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Ex-presidente do BNDES agora é candidato a presidente pelo PSC

O Partido Social Cristão (PSC) lançou hoje (20), em Brasília, o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimentismo Econômico e Social (BNDES) Paulo Rabello de Castro como canditado à Presidência da República. O partido é presidido pelo Pastor Everaldo.

Nascido no Rio de Janeiro em 1949, Rabello de Castro, de 69 anos, é doutor em economia pela Universidade de Chicago. Foi presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mais recentemente comandou o BNDES, de junho de 2017 a março de 2018. Fundador da SR Rating, primeira empresa brasileira de classificação de riscos de crédito, é também autor de mais de 10 livros. Ex-presidente do Lide Economia, coordenou até junho de 2016 o Movimento Brasil Eficiente.

Liberal por formação e convicção, Rabello defende o estabelecimento de um sistema tributário mais enxuto e eficiente. Também é favorável à redução da máquina do Estado. Antes de se filiar ao PSC, em 2017, foi do Partido Verde (2002-2010) e do Partido Novo (2016-2017).

(Agência Brasil)

Vereador diz em seu Facebook: faltam armas para policiais civis recém-empossados

O vereador Julierme Sena (PROS), de Fortaleza, usou suas redes sociais, nesta sexta-feira, para denunciar a falta de armas para os 646 novos policiais civis, empossados no Centro de Eventos. Um mês depois do ato de posse, o grupo está sem trabalhar por falta do equipamento.

Julierme criticou a falta de planejamento da gestão e afirmou que a posse foi feito na ânsia de projetar a imagem do governador às vésperas do pleito 2018. Confira:

 

O Blog aguarda a resposta do Governo do Estado.

Hospital Regional de Limoeiro do Norte – 20% da obra já foi executada

O governador Camilo Santana (PT) visitou, nesta manhã de sexta-feira, o canteiro de obras do futuro Hospital Regional de Limoeiro do Norte (Vale Jaguaribano). Ali, inspecionou o trabalho que mobiliza mais de 200 operários.

A unidade alcançou 20% de execução e, quando ficar pronta, em dezembro de 2019, contará com 298 leitos.

DETALHE – Camilo aproveitou para pegar a boia com os operários.

(Foto – Leitor do Blog)

PDT lança candidatura de Ciro Gomes a presidente

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O PDT confirmou hoje a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido. “Ciro tem a responsabilidade de ser a síntese do Brasil soberano, mais justo e mais soberano”, afirmou o presidente do PDT, Carlos Lupi.

A convenção reuniu integrantes do Diretório Nacional e do Conselho Político, representantes de movimentos sociais vinculados ao partido, senadores, deputados federais e estaduais, delegados e presidentes das comissões provisórias.

O partido não definiu o candidato a vice-presidente nem as demais legendas que integrarão a chapa de Ciro Gomes.

A expectativa da cúpula do PDT é que a eleição presidencial alavanque o partido nos estados. Lupi tem falado em eleger este ano uma bancada de pelo menos 40 deputados federais. Atualmente o partido tem 19 deputados federais e três senadores.

Até agora, o PDT tem oito nomes para disputar os governos estaduais: Waldez Góes (AP), Lígia Feliciano (PB), Carlos Eduardo Alves (RN), Jairo Jorge (RS), Pedro Fernandes (RJ), Acir Gurgacz (RO), Odilon de Oliveira (MS) e Osmar Dias (PR).

Perfil

Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época.

Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula, e tocou o projeto de Transposição do Rio São Francisco. Deixou a Esplanada dos Ministérios para concorrer a deputado federal e foi eleito. Também exerceu dois mandatos de deputado estadual no Ceará. Tem 60 anos e quatro filhos.

(Agência Brasil / Foto: Leitor do Blog)

Os erros de Ciro, político e institucional

Em artigo no O POVO desta sexta-feira (20), o jornalista e editor de Política do O POVO, Gualter George, aponta que Ciro Gomes volta a apresentar demonstrações de descontrole emocional e gera receio entre eleitorado. Confira:

A apenas alguns dias de ter o nome oficialmente confirmado como candidato a presidente da República – o que deve fazer hoje através da convenção nacional do PDT, em Brasília -, Ciro Ferreira Gomes protagoniza mais uma daquelas histórias que alimentam as dúvidas reais existentes entre eleitores até dispostos a votar dele, mas que demonstram receio diante das demonstrações de descontrole que acabam sendo ruins para quem está no debate político. É quase que impossível transformar tal comportamento em qualidade necessária a uma pessoa pública.

Desde quando foi às ruas de olho no voto do brasileiro, na fase de pré-campanha, Ciro apresenta algum esforço de demonstrar-se diferente nesse aspecto. Ocupando cargos públicos desde o começo dos anos 1980, ele sabe muito bem que ninguém conseguirá avançar nos seus propósitos sem apresentar a paciência como um dos elementos indispensáveis à ação cotidiana. Parece possível que alguns a exercitem mais do que os outros, mas todos precisam tê-la em algum nível.

No episódio que ameaça sua estratégia de demonstrar mudança no aspecto do controle emocional, parece inexplicável, de início, que Ciro Gomes não tenha conseguido se conter na hora de criticar o vereador Fernando Holiday, figura na posição mais expressiva do Movimento Brasil Livre (MBL) com sua cadeira na Câmara de São Paulo, tachando-o de “capitãozinho do mato”. O termo é agressivo o suficiente para imaginar que pudesse levar a algum tipo de consequência legal. Como está acontecendo.

A essa altura, porém, a língua de Ciro já estava desgarrada de sua estratégia pública, que impunha cuidado a cada frase proferida, e o acolhimento da ideia de prática de racismo por um membro do Ministério Público de São Paulo gerou uma outra reação forte o suficiente para assustar aquele eleitor lá do início do texto. Assisti-lo com esse tipo de atitude, agora usando até um palavrão contra o representante do Ministério Público – uma representante, pelo que se informou depois – traz de volta todas aquelas preocupações.

Inevitavelmente, o que é ruim para ele.

O caso exige um outro debate, este até mais sério porque diz respeito à compreensão de Ciro sobre o papel do Ministério Público.

É evidente que não há crime na sua crítica à atitude do responsável pelo pedido de instauração de investigação, pela possível prática de racismo na manifestação dele do último dia 18 de junho contra Holiday, durante entrevista à rádio Jovem Pan, de São Paulo. Preocupa, de fato, é vê-lo, ironicamente ou não, apontar que uma vitória eleitoral sua teria o condão de mudar o papel da instituição, sugerindo a quem está acusando-o agora, ironicamente, que aproveite “o restinho das atribuições”.

Pois é, Ciro conseguiu piorar bastante a situação na forma como reagiu não ao vereador, que seria uma discussão mantida nos limites da guerra política, ofensas eventuais à parte. No entanto, suas manifestações sobre o Ministério Público não cabem nesse tom porque falamos de uma instituição que deve permanecer à margem de todo esse processo, com suas regras necessárias de independência, especialmente tratando-se de uma instância de nível estadual. O longo braço da presidência da República, num quadro normal de temperatura e pressão, não teria como chegar até ali para, se for o caso de existir, por “fim a qualquer mamata”.

Jair Bolsonaro não troca favores e nem tem sede de poder, diz economista Paulo Guedes

Paulo Guedes, mentor econômico de Jair Bolsonaro (PSL), fala pelos cotovelos.

Em Fortaleza, ele disse ter optado pelo presidenciável por dois aspectos: o “Mito” não faz a política da troca de favores e não tem sede de poder.

Por aqui, Guedes deu palestra no encontro do LIDE, no Hotel Gran Marquise, nesta semana.

(Foto – DCM)

Regras de IOF sobre empréstimos são atualizadas pela Receita

A Receita Federal atualizou as regras da cobrança do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) nas operações de renegociação de empréstimos. A edição de hoje (20) do Diário Oficial da União traz a Instrução Normativa nº 1.814 com a atualização.

“O objetivo é evitar contenciosos administrativos ou judiciais causados por interpretação equivocada das regras de cálculo do IOF na prorrogação, renovação, novação ou consolidação de operações de crédito”, disse a Receita, em nota.

Segundo o órgão, há ações judiciais semelhantes em diversas regiões do país em que os contribuintes alegam que na prorrogação, renovação, novação, composição e consolidação de operações de crédito não haveria nova cobrança de IOF sobre os montantes que conformaram a base de cálculo na contratação original.

A Receita diz que o cálculo do IOF sobre operações de crédito é realizado pela aplicação de uma alíquota diária ao montante da operação, com cobrança limitada aos primeiros 365 dias. “Na apuração do imposto devido deve-se levar em consideração diversos fatores, como o prazo decorrido até cada amortização, atrasos e adiantamentos nos pagamentos ou a prorrogação de contrato, aspectos que podem modificar o valor do imposto a pagar”.

Nas operações de crédito com prazo inferior a 365 dias, a base de cálculo do IOF será o valor não liquidado da operação anteriormente tributada. Essa tributação será considerada complementar à anteriormente feita, aplicando-se a alíquota em vigor à época da operação inicial até completar 365 dias.

Nas operações de crédito com prazo igual ou superior a 365 dias, haverá incidência de IOF complementar sobre o saldo não liquidado da operação anteriormente tributada. A exceção é se a operação já tiver sido integralmente tributada pelo prazo de 365 dias.

(Agência Brasil)

Quem decide no bloco governista

Da Coluna Política, no O POVO desta sexta-feira (20), pelo jornalista Érico Firmo:

Aspecto que chamou atenção no discurso de Camilo Santana (PT) sobre a aliança é a insistência em falar que a decisão não será imposta por ninguém. “Não há cacique na nossa aliança, não há decisão unilateral. O que há é um processo democrático de diálogo e construção coletiva. ouvir os partidos, ouvir os presidentes, ouvir as lideranças”, falou ele na quarta-feira, na Redação do O POVO.

Adiante na conversa, questionado pelo repórter Carlos Mazza sobre se Ciro Gomes (PDT) permitiria a aliança com Eunício Oliveira (MDB), ele voltou ao ponto: “Não é o Ciro quem manda, nem eu. A gente define tudo de forma democrática”.

Quando algumas coisas precisam ser ditas é porque há a ideia de que ocorre o oposto. Camilo disse que não tem cacique na aliança porque existe a imagem de que os Ferreira Gomes ditam os caminhos. Falou que Ciro não manda porque se imagina que ele é quem decide, sim.

Camilo é realista quanto aos limites do diálogo. “Consenso não vai existir nunca, mas que a gente possa encontrar uma pactuação para construir as melhores alianças possíveis para esta eleição”. Realmente, não vislumbro quanto de conversa se pode ter para fazer Ciro engolir Eunício na aliança, ou para que o emedebista aceite de bom grado ficar fora da chapa oficial.

Os Ferreira Gomes têm sido muito duros nas negociações com Camilo. De maneira que não aceitaram que fossem com eles no governo. Em 2010, no auge das pressões sobre a chapa para o Senado, Ciro afirmou que seu irmão Cid Gomes “não aceitaria faca nos peitos” da parte de ninguém. Agora, são eles que dizem que não engolirão Eunício (foto) na mesma chapa que eles. Camilo, conforme ressaltei, não cogita chapa sem o PDT.

Ao dizer que não há cacique na aliança, o governador deixou no ar a ideia de recado dirigido aos Ferreira Gomes, direto ou indireto. Afinal de contas, se houver cacique na aliança, quem haveria de ser se não eles?

O fato é que está criada a situação na qual, se Eunício ficar fora da coligação, estará estabelecida a imagem de que foi imposição dos Ferreira Gomes. Se Eunício estiver na aliança oficial, a impressão que ficará é de que os irmãos foram enquadrados.

Prévia da inflação oficial fica em 0,64% em julho

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,64% em julho. A taxa é inferior à registrada na prévia de junho (1,11%), mas superior ao IPCA-15 de julho de 2017, quando foi observada uma deflação (queda de preços) de 0,18%.

Com a prévia de julho, a inflação oficial acumula taxas de 3% no ano e de 4,53% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

(Agência Brasil)

Jair Bolsonaro continua em busca de um vice

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse a aliados que vai sondar o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) sobre ser seu vice. Se a tese vingar, a proposta será levada a Levy Fidelix, presidente do PRTB. O militar será o terceiro vice que o presidenciável tenta atrair. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Mourão já negou uma proposta do PSL. Convidado a se filiar para disputar o governo do Rio, recusou.

A formação da chapa com dois egressos das Forças Armadas enfrenta resistências na campanha de Bolsonaro. Auxiliares do deputado preferiam alguém com perfil empresarial. Depois de Mourão, aparecem como opções Janaina Paschoal e Luciano Bivar, ambos do PSL.

Camilo cumpre agenda nesta sexta-feira no Interior

O governador Camilo Santana (PT) cumprirá agenda, nesta sexta-feira, no Interior do Estado.

Agora pela manhã, ele visitará o canteiro de obras do futuro Hospital Regional de Limoeiro do Norte, onde conferirá o andamento dos trabalhos e, claro, cobrará celeridade. Mas tudo sem fazer festa ou ato, claro, pois nada disso pode ocorrer por conta da legislação eleitoral.

Camilo, em seguida, tomará a rota da Região do Cariri, onde circulará pela Expocrato, a maior feira agropecuária do Nordeste. Ele conferirá como ficou o parque de exposições, reformado por sua gestão.

PR convence Tiririca a disputar a reeleição

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O PR convenceu o deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, a disputar a reeleição. A informação é da Coluna do Estadão.

Em dezembro de 2017, o palhaço, que é cearense, havia anunciado que sairia da vida pública. A candidatura dele é mais um ativo do partido, que se tornou protagonista nas negociações em torno de aliança na eleição presidencial.

Em 2014, Tiririca foi o terceiro mais votado do País. O 1,016 milhão de votos obtidos por ele ajudaram o PR a eleger seis parlamentares em São Paulo. Sem Tiririca, a legenda prevê que conseguiria emplacar apenas três deputados federais no Estado.

No único discurso que fez em sete anos de mandato, Tiririca justificou sua decisão de não disputar mais cargos públicos. “Eu saio totalmente com vergonha do que eu vi nestes aqui. Estou decepcionado com a política brasileira.” Ele não foi encontrado ontem.

(Foto – Agência Câmara)

Eunício votaria em Ciro para presidente?

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta sexta-feira:

Saiu a lista dos estados cujas bancadas do MDB querem ficar livres de apoiar a candidatura do ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, escolhido para tentar dizer que a Era Temer não foi tão ruim assim para a população. São eles: Alagoas, Sergipe, Ceará, Pará, Amazonas, Piauí e Santa Catarina. Cada diretório já mandou avisar ao Planalto quer construir as próprias alianças.

Sobre o Ceará, o senador Eunício Oliveira, a principal liderança do partido no Estado, avisou, por várias vezes, que gostaria de apoiar o ex-presidente Lula.

Bem, e se Lula não ganhar mesmo condição legal para postular, o que fará o emedebista, hoje abraçado ao PT de Camilo Santana e ao PDT de Cid Gomes? Optará, digamos, pelo presidenciável Ciro Gomes (PDT), que não lhe poupa o lombo na hora de falar da parte podre do MDB?

Eis a dúvida bem cruel a ser dissipada nas próximas semanas.

Governo dos EUA devolve 364 crianças migrantes aos pais

O governo dos Estados Unidos informou nesta quinta-feira (19) que devolveu aos pais 364 crianças imigrantes irregulares maiores de 5 anos que tinham sido detidas na fronteira com o México. A reunificação das famílias é resultado da determinação de um juiz federal de
San Diego, que deu ao governo federal até o dia 26 de julho para devolver 2.551 menores imigrantes, com idades entre 5 e 17 anos, separados dos responsáveis pelas autoridades americanas.

Em documento apresentado nesta quinta-feira ao juiz Dana Sabraw, o governo informou que, dos 2.551 menores nessa faixa de idade, 1.606 são elegíveis para serem reunificados aos pais, enquanto mais de 900 nomes não se enquadram na medida porque, entre outros motivos, os progenitores têm antecedentes criminais ou renunciaram a esse benefício.

Do grupo catalogado como elegível, 848 pais já passaram da etapa de investigação e poderão ser reunificados aos seus filhos, enquanto outros estão à espera de serem entrevistados pelas autoridades federais ou foram libertados pelo Escritório de Imigração e Alfândegas (ICE) dos EUA.

No texto judicial, o governo federal informou que conta com ordens de deportação para 719 pais incluídos neste processo coletivo, elaborado pela União Americana de Liberdades Civis (ACLU).

O juiz Dana Sabraw ordenou ao governo em junho passado a reunificação dos cerca de três mil menores que foram separados dos pais após atravessarem a fronteira com o México como parte da política do presidente Donald Trump de “tolerância zero” em relação à imigração ilegal.

(Agência Brasil com EFE)

Empresário Zenir ganha homenagem torcendo pela geração de empregos

Assis Cavalcante, presidente da CDL, Zenir e Freitas Cordeiro, presidente da FCDL.

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL-CE) e a CDL de Fortaleza realizaram, nessa noite de quinta-feira, no Theatro José de Alencar, a festa do Dia do Comerciante.

Na ocasião, houve a entrega do Troféu Clóvis Rolim, a mais alta comenda da FCDL, ao empresário José Alves de Oliveira, o Zenir, diretor-presidente da Zenir Móveis e Eletros.

O homenageado comemorou com a família a comenda.

Natural de Jucás, o empreendedor é o 46º homenageado com a comenda. Zenir se disse “honrado” com a homenagem e avisou que vai continuar trabalhando sempre “para gerarmos mais emprego e renda para o nosso povo”.

Até 2020, o empresário promete implantar mais 10 lojas. Atualmente, são 50 lojas no Estado. Sobre as eleições presidenciais, disse esperar que o próximo dirigente do País venha com o propósito de melhorar a economia e promover a volta dos empregos.

DETALHE – O ato foi dos mais concorridos e contou ainda com show do cantor e compositor Roberto Menescal, que fez 80 anos e comemora 60 anos da Bossa Nova.

(Fotos – Paulo MOska)

Convenções partidárias: a hora do eleitor ficar de olho

Com o título “Convenções: hora de o eleitor ficar de olho”, eis o Editorial do O POVO desta sexta-feira:

Aberta a temporada de convenções partidárias, que se estendem até o dia 5 de agosto, é hora de o eleitor começar a ficar alerta. Nesse período, as legendas oficializam as candidaturas dos seus postulantes à Presidência da República e aos governos estaduais, apresentando, quando há, os partidos coligados e os postos de vice nas chapas.

É precisamente nesta etapa que o novo governo (estadual ou federal) começa a ganhar rosto. E ele pode assustar. A fim de não ser surpreendido com a imagem que irá encontrar nas urnas nas próximas eleições, marcadas para 7 de outubro, convém ao cidadão e à cidadã redobrar as atenções no acompanhamento da costura dessas alianças partidárias e no anúncio das composições para a corrida eleitoral.

Para o eleitorado, é especialmente importante começar a separar o joio do trigo desde já, distinguindo o que nos candidatos é apenas embalagem caprichada e excesso de adjetivação marqueteira do que é parte do conteúdo de fato. É aí que está o nó: cotejar discurso e prática, retórica e trajetória, principalmente numa disputa mais curta e de muita propaganda nas redes sociais, cuja dinâmica e velocidade nem sempre são possíveis de acompanhar.

Mas não faltam exemplos de como levar essa tarefa crítica adiante. O exercício simples de comparação e consulta é um deles. Há farto conjunto de informação sobre os perfis dos partidos, as alianças prioritárias que estabelecem neste momento, seus padrinhos políticos e as bandeiras que desposam.

Mais: se estão na mira do Ministério Público, se puniram integrantes flagrados com malas de dinheiro, se pretendem respeitar as cotas para candidaturas de mulheres, se tiveram participação nos esquemas recentes de corrupção e em que dimensão isso se deu. É ótimo ponto de partida.

Outro diz respeito ao próprio candidato e a seu entorno, ou seja, virtuais aliados e currículo.

Estas são as primeiras eleições presidenciais com a Operação Lava Jato em pleno vigor. Nos últimos três anos, a força-tarefa atingiu praticamente todo o espectro político brasileiro, que soma 34 siglas em atividade. Uns mais que outros. Em grande parte das legendas, porém, há casos de parlamentares investigados por malfeitos.

Cabe ao eleitor agora mapear esse contingente suspeito e evitá-lo.

Acresça-se ainda o desafio de tentar encontrar alguma novidade em meio a tantas figuras cuja imagem está associada ao que há de mais velho na política.

ANP descarta periodicidade mínima para reajuste de combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não adotará medida estabelecendo periodicidade mínima para os reajustes de preço dos combustíveis na etapa de produção ou nos demais elos da cadeia de abastecimento. A ANP pretende elaborar resolução a ser submetida à consulta e audiência pública, estabelecendo mecanismos de aumento da transparência na formação dos preços dos combustíveis no país.

A decisão baseou-se nos resultados da Tomada Pública de Contribuições (TCP) sobre a conveniência de estabelecer periodicidade mínima para repasse dos reajustes de preços de combustíveis, divulgados nessa quinta-feira (19). A TPC foi realizada pela ANP de 11 de junho a 2 deste mês e recebeu 179 e-mails que resultaram em 146 manifestações de diferentes públicos, entre os quais consumidores finais (77), revendedores (16), transportadores (13), consultores (12), e distribuidores (10).

De acordo com a ANP, a resolução que será submetida à consulta e audiência pública estabelecerá ainda que as empresas não devem instituir periodicidade fixa para reajustes, nem divulgar os preços médios regionais ou nacionais, mas os efetivamente praticados em cada ponto de entrega”. O texto recomendará ainda que produtores e demais elos da cadeia de abastecimento não divulguem antecipadamente a data de seus reajustes de preços.

A ANP defende mais competitividade na área de refino no Brasil e, nesse sentido, deverá informar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a necessidade de “avaliação da estrutura de refino no Brasil, buscando identificar proposição de medidas que estimulem a entrada de novos atores no segmento e ampliem a concorrência com efeitos benéficos aos preços de venda ao consumidor”.

A agência pretende também encaminhar aos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia as sugestões referentes à adoção de mecanismos tributários que amorteçam os reajustes dos preços dos combustíveis, informou a assessoria de imprensa do órgão.

(Agência Brasil)

Termina hoje prazo para adesão de estados ao Encceja Nacional PPL

Governos estaduais têm até esta sexta-feira (20) para aderir ao Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja Nacional PPL) 2018. Unidades prisionais e unidades de cumprimento de medidas socioeducativas também precisam aderir. As solicitações devem ser feitas junto ao ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), ligado ao Ministério da Educação.

O Encceja PPL é uma prova aplicada a jovens e adultos detidos em instituições prisionais que não concluíram estudos. A aprovação garante a titulação nos ensinos fundamental e médio do candidato que atingir a nota mínima estipulada. As provas estão marcadas para os dias 18 e 19 de outubro.

O governo estadual precisa da adesão para organizar a aplicação da prova. Somente os estabelecimentos prisionais cadastrados no prazo poderão indicar detentos para a realização do exame.

O MEC institui alguns requisitos, entre os quais a idade. Para fazer a prova voltada à obtenção da certificação no ensino médio, o candidato deve ter pelo menos 15 anos. Já para o ensino médio, a idade mínima é 18 anos.

O exame é estruturado em quatro provas objetivas e uma redação. Os conteúdos cobrados envolvem áreas de conhecimento como ciências naturais, língua portuguesa, artes, história, geografia, matemática, ciências humanas e ciências da natureza.

(Agência Brasil)

Centrão troca Ciro Gomes por Geraldo Alckmin

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O Centrão, bloco formado por PP, DEM, PRB e SD, fechou apoio à candidatura do tucano Geraldo Alckmin. O anúncio oficial será feito entre sexta (20) e a próxima semana. A informação é da Veja Online.

A decisão foi tomada durante reunião de líderes com Alckmin em Brasília. Pesaram na decisão o DEM e o PRB, que não queriam apoiar Ciro Gomes (PDT).

Também foi dado como justificativa o medo que Ciro provoca no empresariado, o que deve prejudicar, e muito, o financiamento da campanha.