Blog do Eliomar

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Ministro da Saúde é campeão de viagens no governo Bolsonaro

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Quem informa é o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo:

Nestes dois meses e meio de governo, o Tesouro já gastou R$ 52,9 milhões em viagens para os servidores federais dos mais diversos níveis. Desse total, de acordo com o jornalista, R$ 48,8 milhões com viagens domésticas.

Luiz Mandetta, o ministro da Saúde, lidera este item de dispêndios governamentais. Gastou R$ 34,2 mil em viagens e R$ 5,9 mil em diárias.

(Foto – Alexandro Loyola, Divulgação)

Em defesa do Banco do Nordeste

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Com o título “AABNB defende do BNB”, eis artigo de José Edson Braga, presidente da Associação dos Aposentados do Banco do Nordeste. Ele destaca o potencial da Instituição e sua contribuição para o desenvolvimento da região. Confira:

Criado em 1952, o Banco do Nordeste do Brasil iniciou suas operações em 1954, mantendo um histórico de eficácia em relação ao investimento e ao financiamento das atividades produtivas na região Nordeste do Brasil. Além de atuar no chamado “Polígono das Secas”, abrangendo cerca de 2000 municípios nordestinos, o banco também investe no Norte do estado de Minas Gerais e em parte do Espírito Santo. Na condição de gestor do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), desde 1990, o BNB já investiu cerca de R$ 250 bilhões. Maior instituição financeira de desenvolvimento regional da América Latina, o BNB registrou em 2018 um volume 4.979.342 operações de financiamento. O montante financeiro atingiu a marca de R$ 43,58 bilhões emprestados, sendo R$ 32,6 bilhões contratados via FNE, e o restante pelas linhas de microcrédito, como Crediamigo (R$ 8,9 bilhões), Agroamigo (R$ 2,5 bilhões). O valor contratado por pequenas empresas foi de R$ 2,9 bilhões. Nos últimos cinco anos, de 2014 a 2018, o valor total de financiamentos e de investimentos proporcionados pelo Banco somam mais de R$ 141 bilhões. E para o ano em curso (2019), somente com recursos do orçamento do FNE, a previsão de investimentos é de R$ 23,7 bilhões.

Tais números asseguram ao BNB o indiscutível status de grande propulsor da economia regional e de protagonista indispensável à redução das desigualdades que ainda assolam a nossa região. Especialistas alertam que a demora do governo federal para apontar o presidente do BNB pode soar como desconhecimento da máquina pública, haja vista que o cargo é um dos mais importantes do segundo escalão. Diante disso, a diretoria da AABNB junta-se à AFBNB para conclamar a comissão nacional, sindicatos, classes politicas e empresariais de todo o Nordeste a fim de evitar qualquer intenção e/ou ação que vise prejudicar o BNB e, consequentemente, o povo nordestino, com as ideias de fusão ou extinção, que venham reduzir a experiência e o potencial acumulados pelo BNB em seus 65 anos de atividades.

*José Edson Braga,

Presidente da Associação dos Aposentados do BNB.

Cresce a avaliação negativa do governo Bolsonaro

Cresceu o percentual de eleitores que avalia o governo Jair Bolsonaro (PSL) como ruim ou péssimo, conforme a pesquisa mensal da XP Investimentos, em parceria com o Instituto de pesquisas sociais, políticas e econômicas (Ipespe). Do mês passado para cá, o percentual dos que consideram a gestão federal ruim ou péssima subiu de 17% para 24%, variação de sete pontos percentuais.

Já a avaliação ótima e boa do governo teve oscilação negativa no mesmo período. Passou de 40% para 37%, dentro da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais.

A pesquisa ouviu mil eleitores entre os dias 11 e 13 de março. As informações são da Época.

Também houve piora da expectativa sobre o mandato presidencial, embora a maioria ainda tenha esperança de uma boa administração. A expectativa positiva caiu de 60% para 54% dos entrevistados. Já a expectativa por uma gestão ruim ou péssima passou de 15% para 20%.

(O POVO Online)

Edifício BSPar Design, um dos mais modernos do Ceará, tem data de inauguração definida

O Edifício BSPar Design, formado por duas torres luxuosas e modernas situadas na avenida Desembargador Moreira (Bairro Aldeota), em Fortaleza, será entregue no dia 28 deste mês, às 19 horas, em ato presidido por Beto Studart.

No ato, quebrando a frieza do granito, show da orquestra do maestro Poty Fontenele.

O empreendimento da BSPar é sucesso de vendas.

(Foto – Alex Gomes)

Palocci acusa Lula de negociata na compra de submarinos franceses

O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirmou hoje (18), em depoimento à Justiça Federal, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva combinou o recebimento de propinas em uma negociação para a compra de helicópteros e submarinos da França.

Segundo Palocci, os desvios teriam sido combinados diretamente com o então presidente francês Nicolas Sarkozy, numa reunião que varou a madrugada quando este visitou o Brasil, em 7 de setembro de 2009.

“Ali se tratava da compra dos aviões caça, dos helicópteros e dos submarinos para a Marinha. Sobre os submarinos e os helicópteros, eu conheço várias situações de ilícitos”, disse Palocci, que foi ministro da Fazenda de Lula entre janeiro de 2003 e março de 2006.

Contudo, Palocci negou saber de irregularidades sobre a compra de caças da França ou da Suécia, que é o alvo específico da ação penal na qual o ex-ministro prestou depoimento nesta segunda-feira (18). O processo tem o ex-presidente Lula e seu filho Luiz Cláudio como réus.

“Ali se tratou de ilícito sim, o que ficou substanciado depois no pagamento de propina no projeto dos submarinos, igualmente com pagamento de propina no projeto dos helicópteros. Agora, os caças em particular houve uma mudança no projeto do governo, então não sei o que aconteceu”, disse Palocci.

O ex-ministro da Fazenda prestou depoimento ao juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, responsável pela ação penal, uma das que Lula responde no âmbito da Operação Zelotes.

A oitiva, que chegou a ser suspensa pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), foi convocada pelo juiz federal após surgirem relatos na imprensa de que Palocci, em colaboração premiada no âmbito da Operação Greenfield, teria delatado Lula em relação aos caças.

Indagado pelo Ministério Público Federal (MPF), Palocci voltou a relatar ter conhecimento sobre o recebimento de propina por Lula, em benefício de seu filho Luiz Cláudio, em troca da edição de medida provisória que garantiu benefícios a montadoras de veículos.

A Operação Zelotes apura um suposto esquema ilícito na aprovação das medidas provisórias 471/2009 e 627/2012, que tratam dos benefícios às montadoras. “Dizer que essa MP [627] não teve ilícito é não conhecer o funcionamento do Brasil”, disse Palocci.

Defesa

Durante o depoimento desta segunda-feira (18), o advogado Cristiano Zanin, que representa Lula, disse que, por ter firmado acordo de delação premiada com o MPF, cujo teor é sigiloso, Palocci não pode ser considerado uma testemunha com “isenção de ânimo”.

Questionado por Zanin se teve acesso ao documento assinado na reunião entre Sarkozy e Lula, Palocci negou ter lido o termo. O ex-ministro da Fazenda disse que soube do que foi tratado na reunião somente através do próprio Lula, mas acrescentou não haver outros presentes na conversa. “Discussão de propina não tem testemunha”, afirmou.

Palocci foi condenado no âmbito da Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, tendo a pena sendo fixada em 9 anos e 10 dias de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4a Região (TRF4). Ele ficou preso preventivamente na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba do fim de 2016 até novembro do ano passado, quando obteve o direito de prisão domiciliar.

(Agência Brasil)

Judicialização na saúde cresce 130% no país, mostra estudo

Um relatório sobre a judicialização na saúde aponta crescimento de aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância entre 2008 e 2017. A pesquisa, encomendada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Poder Judiciário, foi apresentada hoje (18) em São Paulo.

Problemas com os convênios foram a maior causa (30,3%) dos pedidos de processos relacionados ao assunto no país. Outros assuntos levados ao Judiciário nessa última década foram os pedidos de seguro em saúde (21,1%), saúde pública (11,7%), o tratamento médico-hospitalar ou fornecimento de medicamentos (7,8%) e fornecimento de medicamentos (5,6%). Na segunda instância, planos de saúde respondem por 38,4% e seguro, por 24,7%. Na primeira instância, são saúde pública (23%), planos de saúde (22,8%) e seguro (14%).

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que o país lida, no Sistema Único de Saúde (SUS), com a judicialização de acesso pontual “de medicamentos que estão na rede nacional, de uma quantidade enorme de pequenas cirurgias, que são frutos da desorganização do sistema, falta de informatização e subfinanciamento”.

Segundo Mandetta, a judicialização que preocupa é a incorporação de novos insumos e tecnologias, tanto no sistema público, como no suplementar. O país fez, recentemente, a sua primeira incorporação de medicamento com compartilhamento de risco, ou seja, quando o laboratório precisa comprovar a eficácia do remédio distribuído à população, sob risco de devolver o recurso aos cofres públicos. “O Brasil está atrasado nas incorporações”, disse.

Judicialização

Com base em dados da Lei de Acesso à Informação, a pesquisa identificou 498.715 processos em primeira instância, distribuídos entre 17 justiças estaduais e 277.411 processos de segunda instância, distribuídos entre 15 tribunais estaduais, entre 2008 e 2017. Na segunda instância, houve um salto de 2.969 processos em 2008 para mais de 20 mil em 2017.

Para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, seria melhor que não houvesse a intervenção da Justiça nesses casos. “Quando ela [intervenção] for necessária, tem que fazer de maneira racional. Não pode o magistrado administrar o orçamento da saúde”, defendeu.

Estados

A pesquisa constatou que, em São Paulo, 82% dos processos se referem a planos de saúde, tendo distribuído 116.518 casos nessa categoria. No Rio de Janeiro, saúde pública é o principal tema, com 35% dos casos. Em Minas Gerais, o assunto que mais aparece é o tratamento médico-hospitalar ou fornecimento de medicamentos, com 21%, mesmo assunto predominante em Santa Catarina (28%).

O diretor de ensino e pesquisa do Hospital Sírio Libanês, Luiz Fernando Lima Reis, disse que a entidade criou uma plataforma na internet com conteúdos sobre a pertinência dos tratamentos solicitados à Justiça. “O objetivo é dar ao juiz os subsídios para que ele possa decidir, com base na melhor evidencia científica, se aquele pedido faz sentido, se o paciente vai se beneficiar”, explicou.

(Agência Brasil)

PDT reconduz Lupi à presidência do partido… mais uma vez

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O professor Carlos Lupi foi eleito presidente nacional do PDT, nesta segunda-feira (18), durante convenção do partido em Brasília. O deputado federal cearense André Figueiredo foi mantido na vice-presidência. Lupi ocupa a presidência do PDT desde a morte do então presidente Leonel Brizola, em 2004. Há sete anos mantém mandato ininterrupto.

O Ceará foi representado por vários políticos, entre eles o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Antonio Henrique.

Para o dirigente do Legislativo de Fortaleza, o PDT está cada vez mais fortalecida, porque além de unidade possui um importante projeto nacional.

Antônio Henrique falou ainda da importância de aumentar o número de filiados do PDT para a construção de um partido ainda mais forte para 2022, ano de eleição ao Palácio do Planalto.

(Foto: Divulgação)

Governador promete instalar neste ano quatro Casas da Mulher Cearense, avisa secretária

Mudança nos planos do governo do Estado sobre implantação de uma Casa da Mulher Brasileira, por aqui ganhando o nome de Casa da Mulher Cearense.

O governador Camilo Santana (PT) havia prometido uma, com instalação em Juazeiro do Norte, para atender à Região do Cariri, mas agora quer quatro unidades regionais.

A informação é da secretária de Proteção Social, Justiça, Mulheres e Direitos Humanos, Socorro França, acrescentando que a implantação dos equipamentos ocorrerá ao longo deste ano.

“Há orçamento pra isso”, complementou a secretária.

(Foto – Divulgação)

PSL X PT – A política do nós contra eles

Com o título “A política do nós contra eles”, eis artigo de André Haguette, sociólogo e professor universitário. Ele comenta o cenário atual do País onde “o PSL de Jair Bolsonaro e o PT posicionando-se não mais como adversários, mas como inimigos.” Confira:

Na era pós-ditadura militar, houve uma grande rivalidade partidária entre o PSDB do presidente FHC e o PT do presidente Lula, mas essa disputa ficou confinada a uma lógica do nós, nós contendores, nós adversários, nós em busca dos votos do eleitorado, nós atuando dentro dos limites das regras de uma democracia política. A contenda foi muito bem delimitada pela frase de Lula, mil vezes repetidas, de “herança maldita” que os dois presidentes sabiam ser uma frase de efeito, de demarcação de território, sem que jamais ela tenha impedido os dois de se respeitar e até de conversar, eles que tinham sido aliados na batalha pela redemocratização.

A democracia política representativa, tal como a conhecemos no ocidente liberal, confronta indivíduos da sociedade civil voluntária e legitimamente reunidos em uma agremiação (partido) para chegar ao governo do país com a finalidade de defender e ampliar seus interesses, o impacto de suas ideologias ou de seus ideais. Sendo assim, os partidos são concorrentes; não são jamais inimigos em busca do voto do eleitor. Não se trata de abater o outro, como numa guerra; trata-se de uma disputa para definir quem será governante e quem, oposição, e por quanto tempo, já que a médio ou longo prazo sabe-se que haverá alternância no poder entre os partidos de diversas representações: direita, centro-direita, centro-esquerda, esquerda ou qualquer outro posicionamento no leque dos interesses das diversas classes sociais.

PSDB e PT, embora adversários, souberam manter a disputa dentro do nós, situação e oposição, da arena política civilizada, honrando a democracia. As coisas parecem ter pervertidas com a última campanha eleitoral e a vitória do PSL de Jair Bolsanaro, passando de um regime político do nós concorrentes para o registro do nós contra eles. PSL e PT posicionando-se não mais como adversários, mas como inimigos. A lógica política mudou, tomando a aparência de uma guerra santa, os puros contra os corruptos, os verdadeiros contra os ideólogos, os nacionalistas contra os internacionalistas comunistas, o eixo do Bem contra o eixo do Mal. Perdeu-se a dignidade e o pudor democráticos que, se opõem interesses, ideologias e políticas diferentes, o fazem numa luta de rivais institucionais.

A relação do nós contra eles é uma relação belicosa que visa ao aniquilamento do outro enquanto pessoa física ou ator político, dependendo das situações. É uma instrumentalização do outro que Hobbes definiu como guerra de “todos contra todos”, conduzindo à guerra civil ou, em outro termo, à barbárie. O jogo democrático não deseja a eliminação do outro, mas a sua condução à oposição.

É provável que o ódio entre os fanáticos partidários petistas e pesselistas diminua nos próximos meses com a melhora ou piora da economia. No momento, o confronto, ainda segue indefinido, se dá em torno de questões de costumes e ideologias. O desenrolar da economia nos próximos meses será a chave do sucesso do atual governo ou de seu dilaceramento terminal.

*André Haguette,

Sociólogo e professor universitário.

Fux diz que não há crise entre STF e Ministério Público

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse hoje (18) que não há nenhuma crise institucional entre o Ministério Público e o STF. “MP e STF sempre se relacionaram bem e isso continuará”, disse Fux, antes de evento na Fundação Getulio Vargas (FGV).

Sobre a questão do Caixa 2, segundo ele, o destino da ação penal, se irá para a Justiça Federal ou Eleitoral, continua sendo prerrogativa do MP.

“No momento da denúncia, o Ministério Público termina de enquadrar as condutas [criminosas]. É nesse momento que você verifica para que Justiça vai. Se oferecer a denúncia por crime eleitoral vai para a Justiça Eleitoral. Se for por crime federal vai para a Justiça Federal. O Caixa 2, por exemplo, depende da origem do dinheiro. Se você aplica na Justiça Eleitoral um dinheiro ilícito, você está lavando dinheiro”, disse Fux.

(Agência Brasil)

Governador do Maranhão dará palestra em Fortaleza

Fortaleza será sede do I Encontro Nordeste da Associação Brasileira Juristas pela Democracia (ABJD).

O evento ocorrerá nos dias 5 e 6 de abril, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, regional Ceará – Avenida Washington Soares, 800, e na sede da Associação dos Docentes da UFC (Adufc).

Entre conferencistas já confirmados está o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Confira a programação

(Foto – PCdoB)

Governo lança mais um pacote de estudos para a concessão de 22 aeroportos

Na última semana, o Aeroporto de Juazeiro do do Norte foi arrematado na Bovespa.

O Ministério da Infraestrutura publicou hoje (18) no Diário Oficial da União edital de chamamento público para interessados em realizar estudos técnicos para a concessão de 22 aeroportos em todo o país. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou a publicação.

“Conforme anunciado após sucesso do primeiro leilão de aeroportos em blocos, publicamos hoje no Diário Oficial da União o edital de chamamento para mais uma rodada de concessão de 22 terminais aeroportuários”.

Freitas destacou que os projetos serão estruturados em três blocos: Bloco Sul, composto pelos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS); Bloco Nortes, composto pelos terminais de Manaus, Porto Velho (RO), Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista; e Bloco Central, composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

Governo leiloa 12 aeroportos brasileiros, na sede da B3 (Bovespa), em São Paulo. Esta é quinta rodada de leilão de aeroportos e prevê a concessão dos terminais divididos em três blocos: Nordeste; Sudeste e Centro-Oeste.
Governo leiloa 12 aeroportos brasileiros, na sede da B3 (Bovespa), em São Paulo, divididos em três blocos: Nordeste; Sudeste e Centro-Oeste. – Rovena Rosa/Agência Brasil
“O presente edital tem por objetivo chamar pessoas físicas ou jurídicas de direito privado interessadas na apresentação de projetos, levantamentos, investigações e estudos (estudos técnicos) que subsidiem a modelagem da concessão para a expansão, exploração e manutenção dos aeroportos objeto deste chamamento público de estudos”, diz o texto.

Na semana passada, o leilão de 12 aeroportos, na B3, com ágio de 986%, superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação.

(Agência Brasil/Foto – Divulgação)

Governo amplia Área de Proteção Ambiental do Pecém

Da Coluna Política, assinada pelo jornalista Carlos Mazza, no O POVO desta segunda-feira, eis o tópico “Mudança Ambiental. Confira:

O governo Ceará ampliou de 122,79 hectares para 9.015,12 hectares a antiga da Área de Proteção Ambiental (APA) do Pecém, em São Gonçalo do Amarante e municípios próximos.

Com a ampliação, a área foi também rebatizada para APA das “Dunas do Litoral Oeste” e passa a contar com um regramento diferenciado para a concessão de licenças para obras, operação de serviços e afins.

Empresários e gestores municipais foram críticos à maior proteção, que poderia, segundo eles, “estrangular” o potencial econômico do Porto do Pecém.

(Foto – Arquivo)

SJT julga processo contra o Bradesco

O Superior Tribunal de Justiça deu início a um importante para o Bradesco. É o que informa a Veja Online, por meio da Coluna Radar nesta segunda-feira.

Na ação, o banco é acusado pela empresa Ambiente de não cumprir um contrato de prestação de serviços. Nas instâncias inferiores, o Bradesco foi condenado a pagar a bagatela de 5 bilhões de reais.

Segurança Pública: como lidar com esse desafio

Com o título “Segurança Pública: como lidar com esse desafio”, eis artigo do jornalista Ricardo Moura, pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Violência da UFC. Ele aborda casos recentes de violência e vaticina: quanto mais armas, mais mortes. Lamenta certa glamourização. Confira:

Muito tem sido dito e escrito sobre as causas que levam jovens e adolescentes do sexo masculino a cometer assassinatos em massa. É preciso, passados os momentos iniciais de choque e pavor, analisar o fenômeno com a serenidade e a profundidade necessárias. Seguem algumas contribuições da coluna para a ampliação do debate:

A ferramenta não é a culpada. Os jogos eletrônicos e fóruns de internet costumam ser os primeiros a serem responsabilizados quando uma tragédia como essa ocorre. Não há evidências cientificas, contudo, que jogar videogame transforme a pessoa em um assassino, assim como a deep web não é a grande vilã. Tratam-se de ferramentas cujo uso é conferido pelos sujeitos. O assassino da Nova Zelândia se valeu do Facebook para dar publicidade ao seu ato. Vamos criminalizar as redes sociais? Ensinar a usar essas tecnologias com maior responsabilidade e investir em inteligência parecem ser alternativas mais razoáveis.

A frustração é o grande motor. Em sua maioria, os atiradores se sentem incapazes de fazer parte de uma sociedade dividida entre “vencedores” e “perdedores”. Baixa estima, desprezo por si mesmo e pelos outros são sentimentos comuns que acabam sendo manipulados por pessoas mais experientes. A atitude-padrão varia da segregação à exposição ao ridículo de quem não consegue se adequar ao que definimos como “normal”. Mais que nunca, precisamos criar espaços de escuta e de acolhida para lidar com quem se sente assim. Prevenir para depois não remediar.

A misoginia precisa ser combatida. O atirador de Realengo, no Rio de Janeiro, disse que seus alvos preferenciais eram mulheres. Nos EUA, jovens que não conseguem estabelecer relacionamentos amorosos canalizam suas frustrações em atos de violência contra as meninas, como se elas fossem culpadas por essa situação. É preciso que os meninos sejam educados a se tornar parceiros das meninas nessa nova realidade em que os papéis sociais estão se tornando mais igualitários. Não podemos admitir que adolescentes e jovens do sexo feminino sejam assassinadas como se fossem meros objetos da perversão alheia.

Quanto mais armas, mais mortes. Há duas escolhas para governantes e parlamentares: adotar e reforçar políticas que preservem vidas humanas ou atender os interesses da bancada da bala. Achar que professores e empregados devem andar armados como forma de dar mais segurança às escolas é um disparate que só beneficiará aqueles que lucram com o negócio das armas. Após a chacina de 49 pessoas na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, a primeira-ministra anunciou que defenderá a proibição da venda de armas semiautomáticas (que permitem maior quantidade de disparos em menor tempo). Estamos falando de um país de 4,7 milhões de habitantes que em todo o ano de 2017 registrou apenas 35 homicídios. Imagine as consequências de uma liberação total das armas em uma sociedade na qual 35 pessoas são assassinadas a cada seis horas.

Redes criminosas alimentam os ataques. Não raro por trás dos atiradores há grupos organizados de pedófilos, neonazistas e traficantes de armas que se beneficiam dos atentados ao utilizá-los como instrumento de promoção de seus ideais. O criador do fórum em que os jovens de Suzano trocavam mensagem foi preso ano passado por perseguição a mulheres e disseminação de conteúdo de ódio (misógino, homofóbico e racista) na internet. Amparada pela Lei 13.642/2018, conhecida como “Lei Lola”, a Polícia Federal vem realizando operações no sentido de coibir tais práticas. O nome é uma referência a Lola Aronovich, professora universitária que, durante cinco anos, foi ameaçada por tais grupos.

A violência não pode ser glamourizada. Os meios de comunicação e a indústria do entretenimento precisam mudar sua abordagem em relação aos atentados. Passou da hora de darmos publicidade gratuita ou romantizar esse tipo de prática. O foco das atenções deve estar no sofrimento das vítimas e não em quem atira. Os ataques cometidos em Suzano, Realengo e Christchurch são atos covardes cometidos contra vítimas inocentes e devem ser tratados como tais. Disparar uma arma a esmo ferindo e matando pessoas tem de ser vista como uma atitude estúpida e não como algo valoroso.

Há diversos protocolos sobre como abordar esse tipo de acontecimento de forma a neutralizar o efeito de imitação que ele gera. Em um dos fóruns usados para troca desse tipo de mensagem ao qual a coluna teve acesso, um usuário escreve abaixo da imagem de um dos atiradores de Suzano: “Atenção, 2020 serei o próximo. Preciso de ajuda”. Como se vê, esse pesadelo ainda está longe de terminar. Devemos estar preparados.

*Ricardo Moura,

Jornalista e pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Violência da UFC.

A Maratona do ator Edmilson Filho, o Francisgleidson de Cine Holliúdy

O ator e humorista Edmilson Filho, o “Francisgleidson” de Shaolin do Sertão, está com a bola toda.

Tao logo terminou a pré-estreia do filme Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral, em Fortaleza, na última semana, voltou para o Rio onde, na Globo, concluirá sua participação na minissérie “Os Ronis”.

Depois disso, Edmilson embarca para os EUA, onde mora com a família.

(Foto – Divulgação)

Atrividade econômica do País incia ano em queda

A atividade econômica iniciou o ano em queda. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou retração de 0,41%, em janeiro, em relação a dezembro, segundo dados divulgados hoje (18) pelo Banco Central (BC).

Na comparação com janeiro de 2018, o crescimento chegou a 0,79% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em janeiro, o indicador apresentou crescimento de 1%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para instituições financeiras consultadas pelo BC, o PIB deve crescer 2,01%, neste ano.

(Agência Brasil)