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Segue o mistério sobre contratação dos quatro advogados do agressor de Bolsonaro

Com a quebra do sigilo telefônico e de dados, a Polícia Federal vai aprofundar as investigações sobre Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ter esfaqueado, na última quinta-feira (6), o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora (MG). Ainda não foi revelado quem está pagando os honorários dos quatro advogados que o defendem –.Fernando Magalhães, Zanone Oliveira Júnior, Marcelo da Costa e Pedro Possa.

Os advogados disseram que foram contratados por um fiel da igreja Testemunhas de Jeová de Montes Claros, frequentada pela família de Adélio. Em comunicado à imprensa, a igreja Testemunhas de Jeová no Brasil disse que não contratou os advogados e que nem Adélio nem sua família são seguidores da igreja. “Portanto, a declaração do advogado de que foi contratado por Testemunha de Jeová, conforme veiculada pela mídia, não é verídica”, diz a nota.

(Agência Brasil)

Provações da democracia

Editorial do O POVO deste domingo (9) avalia a crise política norte-americana. Confira:

Se a situação política no Brasil é grave, não é muito diferente nos Estados Unidos, a mais poderosa nação da terra. Desde que Donald Trump tomou posse, os americanos – e o mundo – vivem uma espécie de suspense, sem saber o que pode acontecer, devido à instabilidade do presidente.A partir da suspeita de que a Rússia interferiu nas eleições, favorecendo-o, passando por denúncias de altos funcionários e livros expondo as entranhas da gestão Trump, chega-se agora à publicação, pelo New York Times, de um artigo anônimo de um integrante do círculo íntimo do poder, no qual faz graves revelações.

O jornal esclarece que deu um passo “incomum” ao divulgar um texto anônimo, identidade preservada para evitar retaliação, mas cujo autor é conhecido pelo jornal. O periódico americano explica que publicar o artigo foi o único modo encontrado para dar a conhecer aos leitores o que se passa nos bastidores da Casa Branca.

O alto funcionário escreve que “a raiz do problema é a amoralidade do presidente”, e que Trump “não está ancorado em nenhum princípio discernível que guie sua tomada de decisões”. Diz ainda não existir “nenhum tema” sobre o qual o presidente “não possa mudar de opinião de uma hora para outra”.

Mas o funcionário diz que “há adultos na sala” para conter o presidente, uma espécie de “grupo de resistência”, do qual ele faria parte.Em livro recentemente publicado, Bob Woodward (o repórter do caso Watergate, que levou à renúncia do presidente Richard Nixon) mostra o que acontece na cozinha da Casa Branca. Ele diz, por exemplo, que, em várias ocasiões, o ex-conselheiro econômico Gary Cohn e o ex-secretário da Casa Branca Rob Porter retiraram documentos da mesa do presidente para impedir que ele os assinasse, sem que Trump se desse conta. Faziam isso para evitar as decisões mais perigosas do presidente, segundo eles.Em vários países do mundo, como no Brasil, a política passa por um duro teste.

O que se espera é que esses problemas sejam superados com o fortalecimento da democracia.

Juíza determina quebra de sigilo telefônico de agressor de Bolsonaro

A Polícia Federal poderá rastrear ligações, mensagens e contatos feitos por Adélio Bispo de Oliveira antes de esfaquear o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, durante campanha em Juiz de Fora na última quinta-feira (6)

A autorização da quebra do sigilo telefônico do agressor foi dada pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora. A juíza já havia convertido a prisão em flagrante de Adélio em prisão preventiva, sem prazo determinado.

Adélio está preso em um presídio federal na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Para a Patrícia de Carvalho, solto, ele representa risco à sociedade e à ordem pública.

(Agência Brasil)

Empresário Deusmar Queirós está preso na sede da Polícia Federal

O empresário Deusmar Queirós, fundador da rede de farmácias Pague Menos, está preso na sede da Polícia Federal no Ceará, no bairro Aeroporto. Ele se entregou na manhã deste domingo, 9, após o desembargador federal Alexandre Costa de Luna Freire, que estava no plantão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negar um pedido de Habeas Corpus (HC) impetrado pela defesa do empresário.

Deusmar é condenado desde 2010 por crimes contra o sistema financeiro, cuja pena pode chegar a 9 anos e 2 meses. Ao recusar o HC, o desembargador determinou que ele se apresentasse em até 48 horas.

Além do STJ, a defesa de Deusmar havia recorrido também ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), em Recife. Nesse período, houve trânsito da condenação dos recursos nas duas cortes, com idas e voltas, se encerrando agora com a execução da detenção.

O POVO entrou em contato com a assessoria de comunicação do empresário Deusmar Queirós, que informou que enviará uma nota oficial em breve.

(O POVO Online)

Trinta e três apostas acertam a Lotofácil; Nenhuma do Ceará

O prêmio milionário de R$ 91,7 milhões da Lotofácil de Independência foi dividido entre 33 apostas, em sorteio realizado na noite desse sábado (8), com a quantia de R$ 2,7 milhões para cada ganhador.

Já a Mega-Sena voltou a acumular, com prêmio de R$ 28 milhões na quarta-feira (12). Os números sorteados foram: 0506121522 e 43.

A Quina também acumulou, com prêmio de R$ 6,6 milhões para esta segunda-feira (10). Os números sorteados foram: 01 – 53 – 62 – 67 e 77.

Clima de instabilidade institucional é tudo o que o Brasil democrático não quer

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (9):

A semana que passou foi uma das mais desoladoras para a vida do País, do ponto de vista político, jurídico, institucional e cultural (incêndio do Museu Nacional) e terminou, de forma ainda mais preocupante, com a facada contra o candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro e a tentativa de se criar um clima de instabilidade institucional, que é tudo o que o Brasil democrático não quer.

Ainda bem que o non-sense ficou confirmado com a identificação do suposto agressor, detido na hora: Adélio Bispo de Oliveira, aparentemente portador de distúrbio mental. Resta investigar com rigor os fatos e repudiar qualquer tipo de violência. Esse pedido, aliás, vem sendo feito desde o começo do ano, quando ocorreram atentados às caravanas de Lula e ao acampamento Maria Letícia, em Curitiba, e o assassinato da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro.

A semana já começara mal, sob a égide de mais um julgamento polêmico da Justiça brasileira (Tribunal Superior Eleitoral – TSE e Supremo Tribunal Federal – STF) ao negar cautelares ao ex-presidente Lula para concorrer às eleições, sub judice, conforme concedera o Comitê de Direitos Humanos da ONU. O resultado colateral foi a cassação prática de 60 milhões de brasileiros, no que tange ao seu direito de escolher o candidato de sua preferência para dirigir a Nação, violando o art. 25 do Pacto de Direitos Humanos e Civis da ONU.O mesmo juiz Édson Fachin, que demonstrara em sentença primorosa que o Brasil não poderia deixar de cumprir um tratado internacional (citou a Convenção de Viena) e deveria conceder a liminar requerida pelo Comitê da ONU para que Lula pudesse concorrer às eleições (até que seu processo tenha sentença definitiva), desdisse, na mesma semana, tudo que o afirmara.

Decisão acompanhada pelo decano Celso de Mello, do STF, quando chegou sua vez de atender recurso semelhante, na Corte suprema. E isso apesar de existirem vídeos de ambos defendendo a superioridade hierárquica dos tratados internacionais sobre as leis ordinárias, como a da Ficha Limpa. Assim, os dois assumem, perante seus pósteros, a biografia que estes conhecerão quando estudarem este período obscuro em que a imagem da Justiça brasileira se junta às exibidas em 1937 (Estado Novo) e 1964 (ditadura civil-militar), quando validou os estados de exceção de então.A história brasileira demonstra que a violência e a ruptura institucionais sempre partiram dos segmentos sociais detentores do poder real, não das forças populares-democráticas.

Que o diga a geração que viveu o regime constitucional democrático de 1946 até seu naufrágio em 1964. Ela não conhecera a ditadura do Estado Novo e imaginara que a democracia recobrada em 1946 seria respeitada, após a decisão da vontade soberana do povo, traduzida em uma Assembleia Nacional Constituinte originária.

Ledo engano.

Tiroteio deixa dois baleados em restaurante no Bairro de Fátima

Dois homens foram baleados em um restaurante, no Bairro de Fátima, na noite desse sábado, 8, em Fortaleza. As vítimas foram socorridas e levadas para o Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro. Segundo informações da Coordenadoria de Segurança da unidade hospitalar, ambos estão recebendo atendimento no centro cirúrgico. Os nomes das vítimas não foram informados. O estado de uma delas é grave.

Conforme o tenente Idelmar Vieira, ambos deram entrada no hospital por volta das 19h15min. Segundo o PM, eles estavam no interior do restaurante Picanha do Railson, localizado na rua Felino Barroso, quando foram surpreendidos por criminosos armados, que efetuaram vários disparos.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a primeira vítima, de 29 anos, foi socorrida e levada ao IJF em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em estado grave. O outro homem, de 33 anos, foi levado para o hospital pelos policiais que atenderam a ocorrência. Viaturas da Polícia Militar do Ceará estão em diligências à procura de suspeitos

O POVO entrou em contato com o restaurante. Funcionários que atenderam as chamadas, contudo, negaram a ocorrência no local.

(O POVO Online / Repórter Thiago Paiva)

Crise argentina deixa Brasil sob alerta, diz ABDI

À espera de uma antecipação de parte do empréstimo no valor de US$ 50 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI), a Argentina vive o pior momento da gestão do presidente Maurício Macri, deixando aceso o sinal de alerta no Brasil, já que o país vizinho é o terceiro maior parceiro comercial atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), de janeiro a agosto, os argentinos consumiram 7,28% das exportações brasileiras, uma alta de 1,11%, comum saldo favorável ao Brasil de US$ 4,28 bilhões. A avaliação é do economista Jackson De Toni, gerente de Planejamento e Inteligência da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)

Apesar de toda essa situação, “não há motivo para pânico”, diz ainda De Toni, Ele observou que, mesmo diante de um cenário de austeridade que, certamente, levará a uma queda do consumo interno, o país vizinho tende a fechar 2018 com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 1% e 2%. E se o aporte de recursos do FMI for concretizado como o esperado, De Toni acredita que isso dará maior credibilidade sobre a capacidade de pagamentos por parte da Argentina ainda que isso custe caro à população e ainda careça de estratégias para retomar o crescimento.

Quanto ao impacto sobre o Brasil que exporta para a Argentina, principalmente, automóveis, – o correspondente à quase metade da pauta de exportações e com uma participação de 75% sobre as vendas das montadoras para todo mundo-, De Toni prevê que ele será mais concentrado neste segmento, embora reconheça a importância dessas trocas comerciais que incluem ainda as importações na área agrícola

Para o economista, o Brasil tem fatores de proteção como, por exemplo, reservas cambiais de quase US$ 400 bilhões. A Argentina tem US$ 50 bilhões. Citou ainda a forte desvalorização do peso argentino em meio a um ataque especulativo resultando em uma inflação de 40% ao ano ante uma variação entre 4 a 5%, no Brasil, e a consequente elevação dos juros de 45% para 60% ao ano, muito acima da taxa brasileira oscilando em torno de 6,5%.

Outra diferença entre as duas economias, apontadas por De Toni, é que a Argentina depende De recursos do FMI, enquanto o Brasil tem uma previsão de investimentos diretos este ano de U$ 65 bilhões, um volume imenso para países latino-americanos.

(Agência Brasil)

PGR se manifesta contra recurso em favor da candidatura de Lula

A Procuradoria-Geral da República se manifestou neste sábado (8) contrariamente ao recurso da defesa em favor da candidatura de Lula, protocolado na terça-feira (4) no Tribunal Superior Eleitoral. O documento com cerca de 180 páginas insiste na tese sobre decisão de um comitê da Organização das Nações Unidas (ONU) que permitiria o petista disputar as eleições.

Os advogados consideram que é o Supremo Tribunal Federal (STF) que deve decidir se a decisão da ONU é ou não vinculante. O recurso só vai à análise do Supremo se o plenário virtual da Corte Eleitoral, que analisa o recurso, entender que há questão constitucional a ser esclarecida.

Para o vice-procurador-geral Eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, “não há qualquer improbidade na decisão do Tribunal Superior Eleitoral” que barrou o registro da candidatura de Lula.

“Indubitavelmente, aquele que, com causa de inelegibilidade já reconhecida pela Justiça Eleitoral, aventura-se em tentar postergar o indeferimento do seu registro de candidatura, turbando o processo eleitoral, atua desprovido de boa-fé. Sua conduta é capaz de imprimir indesejável instabilidade às relações políticas, excedendo, portanto, os limites sociais ao exercício do direito. Por fim, ao assim proceder, dá causa ao dispêndio de recursos públicos a serem empregados a uma candidatura manifestamente infrutífera”, diz Medeiros

Em sua manifestação, o vice-procurador-geral diz ainda que “reconhecer a procedência do pedido almejado no recurso extraordinário significaria violar a Constituição brasileira”.

Na semana passada, ao decidir sobre o impedimento da candidatura de Lula, a Justiça eleitoral deu prazo para que até a próxima terça-feira (11) a coligação O Povo Feliz de Novo (PT, PCdoB e Pros) defina um novo nome para candidato à Presidência da República.

(Agência Brasil)

Democracia ferida a faca

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Em artigo no O POVO deste sábado (8), a jornalista Letícia Alves avalia a repercussão da agressão contra Bolsonaro. Confira:

Assisti à facada em Jair Bolsonaro por vários ângulos, em velocidades alta e baixa, com zoom na arma e zoom no rosto que recebeu a dor com surpresa e com medo. Foi a primeira vez que vi alguém ser esfaqueado de verdade. Nos filmes, jorra sangue pelo corte e pela boca. Perdoem a figura de linguagem pobre, mas na vida real, no Brasil onde um candidato à Presidência foi esfaqueado, foi verdadeiramente a democracia que sangrou.

Quase tão difícil como assistir àquela cena de violência cruenta, porém, foi acompanhar as mensagens nos meus grupos de WhatsApp e nas redes sociais. Vi pessoas acusando o capitão da reserva de ter forjado o ataque ou de ser vítima do seu próprio discurso “de ódio” — a culpa, em qualquer um dos casos, era dele mesmo. Alguns admitiam que ele era a vítima, mas faziam questão de dizer que nem sempre o fora. Havia ainda os que compartilhavam, sem hesitar, qualquer fake news absurda que chegava aos seus celulares. Resumidamente, um show de horror após o show de horror.

Não é preciso dizer que o uso político dessa situação é lastimável e que a minimização do ataque é desumana e maliciosa. O golpe que quase matou o presidenciável foi filmado, compartilhado, publicado e transmitido em televisões, computadores e celulares de milhões de pessoas. Bolsonaro agonizou sob os olhares do mundo inteiro. Negar essa realidade por afeição ideológica apenas corrobora com a análise óbvia de que, perdoem mais uma vez, quem agoniza junto com ele são as nossas esperanças de ter uma eleição pacífica e um país não mais dividido pelo ódio.

Não se sabe o que acontecerá daqui para frente. Os médicos estimaram o mínimo de “uma semana ou dez dias” antes do presidenciável receber alta. Ele dificilmente voltará a fazer campanha de rua. O quanto isso influenciará no resultado das eleições é impossível de mensurar. Inicialmente, fala-se em repercussão positiva para Bolsonaro. Passar o último mês de campanha impossibilitado de viajar pelos estados e de participar de atos públicos, no entanto, pode desequilibrar a balança para o lado contrário. Como saber? Afinal, quem podia imaginar que a chave das eleições 2018 seria uma faca?

Letícia Alves, jornalista do O POVO

Sem estrutura emocional, Fortaleza perde em Criciúma e poderá deixar liderança na terça-feira

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Com 21 rodadas na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, com mais de quatro meses como melhor desempenho na temporada, a expectativa do inédito título de campeão brasileiro parece pesar para o Fortaleza a cada rodada para o término da competição.

Mesmo com maior posse de bola em campo e com apenas dois chutes a gol do adversário, o Fortaleza foi derrotado pelo Criciúma, na tarde deste sábado (8), no estádio Heriberto Hülse, no interior catarinense, por 2 a 0, e poderá deixar a liderança da Série B na terça-feira (11), em caso de vitória do CSA sobre o Vila Nova, no estádio Rei Pelé, em Maceió. A equipe cearense ainda teve os atletas Igor e Pablo expulsos.

A 12 rodadas para o final da competição, o Fortaleza segue líder com 47 pontos, mas agora a apenas um ponto do vice-líder CSA, que neste sábado desbancou de virada o Figueirense, em pleno estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, por 2 a 1. A diferença entre o líder Fortaleza e o vice-líder CSA já chegou a oito pontos.

Nas últimas cinco rodadas, o Fortaleza tem o segundo pior desempenho entre as 20 equipes da Série B, melhor apenas que o Juventude, que chegou à zona de rebaixamento.

Mesmo que perca a liderança na terça-feira, o Fortaleza terá a chance de voltar à ponta na tabela de classificação, na sexta-feira (14), contra o Sampaio Corrêa, em São Luís.

(Foto: Reprodução)

Capitão Wagner e Vitor Valim encontram resistência na periferia por ação de criminosos

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Muitos eleitores da periferia de Fortaleza não escondem a simpatia pelos candidatos Vitor Valim e Capitão Wagner, que concorrem este ano à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal , respectivamente, mas se dizem receosos em confirmar a vontade nas urnas, diante da ação de facções criminosas que estariam ameaçando os moradores dos bairros mais afastados.

É o que denunciam nas redes sociais os dois candidatos, que cobram ainda uma ação do poder público na interferência de criminosos na vontade do eleitorado.

(Foto: Arquivo)

Em plena recuperação, Bolsonaro simula “armas” com as mãos

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O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, já deixou a cama do hospital e iniciou neste sábado (8) as sessões de fisioterapia. No entanto, Bolsonaro, na primeira foto fora da cama, já gerou polêmica ao simular duas armas com as mãos.

O filho do candidato, Eduardo Bolsonaro, amenizou a apologia e disse que o gesto “é uma marca registrada” do pai, um posicionamento contrário ao desarmamento.

“Não vejo nada de prejudicial ou alguma coisa que possa gerar violência, nem nada disso”, afirmou.

(Com Agências)

Entendendo o mercado de derivativos sem complicações

Em artigo sobre o mercado de derivativos, o consultor financeiro Fabiano Mapurunga, Mestre em Administração com ênfase em Finanças, aponta que os “derivativos têm um papel muito relevante no mercado financeiro, a partir do momento que os mesmos permitem que os investidores ocupem uma posição de especulador”. Confira:

Hoje vamos tratar de um tema que possui grande envergadura no mercado financeiro, mas que ainda é pouco conhecido pela grande maioria dos empresários, e dos profissionais que gerenciam os fluxos de caixas das empresas. Vamos falar de Derivativos.

Os derivativos têm um papel muito relevante no mercado financeiro, a partir do momento que os mesmos permitem que os investidores ocupem uma posição de especulador, bem como possam se proteger frente a um dado risco eminente de mercado. Seu uso aqui no Brasil vem cada vez mais ganhando volume. Sua principal função é a proteção de contratos (também chamada de hedge), de dívidas e de fluxos de caixas, contra possíveis depredações ocasionadas pela variação cambial, ou quaisquer outros tipos de variáveis econômicas, de uma maneira que possibilite estabelecer uma certa previsibilidade ao balanço das empresas.

Vejamos que, atualmente passamos por uma forte oscilação do dólar, de sorte que tal situação impacta na previsibilidade de caixas das empresas, que dependem desta moeda em seu ciclo financeiro, por tanto, uma estratégia bem conveniente, seria estas empresas empregarem derivativos para mitigar os efeitos, em seu caixa, desta oscilação.

O termo “derivativos”, já informa que os produtos se referem a contratos que se derivam de ativos. Complementando que esses mesmos ativos podem ser de várias naturezas, como por exemplo: uma ação, um commodity, a própria inflação acumulada em um período específico, a taxa Selic ou seja, toda e qualquer indexador que possua um reflexo econômico.

O Contrato a Termo se configura hoje com uma das modalidades mais usuais, ele permite à empresa estabelecer uma marcação (Trava) a cotação de qualquer moeda, ou outro ativo como uma commodity, em um determinado valor para ser pago em uma data futura.

Os contratos de Swap, facilitam a possibilidade de a empresa trocar o indexador de seu contrato de dívida, que seria o fator utilizado como base de cálculo para cobrança do empréstimo. Em termos objetivos, isso implica que, por exemplo, a empresa pode trocar o seu risco que está atualmente com exposição cambial, para uma taxa de juros reais, pré ou pós fixada.

Ainda como um dos principais tipos de derivativos, temos as Opções. Elas possibilitam que a empresa tenha o direito de comprar ou vender um ativo específico, por um preço pré-determinado, em data futura. Para se utilizar do mercado de opções, a empresa precisa pagar um prémio logo no início da operação.

Para facilitar nossa visão sobre derivativos, trago alguns exemplos abaixo:

– SOJ: contrato derivado do preço da soja;

– DOL: contrato derivado do preço do dólar;

– IND: contrato derivado do índice Bovespa;

– PETRF17: contrato derivado de das ações da Petrobras;

Dados extraídos da Cetip (Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos), demonstram que em 2012, a média mensal das operações registradas com Termo de Moedas, expressivamente utilizada por exportadores e importadores, foi de aproximadamente U$ 20 bi. Em 2013 esse número ganhou velocidade de ascensão. Hoje, tal instrumento, tem uma movimentação que supera U$ 30 bi em contratos com empresas que estão fazendo sua proteção no Brasil.

O mercado de derivativos surgiu então, com o objetivo de mitigar riscos financeiros, que são ser frutos do movimento da economia. Sugiro muita cautela no uso desses contratos, porque exigem muito conhecimento sistêmico. Possíveis erros, podem acarretar perdas financeiras consideráveis. Logo, sua utilização deve ser feita por investidores com experiência e certificação, a fim de minimizar seus riscos e maximizar seus resultados, ao utilizar essa estratégia em seu fluxo de caixa.

Fabiano Mapurunga

Diretor Executivo da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria. Professor Universitário.

Eunício diz que transforma em trabalho a confiança dada pelo cearense

“O Ceará tinha mais de 12 bilhões de reais em recursos parados em gavetas no Congresso Nacional. Dinheiro que não poderia deixar de assistir à nossa gente mais necessitada. Por meio da confiança a mim dada por vocês, cearenses, não poupei esforços para destravar esses recursos que hoje desenvolvem o nosso Estado”.

O discurso é do presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira, que concorre à reeleição ao Senado pelo MDB do Ceará, durante carreata na noite dessa sexta-feira (7), em Viçosa do Ceará, na Ibiapaba, a 348 quilômetros de Fortaleza.

“Fico muito feliz com a receptividade em casa canto do Estados, o que me dá mais força para seguir nesta caminhada”, completou Eunício.

O prefeito de Viçosa do Ceará, Zé Firmino (MDB), ressaltou o empenho do senador Eunício, que destinou recursos para o custeio e manutenção de unidades de saúde do município e para o asfaltamento de todas as ruas de Viçosa do Ceará.

“Ele vem fazendo tudo por Viçosa nestes dois últimos anos. Hoje, a nossa Viçosa pode mostrar o que tem pelo trabalho incansável de Eunício. Quem ama Viçosa, vota Eunício senador”, afirmou.

No evento também estiveram presentes os candidatos a deputado federal Moses Rodrigues e a deputado estadual João Jaime.

(Foto: Divulgação)

Moradores do Monte Castelo recebem na segunda-feira praça requalificada

Uma academia ao ar livre e um parque infantil levarão melhoria aos moradores do Monte Castelo, diante da requalificação da Praça Novo Tempo II.

O novo espaço será entregue pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Regional I, diante do Projeto Praça Amiga da Criança. Nos últimos seis anos, a Prefeitura reformou quase 300 praças em toda a cidade.

(Foto: Divulgação)

Ciro, Camilo e Cid participam de carreata entre Juazeiro do Norte e Crato

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Após desembarcar na noite dessa sexta-feira (7) em Sobral, o candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes percorreu em carreata na manhã deste sábado (8) os municípios de Juazeiro do Norte e Crato, na Região do Cariri.

Ciro esteve na companhia do governador Camilo Santana (PT), candidato à reeleição, e pelo irmão Cid Gomes, candidato ao Senado pelo PDT.

Na noite deste sábado, Ciro estará em João Pessoa, capital paraibana.

(Foto: Divulgação)