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Caucaia ganha apoio do governo federal e ampliará iluminação pública

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O município de Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza) foi beneficiado com um projeto que ampliará a iluminação pública da cidade.

No Brasil, 19 cidades foram contempladas por um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Segurança Pública (MSP) e o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP). O objetivo é melhorar a segurança em pontos com atividades urbanas noturnas.

De acordo com o MSP, a escolha dos locais que vão receber o projeto foi feito por “um mapeamento das áreas críticas e realizado através das informações recolhidas no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), uma plataforma de informações integradas que possibilita consultas operacionais, investigativas e estratégicas sobre segurança pública, em parceria com os entes federados”.

(Foto – Divulgação)

Prévia da inflação tem menor variação para dezembro desde o Plano Real

Influenciada pela queda nos preços dos combustíveis, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – prévia da inflação oficial do país – fechou o mês de dezembro com deflação de 0,16%. É o menor resultado mensal desde julho do ano passado e o menor resultado para dezembro desde a implantação do Plano Real, em 1994.

Os dados foram divulgados hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a taxa ficou 0,35 ponto percentual menor em relação à variação de preços de novembro, quando o IPCA-15 fechou com alta de 0,19%.

O IPCA-15 serve de parâmetro para o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), que baliza a meta de inflação definida pelo governo para o ano. Com o resultado de dezembro, a taxa acumulada no ano alta de 3,86%, abaixo do centro da meta anual estabelecida pelo Banco Central, de 4,50% e também dos 4,39% registrados no fechamento do ano passado.

Com a queda de 0,16% do IPCA-15, em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Especial (IPCA-E), que é o IPCA-15 acumulado no ano, fechou o último mês do ano com alta acumulada de 3,86%, abaixo dos 4,39% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em dezembro de 2017, a taxa foi de 0,35%.

Transportes

Puxado pela retração nos preços dos combustíveis, o grupo transportes apresentou a maior queda ao fechar dezembro com deflação de 0,93%. O impacto do grupo para a deflação registrada em dezembro chegou a -0,18 ponto percentual, principalmente por causa da redução de 5,47% nos preços da gasolina – combustível foi o responsável pelo maior impacto individual no índice do mês, com -0,26 ponto percentual.

Entre as áreas pesquisadas, Salvador apresentou a maior queda nesse item: 8,90%. Além da gasolina, o etanol teve queda de 3,0% e o óleo diesel, de -1,93%.

Já no grupo habitação, a queda de 0,52% se deveu, principalmente, à passagem da bandeira tarifária amarela para a verde na conta de energia elétrica.

O grupo de alimentação e bebidas, que tem o maior peso no índice, no entanto, manteve-se em alta, mesmo tendo desacelerado de 0,53% para 0,35% de novembro para em dezembro. “Isso aconteceu, principalmente, porque a alimentação no domicílio, que tinha registrado alta de 0,85% em novembro, desacelerou para 0,22% em dezembro”, informou o IBGE.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, quatro apresentaram deflação de novembro para dezembro: transportes (-0,93%), saúde e cuidados pessoais (-0,58%), habitação (-0,52%) e comunicação (-0,07%).

No lado das altas, o destaque ficou com o grupo alimentação e bebidas (0,35%), que apresentou o maior impacto positivo no índice do mês, com 0,08 ponto percentual. Os demais grupos variaram entre o 0,02% de educação e o 0,44% de artigos de residência.

Regiões metropolitanas

As informações divulgadas pelo IBGE indicam que entre as regiões pesquisadas só a metropolitana de Belém fechou o mês de dezembro em alta: 0,27%, puxada pelos preços das passagens aéreas, que chegaram a subir 31,12%, tomate (27,06%) e açaí (12,86%).

Já a maior queda (0,30%) foi registrada em Brasília, devido à redução de 8,75% dos preços da gasolina e dos itens de higiene pessoal (-5,08%). Em São Paulo, a taxa ficou em -0,21%, no Rio de Janeiro em -0,11% e em Belo Horizonte -0,25%.

Metodologia

O IPCA-15 tem a mesma metodologia usada para o IPCA, a inflação oficial do país, mas com período de coleta e abrangência geográfica diferentes. Para o cálculo do IPCA-15, os preços são coletados da última metade do mês anterior à primeira do mês de referência.

O indicador refere-se às mesmas famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

(Agência Brasil)

Shopping Iguatemi oferece neste domingo vacinação gratuita

Da Coluna Layout, da jornalista Joelma Leal, no O POVO desta sexta-feira:

O Shopping Iguatemi Fortaleza, em parceria com a clínica Immune, realizará, próximo domingo, 23, das 14 horas às 21 horas, vacinação gratuita.

Serão disponibilizadas mil doses de vacina tetravalente contra a gripe. Para participar é preciso baixar o aplicativo do Iguatemi e apresentá-lo na clínica, localizada no térreo da expansão.

Podem ser vacinadas pessoas a partir de seis meses de vida e é obrigatório levar o cartão de vacinação.

(Foto – Arquivo)

Editorial do O POVO: “O Simples Nacional”

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Com o título “O Simples Nacional”, eis o Editorial do O POVO desta sexta-feira. Confira:

Estudo da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro propõe o fim do Simples Nacional, regime tributário para micros e pequenas empresas, que unifica vários impostos – federais, estaduais e municipais – em uma só cobrança, reduzindo até 40% da carga tributária. Em vigência desde julho de 2007, o Simples tem também o objetivo de incentivar a formalização e a criação de novas empresas.

A proposta de acabar com esse incentivo parte de uma análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), coordenado por dois economistas do grupo de transição de Bolsonaro, Adolfo Sachsida e Alexandre Ywata. Para eles, as alíquotas de imposto de renda para empresas (lucro real, lucro presumido e Simples) causam distorções no mercado e, por isso, precisam ser revisadas. Somente depois, afirmam, é que se poderia analisar a possibilidade de taxar lucros e dividendos, uma proposição de quase todos os candidatos a presidente.

Segundos dados do Sebrae, as microempresas e as empresas de pequeno porte representam de 98,5% dos empreendimentos privados no Brasil; são responsáveis por 54% do total de empregos formais e respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB). Ou seja, as pequenas empresas empregam mais trabalhadores com carteira assinada do que as médias e grandes companhias.

Existe consenso entre economistas, empresários e na sociedade em geral, sobre a necessidade de uma reforma tributária, de modo a que se reduzam impostos e se desburocratize o recolhimento de tributos. Segundo o Banco Mundial, o Brasil é onde mais se gasta tempo calculando e pagando impostos.

A análise mostra que, no País, a cada 200 funcionários, um trabalha na área contábil; na Europa, essa proporção é de um para 500, e cai de um para mil nos Estados Unidos.

Pelos dados expostos acima não parece ser uma boa ideia apenas acabar com o Simples, passando a dar aos pequenos negócios o mesmo tratamento destinado às empresas de grande porte. A renúncia fiscal já se mostrou inócua quando destinada às companhias gigantes. No entanto, o mesmo não pode ser dito do Simples, que descomplica a vida dos pequenos e micros empresários, responsáveis pela maior parte dos empregos gerados no País e por uma parcela significativa do PIB.

Assim, em caso de mudança, esta não pode vir para dificultar a vida de quem já enfrenta duros problemas no seu dia a dia. A mais, em período de crises, as micros e pequenas empresas são as que menos demitem trabalhadores. Elas constituem verdadeiras âncoras que sustentam a economia quando advém a tempestade das crises.

(Editorial do O POVO)

Corregedor nacional da Justiça libera auxílio-alimentação de até R$ 3,5 mil para juízes do Maranhão

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Enquanto juízes e procuradores debatiam normas mais rígidas para o auxílio-moradia, o corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, liberou o Tribunal de Justiça do Maranhão para pagar até R$ 3.546 por mês aos juízes estaduais a título de auxílio-alimentação.A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta sexta-feira.

Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Martins tomou a medida há uma semana, ao arquivar questionamento aos critérios para concessão do benefício, que corresponde a 10% dos salários dos magistrados do Maranhão.

Os juízes maranhenses têm o penduricalho garantido por uma lei estadual e ganharam aumento em 2017 para que ele fosse equiparado ao dos promotores do estado. Antecessor de Martins, o ex-corregedor João Otávio Noronha vetou a mudança, mantendo R$ 726 fixos para todos.

Na opinião de Noronha, a concessão de benefícios não previstos pela Lei Orgânica da Magistratura precisa do aval do Conselho Nacional de Justiça. Para Martins, porém, não cabe ao CNJ interferir na autonomia administrativa e financeira dos tribunais estaduais.

O tribunal informou que fará estudos para tentar acomodar a nova despesa em seu orçamento no ano que vem. A expectativa da categoria é começar a receber os novos valores do auxílio a partir de janeiro.

Todos os estados pagam auxílio-alimentação aos juízes, mas os valores diferem bastante. Na quarta (19), um dia depois da aprovação das novas normas para o auxílio-moradia, o Tribunal de Justiça do Acre também fixou o auxílio-alimentação em 10% dos salários dos magistrados.

(Foto – Sergio Amaral, do STJ)

José Guimarães cobra a fatura dos cargos na futura gestão de Camilo Santana

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Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta sexta-feira:

O deputado federal reeleito José Nobre Guimarães, em contato com este colunista, afirma, sobre o novo governo de Camilo Santana: “O PT no Ceará vai trabalhar, em primeiro lugar, para dar sustentação política, institucional e social à futura gestão. O Camilo é o líder de uma nova geração política que governará o Ceará nos próximos quatro anos, pois saiu das urnas com quase 80% de aprovação do povo. Dentro dessa lógica, consideramos hoje que secretaria, com relação direta com nosso partido e que tem tido resultados extraordinários desde a época em que o próprio Camilo foi seu titular, agora com Francisco de Assis, é a SDA. Mas, vamos trabalhar para ocupar essa e outros espaços importantes. Nossas prioridades são a SDA, a futura pasta do Trabalho e Proteção Social, Justiça e Direitos Humanos, bem como a futura pasta de Esporte e Juventude. Queremos também ajudar naquilo que Camilo achar conveniente na área política por meio da Casa Civil”, diz o parlamentar.

“Essas áreas são nossa prioridade. Qualquer outra pasta, fora desse espectro, não discutimos e não terá nossa chancela”, acentua Guimarães, lembrando que o PT é o partido do governador e espera que ele, na hora certa, leve em conta a realidade política do Estado. Detalhe nosso:

Eis Guimarães reforçando a pregação do menos Ferreira Gomes e mais PT na futura administração.

Novembro tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2010

Beneficiada pelo comércio e pelos serviços, a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em novembro, o maior nível para o mês em oito anos. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, 58.664 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível tinha sido em novembro de 2010, quando as admissões tinham superado as dispensas em 138.247. A criação de empregos totaliza 858.415 de janeiro a novembro e 517.733 nos últimos 12 meses.

Na divisão por ramos de atividade, apenas dois dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em novembro. O campeão foi o comércio, com a abertura de 88.587 postos, seguido pelo setor de serviços (34.319 postos). Os seis demais setores fecharam vagas no mês passado.

O nível de emprego caiu na indústria de transformação (-24.287 postos), na agropecuária (-23.692 postos), na construção civil (-13.854 postos), na administração pública (-1.122 postos), na indústria extrativa mineral (-744 postos) e nos serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento (-543 postos).

Tradicionalmente, a geração de emprego no comércio e nos serviços é normal nos últimos meses do ano, por causa das vendas de Natal e da movimentação para as festas de fim de ano. A indústria demite por ter terminado a produção das mercadorias a serem comercializadas no período natalino, enquanto a agricultura está em um período de plantio da maioria das safras.

Destaques

No comércio, o ramo varejista foi o grande destaque, com a abertura de 82.747 pontos formais, seguido pelo ramo atacadista, com 13.168 vagas. Nos serviços, a criação de empregos foi impulsionada por serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção e redação (13.895 postos); comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico (12.447 postos) e serviços médicos, odontológicos e veterinários (8.278 postos).

Na indústria de transformação, que liderou o fechamento de vagas em novembro, as maiores quedas no nível de emprego ocorreram na indústria de produtos alimentícios e de bebidas (-6.511 postos); na indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários e perfumaria (-5.318 postos) e na indústria têxtil e de vestuário (-5.036 postos).

Regiões

Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em novembro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 35.069 postos, seguido pelo Sul (24.763 vagas) e pelo Nordeste (7.031 vagas). Influenciado pela entressafra, o Centro-Oeste fechou 7.537 postos. O Norte registrou 932 vagas a menos no mês passado.

Na divisão por estados, 19 unidades da Federação geraram empregos e oito demitiram mais do que contrataram. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (abertura de 17.754 postos), no Rio de Janeiro (13,7 mil), no Rio Grande do Sul (10.121) e em Santa Catarina (9.192). Os estados que lideraram o fechamento de vagas formais foram Goiás (-6.160 postos), Mato Grosso (-3.427) e Tocantins (-1.135).

(Agencai Brasil)

PDT, PSB e PCdoB farão bloco de oposição a Bolsonaro na Câmara dos Deputados

As lideranças do PSB, PDT e do PCdoB na Câmara dos Deputados anunciaram, nessa quinta-feira (20), por meio de nota conjunta, que formarão bloco de oposição ao governo Jair Bolsonaro na próxima legislatura. A informação é do Potal G1 e foi confirmada para o Blog pelo deputado federal pedetista André Figueiredo.

A criação do bloco vinha sendo discutida por esses partidos desde o resultado da eleição deste ano, que elegeu Bolsonaro presidente da República. O PT, adversário de Bolsonaro no segundo turno, não aderiu ao bloco de oposição na Câmara.

Na nota divulgada à imprensa, os partidos afirmam que formarão um bloco partidário que “fortaleça as posições políticas e a ação parlamentar” das legendas.

Afirmam, ainda, que o bloco será formado por “partidos que têm identidade histórica e mais aqueles que eventualmente ao bloco queiram se reunir”, deixando espaço para futuros aliados.

Ironia

Pouco depois do anúncio, nesta quinta, o presidente eleito publicou no Twitter que se essas legendas resolvessem o apoiar “preocuparia o Brasil”.

(Foto – Agência Brasil)

Sefaz disponibiliza a tabela do IPVA 2019

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) disponibilizou no Diário Oficial do Ceará (DOC) dessa quinta-feira (20/12), a tabela atualizada do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, o IPVA. O documento estará em exercício durante o ano de 2019.

Só no ano passado, cerca de 2,3 milhões de veículos tiveram que pagar esse imposto no Estado, número que, no próximo exercício, virá com elevação.

SERVIÇO

*Confira os valores do IPVA 2019 (em .PDF) aqui. 

Renan Calheiros bate duro em Marco Aurélio

O senador reeleito Renan Calheiros (MDB) não deixou barato para o ministro do STF do momento, Marco Aurélio Mello, que definiu a votação para a presidência do Senado por meio de voto aberto no plenário. É o que informa a Coluna Radar, da Veja Online.

Sem citar o desafeto, que já tentou afasta-lo da presidência da Casa por meio de liminar, Renan, que não confirma nem desmente se tentará mais uma vez a cadeira mais alta do Legislativo, diz em nota que “a democracia não deve ficar exposta a pedrada de doido e coice de burro”, ao defender a independência e separação dos Poderes.

“Todo dia tem que matar um leão. Mas o difícil mesmo é enfrentar as antas”, completa.

(Foto – Agência Brasil)

Caminhão é interceptado na BR-116 por criminosos que roubam carga de explosivos

Um caminhão carregado com explosivos foi interceptado por criminosos na BR-116, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), nesta quinta-feira, 20. O motorista do veículo chegou a ser amarrado e foi abandonado em Itaitinga. O caminhão foi deixado em Maracanaú, sem os explosivos. As informações são da Secretaria da Segurança Pública e Defesa (SSPDS).

Conforme os relatos do condutor do veículo à Polícia, quatro criminosos em um automóvel Corsa de cor azul fizeram abordagem por volta das 13h30min, na estrada da Coluna, na BR-116. Os criminosos permaneceram com a vítima dentro do veículo e o abandonaram em um matagal, no bairro Gererau, em Itaitinga.

De acordo com a SSPDS, as investigações estão com a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC) e com a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF).

(O POVO Online)

Primeiro-secretário da Assembleia ganha título de cidadania

Vereadores Marcos Aurélio, Hilmar Sérgio (PRB), Teim (PT) e Rosemeire (PC do B).

O primeiro secretário da Assembleia Legislativa, Audic Mota (PSB), recebeu, nessa noite de quinta-feira, 20, o título de cidadão de Morada Nova. A entrega do título, aprovado por unanimidade, foi proposta pelo vereador Marcos Aurélio (PCdoB), primeiro secretário dessa Casa.

A solenidade ocorreu no auditório da Escola Estadual de Ensino Profissional Osmira Eduardo Castro, no bairro 2 de Agosto, ocasião em que foram homenageadas ainda outras 12 personalidades.

(Foto – Divulgação)

Congresso Nacional mantém vetos e deixa votação de destaques para o ano que vem

O Congresso Nacional decidiu pela manutenção de cinco vetos. Os destaques de outros seis vetos serão apreciados somente no ano que vem, na próxima legislatura. Um dos vetos mantidos é o relativo a vários itens da Lei 13.726/18, que elimina a exigência de documentos do poder público aos cidadãos (VET 37/18). Entre outros dispositivos, foi vetada a previsão de que órgãos públicos disponibilizem em página de internet mecanismo próprio para a apresentação, pelo cidadão, de requerimento relativo a seus direitos.

Em suas razões para o veto, o governo reconhece a importância desse mecanismo, mas alega que a medida requer alta complexidade técnica, o que levaria tempo para a implementação. “O assunto poderá ser tratado posteriormente, de modo mais adequado, sem prejuízo de que os demais entes regulem por leis próprias a desburocratização do acesso do cidadão aos seus direitos”, justifica o Executivo.

Outro veto mantido trata de um item da Lei 13.731/18. A norma destina recursos de multas ambientais para arborização urbana. O artigo vetado (VET 39/18) previa para esses mesmos fins o uso de recursos advindos de taxas cobradas antecipadamente pela poda e corte de árvores, nos casos em que essas ações dependessem da autorização de um órgão ambiental integrante do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama). O governo alegou que o artigo iria ferir o princípio da autonomia dos entes federados, previsto na Constituição.

Também foi mantido o veto a vários itens da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 (Lei 13.707/18). A maioria dos itens vetados (VET 31/18) é relativa a emendas parlamentares para garantir mais recursos a determinadas áreas. A resposta do Planalto foi que as propostas ferem a Emenda Constitucional 95/16, do teto de gastos, e criam rigidez no Orçamento, dificultando o remanejamento dos recursos.

O veto parcial (VET 35/18) que atinge a legislação que trata da redução do preço do diesel (Lei 13.670/18) também foi mantido. A norma, que tem origem no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 52/18, reonera a folha de pagamento de alguns setores da economia para compensar a redução do diesel. Um dos trechos vetados foi o que previa isenção total do PIS/Cofins sobre o diesel até o fim de 2018. Na razão para o veto, o Executivo argumenta que haveria renúncia de receita.

Deputados e senadores também decidiram manter o veto parcial (VET 25/18), relativo à Medida Provisória (MP) 821/18, que criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e deu origem à Lei 13.690/18. Pelo projeto de lei de conversão (PLV), todos os órgãos federais de policiamento ficariam sob a jurisdição do novo ministério: polícias Federal, Rodoviária Federal e Ferroviária Federal. No entanto, o veto do presidente da República excluiu da estrutura o departamento de Polícia Ferroviária Federal e as guardas portuárias.

Destaques

Conforme informou o presidente do Senado, Eunício Oliveira, os outros vetos previstos na pauta foram mantidos, porém terão sua apreciação completada somente na próxima legislatura, em função dos destaques apresentados.
É o caso do que atinge partes da Lei 13.729/18, responsável pela instituição do Programa de Regularização Tributária Rural (VET 38/18). O deputado Cleber Verde (PRB-MA) pediu a derrubada do veto, lembrando que a lei foi acertada entre representantes do Congresso e do governo. Para o deputado, a derrubada do veto significa prestar apoio aos produtores rurais. Ficaram pendentes 52 itens destacados, que serão analisados em 2019.

Também é o caso do veto parcial (VET 22/18) à Lei 13.682/18, que muda a forma de cálculo das taxas de juros para os empréstimos concedidos pelos fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO). A lei tem origem na Medida Provisória (MP) 812/17. São oito destaques para esse veto.

Já o veto parcial (VET) 33/18 tem 53 pontos em separado. No texto, Michel Temer torna sem validade dispositivos da Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/18) — o marco legal que regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil.

O VET 19/18 barra pontos da Lei 13.674/18, que concede isenção tributária a empresas de tecnologia da informação. São dois destaques para esse veto.

O VET 20/18, com cinco pontos destacados, também voltará à pauta no ano que vem. O veto foi a partes da Lei 13.675/18, que disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, criando o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Um dos itens vetados é referente à inclusão no Susp do sistema socioeducativo destinado a adolescentes em conflito com a lei. O deputado Nelson Pellegrino (PT-BA) defendeu a derrubada do veto, apontando que os agentes do sistema socioeducativo e os agentes prisionais devem fazer parte do sistema de segurança pública.

A pauta ainda continha um veto total (VET 29/18), referente ao projeto de lei da Câmara que permitiria a volta de microempresas ao Simples Nacional (PLC 76/18). Há um destaque para essa matéria.

Ao defender a derrubada, o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) disse que o veto significa barrar também empregos e crescimento. O senador Hélio José (Pros-DF) também defendeu a derrubada do veto, lembrando que as microempresas são as que geram o maior número de postos de trabalho no País.

(Agência Câmara Notícias)

Estado libera segunda parcela do 13º salário nesta sexta-feira

O governador Camilo Santana anunciou na noite desta quinta-feira (20) a liberação da segunda parcela do 13º salário aos servidores e pensionistas do Ceará, que será paga nesta sexta-feira (21).

Camilo ressaltou que o Estado deverá injetar neste mês a quantia de R$ 2 bilhões na economia cearense, diante do pagamento da segunda parcela do 13º, além do próprio salário do mês.

Mais Médicos: 2,4 mil vagas ainda precisam ser preenchidas; Inscrições até amanhã

Balanço divulgado hoje (20) pelo Ministério da Saúde mostra que 5.846 médicos que se inscreveram no Programa Mais Médicos se apresentaram nas cidades escolhidas ou iniciaram as atividades. Restam 2.448 vagas em 1.177 municípios e 28 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) para serem ocupadas. Os interessados em participar da seleção para as vagas que não foram preenchidas têm até amanhã (21) para se inscrever no site do programa.

Esses profissionais vão substituir os médicos cubanos que começaram a deixar o país no mês passado. Podem participar da nova chamada apenas os médicos que possuem registro no Brasil (CRM).

O Ministério da Saúde diz que atualizará o sistema ainda nesta quinta-feira com as vagas disponíveis. Os médicos que decidirem não comparecer mais às atividades devem informar ao município alocado, que comunicará a desistência ao Ministério da Saúde. Aqueles que desistiram ficam impossibilitados de escolher outro município.

Caso as vagas não sejam preenchidas nesta segunda etapa, nos dias 27 e 28 de dezembro, os médicos brasileiros formados no exterior terão acesso ao sistema para escolherem as vagas em aberto. Posteriormente, nos dias 3 e 4 de janeiro de 2019, os médicos estrangeiros terão a mesma oportunidade.

(Agência Brasil)

Aliado de Camilo – Salmito diz que mandato será de trabalho e serviço ao povo cearense

Um dos parlamentares mais assediados na diplomação dessa quarta-feira (19), no Centro de Eventos, foi o deputado estadual eleito Salmito (PDT), aliado do governador Camilo Santana e presidente da Câmara Municipal de Fortaleza até o dia 31 próximo.

Após quatro anos ininterruptos à frente do Legislativo de Fortaleza, Salmito chega à Assembleia Legislativa com o legado da transparência de gestão, otimização dos recursos públicos e promoção da cidadania.

Nas fotos de divulgação, Salmito é diplomado deputado estadual pela desembargadora Nailde Pinheiro, compõe a mesa do evento de diplomação dos eleitos no último pleito, recebe os cumprimentos do vereador Antonio Henrique – eleito presidente da Câmara Municipal – e do secretário Ferruccio Feitosa (Regional II) e posa com a esposa Jamile Salmito, dentista.