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Fux diz que não há crise entre STF e Ministério Público

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse hoje (18) que não há nenhuma crise institucional entre o Ministério Público e o STF. “MP e STF sempre se relacionaram bem e isso continuará”, disse Fux, antes de evento na Fundação Getulio Vargas (FGV).

Sobre a questão do Caixa 2, segundo ele, o destino da ação penal, se irá para a Justiça Federal ou Eleitoral, continua sendo prerrogativa do MP.

“No momento da denúncia, o Ministério Público termina de enquadrar as condutas [criminosas]. É nesse momento que você verifica para que Justiça vai. Se oferecer a denúncia por crime eleitoral vai para a Justiça Eleitoral. Se for por crime federal vai para a Justiça Federal. O Caixa 2, por exemplo, depende da origem do dinheiro. Se você aplica na Justiça Eleitoral um dinheiro ilícito, você está lavando dinheiro”, disse Fux.

(Agência Brasil)

Governador do Maranhão dará palestra em Fortaleza

Fortaleza será sede do I Encontro Nordeste da Associação Brasileira Juristas pela Democracia (ABJD).

O evento ocorrerá nos dias 5 e 6 de abril, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, regional Ceará – Avenida Washington Soares, 800, e na sede da Associação dos Docentes da UFC (Adufc).

Entre conferencistas já confirmados está o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Confira a programação

(Foto – PCdoB)

Governo lança mais um pacote de estudos para a concessão de 22 aeroportos

Na última semana, o Aeroporto de Juazeiro do do Norte foi arrematado na Bovespa.

O Ministério da Infraestrutura publicou hoje (18) no Diário Oficial da União edital de chamamento público para interessados em realizar estudos técnicos para a concessão de 22 aeroportos em todo o país. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou a publicação.

“Conforme anunciado após sucesso do primeiro leilão de aeroportos em blocos, publicamos hoje no Diário Oficial da União o edital de chamamento para mais uma rodada de concessão de 22 terminais aeroportuários”.

Freitas destacou que os projetos serão estruturados em três blocos: Bloco Sul, composto pelos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS); Bloco Nortes, composto pelos terminais de Manaus, Porto Velho (RO), Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista; e Bloco Central, composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

Governo leiloa 12 aeroportos brasileiros, na sede da B3 (Bovespa), em São Paulo. Esta é quinta rodada de leilão de aeroportos e prevê a concessão dos terminais divididos em três blocos: Nordeste; Sudeste e Centro-Oeste.
Governo leiloa 12 aeroportos brasileiros, na sede da B3 (Bovespa), em São Paulo, divididos em três blocos: Nordeste; Sudeste e Centro-Oeste. – Rovena Rosa/Agência Brasil
“O presente edital tem por objetivo chamar pessoas físicas ou jurídicas de direito privado interessadas na apresentação de projetos, levantamentos, investigações e estudos (estudos técnicos) que subsidiem a modelagem da concessão para a expansão, exploração e manutenção dos aeroportos objeto deste chamamento público de estudos”, diz o texto.

Na semana passada, o leilão de 12 aeroportos, na B3, com ágio de 986%, superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação.

(Agência Brasil/Foto – Divulgação)

Governo amplia Área de Proteção Ambiental do Pecém

Da Coluna Política, assinada pelo jornalista Carlos Mazza, no O POVO desta segunda-feira, eis o tópico “Mudança Ambiental. Confira:

O governo Ceará ampliou de 122,79 hectares para 9.015,12 hectares a antiga da Área de Proteção Ambiental (APA) do Pecém, em São Gonçalo do Amarante e municípios próximos.

Com a ampliação, a área foi também rebatizada para APA das “Dunas do Litoral Oeste” e passa a contar com um regramento diferenciado para a concessão de licenças para obras, operação de serviços e afins.

Empresários e gestores municipais foram críticos à maior proteção, que poderia, segundo eles, “estrangular” o potencial econômico do Porto do Pecém.

(Foto – Arquivo)

SJT julga processo contra o Bradesco

O Superior Tribunal de Justiça deu início a um importante para o Bradesco. É o que informa a Veja Online, por meio da Coluna Radar nesta segunda-feira.

Na ação, o banco é acusado pela empresa Ambiente de não cumprir um contrato de prestação de serviços. Nas instâncias inferiores, o Bradesco foi condenado a pagar a bagatela de 5 bilhões de reais.

Segurança Pública: como lidar com esse desafio

Com o título “Segurança Pública: como lidar com esse desafio”, eis artigo do jornalista Ricardo Moura, pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Violência da UFC. Ele aborda casos recentes de violência e vaticina: quanto mais armas, mais mortes. Lamenta certa glamourização. Confira:

Muito tem sido dito e escrito sobre as causas que levam jovens e adolescentes do sexo masculino a cometer assassinatos em massa. É preciso, passados os momentos iniciais de choque e pavor, analisar o fenômeno com a serenidade e a profundidade necessárias. Seguem algumas contribuições da coluna para a ampliação do debate:

A ferramenta não é a culpada. Os jogos eletrônicos e fóruns de internet costumam ser os primeiros a serem responsabilizados quando uma tragédia como essa ocorre. Não há evidências cientificas, contudo, que jogar videogame transforme a pessoa em um assassino, assim como a deep web não é a grande vilã. Tratam-se de ferramentas cujo uso é conferido pelos sujeitos. O assassino da Nova Zelândia se valeu do Facebook para dar publicidade ao seu ato. Vamos criminalizar as redes sociais? Ensinar a usar essas tecnologias com maior responsabilidade e investir em inteligência parecem ser alternativas mais razoáveis.

A frustração é o grande motor. Em sua maioria, os atiradores se sentem incapazes de fazer parte de uma sociedade dividida entre “vencedores” e “perdedores”. Baixa estima, desprezo por si mesmo e pelos outros são sentimentos comuns que acabam sendo manipulados por pessoas mais experientes. A atitude-padrão varia da segregação à exposição ao ridículo de quem não consegue se adequar ao que definimos como “normal”. Mais que nunca, precisamos criar espaços de escuta e de acolhida para lidar com quem se sente assim. Prevenir para depois não remediar.

A misoginia precisa ser combatida. O atirador de Realengo, no Rio de Janeiro, disse que seus alvos preferenciais eram mulheres. Nos EUA, jovens que não conseguem estabelecer relacionamentos amorosos canalizam suas frustrações em atos de violência contra as meninas, como se elas fossem culpadas por essa situação. É preciso que os meninos sejam educados a se tornar parceiros das meninas nessa nova realidade em que os papéis sociais estão se tornando mais igualitários. Não podemos admitir que adolescentes e jovens do sexo feminino sejam assassinadas como se fossem meros objetos da perversão alheia.

Quanto mais armas, mais mortes. Há duas escolhas para governantes e parlamentares: adotar e reforçar políticas que preservem vidas humanas ou atender os interesses da bancada da bala. Achar que professores e empregados devem andar armados como forma de dar mais segurança às escolas é um disparate que só beneficiará aqueles que lucram com o negócio das armas. Após a chacina de 49 pessoas na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, a primeira-ministra anunciou que defenderá a proibição da venda de armas semiautomáticas (que permitem maior quantidade de disparos em menor tempo). Estamos falando de um país de 4,7 milhões de habitantes que em todo o ano de 2017 registrou apenas 35 homicídios. Imagine as consequências de uma liberação total das armas em uma sociedade na qual 35 pessoas são assassinadas a cada seis horas.

Redes criminosas alimentam os ataques. Não raro por trás dos atiradores há grupos organizados de pedófilos, neonazistas e traficantes de armas que se beneficiam dos atentados ao utilizá-los como instrumento de promoção de seus ideais. O criador do fórum em que os jovens de Suzano trocavam mensagem foi preso ano passado por perseguição a mulheres e disseminação de conteúdo de ódio (misógino, homofóbico e racista) na internet. Amparada pela Lei 13.642/2018, conhecida como “Lei Lola”, a Polícia Federal vem realizando operações no sentido de coibir tais práticas. O nome é uma referência a Lola Aronovich, professora universitária que, durante cinco anos, foi ameaçada por tais grupos.

A violência não pode ser glamourizada. Os meios de comunicação e a indústria do entretenimento precisam mudar sua abordagem em relação aos atentados. Passou da hora de darmos publicidade gratuita ou romantizar esse tipo de prática. O foco das atenções deve estar no sofrimento das vítimas e não em quem atira. Os ataques cometidos em Suzano, Realengo e Christchurch são atos covardes cometidos contra vítimas inocentes e devem ser tratados como tais. Disparar uma arma a esmo ferindo e matando pessoas tem de ser vista como uma atitude estúpida e não como algo valoroso.

Há diversos protocolos sobre como abordar esse tipo de acontecimento de forma a neutralizar o efeito de imitação que ele gera. Em um dos fóruns usados para troca desse tipo de mensagem ao qual a coluna teve acesso, um usuário escreve abaixo da imagem de um dos atiradores de Suzano: “Atenção, 2020 serei o próximo. Preciso de ajuda”. Como se vê, esse pesadelo ainda está longe de terminar. Devemos estar preparados.

*Ricardo Moura,

Jornalista e pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Violência da UFC.

A Maratona do ator Edmilson Filho, o Francisgleidson de Cine Holliúdy

O ator e humorista Edmilson Filho, o “Francisgleidson” de Shaolin do Sertão, está com a bola toda.

Tao logo terminou a pré-estreia do filme Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral, em Fortaleza, na última semana, voltou para o Rio onde, na Globo, concluirá sua participação na minissérie “Os Ronis”.

Depois disso, Edmilson embarca para os EUA, onde mora com a família.

(Foto – Divulgação)

Atrividade econômica do País incia ano em queda

A atividade econômica iniciou o ano em queda. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou retração de 0,41%, em janeiro, em relação a dezembro, segundo dados divulgados hoje (18) pelo Banco Central (BC).

Na comparação com janeiro de 2018, o crescimento chegou a 0,79% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em janeiro, o indicador apresentou crescimento de 1%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para instituições financeiras consultadas pelo BC, o PIB deve crescer 2,01%, neste ano.

(Agência Brasil)

Tasso Jereissati – Momento é propício para aprovar a reforma da Previdência

Apesar de crítico ferino da atual gestão, o senador tucano Tasso Jereissati mostra forte preocupação com o possível fracasso da agenda econômica do governo. Em entrevista ao Valor Econômico desta segunda-feira, ele diz que quer ajudar a aprovar a reforma da Previdência, mas é contrário à adesão formal do PSDB ao governo.

Para Tasso, a visão “marcadamente conservadora dos costumes, ponto central da agenda do PSL e do presidente Jair Bolsonaro, é uma diferença clara” entre o grupo político que está no poder e os tucanos.

“Nosso espaço é este, uma visão liberal na economia, bastante liberal nos costumes e que vê o Estado como elemento regulador e atuante na questão dos desequilíbrios sociais”, observou.

Para Tasso, relator da Comissão Especial do Senado que acompanhará a Reforma da Previdência, nunca houve momento tão propício à aprovação dessa matéria. Mas ele lembra que o tempo corre contra o governo e as maiores dificuldades sequer começaram.

“A pressão das corporações [do funcionalismo público] ainda nem começou”, advertiu. O tempo “ótimo” para o governo colocar a reforma em tramitação, que seriam os dois primeiros meses do mandato, já foi perdido. “Na Câmara, tem que passar até julho. Voltando do recesso parlamentar sem ter resolvido na Câmara, fica muito difícil. Passa uma coisinha ou outra, mas bem magrinha.”

Na opinião do senador, o problema está no próprio governo e, essencialmente, nas atitudes do presidente. “Parece que Bolsonaro ainda não assumiu o papel de presidente da República. Ele está fomentando a discórdia. É a antítese do que um presidente quer para o seu governo”, afirma.

Tasso lamenta que o governo do presidente Jair Bolsonaro esteja queimando capital político com questões “inúteis”, bate-bocas entre ministros e contradições internas, como a existente entre a agenda liberal e “globalista” do ministro da Economia, Paulo Guedes, e a antiglobalização defendida pelo chanceler Ernesto Araújo.

 

Carlos Mesquita, o vereador pecilotérmico

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O vereador Carlos Mesquita anda lépido pela Câmara Municipal.

Ele integra as fileiras do Pros e comemora que o deputado federal Capitão Wagner, dirigente estadual da sigla, esteja liderando pesquisas rumo ao Paço. A Paraná Pesquisas apontou o Capitão em primeiro com 40%.

Mas, ao mesmo tempo, Mesquita é da base de apoio do prefeito Roberto Cláudio (PDT), onde já ocupou, inclusive, o cargo de titular da Secretaria Regional III.

Carlos Mesquita, no entanto, anda matutando sobre seu futuro político. Principalmente, porque 2020, ano do pleito municipal, bate à porta.

Entre seus colegas de Câmara Municipal é conhecido como político pecilotérmico, pois se adapta muito bem às temperaturas políticas.

(Foto – CMFor)

Efeito Suzano – Governo do Paraná vai pagar policiais para vigiar escolas

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Depois da tragédia em Suzano (SP), o governador do Paraná, Ratinho Júnior, decidiu antecipar o lançamento do programa Escola Segura, uma promessa de campanha. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira,

Pela proposta, cada escola pública terá um PM destacado para auxiliar na segurança. O edital será lançado nesta segunda-feira (18).

Os policiais militares que forem convocados –a maioria será de aposentados – farão cursos de requalificação e estarão integrados ao comando de policiamento regional.

Na primeira fase, cem escolas de Foz do Iguaçu e Londrina devem ser contempladas, adianta a Painel.

(Foto -Theo Marques, da Folhapress)

Dia de São José – Na véspera do santo, chove em apenas 33 cidades do Ceará

Nesta véspera do Dia de São José, até o começo da manhã desta segunda-feira, choveu em apenas 33 municípios no Ceará, de acordo com boletim da Funceme. Em Fortaleza, o tempo promete fortes chuvas nas próximas horas.

Confira as 10 maiores chuvas até agora

Coreaú (Posto: Sitio Urubu) : 38.0 mm

Granja (Posto: Granja) : 38.0 mm

Caucaia (Posto: Sitios Novos) : 24.0 mm

Coreaú (Posto: Coreau) : 19.0 mm

Meruoca (Posto: Meruoca) : 16.0 mm

Alcântaras (Posto: Alcantaras) : 14.0 mm

Crateús (Posto: Aeroporto(crateus)) : 14.0 mm

Barreira (Posto: Barreira) : 12.0 mm

Itaitinga (Posto: Paço Municipal) : 11.0 mm

Mulungu (Posto: Mulungu) : 10.8 mm

Mercado financeiro reduz projeção de crescimento econômico do País

O mercado financeiro reduziu a projeção de crescimento da economia em 2019. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 2,28% para 2,01% neste ano. Foi a terceira redução consecutiva.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB permaneceu em 2,80%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB.

As projeções estão no boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. Ela é divulgada às segundas-feiras, pelo Banco Central.

Inflação

A estimativa para a inflação este ano subiu pela segunda vez seguida. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,87% para 3,89%.

Em relação a 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na projeção: 3,75%.
A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%).

Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa Selic

Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019.

Amanhã (19) e quarta-feira (20), será realizada a segunda reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, responsável por definir a Selic. O Copom reúne-se a cada 45 dias.

Para o fim de 2020, a projeção para a taxa caiu de 8% ao ano para 7,75% ao ano. Para o final de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020.

(Agência Brasil)

Agentes municipais de segurança podem ganhar um Núcleo de Apoio Psiquiátrico

A criação do Núcleo Especial de Atendimento Psiquiátrico e de Assistência Social para agentes de segurança municipais.

Eis o que quer o vereador Julierme Sena (Pros), num projeto de indicação em tramitação na Câmara Municipal de Fortaleza. Julierme diz que seria importante apoio para o estresse vivido por guardas municipais e agentes de transito.

(Foto – CMFor)

Copom inicia nesta terça-feira reunião para definir taxa básica de juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia amanhã (19) a segunda reunião de 2019 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Na quarta-feira (20), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa. Instituições financeiras preveem que a Selic deve permanecer este ano no atual patamar. Para 2020, a expectativa é de aumento da taxa, encerrando o período em 8% ao ano.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic no atual patamar, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic. Segundo o BC, isso acontece porque a Selic é apenas uma parte do custo do crédito.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, neste ano.

Histórico

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa Selic foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. Nas reuniões seguintes, a taxa foi mantida nesse patamar.

Em outubro de 2016, foi iniciado um longo ciclo de cortes na Selic, quando a taxa caiu 0,25 ponto percentual para 14% ao ano. Esse processo durou até março de 2018, quando a Selic chegou ao seu mínimo histórico, 6,5% ao ano, e depois disso foi mantida pelo Copom.

(Agência Brasil)

Ônibus cai num buraco na avenida Bezerra de Menezes e provoca grande engarrafamento

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O clima é de engarrafamento na Avenida Bezerra de Menezes, sentido Caucaia-Centro. Tudo em consequência de um ônibus – Linha 200 (Antonio Bezerra-Centro), que acabou com uma das rodas atoladas num buraco situado no fim dessa via, quase no cruzamento com a Avenida Padre Ibiapina (Bairro Farias Brito).

O veículo continua no local e os passageiros aguardando outro transporte. Agentes da AMC já chegaram ao local.

(Foto – Vinícius França)

CCJ pode votar Previdência no começo de abril, se proposta dos militares não atrasar, diz Francischini

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), disse ao Blog de Andrei Sadi, do Portal G1, que, se o texto que trata da aposentadoria dos militares não atrasar – e for entregue à Câmara como previsto, na quarta-feira – a votação da reforma da Previdência, na CCJ, deve acontecer na primeira semana de abril.

“O calendário mais otimista era dia 28 de março. Mas o mais pé no chão sempre foi dia 3 de abril. Isso contando que [a proposta sobre] os militares chegará durante esta semana que se inicia”, afirmou o parlamentar.

Depois de ser analisada pela CCJ, a reforma da Previdência será encaminhada a uma comissão especial, que debaterá o conteúdo do projeto.

(Foto – ALEP)

Prefeito Roberto Cláudio puxa caravana de vereadores que participará em Brasília da convenção do PDT

O prefeito RC entre os vereadores Benigno Júnior e Iraguassu Filho.

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, o presidente da Câmara Municipal, Antonio Henrique, e um grupo de vereadores embarcaram na madrugada desta segunda-feira para Brasília. Ali, vão participar da convenção nacional do PDT que vai reeleger Carlos Lupi presidente da legenda, com o deputado federal cearense André Figueiredo também mantido na vice-presidência.

Roberto Cláudio disse que o PDT continuará sua postura de oposição ao governo de Jair Bolsonaro, mas, dentro do objetivo de colaborar e questionar o que considerar nocivo para os trabalhadores.

Dentro desse cenário, o prefeito afirmou que o partido tem uma proposta alternativa à reforma da Previdência Social oriunda do Planalto. Já estão em Brasília também o senador Cid Gomes e o ex-ministro Ciro Gomes, além do grupo de parlamentares estaduais e federais do pedetismo.

DETALHE – Roberto Cláudio é o presidente do PDT de Fortaleza.

DETALHE 2 – O prefeito RC informou que vai aproveitar estada em Brasília também para tratar da burocracia de empréstimos junto ao Banco Mundial e Banco Latino-Americano de Desenvolvimento (CAF).

(Foto -= Paulo MOska)