Blog do Eliomar

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Tasso sugere que PT contrate Mauro Filho como “garoto propaganda”

O candidato Mauro Filho tenta envolver Tasso em um discurso federal e pergunta por que o candidato tucano é contra a Dilma. Tasso diz que não é contra ninguém, mas contra o governo do PT. Lamenta o retorno da inflação. Mauro destaca ações de Dilma e Tasso sugere que marqueteiros do PT atentem para Mauro Filho como garoto-propaganda.

Tasso lembra que é candidato do povo do Ceará e que não ficará calado no Senado, caso eleito, diante de medidas contra o Ceará.

Tasso diz que CPMF perdeu finalidade no governo do PT

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O candidato Tasso Jereissati lembra que a CPMF foi um imposto criado como fonte auxiliar para a saúde, também era temporário. Diz que no governo do PT perdeu a finalidade e que passou a ser usada para qualquer coisa. Observa que os produtos passaram a ser encarecidos. Afirma que a atual política é quando menos imposto melhor.

Geovana Cartaxo e Mauro Filho entram no debate nacional Marina x Dilma

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A candidata Geovana Cartaxo defende o desenvolvimento econômico alinhado com a ecologia. Critica a construção do Acquario, que não traduz o turismo sustentável. Mauro Filho defende energia renovável e assegura que a presidente Dilma irá terminar a transposição das águas do rio São Francisco.

Geovana e Mauro entram em um debate Dilma x Marina. Geovana lembra que a Transnordestina não é do governo Dilma. Diz que política do desenvolvimento do governo Dilma estimula o consumo e não a produção.

Raquel Dias diz que profissionalização do Ensino Médio atende somente a indústria

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A candidata Raquel Dias afirma que a profissionalização do Ensino Médio, que virou prioridade no governo Cid Gomes, impede que jovens ingressem na universidade, mas atende aos interesses da indústria.

Mauro Filho lembra que a geração de empregos é importante para os jovens. Afirma que lutará para a redução de impostos.

Raquel rebate e alega que redução de impostos beneficia empresas, não aos trabalhadores. Brasil é maior produção de agrotóxicos do mundo, diante da redução de impostos no setor.

Tasso diz que importações cearenses estão estagnadas; Mauro discorda

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O candidato Tasso Jereissati diz que importações no Ceará estão estagnadas e que Porto do Pecém está subutilizado. Diz que proposta de Mauro é o mesmo do governo Federal, que prioriza o Mercosul e que não interessa ao Ceará.

Mauro discorda e que afirma que o governador Cid Gomes pensou o Ceará para os próximos 30 anos. Diz que Ceará é exportador de energia, não mais importador.

Mauro se esquiva do debate da segurança pública

A candidata Geovana Cartaxo cobra de Mauro Filho as ações do governo sobre segurança pública, pois como secretário da Fazenda ele geriu verbas para o setor.

Mauro Filho lembra que debate é sobre propostas ao Senado e que a violência tem a ver com o tráfico de drogas, quando mais de 70% das ocorrências têm ligação com o tráfico e o Ceará não produz droga. Diz que a nível federal irá trabalhar, caso eleito, para evitar que drogas entrem no Estado.

Mauro Filho é o primeiro candidato a se apresentar

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O candidato Mauro Filho é o primeiro candidato a se apresentar no debate e diz que a Reforma Política deverá interessar à população, não aos partidos políticos. Destaca candidatura Camilo Santana ao governo do Ceará.

Raquel Dias cobra posicionamento de Mauro Filho, quando à violência policial contra professores. Mauro ressalta números da educação.

Tasso chega para debate na TV O POVO

O candidato do PSDB ao Senado, Tasso Jereissati, chegou agora há pouco à TV O POVO, onde às 18 horas ocorrerá o primeiro debate com os quatro candidatos. Para Tasso, o debate “será bastante positivo para discutir o que cada candidato pensa em fazer nas atividades específicas do Senado”.

Além de Tasso, também participarão do debate os candidatos Mauro Filho (PROS), Geovana Cartaxo (PSB) e Raquel Dias (Psol).

Blog alertou, Cid não atentou

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Na matéria “Cid Gomes posta foto com Dilma em evento da Transposição”, publicada em 18 de maio deste ano, quando a presidente Dilma Rousseff esteve no município de Jati para acompanhar obras da transposição das águas do rio São Francisco, o governador Cid Gomes destacou a presença da presidente no Ceará e postou fotos com Dilma em sua página no Facebook.

Diante do grande número de internautas que comentaram o assunto, o Blog realizou uma análise qualitativa (não confundir com quantitativa) da imagem do Governo do Ceará e do governador Cid Gomes (ver gráficos na época, acima).

Em avaliação, o Blog observou que “dois fenômenos ocorreram na postagem de Cid Gomes. O primeiro foi uma reação contrária à presidente Dilma. O segundo foi o fim das críticas à segurança pública, após por anos a pasta ser motivo de desgaste da administração estadual. Outro fenômeno foi o equilíbrio entre críticas e apoio, quando Cid Gomes começa a recuperar a imagem do governo, por meio de ações na gestão e de sua própria pessoa. A campanha ‘É assim que a gente faz um novo Ceará’ começa a aparecer em números”.

Três meses e duas semanas depois, o desgaste – segundo pesquisas de opinião – do governo Dilma bate à porta do Palácio da Abolição e, consequentemente, nos rumos da candidatura Camilo Santana. Durante esse período, o Governo do Ceará não sinalizou com nenhuma estratégia para o atual momento (por favor, os marketólogos de plantão não venham com a desculpa da mudança de quadro, diante da morte de Eduardo Campos).

O Governo do Ceará trabalhou o micro e não atentou para o macro. Para piorar a situação, a própria campanha à reeleição de Dilma Rousseff dá o tom da reorganização da estratégia política: não está mais em jogo a construção ideológica (ou fortalecimento, tanto faz) do governo Dilma, mas a desconstrução da candidatura Marina.

Se a nova estratégia surtirá efeito, só as próximas cinco semanas dirão. E isso também vale para o Ceará.

Eunício quer resgatar “era de desenvolvimento pleno”

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Em reunião com empreendedores dos setores da indústria, comércio e serviços do Cariri, o candidato do PMDB ao governo do Ceará, Eunício Oliveira, disse na noite desse sábado (30), em Juazeiro do Norte, que irá “lutar para que o Ceará volte a experimentar uma era de desenvolvimento pleno”.

Também presente à reunião, o candidato do PSDB ao Senado, Tasso Jereissati, alertou que “só os incentivos fiscais não são capazes de mudar a realidade difícil dos empreendedores”. “Hoje, o mundo é competitivo globalmente. Nossas empresas precisam ter condições de competir com empresas do Japão e da Alemanha. E não temos visto o Estado dar o apoio necessário para isso”, comentou.

(Foto: divulgação)

Campanhas de Eunício e Camilo terão que lidar com crescimento de Marina

Da Coluna Fábio Campos, no O POVO deste domingo (31):

Tanto o comitê do Pros-PT quanto o de Eunício Oliveira (PMDB) realizam acompanhamentos cotidianos das intenções do eleitorado.

Antes do início do debate entre os candidatos ao Governo, domingo passado, na TV O POVO, o senador foi perguntado por um jornalista sobre as pesquisas internas. Saiu pela tangente a respeito da disputa cearense da qual nada falou, mas deixou escapar o que já naquele momento estava sendo detectado pelas consultas de seu comitê: “Marina, Marina…”. Disse isso ao mesmo tempo em que fazia com a mão um gesto de quem exprime muita quantidade.

No Ceará, vêm Datafolha e Ibope na próxima semana.

Pesquisa mostra que 65% dos pacientes com câncer continuam fumando

Levantamento feito pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) com pacientes da instituição mostra que 65% dos pacientes fumantes não conseguem largar o cigarro mesmo após receber o diagnóstico da doença. O coordenador de Apoio ao Tabagista do instituto, Frederico Fernandes, disse que o resultado da pesquisa foi surpreendente. “Nós imaginávamos, justamente, que uma pessoa que fumasse, na hora de receber o diagnóstico de câncer ficasse motivada a parar, pelo fato de ter desenvolvido uma doença relacionada ao tabagismo”, ressaltou.

Segundo o médico, apesar da vontade dos pacientes de largar o tabaco, o vício é muito forte. “Quando a gente conversa com esses pacientes, vemos que eles têm vontade, estão motivados, mas, pelo fato de ter um nível alto de dependência da nicotina, não conseguem parar ou reduzir”, contou.

A situação se agrava, de acordo com Fernandes, pelo fato de o cigarro ser uma válvula de escape de grande parte dessas pessoas ao lidar com situações difíceis. “E, muitas vezes, quando a pessoa recebe um diagnóstico como esse, acentua os traços de ansiedade. Com isso, ela acaba não conseguindo largar o cigarro por não conseguir canalizar a ansiedade contra a doença em outra coisa”, explica o médico.

Além de ser um fator que contribui para o surgimento do câncer, Fernandes destaca que o cigarro pode atrapalhar o tratamento. “Alguns tipos de quimioterapia têm menor eficácia quando a pessoa continua fumando e recebendo o tratamento”, enfatiza. Fumar também interfere na cicatrização e recuperação de cirurgias. “Se uma pessoa é submetida a uma cirurgia, parando de fumar ela tem uma cicatrização melhor e um pós-operatório menos complicado”, acrescenta.

(Agência Brasil)

Ciro e Marina, semelhanças e diferenças

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Da Coluna Fábio Campos, no O POVO deste domingo (31):

Até a semana passada, eram muitas as similaridades entre o desempenho de Marina Silva nas pesquisas de 2014 e o de Ciro Gomes nas de 2002. Há 12 anos, no final de julho, Ciro dava um incrível salto ao atingir 28% das intenções de voto no Datafolha. Com o avanço do fenômeno, Lula desceu de 38% para 33% e José Serra caiu para o terceiro lugar com 16%. Garotinho foi de 13% para 11%.

Atentem para o Ibope de 26 de agosto de 2014: Dilma caiu de 38% para 34%, Aécio de 23% para 19% e Marina apareceu com 29%. A diferença é que em 2002 o horário eleitoral ainda estava por vir. Pegos de surpresa, os adversários ficaram atônitos e rapidamente refizeram suas estratégias.

Outra semelhança: na simulação de segundo turno, Ciro obteve 48%, numericamente à frente de Lula, que tinha 44%. Na pesquisa anterior ao Datafolha de sexta-feira passada, em um eventual segundo turno, Marina Silva venceria Dilma Rousseff. Conforme a pesquisa Ibope da época, ela teria 45% dos votos, contra 36% da petista.

Mais uma: Ciro e Marina, cada um em seu momento, possuíam as menores taxas de rejeição. Ciro com 14% e Marina com 10%. Os perfis dos eleitores que adotaram Ciro e Marina também são similares: urbanos, escolarizados e com renda familiar acima da base da pirâmide.

Naquele corte de 2002, tudo levava a crer que Ciro se configurava como a avassaladora terceira via capaz de derrotar petistas e tucanos. Aí veio o palanque eletrônico.

Os petistas nem precisaram usar suas armas (sim, eles as tinham). Serra fez o serviço atacando Ciro e rapidamente desconstruiu o “fenômeno”.

A desconstrução de Ciro se deu com imensa facilidade. Não só pelos ataques tucanos, que souberam apontar contradições na fala do ex-governador do Ceará. O próprio Ciro deu decisiva contribuição ao cometer erros em série, como agredir verbalmente um eleitor e fazer comentários politicamente incorretos acerca de sua então companheira, a atriz Patrícia Pillar.

Perguntado sobre a importância de Pillar na campanha, Ciro respondeu: “Minha companheira tem um dos papéis mais importantes, que é dormir comigo. Dormir comigo é um papel fundamental”.

A frase deixava transparecer que Ciro faria de tudo para perder aquela eleição. Não foi à toa que terminou a disputa em quarto lugar, com 11,9%.

É evidente que os adversários de Marina vão trabalhar com ardor a estratégia da desconstrução do novo “fenômeno”. O fato nos remete à seguinte questão: ao ver-se diante da vitória iminente, Marina terá alguma fragilidade psicológica ou emocional que provocará nela reações que possa ser classificada como autoboicote? Ou seja, Marina cometerá erros primários em série?

Pelo menos até aqui, qualquer semelhança é mera coincidência. Os fatos indicam que Marina não é alvo fácil de ser atingido. Sua trajetória pública não abriga momentos de descontroles emocionais ou destemperos verbais. Quem a viu no debate ou na entrevista ao Jornal Nacional percebeu exatamente o contrário. Fato: ainda falta mais de um mês para o fim do primeiro turno. A candidata continuará sendo duramente testada.