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Entidades educacionais pedem que MEC não seja usado como moeda de troca

Entidades ligadas à educação pedem à presidenta Dilma Rousseff que o Ministério da Educação (MEC) não seja usado como moeda de troca e que o novo ministro esteja comprometido com o cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE) e com o fortalecimento da educação pública e com o diálogo permanente com a sociedade.

Esta semana, o ex-ministro Cid Gomes deixou a pasta, após embate com parlamentares na Câmara dos Deputados. O secretário-executivo, Luiz Cláudio Costa, assumiu interinamente o MEC.

Na quinta-feira (19), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) informou, por meio de manifesto, que o MEC “não pode ser balcão de negócios ou moeda de troca para assegurar a governabilidade”.

A associação sugere que o novo ministro assuma o compromisso de cumprir o PNE, em consonância com as deliberações aprovadas no documento final da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2014.

A Anped defende o fortalecimento da educação pública e manifesta “preocupação com os rumos do Ministério da Educação, que, desde o início de 2015, evidencia um descompasso entre sua agenda política e o fortalecimento da educação pública, laica, gratuita, democrática e de qualidade socialmente referenciada”.

(Agência Brasil)

Cid caiu. Caiu?

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Em artigo no O POVO deste sábado (21), o médico, antropólogo e professor universitário Antonio Mourão Cavalcante avalia a saída de Cid Gomes do MEC. Confira:

Com os Ferreira Gomes nunca pode-se dizer que a política é monótona. Como bons jogadores de xadrez, pensam manobras com três, quatro lances de antecipação. E, jogam rápido. Com esse mote, pode-se começar a entender o que aconteceu essa semana, quando Cid Gomes deixou o MEC. Digamos que foi com a intenção de crescer dentro do governo e, no final, ter chances de ser apontado como sucessor de Dilma. Ele adiou o projeto de ir à Washington, trabalhar no BID. Ficando em Brasília, iniciava trajetória rumo ao Planalto.

Aliás, juntou conversas e sonhos com o ex-prefeito de São Paulo, também ministro – Gilberto Kassab. Tentariam viabilizar grande partido de sustentação ao governo. Em seguida, dispensar o incômodo PMDB. As primeiras manobras foram bem sucedidas. Conseguiram até irritar o partido de Temer. E, como inimigo declarado, Cid passou a ser alvo de monitoramento. Qualquer falha, o bote seria dado. E foi: a gravação de reunião em Belém, onde eles foram chamados de achacadores… O resto, vocês sabem.

Doutro lado, o comando político do governo Dilma sofreu a intervenção do grupo de Lula. Estavam perdendo todas. O Mercadante é péssimo articulador. Vai já ser substituído. E, a turma do Lula, guarda amizade de longa data com os cardeais do PMDB. Com o estouro da Lava-Jato, tais cardeais foram obrigados até a ficar mais dóceis…

Feito o balanço, Cid Gomes ficou sem espaço para manobras. Tanto no plano interno (do governo), onde começou a ser freado pelos bombeiros de Lula, como no plano externo (PMDB), onde aguardavam o momento adequado para dar o tiro mortal. Acuado, Cid Gomes percebeu que, daqui para frente, permanecer no governo seria queimação. Não teria espaço para suas aventuras e o barco começou a fazer água. Melhor cair fora. E, de preferência, em estilo histriônico e provocativo – talvez em homenagem ao irmão, Ciro Gomes, que nunca aceitou esse projeto de bom grado. Agora, deverá pensar em Washington… Tirará boas férias. Oportunidade para esfriar a cabeça, e, quem sabe, arranjar professor estilo Mangabeira Unger que lhe ensine o básico do Brasil. Voltará daqui dois anos, candidato à Presidência, com outra estratégia. A primeira jogada não deu certo.

Falta um Cid no PT

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Em artigo no O POVO deste sábado (21), o jornalista Luiz Henrique Campos diz que Cid Gomes botou para fora quarta-feira o que estava entalado na garganta de grande parte da sociedade brasileira. Confira:

Já se disse que a política é a arte de engolir sapos. Não seriam muitos, portanto, os que teriam estômago para lidar com essa extravagância gastronômica. Lembro da história que me foi contada por respeitado médico do interior, que recebeu em casa comitiva de políticos que ali fora convidá-lo a entrar em uma disputa eleitoral. O convite chegou eivado de elogios, mas o tal médico não respondeu de imediato. Pediu uma semana, e na data marcada, foi certeiro. Afirmou que durante aqueles sete dias, rigorosamente, nos horários do almoço e do jantar, se dirigiu ao terreiro de sua fazenda, e ficou olhando os batráquios. Não teria havido, explicou, uma única vez que não tivesse tido ânsia de vômito. Por isso, recusava o convite.

O espetáculo deplorável na última quarta-feira, quando da ida do ex-ministro Cid Gomes à Câmara dos Deputados me fez lembrar dessa historinha do médico. Não pelo que disseram o ex-governador ou os deputados, mas pela completa incapacidade de reação que os parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) estão demonstrando. Aceitar calado, e não é de hoje, as ofensas dirigidas à legenda, a Lula e a presidente Dilma Rousseff, sem demonstrar indignação, ou é muito sangue frio ou é ter paladar apurado para determinadas ousadias culinárias. Cid Gomes botou para fora quarta-feira o que estava entalado na garganta de grande parte da sociedade brasileira.

Coube a Cid, até agora, fazer a melhor defesa pública do governo Dilma Rousseff na jaula dos leões, onde ela tem sido massacrada todos os dias sem que alguém a defenda à altura. Enquanto isso, o que se viu, foi um PT acuado, medroso, que preferiu dar satisfação primeiro a Eduardo Cunha , sobre a saída do ex-ministro.

Não à toa, o PT enfrenta hoje tanta resistência na sociedade. E não poderia ser diferente. Os parlamentares petistas, infelizmente, parecem cansados e só ganham força quando é para atacar o próprio partido, vide Marta Suplicy. Não é aceitável que um Congresso tão mal avaliado mande no governo como estamos vendo atualmente. Não é aceitável que um partido com a história do PT fique de joelhos para um parlamento onde os presidentes das duas casas estejam sendo investigados da forma que estão. Falta ao PT, no mínimo a coragem que teve Cid Gomes.

Veja diz que Eduardo Cunha já é tratado como “primeiro-ministro”, após “demitir” Cid Gomes

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foto eduardo cunha pmdb

A eleição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à Presidência da Câmara dos Deputados, contra a orientação do PT, e as derrotas impostas à presidente Dilma, em votações no plenário da Casa, ainda não tinham mostrado a força política do peemedebista carioca, como ocorreu na última quarta-feira (18). Ao “demitir” o então ministro da Educação, Cid Gomes, e depois confirmar a decisão da presidente Dilma, antes mesmo de qualquer pronunciamento oficial do Palácio do Planalto, Cunha se despiu das vestes de “rebelde” para se vestir da mais nova força política no país. Ao ponto de passar a ser tratado por parlamentares como “primeiro-ministro”.

É o que mostra a reportagem deste fim de semana da revista Veja, ao abordar a saída de Cid Gomes do Ministério da Educação, após bate-boca na tribuna da Câmara Federal. “Ao mandar para casa um quadro pertencente à cota pessoal da presidente e peça-chave na estratégia governista de reduzir o poder do PMDB, Cunha, aos olhos de correligionários, ‘vingou’ a sigla”, ressaltou um trecho da reportagem.

Para a Veja, no entanto, Cid Gomes provocou a própria demissão: “Cid Gomes – como já havia feito antes seu irmão, Ciro Gomes, ex-ministro também e ex-candidato à Presidência da República – caiu praticamente sozinho, derrubado pela própria língua. Sua fala no plenário da Câmara começou com uma tentativa débil de se desculpar e terminou aos berros, com mais acusações de achaque, dessa vez dirigidas especialmente ao presidente da Casa”.

”A presidente não gosta do deputado (Eduardo Cunha). Em privado, já repetiu o que Cid Gomes disse em público. Dilma não tem força para confrontar o peemedebista ou se impor ao Congresso”, destaca a reportagem.

Especialistas avaliam que decisões do Congresso atrapalham cortes no Orçamento

Aprovado esta semana, com três meses de atraso, o Orçamento Geral da União sofrerá, nos próximos dias, cortes expressivos para se adequar à meta de esforço fiscal do governo. A presidenta Dilma Rousseff adiantou que o contingenciamento (bloqueio de verbas) será “significativo”. Segundo especialistas, a equipe econômica enfrentará dificuldades para implementar os cortes com decisões recentes do Congresso.

Pelo menos duas medidas aprovadas pelos parlamentares complicarão os cortes de verbas. A primeira é a promulgação da emenda constitucional que estabelece o orçamento impositivo para emendas parlamentares. A segunda é o aumento do Fundo Partidário, que teve a dotação triplicada de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões.

Para o assessor político do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) Rafael Cruz, a ampliação de gastos pelo Congresso em um ano de ajuste fiscal representa um contrassenso, que torna mais injustos os cortes orçamentários.

Economista-chefe da consultoria Austin Ratings, Alex Agostini informa que, num primeiro momento, a postura do Congresso impõe dificuldades ao governo para executar o ajuste fiscal. Segundo ele, é inevitável que a equipe econômica faça concessões aos parlamentares.

(Agência Brasil)

Projeto de mobilidade urbana no Cocó prevê a retirada de semáforos

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foto maquete fortaleza avenidas

Em sua página no Facebook, o prefeito Roberto Cláudio apresenta a maquete eletrônica da mobilidade urbana no Cocó. Confira:

Agora, em abril, iniciaremos outras obras de mobilidade nas diversas regionais da cidade. Destaco agora a maquete eletrônica animada de uma dessas novas intervenções, o cruzamento da Av. Engenheiro Santana Jr. com Padre Antônio Tomás.

A obra prevê a retirada dos semáforos com a construção de um túnel no cruzamento; corredor exclusivo de ônibus no canteiro central; novas paradas de ônibus; novas calçadas; ciclofaixas e áreas específicas para travessia segura de pedestres.

Essa obra privilegiará usuários de transporte público que ganharão mais tempo e conforto.

DETALHE – O investimento na obra é de R$ 25 milhões, com duração de 16 meses.

Ida de Izolda para o MEC é boato, diz marido da vice-governadora

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izolda cela

O prefeito de Sobral, Clodoveu Arruda (PT), comentou as especulações de que sua esposa, a vice-governadora e ex-secretária da Educação do Estado Izolda Cela (Pros), poderia suceder Cid no Ministério da Educação. De acordo com ele, a informação é um “boato”.

Arruda afirma que os dois ficaram sabendo da história pela imprensa. “Não conversamos com ninguém sobre o assunto”, diz. Ele declara que Izolda deve continuar como vice-governadora. Para ele, “o melhor nome para o ministério é Cid. Gostaria que a Dilma o convidasse de novo”.

Na última quarta-feira (18), o portal do jornal O Estado de São Paulo publicou que o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT), havia sugerido o nome de Izolda para substituir Cid. Ele fez elogios à capacidade técnica da segunda na linha sucessória do Ceará. Ainda conforme o portal, fontes teriam afirmado que o próprio Cid teria apresentado o nome a Dilma.

Em entrevista ao O POVO, o deputado federal negou que estivesse fazendo movimentações pela ida de Izolda para o MEC. Ele afirmou que sequer estava em Brasília, mas cumprindo agenda no interior do Estado.

A indicação de Izolda criaria um constrangimento para Dilma por causa da forte ligação da vice-governadora com Cid – que saiu do governo após forte desgaste com o PMDB. Assim, os problemas com o Legislativo, onde o Planalto já enfrenta problemas, permaneceriam.

(O POVO)

Etufor na contramão dos táxis piratas

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Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (21):

O impasse criado em torno de operações do sistema de táxi clandestino, em Fortaleza, e a reação do sindicato da categoria legalizada, já provocou nova dor de cabeça para a Prefeitura. Por um simples motivo: a cidade está com seu sistema de fiscalização sucateado.

É fácil explicar: o sistema de táxi sindicalizados conta com atuais 4.392 veículos e outros 490 estão ingressando na praça respaldados por recente licitação. Ou seja, em breve, o município terá 4.882 táxis credenciados. Do lado dos piratas, estima-se um total de 2.000 carros circulando.

Em meio a esse quadro, a Etufor, empresa responsável pela fiscalização do sistema, conta, apenas, com três viaturas em operação. Outras cinco existentes na frota oficial estão na oficina.

O dado estarrecedor foi apresentado durante reunião no Paço, com a presença do prefeito Roberto Cláudio. Desta forma, falar em fiscalização é piada.

Petrobras suspende operações da plataforma na Bacia de Campos

As operações da plataforma P-58 da Petrobras, no Parque das Baleias, Bacia de Campos, foram suspensas. A companhia informou que a plataforma está em preparo final para a retomada das operações, mas ainda não há data marcada para voltar a funcionar.

Em nota, a empresa acrescentou que a paralisação foi necessária para a manutenção preventiva e melhoria da eficiência operacional de alguns sistemas, atendendo às normas e orientações de segurança.

Na divulgação dos resultados de fevereiro, na camada do pré-sal, a empresa informou que tanto a produção exclusiva de petróleo da Petrobras no Brasil quanto a produção de petróleo operada no país ficaram 2,1% abaixo do registrado no mês anterior.

(Agência Brasil)

Revista Época diz que Cid Gomes nunca chegou a Brasília

foto época revista cid gomes

Em edição neste fim de semana, a revista Época avalia a ida de Cid Gomes à Câmara dos Deputados como um “show desmiolado do ministro da Educação”. “O Planalto botara um amador num cargo para profissionais”, concluiu.

Confira os principais trechos:

A caminho do calvário

Cid Gomes se virou sozinho. Àquela altura do dia, ainda ministro da Educação, ele apareceu na garagem da casa mantida pelo governo do Ceará, em Brasília, e saiu dirigindo um carro cinza. Seu irmão Ciro Gomes e vários apoiadores vindos do Ceará especialmente para a ocasião entraram em outros quatro carros e o seguiram. Na quarta-feira, Cid nem parecia um ministro de Estado. Ministros se deslocam em Brasília em sedãs pretos com placa oficial, motorista, segurança e vidros escuros; Cid dirigia um carro compacto com os vidros abertos. Em poucos minutos estacionou em frente à entrada do Congresso, desceu e se encaminhou para a missão de se explicar diante daqueles que chamara de “300, 400 achacadores”. Parecia já praticar o desapego ao cargo de apenas três meses – que perderia três horas depois.

Os apoiadores

O governador Camilo foi para apoiar o amigo. O presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, não só foi, como convocou vereadores e prefeitos para a viagem – estavam lá vários deles, inclusive o de Fortaleza, Roberto Cláudio, e o de Sobral (cidade de Cid), Veveu Arruda. Dez deputados estaduais também foram. Parte dessa turma se deslocou em jatinhos alugados. Na Câmara, a galera se acomodou nas galerias para assistir ao calvário de Cid. Osmar Baquit, secretário estadual da Pesca, comandava os aplausos e gritos da galera como se ainda fosse presidente do time de futebol Fortaleza.

A reação de Dilma

Ao sair do Congresso, foi ao Palácio do Planalto. “Você não precisava ter feito isso, não precisava ter sido desse jeito”, disse a presidente Dilma Rousseff. Cid lamentou.

Repercussão no Ceará

Produziu para a política local cearense a versão do político que perdeu o cargo porque chamou parlamentares de corruptos. Nesse embate de baixo nível, o empate é a tragédia nacional.

Sistema do Fies registra 196 mil novos contratos, segundo balanço do MEC

Mais de 196 mil estudantes solicitaram novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) pelo Sistema do Fies (SisFies), segundo o primeiro balanço de novas adesões divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Estes estudantes estão com as vagas reservadas e devem agora validar as informações nas instituições de ensino e contratar o financiamento com os bancos.

Desde que o sistema foi reaberto, estudantes relataram dificuldades em acessar o SisFies e em contratar o serviço. O MEC informou que não há número limite de novas vagas, e sim um limite financeiro para contratações.

Nas novas adesões, estão sendo priorizados os cursos com nota 5 – pontuação máxima dada pelo MEC – que serão totalmente atendidos. Para os financiamentos de graduações com nota 3 e 4, serão considerados alguns aspectos regionais, priorizando localidades e cursos que historicamente foram menos atendidos.

A partir do dia 30 de março, entram em vigor as novas regras do Fies, que determinam uma pontuação mínima de 450 pontos na média das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não ter tirado zero na redação como critérios para obter o financiamento. Atualmente, não há exigência de nota mínima. O prazo para solicitar novos financiamentos e renovar contratos vai até o dia 30 de abril.

(Agência Brasil)

Pesquisa do IBGE indica tendência de redução do emprego industrial

A Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela queda de 0,1% na produção industrial de janeiro, comparada ao mês anterior. Mas, em relação a janeiro do ano passado o recuo foi mais acentuado, de 4,1%, e ao longo dos últimos 12 meses (fevereiro/2014 a janeiro/2015) a redução acumulada foi 3,4%.

A Pimes de janeiro mostra também que a folha de pagamentos da indústria recuou em todos os cenários. Teve queda de 0,5% em relação a dezembro, diminuiu 4,2% comparada a janeiro de 2014 e no acumulado de 12 meses recuou 1,8%.

De acordo com análise técnica da pesquisa, a conjuntura econômica atual – com ajuste fiscal, alta da taxa básica de juros e aumento de impostos – não há sinais de mudanças significativas, no curto prazo, na produção industrial nem no mercado de trabalho. Na opinião do gerente de Análise Estatística do IBGE, André Macedo, o comportamento do emprego foi “predominantemente negativo” no setor, em janeiro, diretamente ligado ao próprio desempenho da atividade industrial, na medida em que a produção também caminha em ritmo lento.

Das 18 atividades investigadas 17 tiveram resultados negativos, com exceção do setor de produtos químicos, que manteve estabilidade.

(Agência Brasil)

Colunista diz que Planalto aceita melhor discussão pelo impeachment ao “imbróglio” Cid Gomes

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foto cid gomes 1503

Da Coluna Veja Online, nesta sexta-feira (20), pelo jornalista Lauro Jardim:

No núcleo central do governo será mais bem recebido quem falar de manifestação do dia 15 de março, impeachment, e Aécio Neves do quem tentar tratar do imbróglio Cid Gomes numa conversa.

Alguns adjetivos que o nome de Cid suscita hoje no Planalto: despreparado para o cargo, traidor, desleal.

Resumiu um ministro sobre a capacidade do ex-ministro:

– O Cid não conseguiu segurar o MEC. Aquilo era grande demais para ele.

Dilma – Crise é passageira e ajuste vai ajudar o país a enfrentar dificuldades

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A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (20) que o momento de dificuldade que o país enfrenta é “passageiro” e “conjuntural”. Ao discursar em evento no Rio Grande do Sul, Dilma disse que o Brasil sairá da crise no curto prazo, desde que o ajuste fiscal proposto pelo governo seja aprovado pelo Congresso.

“O nosso desequilíbrio é momentâneo, nós juntos, aprovando o ajuste, saímos disso no curto prazo. Por isso é que é importante aprovar os ajustes. Sabe por quê? Ajustar é dar vida, todo mundo faz isso. Nós não estamos ajustando porque gostamos de ajustar. Estamos ajustando porque o país tem que continuar crescendo, gerando emprego e fazendo políticas sociais”, disse.

Hoje, o governo reenviou ao Congresso Nacional, na forma de projeto de lei, a proposta que reduz desonerações da folha de pagamento. O texto havia sido encaminhado ao Congresso Nacional na forma de medida provisória e devolvida ao Executivo pelo presidente do Senado, Renan Calheiros.

(Agência Brasil)

Pela libertação dos escravos do Capitalismo

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O Movimento Crítica Radical realizará terça-feira, às 16 horas, na Praça do Ferreira, o ato “Escravos da Política? Nunca mais!”. Às vésperas da Abolição dos escravos no Ceará.

Segundo uma das militantes do Crítica Radical, a ex-vereadora Rosa da Fonseca, o objetivo é voltar a mostrar para a sociedade que o sistema Capitalista em nada mudará a vida do mundo nem das pessoas. A busca precisa ser por revolução humana.

Juiz manda soltar três presos na décima fase da Lava Jato

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, concedeu nesta sexta-feira (20) liberdade a três presos na décima fase da operação, deflagrada na última segunda-feira (16).

Com a decisão, serão soltos Lucélio Roberto Von Lehsten Goes, filho do empresário Mário Goes e acusado de ser um dos operadores do esquema de desvios da Petrobras, Dario Teixeira Alves Junior e Sonia Mariza Branco, acusados de serem responsáveis por parte dos pagamentos de propina na estatal.

Segundo Sérgio Moro, a prorrogação da prisão dos acusados não se justifica, pois eles tiveram atuação menor em relação a outros envolvidos que atuavam diretamente com ex-diretores da Petrobras.

O juiz impôs a eles medidas cautelares, como proibição de deixar o país sem autorização da Justiça, não mudar de endereço sem comunicação prévia e sempre comparecer aos atos processuais quando convocados pela Justiça.

(Agência Brasil)