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Ministra rebate Eduardo Bolsonaro e diz que instituições são sólidas

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, rebateu hoje (21) as declarações feitas pelo deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de que seriam necessários apenas “um cabo e um soldado” para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF). “No Brasil, as instituições estão funcionando normalmente e juiz algum que honra a toga se deixa abalar por qualquer manifestação que eventualmente possa ser compreendida como inadequada”, disse Rosa Weber.

No vídeo que circulou nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro está em uma sala de aula e diz que “para fechar o STF nem precisa mandar um jeep, basta mandar um cabo e um soldado”.

Questionado sobre o tema, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse desconhecer o vídeo com as declarações do filho e afirmou que alguém tirou as falas de contexto.

A entrevista coletiva convocada pelo TSE para este domingo, em Brasília, serviu como um ato da Justiça e também dos órgãos de segurança e de inteligência para reafirmar a credibilidade e lisura do processo eleitoral no Brasil. Todos os participantes, que representaram o TSE, órgãos de segurança e inteligência do governo, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público Eleitoral, defenderam a inviolabilidade das urnas e a impossibilidade de fraude.

Questionados sobre as investigações quanto às denúncias de divulgação em massa por empresas pagas por meio de caixa 2, as autoridades foram protocolares. O processo corre sob sigilo e não foi divulgado prazo para conclusão do inquérito e outros encaminhamentos.

Segundo Elzio Vicente da Silva, delegado da Polícia Federal na área de combate ao crime organizado, o inquérito será concluído “em prazo razoável”, mas “imprevisível”.

O presidente da OAB, Cláudio Lamachia, disse que, em caso de confirmação de fraude na campanha eleitoral, a entidade poderá questionar o resultado das eleições. “Se tivermos qualquer situação nesta linha vamos submeter ao plenário do Conselho da Ordem que, de forma independente, irá agir”, disse.

Lamachia reiterou que é preciso confiar na “higidez das instituições”. O advogado destacou que as fake news “não fazem bem” à democracia e que o país precisa de equilíbrio e serenidade.

Clima polarizado
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchengoyen, afirmou que esta semana não deve ser vista como “a véspera de um apocalipse”. Para ele, “o Brasil não é um país de radicalismos nem de radicais”.

Etchengoyen também afirmou que, até o momento, o setor de inteligência do governo não identificou “nenhuma operação sistemática de desestabilizar as eleições” e não há indício de ameaças ao pleito do próximo fim de semana.

“A partir da próxima segunda-feira (29), teremos um único presidente da República, que será obrigatoriamente o presidente de todos nós. Se o momento é difícil, o Brasil sempre encontrou a forma, o momento e as convergências para construir a conciliação necessária e a pacificação”, afirmou.

O ministro minimizou o impacto das notícias falsas (fake news) no curso da campanha presidencial.

“Existem muitos instrumentos para interferência do processo eleitoral. Fake news talvez seja o menor deles”, destacou.

(Agência Brasil)

Ceará é superior em campo, mas perde para o líder Palmeiras

Vinte e um chutes, contra doze. 62% de posse de bola. 443 passes, contra 299.Doze escanteios, contra apenas quatro. Esses são os números de Palmeiras e Ceará, na tarde deste domingo (21), no Pacaembu, na vitória da equipe paulista, por 2 a 1.

Engana-se, porém, quem pensa que os números favoráveis pertencem ao Palmeiras. Apesar dos números favoráveis, o Vozão não conseguiu tirar a vantagem do Palmeiras, no primeiro tempo, que deixou o campo com a vantagem de dois gols, por meio de Bruno, de pênalti, e Deyverson, nos acréscimos.

O Ceará só chegou ao primeiro gol aos aos 10 minutos da segunda etapa, quando Arthur aproveitou a bola na pequena área e completou de carrinho.

Com o resultado, o Palmeiras manteve a liderança na Série A, enquanto o Ceará segue na zona de rebaixamento. O Vozão volta a campo na quarta-feira (24), diante do Cruzeiro, em Belo Horizonte, pelo complemento da 29ª rodada, e depois na segunda-feira (29), no Castelão, contra o Atlético Mineiro.

(Foto: Reprodução)

Rosa Weber contesta questionamentos sobre segurança das urnas

A uma semana da realização do segundo turno das eleições, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, declarou que a Justiça Eleitoral “não tem partido” e que vai combater de forma constitucional qualquer tentativa de desacreditar ou deslegitimar o processo eleitoral brasileiro. Em declaração à imprensa neste domingo (21), a ministra reafirmou que o sistema eleitoral é seguro e repudiou as iniciativas que visam questionar a segurança das urnas eletrônicas.

“Vou dizer o óbvio, porque o óbvio precisa ser dito. Nessa eleição haverá vencedores e vencidos, o confronto de ideias e a diversidade são próprios da democracia. As regras do jogo devem ser respeitadas por todos. A Justiça Eleitoral não é e não tem partido, não é espectadora de eventos que envolvem as eleições, nem é parte interessada no mérito do desfecho”, declarou.

Ao destacar que a Constituição Federal completou 30 anos neste mês, Rosa Weber ressaltou que qualquer “desinformação deliberada ou involuntária que visa o descrédito da Justiça Eleitoral” será combatida com “informação responsável e objetiva”. A ministra reafirmou que o processo eleitoral é confiável e nunca registrou nenhuma irregularidade desde que foi implantado.

“Estão exacerbadas as paixões políticas? Estão acaloradas as discussões? Os níveis de discórdia atingiram graus inquietantes? Tudo isso é inevitável e é próprio do embate eleitoral. O certo é que o primeiro turno já transcorreu em clima de normalidade e as campanhas estão postas, com os projetos de cada candidato à escolha livre e consciente de cada eleitor”, disse.

Em seu pronunciamento, Rosa Weber também declarou que “a Justiça Eleitoral não combate boatos com boatos” e que “há um tempo para a resposta responsável”. A ministra destacou que as ações judicais devem observar as regras do processo legal e que devem ter respostas fundamentas na Constituição Federal.

Questionada se a Justiça Eleitoral falhou no combate às notícias falsas (fake news) durante a campanha, a ministra respondeu que não viu falhas na ação do tribunal, mas reconheceu que não esperava que a onda de desinformação se voltasse contra a própria instituição e que ainda não há uma solução para impedir o problema.

“Nós entendemos que não houve falha alguma da Justiça Eleitoral no que tange a isso que se chama fake news. A desinformação é um fenômeno mundial que se faz presente nas mais diferentes sociedades. Gostaríamos de ter uma solução pronta e eficaz, de fato, não temos”.

Rosa Weber se negou a comentar sobre a ação ingressada pelo PT para investigar a denúncia de que empresas teriam atuado na disseminação em massa nas redes sociais de notícias falsas contra o candidato Fernando Haddad (PT) em favor de seu oponente, Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, o caso está sendo investigado e não é possível dar detalhes sobre o processo, pois o inquérito corre sob sigilo.

O ministro apresentou ainda um balanço das denúncias de crimes eleitorais durante o primeiro turno. Segundo ele, a Polícia Federal lavrou 245 termos circunstanciados e 469 inquéritos policiais. Além disso, 455 pessoas foram conduzidas para depoimentos e outros 266 apreendidos. Os principais crimes registrados foram propaganda eleitoral irregular, promoção de informações falsas e compra de votos.

“Aqueles que têm interesse de produzir notícias falsas fiquem sabendo que não existe anonimato na internet e a Polícia Federal tem tecnologia e recursos humanos para chegar neles aqui ou em qualquer lugar do mundo”, alertou o ministro.

O ministro também adiantou que o centro integrado de controle para as eleições retomará os trabalhos a partir desta segunda-feira (22), a partir das 15 horas e que os representantes dos dois candidatos à Presidência foram convidados a acompanhar a atuação do centro, que funcionará 24 horas por dia até o fim do segundo turno, no próximo dia 28 de outubro.

Também participaram da entrevista os ministros do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, da Advocacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudio Lamachia, o vice-procurador do Ministério Público Eleitoral, Humberto Jacques, os ministros do Superior Tribunal de Justiça, Og Fernandes e do TSE, Tarcício Mello, o delegado da Polícia Federal, Elzio Vicente da Silva, além de técnicos de segurança da informação do Tribunal.

(Agência Brasil)

Turismo: A ordem é desinvestir

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Em artigo sobre turismo no Ceará, o ex-secretário do Turismo do Estado (Setur) Allan Aguiar lamenta a venda do resort Dom Pedro Laguna. Confira:

Quem investiu quer vender, apurar e repatriar o capital investido em empreendimentos turísticos/hoteleiros nos tempos das vacas gordas. Os estrangeiros estão arrependidos dos investimentos feitos na outrora interessante Terra da Luz e esse desinteresse guarda relação direta com os baixíssimos retornos que esses investimentos vem proporcionando aos seus sócios controladores.

Pequenos, médios e grandes investidores internacionais que alocaram grandes somas no turismo do Estado estão procurando compradores para seus negócios que não param de gerar prejuízos e frustrar as taxas de retorno projetadas em seus Planos de Negócios. Portugueses, espanhóis, alemães, finlandeses e italianos estão sofrendo para converter seus ativos turísticos situados aqui no Ceará em ativos financeiros. O arrependimento é grande e, curiosamente, cresceu muito depois da constatação de que o HUB Aéreo ainda não produziu melhoras na circulação e ocupação de gringos nos meios de hospedagem do Estado.

O danado é que sequer estão conseguindo compradores, como é o caso dos Italianos do então espetacular Boa Vista Resort, fechado em Camocim/CE há mais de quatro anos. No caso foram destruídos 94 empregos diretos na Região e cerca de 300 indiretos.

O símbolo maior da derrocada dos investimentos turístico do Ceará foi o bombástico anuncio da sociedade empresária controladora do sofisticado Resort Dom Pedro Laguna, que é a grande âncora e único Resort do complexo turístico/hoteleiro/imobiliário Aquiraz Riviera, de vender o empreendimento. O Governo do Estado, depois de enterrar no referido empreendimento mais de 120 milhões de reais em infraestruturas, assiste à revoada dos portugueses que lideraram a implantação do equipamento que é o único a contar com um premiado campo de golfe de padrão internacional. Depois de uma década de prejuízos, aguardando e pleiteando uma agenda capaz de viabilizar o salto de patamar do turismo cearense, decidiram vender tudo e atravessar do Atlântico Sul para o Atlântico Norte e apostar na terra em que o Turismo só cresce: a deles mesmo, Portugal.

Assim, vamos ficando para trás com nosso Turismo “Gabriela – Eu nasci assim/eu cresci assim/eu sou mesmo assim/vou ser sempre assim”, agravado pelo o ambiente de investimento no Estado cada vez mais hostil ao capital, tanto pelo retorno quando pela complexidade e burocracia.

Sem falar na fama, em consolidação, de Destino Turístico Inseguro.

Allan Aguiar

ex-secretário do Turismo do Ceará

Bolsonaro prepara pacotão de medidas e vai conversar com o Congresso

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse que, se eleito, as propostas de governo só serão encaminhadas ao Congresso Nacional, depois de conversas com senadores e deputados federais. De acordo com ele, pretende apresentar uma série de medidas que devem ser negociadas com os parlamentares.

“Não vamos apresentar nada sem conversar com os parlamentares. Para ter certeza que essas reformas serão aprovadas de forma racional pelo Parlamento.”

A afirmação foi dada durante entrevista exclusiva à TV Band e veiculada nas redes sociais do candidato neste domingo (21). Ele reiterou que não pretende participar de debates, como vem cobrando seu adversário Fernando Haddad (PT).

O candidato do PSL rebateu as acusações de envolvimento no esquema supostamente financiado por empresários para disseminar fake news anti-PT. Segundo ele, sua campanha é feita por simpatizantes e ele, pessoalmente, não tem amizade com empresários. “São milhões e milhões de pessoas que trabalham pela minha candidatura. São robôs do bem.”

Segundo Bolsonaro, na relação do “pacotão de medidas” estão propostas que se referem à segurança jurídica para o campo. “Não pode o fazendeiro hoje ouvir uma notícia que a terra dele vai ser demarcada.” Ele disse que o setor produtivo precisa ter garantias quando houver demarcação de terras ou reintegração de posse de terras.

Também examina a possibilidade de tipificar como “terrorismo” eventuais ocupações do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). “Nós vivemos em paz e harmonia. Invasão de terra não pode continuar acontecendo no Brasil.”

O candidato reiterou os nomes que devem compor seu futuro ministério: o general Augusto Heleno para Defesa, o deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS) para Casa Civil, o astronauta Marcos Pontes para Ciência e Tecnologia, e Paulo Guedes para Economia. Ele confirmou que pretende unir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

(Agência Brasil / Foto: Júlio Caesar/O POVO)

Tasso fez o gesto que o PT não quis entender

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Em artigo na Folha de S.Paulo, o economista Marcos Lisboa aponta que Tasso abriu caminho para o diálogo e o PT esnobou. Confira:

Tasso Jereissati estendeu a mão. Pouco antes do primeiro turno, fez o que se tornou produto raro no debate público brasileiro: reconheceu erros.

Para quem é do ramo, o gesto deveria ser óbvio. Em tempos de polarização, ele convidou o PT ao diálogo.

Vale lembrar que se tornou governador ao derrotar os velhos coronéis do Ceará e fez uma gestão admirável, iniciando uma sequência de administrações que, décadas depois, conseguiu alguns avanços importantes em um país carente de bons exemplos.

Tasso, de fala mansa e convicções firmes, foi fundamental para a aprovação de muitas reformas no começo do governo Lula. Apesar de estar na oposição, jamais compactuou com a miudeza da política de ocasião que tem como objetivo único derrotar o adversário.

O primeiro Lula reforçou a política de estabilidade econômica e aperfeiçoou a agenda social iniciada por FHC. Ele teve o mérito adicional de, por meio do seu discurso, trazer os grupos mais vulneráveis, incluindo as minorias, para o centro da política pública.

Paulatinamente, porém, o governo deixou de dialogar com a oposição, optando pela aliança com pequenos partidos em troca de cargos. Sabemos das consequências.

Para piorar, a partir de 2008 resgatou o nacional-desenvolvimentismo tentado por Geisel e que nos levou à severa crise dos anos 1980.

O resultado com o PT não foi diferente. Fracassaram quase todos os grandiosos projetos iniciados sob a euforia do pré-sal, ainda na década passada. Apesar disso, lideranças do partido insistem em atribuir a crise recente aos erros cometidos após 2013.

A intervenção do setor de óleo e gás começou com Lula, assim como a expansão do crédito subsidiado e as medidas para estimular setores como a indústria naval. O fracasso imenso custou caro. Não se despreza a incompetência incomparável da gestão Dilma, mas Lula iniciou a agenda equivocada.

Em 2014, o governo abusou da expansão dos gastos públicos em meio a uma campanha eleitoral em que demonizou a oposição e prometeu uma coisa para depois fazer outra. O resultado foi uma ruptura que inviabilizou a reconciliação política e a reconstrução da economia.

Por tudo isso, surpreendeu a generosidade de Tasso ao estender a mão em um país dividido, onde ambos os lados têm medo da alternativa por boas razões.

O PT, porém, optou pela soberba. Arrogou-se senhor da razão em vez de reconhecer seus imensos erros na economia, na falta de condenação da opressão na Venezuela e na opção pela política de balcão.

Tasso fez o gesto que o PT não quis entender. Recusar o seu convite ao diálogo foi mais um exemplo da pequenez que nos trouxe a essa polarização disfuncional e preocupante.

Marcos Lisboa

Presidente do Insper, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (2003-2005) e Doutor em Economia.

Enem: estudantes podem confirmar inscrição a partir desta 2ª feira

A partir desta segunda-feira (22), os estudantes que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 podem acessar os cartões de confirmação da inscrição. Para consultar o documento, é necessário acessar a página do participante, onde deve ser colocado o CPF e senha ou baixar em seu celular o aplicativo Enem 2018. A primeira etapa do exame será aplicada no domingo, dia 4 de novembro.

O cartão contem os dados do estudante, o endereço do local, a data e hora da aplicação da prova, além das informações sobre a língua estrangeira escolhida e recursos de acessibilidade, se tiverem sido solicitados. Caso tenha problema com as informações do cartão ou dificuldade de acesso ao documento, o estudante pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800616161 ou pelo link Fale Conosco, no site do Enem.

Com a entrada em vigor do horário de verão no mesmo dia da primeira etapa do Exame, em 4 de novembro, o Ministério da Educação recomenda que os inscritos fiquem atentos aos horários de abertura e fechamento dos portões dos locais de prova em cada estado.

Para evitar imprevistos, o MEC recomenda que o estudante planeje o trajeto até o local da prova. O ministério sugere também que os participantes comecem a ajustar o horário de sono e dormir mais cedo uma semana antes do dia da prova.

Confira os horários do fechamento dos portões

No Distrito Federal e nos estados do Espírito Santo, de Goiás, Minas Gerais, do Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e São Paulo, os portões abrem às 12h e fecham às 13h.

Nos estados de Alagoas, do Amapá, da Bahia, do Ceará, Maranhão, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí, Rio Grande do Norte, de Sergipe, do Tocantins, os portões abrem às 11h e fecham às 12h.

No Amazonas, em Rondônia e Roraima, os portões abrem às 10h e fecham às 11h. No Acre, os portões abrem às 9h e fecham às 10h, no horário local.

(Agência Brasil)

Filho de Bolsonaro diz que bastam um soldado e um cabo para fechar o STF

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O deputado eleito Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que “para fechar o STF (Supremo Tribunal Federal) você manda um soldado e um cabo”. O comentário foi feito após ele ser questionado sobre a possibilidade de a Corte impugnar a candidatura do pai. “O que que é o STF, cara? Tipo, tira o poder da caneta de um ministro do STF, o que que ele é na rua?”, indaga ele. O vídeo, feito durante uma palestra, foi divulgado nas redes sociais neste domingo, 21, e está gerando críticas.

Durante visita a São Luís, no Maranhão, neste domingo, 21, o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou que, no vídeo, Bolsonaro está ameaçando fechar o STF. “Há muito medo de violência por parte de Bolsonaro. Um filho dele chegou a gravar, de um pensamento, se é que se pode chamar de pensamento o que eles falam, é uma coisa tão impressionante que não sei se pensam para falar. Disse que iam prender, fechar o Supremo Tribunal Federal caso batessem de frente com o executivo”, comentou o candidato. A informação é da Folha de S. Paulo.

Não há confirmação sobre quando o vídeo foi feito.

A palestra, que ocorreu antes do primeiro turno, foi gravada por participantes. Em determinado momento, alguém da plateia, que não pode ser visto pela câmera, questiona a Eduardo Bolsonaro: “Teu pai sendo eleito no 1º turno, há possibilidade do STF, que há uma previsibilidade, dele agir e impedir que o seu pai assuma? E isso acontecendo, o Exército pode agir sem ser invocado lá, salvo engano, acho que o artigo primeiro, se isso acontecer?”.

“Aí já está caminhando para um estado de exceção, né?”, começa a responder Eduardo. “O STF vai ter que pagar pra ver, e aí quando ele pagar pra ver vai ser ele contra nós”, comenta o deputado.

“O pessoal até brinca lá, cara. Se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe, cara, manda um soldado e um cabo. Num é querer desmerecer o soldado e o cabo, não. O que que é o STF, cara? Tipo, tira o poder da caneta de um ministro do STF, o que que ele é na rua? (…) Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação popular à favor dos ministros do STF? Milhões na rua? ‘Solta o Gilmar, solta o Gilmar’? Com todo respeito que eu tenho ao excelentíssimo ministro Gilmar Mendes, que deve gozar de uma imensa credibilidade com os senhores”.

No Twitter, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) repudiou a fala da Eduardo Bolsonaro. “Prega a ação direta, ameaça o STF. Não apoio chicanas contra os vencedores, mas estas cruzaram a linha, cheiram a fascismo”.

Eduardo Bolsonaro não se pronunciou até a publicação desta matéria.

(O POVO Online)

TSE prepara anúncio de medidas de combate às fake news

A uma semana do segundo turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para hoje (21) à tarde uma entrevista à imprensa em que devem ser anunciadas medidas de combate à disseminação de notícias falsas (fake news) nas redes sociais. A entrevista ocorre no momento de acirramento de acusações entre as campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Além da presidente do TSE, ministra Rosa Weber, deverão participar da entrevista os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

No TSE, há decisão para abertura das investigações em torno das denúncias sobre a existência de empresários que financiariam um esquema criminoso para a propagação de fake news anti-PT via WhatsApp. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral Eleitoral também estão nas apurações.

A semana que passou foi tensa, pois Haddad acusou Bolsonaro de estar por trás do esquema. Os adversários trocaram acusações. Bolsonaro negou envolvimento. Pelo Twitter, o candidato do PSL afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e que o PT não está sendo prejudicado por fake news, e sim pela “verdade”.

Partidos políticos, que apoiam ambos os candidatos, recorreram à Justiça Eleitoral em busca de providências. O PT pediu ao TSE para declarar Bolsonaro inelegível por 8 anos com base nas denúncias publicadas na imprensa.

(Agência Brasil)

Khashoggi: vítima da tirania

Editorial do O POVO deste domingo (21) aponta a liberdade de expressão como sentença de orte de jornalista árabe. Confira:

O mundo não cansa de externar o seu horror ao tomar conhecimento dos detalhes horripilantes da morte, sob tortura, dentro do consulado da Arábia Saudita na Turquia, do jornalista do Washington Post, Jamal Khashoggi. Ele foi visto entrando, no último dia 2, na sede da representação diplomática de seu país, em Istambul – onde acorrera para obter um documento – e nunca mais foi visto. Sabe-se, agora, que foi detido, no interior prédio, torturado (teve os dedos de uma das mãos decepados cruamente), decapitado e teve seu corpo retalhado. Tudo praticado por agentes da polícia política da monarquia saudita. Supostas razões: artigos críticos ao príncipe herdeiro de um regime absolutista paparicado pelo Ocidente.

Ele não era propriamente um dissidente, mas sim, um jornalista crítico, inconformado com os padrões medievais do regime. Tanto que teve de abandonar o país, em 2017, por conta da pressão das autoridades locais. O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, 32, parece não ter gostado de sua “insolência”. Embora desde que assumiu a direção do gabinete real tenha anunciado tímidas reformas modernizadoras, no entanto, reprimiu, ao mesmo tempo, e levou à prisão ativistas do movimento pelos direitos humanos, feministas, intelectuais e artistas inconformistas.

A última contribuição de Khashoggi no Washington Post (“O que o mundo árabe precisa é de mais liberdade de expressão” – publicada postumamente) recebeu um comentário muito pertinente de sua editora-chefe, Karen Attiah: “Este artigo reflete perfeitamente seu compromisso e paixão pela liberdade no mundo árabe, uma liberdade para a qual parece que ele deu a vida”. Nele, o jornalista lamentava: “Os árabes [com exceção da Tunísia] não recebem informações ou estão mal informados. Não podem falar adequadamente e muito menos falar em público sobre as questões que afetam a região e sua vida cotidiana”.

Ainda em 2014 ele protestara contra a onda de prisões de ativistas: “Existe uma maneira melhor para o reino evitar as críticas do Ocidente: simplesmente libertar ativistas de direitos humanos e interromper as prisões desnecessárias que prejudicaram a imagem da Arábia Saudita”.

Exaltar a memória de mais este mártir da liberdade de imprensa é alertar os povos a não baixar a guarda contra a tirania, pois nunca se sabe qual é sua próxima investida. Antes prevenir, do que tentar remediar tardiamente.

Carreata pró-Bolsonaro ocupa principais vias de Fortaleza

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André Fernandes, Heitor Freire, Capitão Wagner e Delegado Cavalcante puxam a carreata.

Apoiadores do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, realizam carreata pelas principais vias de Fortaleza neste domingo.O grupo saiu da sede do comitê central do presidenciável, na avenida Antônio Sales, que foi inaugurado na última terça-feira, 16.

No trajeto, avenidas Engenheiro Santana Júnior e Padre Antônio Tomás, pela rua Otávio Lobo e pelas avenidas Santos Dumont, Dom Luís, Desembargador Moreira e Abolição. O encerramento do percurso será no Aterro da Praia de Iracema.

O presidente do PSL do Ceará, deputado federal eleito, Heitor Freire, o deputado federal eleito Capitão Wagner (Pros), e os deputados estaduais eleitos André Fernandes e Delgado Cavalcante puxam a carreata.

Segundo o presidente do PSL cearense, Heitor Freire, ainda ocorrerão atos, neste domingo, no Interior. Às 14 horas, haverá carreta em São Gonçalo do Amarante (RMF); às 16 horas, carreata em Brejo Santo (Cariri); às 16 horas, carreata em Icapuí (Litoral Leste); às 16h30min, carreata em Forquilha (Zona Norte); e às 17 horas, carreata em Santa Quitéria (Zona Norte).

Congresso pode votar vetos presidenciais na quarta-feira

Apesar de não haver sessão de votações da Câmara dos Deputados na próxima semana, os parlamentares têm agendada uma sessão conjunta do Congresso Nacional para quarta-feira (24), às 11 horas, com sete vetos trancando a pauta. Entre eles, o veto total ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 500/18, do deputado Jorginho Mello (PR-SC), que permitia o retorno ao Simples Nacional (Supersimples) das empresas desligadas desse regime especial de tributação por falta de pagamento de tributos posteriormente renegociados.

Esse projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional para permitir que empresas excluídas antes da derrubada de outro veto ao projeto de lei sobre parcelamento pudessem voltar ao Simples Nacional.

Com a regulamentação da lei do parcelamento pela Receita Federal, as microempresas excluídas esperavam poder ser reincluídas no Simples Nacional com efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2018.

O veto do Poder Executivo à matéria baseia-se no argumento de que o retorno dos inadimplentes ampliaria a renúncia de receita sem atender a Lei de Responsabilidade Fiscal e a emenda constitucional do teto de gastos.

Veja a relação dos vetos pendentes de votação:

Veto 19/18: permite que até 20% dos gastos em pesquisa e desenvolvimento por parte de empresas de tecnologia beneficiadas por isenção tributária sejam destinados à administração e na compra, implantação, ampliação ou modernização de infraestrutura física e de laboratórios de pesquisa (MP 810/17);

Veto 20/18: inclui no Sistema Único de Segurança Pública (Susp) as ações socioeducativas; e considera atividades de agentes penitenciários e peritos criminais como de natureza policial, permitindo à categoria pleitear esse tempo de serviço para se aposentar segundo as regras de policiais (PL 3734/12);

Veto 22/18: muda o método de cálculo dos encargos incidentes sobre empréstimos não rurais junto aos fundos constitucionais de financiamento (MP 812/17);

Veto 25/18: incluía a Polícia Ferroviária Federal e a guarda portuária entre os órgãos integrantes da estrutura do Ministério da Segurança Pública e permitia ao ministro dessa pasta solicitar, ao presidente da República, militares das Forças Armadas (MP 821/18);

Veto 31/18: implantação do referencial de qualidade na educação, chamado de Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi); uso de recursos federais em qualquer estrada vicinal e não apenas naquelas que margeiam rodovias federais; e garantia de recursos para ações do Fundo Nacional de Assistência Social em montante igual ao de 2016 (PLN 2/18 – LDO 2019).

(Agência Câmara Notícias)

Qual a diferença entre lucro e rentabilidade?

Em artigo sobre indicadores econômicos, o consultor financeiro Fabiano Mapurunga, Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios, aponta as principais diferenças. Confira:

Entender a real situação financeira do seu negócio é uma atividade simples pra você? Bem, em finanças usamos alguns indicadores para termos uma visão mais precisa do quadro financeiro de uma empresa, mas continuando com a política de trazer informações simplificadas para o uso prático em sua gestão, vamos entender hoje o funcionamento de dois dos mais importantes indicadores de desempenho financeiro de uma empresa: Lucro e Rentabilidade.

LUCRO LÍQUIDO

Vamos começar o entendimento pela avaliação do lucro líquido, que é uma forma bem rápida e simples de mensurar o desempenho de um negócio. Sua fórmula é o resultado entre todas as receitas menos todos os custos e despesas. Vamos tomar como custos e despesas, por exemplo, matéria-prima, condomínio, aluguel, energia, telefone, internet, impostos, etc. Em caso o resultado seja positivo, sua empresa obteve lucro e em caso negativo, houve prejuízo.

Um exemplo real pode ser dado por: Uma empresa teve uma receita no mês de setembro de 2018 de R$ 40.000,00, e o somatório de seus custos e de suas despesas teve como resultado R$ 25.000,00. Podemos dizer então que, esta empresa obteve um lucro líquido neste mês de R$ 15.000,00.

Saber o lucro líquido é vital para o acompanhamento do desempenho de uma empresa, mas boa parte dos empresários não possui essa informação, e um dos principais motivos é porque não possuem um bom controle administrativo, e este poderia ser feito em uma simples planilha ou mesmo por meio de um bom software. Tão importante quanto ter um bom controle, é manter sua constante atualização.

LUCRATIVIDADE

A diferença básica entre o lucro líquido e a lucratividade é que, o primeiro é expresso em reais e o segundo indica quanto o lucro líquido representa com relação ao faturamento da empresa. Vamos ilustrar com um exemplo bem simples:

As empresas ALFA e BETA obtiveram um lucro líquido de R$ 20.000,00 cada uma, no mês de Agosto de 2018. A empresa ALFA teve um faturamento neste período de R$ 40.000,00 e a empresa BETA obteve um faturamento de R$ 30.000,00 no mesmo período. Apesar de as duas empresas terem conseguido obter o mesmo lucro líquido, a empresa BETA acabou tendo a melhor lucratividade, mesmo que seu faturamento tenha sido menor do que o da ALFA. Vamos entender melhor observando a fórmula:

LUCRATIVIDADE = (lucro líquido/ faturamento) X 100

A empresa BETA teve uma lucratividade de 67%, enquanto a empresa ALFA teve uma lucratividade de apenas 50%.

Por esse indicador o empresário pode chegar a algumas conclusões. Tomando como base a empresa BETA pode ser pensadas algumas as alternativas de melhorias:

– Será que é possível conseguir extrair mais eficiência?

– Quem sabe, reduzir custos;

– Atuar para reduzir gastos em atividades que podem ser suprimidas;

– Buscar alcançar outros fornecedores mais flexíveis;

– Pode haver mais espaço para extrair maior receita naquela linha de negócios
mais lucrativa;

– Precisamos entender se a lucratividade deste negócio representa uma boa
rentabilidade.

RENTABILIDADE

A rentabilidade mede a relação existente entre um investimento e o lucro
líquido.

RENTABILIDADE = (lucro líquido/ investimento total) X 100

Vamos ilustrar um pouco tomando o seguinte exemplo:

Um empreendedor investiu R$ 50.000,00 na montagem do seu novo negócio, e no primeiro mês, obteve um lucro líquido de R$ 2.000,00, logo o negócio teve uma

rentabilidade de 4%. Para este caso enxergamos que o empreendedor tem um negócio lucrativo e rentável. Esses dados podem dar ao empreendedor a informação de quanto tempo ele levará para conseguir reaver o valor do seu investimento inicial.

Considerando que o lucro líquido médio é de R$ 2.000,00 por mês, e tendo como base o faturamento de R$ 50.000,00, em 2 anos e 1 mês o valor investido retornará para o empreendedor. Tal informação é muito importante para que o empresário consiga mensurar de terá fôlego financeiro para aguardar esse período para ter seu investimento de volta.

Avaliar a rentabilidade serve também para entender se o negócio vale a pena, ou se tem outro tipo de investimento que possua uma melhor rentabilidade. Vamos tomar este exemplo para entendermos melhor: determinado negócio exige um investimento total de R$ 100.000,00. Ao se examinar as receitas e despesas, encontramos um lucro líquido de R$ 500,00, ou seja, teria uma rentabilidade de 0,5%. Ponderando que montar qualquer negócio é sempre um investimento de risco, será que o empreendedor não encontraria algo menos arriscado, que lhe traria mais rentabilidade?

Estamos falando em avaliar o custo de oportunidade.

Espero que, com essas explicações, eu tenha conseguido lhes demonstrar a diferença entre lucro e rentabilidade. Bem como demonstrar o quão importantes são estes indicadores para a mensuração de desempenho do seu negócio.

Fabiano Mapurunga

Diretor Executivo da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria. Professor Universitário.

Mega-Sena e Quina acumulam

Nenhum apostador acertou na noite desse sábado (20) os seis números do concurso 2.089 da Mega-Sena e também os cinco números do concurso 4.806 da Quina. Segundo a Caixa Econômica Federal, a Mega-Sena está acumulada em R$ 18 milhões, para o teste da terça-feira (23), que esta semana realiza três sorteios.

Os números sorteados nessa noite da Mega-Sena foram: 0510323848 e 49.

Já a Quina está acumulada em R$ 2,2 milhões, de acordo ainda com estimativa da Caixa. O próximo concurso é nesta segunda-feira (22). Os números sorteados messe sábado foram: 02 – 03 – 04 – 45 e 78.

Manipulação e medo se alastram

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Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (21):

O Brasil terminou a semana angustiado diante da constatação de que poderá ser vítima de uma grande fraude eleitoral, conforme foi constatado por uma reportagem investigativa do jornal Folha de S.Paulo dando conta de que empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens através do Whatsapp com conteúdo difamante contra o candidato do PT à corrida eleitoral (Fernando Haddad). Cada contrato financiado por empresários custaria R$ 12 milhões, o que configura Caixa 2, em flagrante violação da legislação eleitoral.

Trata-se de verdadeira “lavagem cerebral” no eleitor, realizada pela campanha do candidato Jair Bolsonaro (PSL), toda baseada em fake news, sem qualquer pudor, a partir de sites situados no Brasil e em grande parte no estrangeiro, sobretudo nos Estados Unidos.O escândalo repercute na mídia internacional e todos se perguntam como o País se sairá dessa enrascada. Numa situação normal, o sistema de Justiça entraria em campo, sem nenhuma hesitação, para apurar os fatos e apresentar os responsáveis.

A primeira providência seria suspender a campanha até que se tivesse o resultado das investigações em mãos, com a identificação dos violadores da lei eleitoral, seguida de sua punição. O que se viu, porém, foi um TSE acuado, cuja presidente terminou por desmarcar uma entrevista coletiva para explicar a sociedade quais as providências a serem tomadas diante do escândalo. Não se poderia esperar nada diferente do espetáculo promovido pelos altos tribunais, desde 2003. E, sobretudo, nos últimos meses. Sinal dos tempos.

Ministro do TSE suspende peça publicitária do PT por incitar medo

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Luís Felipe Salomão determinou a suspensão da transmissão de propaganda eleitoral da Coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdoB/PROS), veiculada na televisão, nos dias 16 e 17 de outubro. Na decisão, ele diz que a propaganda incita o medo na população.

Salomão alerta que a propaganda tem potencial para potencial para “criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”. Segundo ele, houve violação do Artigo 242 do Código Eleitoral.

Para o ministro, a forma como a peça publicitária trata a possível vitória do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), ultrapassou os limites da razoabilidade e infringiu a legislação eleitoral.

“A distopia simulada na propaganda, considerando o cenário conflituoso de polarização e extremismos observado no momento político atual, pode criar, na opinião pública, estados passionais com potencial para incitar comportamentos violentos”, diz a decisão.

A ação para suspender a propaganda da Coligação O Povo Feliz de Novo foi impetrada pelos advogados de Bolsonaro.

(Agência Brasil)

Gustavo marca nos acréscimos e Fortaleza dispara na liderança

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Na partida que marcou os 100 anos de fundação do Fortaleza, o Leão disparou na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro, na noite desse sábado (20), no Castelão, ao vencer o Paysandu, por 1 a 0, pela 32ª rodada da competição, diante de um público de mais de 60 mil torcedores – 57,2 mil pagantes. O gol foi de Gustavo, nos acréscimos do segundo tempo, que aproveitou a bola na direita de Wilson para mergulhar na pequena área. O artilheiro não marcava há oito jogos.

Com o resultado, o Fortaleza colocou sete pontos de vantagem à frente do vice-líder Goiás e nove pontos para o CSA, o último do grupo de acesso à Série A do próximo ano. O Fortaleza volta a campo na sexta-feira (26), no Castelão, diante da Ponte Preta.

A seis jogos para o final da competição, o Fortaleza deverá garantir o acesso com mais uma vitória. Já o título da Série B poderá vir com duas vitórias e um empate. Além da Ponte Preta, o Leão enfrenta em casa o CSA e o Juventude. O Fortaleza jogará fora de casa com o Atlético Goianiense, Avaí e Coritiba.

(Foto: Reprodução)