja, se eu simplesmente arquivo, no outro dia apresenta-se pedido igual, preenchendo os requisitos. Então, eu não preciso me ater aos procedimentos processuais. Para isso, dá-se um prazo e notifica-se para que eles cumpram ou não. Se não cumprirem, serão arquivados de pronto. Quem cumprir, vamos analisar o mérito”, disse.

Um dos requerimentos é de autoria do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Em ofício datado da última sexta-feira, Cunha abriu um prazo de dez dias para Bolsonaro “emendar a denúncia” que formulou contra a presidente da República, “adequando-a aos requisitos da Legislação e do regimento interno da Câmara dos Deputados”.

(Agência Brasil)