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Bolsonaro se submete a cirurgia para reconstruir trânsito intestinal

O presidente Jair Bolsonaro será submetido hoje (28) à cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia, que usa há quatro meses, desde o ataque a facadas em Juiz de Fora, Minas Gerais, e reconstrução do trânsito intestinal. A previsão é que a operação dure de três a quatro horas. Será a terceira cirurgia que o presidente fará nesse período.

Os exames laboratoriais e de imagem pré-operatórios, feitos ontem (27), apontaram normalidade, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na capital paulista.

O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros, informou ontem que após as primeiras 48 horas depois da cirurgia Bolsonaro voltará ao trabalho ainda no hospital.

(Agência Brasil)

Tragédia em Brumadinho – 58 mortos até agora

O Corpo de Bombeiros informou na noite deste domingo (27) que 58 pessoas morreram na tragédia de Brumadinho (MG), onde uma barragem de rejeitos de mineração da empresa Vale se rompeu na tarde de sexta-feira (25). Até o momento, 305 pessoas estão desaparecidas e 192 foram resgatadas com vida. Um ônibus foi encontrado nesta noite com corpos. Não se sabe o número de corpos, por isso as equipes de resgate continuarão os trabalhos durante a noite.

O coordenador da Defesa Civil de Minas, tenente-coronel Flávio Godinho, explicou que o número de desaparecidos aumentou, pois mais nomes foram incluídos na lista em relação a que foi divulgada pela manhã.

De acordo com o tenente Pedro Aihara, porta-voz dos bombeiros, as equipes elencaram 14 áreas prioritárias de busca, entre elas locais onde estão soterrados uma locomotiva, uma pousada, ônibus e o refeitório da mineradora Vale, onde a maioria dos funcionários estava na hora do rompimento da barragem.

Os bombeiros trabalham com a possibilidade de encontrar sobreviventes. Mas o porta-voz admite que alguns corpos poderão não ser localizados.

(Agência Brasil)

Em oração do Angelus, Papa cita vítimas da tragédia de Brumadinho

Após a oração do Angelus de hoje (27), no Lar do Bom Samaritano Juaz Díaz, na Cidade do Panamá, o Papa Francisco lembrou as vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), no início da tarde de sexta-feira (25). Pelo menos, 37 pessoas morreram.

O Pontífice citou também a tragédia ocorrida no estado mexicano de Hidalgo, onde a explosão de um oleoduto perfurado ilegalmente mantou até o momento 114 pessoas.

“Desejo expressar meus sentimentos de pesar pelas tragédias que atingiram os estados de Minas Gerais, no Brasil, e Hidalgo, no México. Confio à misericórdia de Deus todas as pessoas falecidas. Ao mesmo tempo, rezo pelos feridos e expresso meu afeto e proximidade espiritual a seus familiares e a toda a população”.

(Agência Brasil)

Barbalha goleia e fica próximo à vaga da Copa do Brasil

O Barbalha goleou o Guarani de Juazeiro, na tarde deste domingo (27), em pleno estádio Romeirão, por 3 a 0, e manteve a liderança da primeira fase do Campeonato Cearense de Futebol. A etapa será encerrada na quarta-feira (30), quando a vaga da Copa do Brasil ficará entre o Barbalha, que enfrenta o Ferroviário, e o Atlético, que vai a Sobral para jogar contra o Guarany.

A rodada foi iniciada no sábado (26), com a vitória do Atlético sobre o Horizonte, pior 2 a 0. Neste domingo, além de Guarani 0x3 Barbalha, o Ferroviário vencei o Floresta, por 2 a 0, e Guarany de Sobral e Iguatu empataram sem gols.

Com os resultados, o Iguatu foi rebaixado, com apenas dois pontos ganhos, e o Guarani de Juazeiro terá que conseguir uma goleada histórica sobre o Iguatu, na quarta-feira, além de torcer por derrota de Floresta ou Horizonte, que se enfrentam. A equipe de Juazeiro terá que tirar um saldo negativo de sete gols.

(Foto: Reprodução)

MEC divulga amanhã os resultados do Sisu

O Ministério da Educação (MEC) divulga amanhã (28) o resultado Sistema de Seleção Unificada (Sisu), pela internet e pelo aplicativo do Sisu. Os estudantes que não foram selecionados podem participar da lista de espera a partir de terça-feira (29).

Aqueles que foram selecionados devem fazer a matrícula nas instituições de ensino no período de 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Os estudantes devem ficar atentos aos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio.

Quem não foi selecionado pode ainda participar da lista de espera. A adesão pode ser feita na página do Sisu a partir desta quarta-feira até o dia 5 de fevereiro. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.

A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções feitas na hora da inscrição não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção.

Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Puderam se inscrever no programa os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, 3,5 milhões de estudantes preencheram os requisitos.

(Agência Brasil)

Avenida Monsenhor Tabosa ganhará estudo para definir políticas públicas de incentivo à economia

A Prefeitura de Fortaleza realiza um estudo de mercado para a Avenida Monsenhor Tabosa para definir políticas públicas de incentivo à economia do lugar. De acordo com o prefeito Roberto Cláudio, a ideia é proporcionar mais eficiência às estratégias para movimentar a economia na área.

“Vamos fazer um estudo de sondagem sobre novos negócios para dinamizar o enorme potencial criativo que existe na Monsenhor Tabosa. Uma avenida que foi mudando de perfil ao longo dos anos, que faz parte da história da Cidade e está toda urbanizada e rodeada de pólos gastronômicos e culturais”, disse o prefeito.

Em relação a Praia de Iracema, após a aprovação da Lei nº 260/18, que define os incentivos fiscais para o bairro, deverá ser publicado, ainda este ano, o decreto que regulamenta as atividades econômicas e os empreendimentos que poderão obter estes incentivos fiscais.

Após a assinatura do decreto, a Prefeitura realizará seminário com empreendedores em potencial para que haja uma nova ocupação residencial e econômica na Praia de Iracema, incluindo incentivos fiscais.

(Com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Fortaleza)

Acredite quem quiser

Editorial do Estadão, neste domingo (27), avalia que “no rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência do Senado – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas”. Confira:

A presidência do Senado já não seduz mais Renan Calheiros (MDB-AL). No início desta semana, o senador alagoano veio a público para dizer que não almeja o cargo que já ocupou por três mandatos: 2005- 2007, 2013-2015 e 2015-2017. “Olha, não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente. Já o fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão (de indicar o candidato do partido) caberá à bancada, e temos outros nomes”, escreveu Renan no Twitter. Acredite quem quiser.

A manifestação do senador seria um refrigério para o espírito dos brasileiros crédulos e genuinamente preocupados com o resgate moral do Senado. No rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência da Casa – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas. Que ele cumpra a própria escrita e não se candidate. Mas acreditar, quem há de?

O MDB, de fato, tem outros nomes que podem postular o comando do Senado na próxima legislatura sem que isso represente um compromisso do partido com o atraso e a velha política, perniciosa não porque “velha”, mas porque traz em si um conjunto de práticas intoleráveis no exercício do múnus público que foi rejeitado pelos eleitores no pleito de outubro do ano passado. Há outros partidos com quadros igualmente qualificados para o maior cargo da Câmara Alta.

A desejada renovação na política não está restrita ao repúdio a velhos sobrenomes que há décadas mandam e desmandam no Poder Legislativo. Também diz respeito a um novo olhar sobre o exercício da política sob inspiração de um conjunto de valores e práticas altivas e decentes que se opõem diametralmente a tudo o que o senador Renan Calheiros, que responde a mais de uma dezena de processos e inquéritos policiais, personifica.

No ano passado, cada Estado elegeu dois senadores. Das 54 cadeiras que estavam em disputa, 46 serão ocupadas por novos parlamentares a partir do mês que vem, o que representa uma impressionante taxa de 85% de renovação. Poucos sinais emitidos pelas urnas são mais eloquentes do que este. O triunfo de alguém como Renan Calheiros na eleição interna da Câmara Alta iria frontalmente contra o estado de ânimo da Nação e representaria a total desmoralização do Senado.

Logo o Congresso Nacional estará às voltas com a discussão de uma série de projetos de lei e emendas constitucionais que tratarão de reformas imprescindíveis para o reequilíbrio das contas públicas – a reforma da Previdência é apenas a mais vital delas -, para a retomada do crescimento econômico e a consequente geração de emprego e renda para os brasileiros. Diante de tamanho desafio, é absolutamente temerário que a presidência de uma das Casas Legislativas e a do próprio Congresso estejam a reboque dos humores e dos interesses políticos de Renan Calheiros, um oligarca que já mostrou por seguidas vezes que cuida antes de seus interesses do que dos interesses do País.

Renan Calheiros tem história – adere a qualquer governo, ao qual serve até que lhe seja conveniente trocar de bandeira. Num tipo assim só confia quem não tem juízo. Vejamos. Ele, que se aliou ao PT na eleição passada, já fez seus acenos ao governo de Jair Bolsonaro. Recentemente, pôs-se em defesa do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), às voltas com as explicações sobre a movimentação financeira atípica de seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz. Mesmo antes da posse de Jair Bolsonaro, o senador alagoano, que apoiou Fernando Haddad, disse que “não poderia antecipar” se faria oposição ao então presidente eleito. “Você não pode se colocar indefinidamente num campo político. Dá para se fazer muita coisa sem rótulos”, disse ele após a sessão do Congresso que celebrou os 30 anos da Constituição, em novembro.

O tempo da maleabilidade moral e política do senador Renan Calheiros não tem cabimento num Congresso que fez o possível para demonstrar que a política é assunto sério para homens e mulheres de bem.

Justiça de Minas bloqueia R$ 11 bilhões da Vale para ressarcir danos

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A Justiça mineira determinou o terceiro bloqueio de valores da mineradora Vale, desde o rompimento das barragens da Mina Córrego do Feijão, no município de Brumadinho (MG), na tarde da sexta-feira (25). No total, até o momento, a empresa responsável pelo empreendimento terá que dispor de pelo menos R$ 11 bilhões para ressarcir danos e perdas de forma geral.

Este último pedido acatado pela justiça ontem (26) foi apresentado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que definiu o valor de R$ 5 bilhões, seria exclusivamente para garantir reparação de danos causados às vítimas.

Os promotores Maria Alice Costa Teixeira, Marcelo Schirmer Albuquerque, Cláudia Spranger e Márcio Rogério de Oliveira, que assinaram a ação, destacaram que além de danos materiais, as vítimas sofreram “evidentes e notórios os danos morais, psicológicos, emocionais, comunitários, de saúde e culturais”.

De acordo com os autores do pedido, a mineradora obteve proveito econômico da exploração na região e têm que arcar com o ônus do desastre. No pedido, eles apontam que, segundo informações da própria empresa, apenas no 3º trimestre de 2018 a Vale obteve lucro líquido recorrente de R$ 8,3 bilhões e, diante do ocorrido, é fundamental que tais valores não sejam distribuídos entre os acionistas e investidores da empresa, mas sim revertidos para as medidas de recuperação ambiental e reparação dos danos.

O MPMG defende que a mineradora se responsabilize pelo acolhimento, abrigamento em hotéis, pousadas, imóveis locados, arcando com os custos relativos ao traslado, transporte de bens móveis, pessoas e animais, além de total custeio da alimentação, fornecimento de água potável. Para este atendimento, os promotores ainda orientam que pessoas atingidas sejam ouvidas sobre o melhor local e forma de abrigo para cada família.

Em decisão anterior, também nesse sábado, o Judiciário mineiro já havia bloqueado R$ 5 bilhões para a reparação de danos ambientais. No mesmo dia, o juiz Renan Chaves Carreira Machado, responsável pelo plantão judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em Belo Horizonte, ordenou o bloqueio de outros R$ 1 bilhão da mineradora. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ainda multou a Vale em R$ 250 milhões.

(Agência Brasil)

Por falta de recursos, ONG retorna atividades com atendimento reduzido

A Organização Não Governamental (ONG) Existir, que realiza atividades extracurriculares com crianças e adolescentes com Síndrome de Down, no bairro Bela Vista, inicia os exercícios educacionais de inclusão de 2019 com apenas dois dias na semana – quarta-feira e quinta-feira -, diante da falta de recursos.

As crianças e adolescentes assistidos participam de brincadeiras e recebem lembrancinhas doadas pelos padrinhos. A direção afirma que tenta minimizar o preconceito e as diferenças sociais, aproximando a sociedade civil do projeto.

“Estamos de portas abertas para quem deseja nos conhecer”, disse João Manoel, que é pai de uma criança Down e presidente da organização.

Outra bandeira da instituição é a inclusão educacional e social. “Sempre defendi a inclusão, sobretudo a liberdade igualitária para todos, mas vejo muita resistência. Para tanto, necessitamos do apoio profissional, governamental e familiar”, completou Manoel.

A ONG Existir conta com o apoio voluntário de uma assistente social, uma terapeuta ocupacional, uma fonoaudióloga, uma pedagoga e uma psicopedagoga.

(Foto: Divulgação)

Autônomos e trabalhadores rurais devem se cadastrar no site da Receita

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Autônomos e trabalhadores rurais que contribuem para a Previdência Social devem estar atentos. Desde o último dia 15, eles devem preencher o novo Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF). A medida faz parte do cronograma de ampliação do eSocial, ferramenta que unifica as prestações de informações dos empregadores em um único ambiente.

O CAEPF substitui o Cadastro Específico do Instituto Nacional do Seguro Social (CEI). De 1º de outubro do ano passado até 14 de janeiro, a inscrição era facultativa, mas passou a ser obrigatória desde 15 de janeiro. Segundo a Receita Federal, o novo cadastro reunirá informações das atividades econômicas exercidas pela pessoa física e facilitará a garantia dos direitos dos empregados e empregadores.

Estão obrigados a preencher o CAEPF os contribuintes individuais (autônomos) nas seguintes situações: que tenha segurado que lhe preste serviço, titular de cartório (mesmo inscrito como pessoas jurídicas), produtor rural que contribua individualmente com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pessoa física não produtora rural, mas que revende a produção rural no varejo.

Também estão obrigados a aderir ao novo cadastro os segurados especiais. Essa categoria engloba os trabalhadores rurais em regime de agricultura familiar (sem mão de obra assalariada), incluindo cônjuges, companheiros e filhos maiores de 16 anos que ajudam na produção.

Antes de preencher o CAEPF, o contribuinte deve ir ao site do eSocial, selecionar a opção Primeiro acesso e preencher o cadastro de empregador/contribuinte que aparece na tela. Em seguida, deve clicar no botão Acesso ao Sistema CAEPF para ser direcionado ao sistema da Receita Federal e inserir os dados de contribuinte individual ou segurado especial.

Quem é empregador doméstico e já está inscrito no eSocial pode ir direto ao Centro de Atendimento Virtual da Receita Federal (e-CAC) para fazer o procedimento. Não é necessário reintroduzir as informações do empregador no portal do eSocial.

Para entrar no e-CAC, o empregador deve ter um código de acesso. Para obtê-lo, o segurado precisa informar ou o número do recibo da última declaração do Imposto de Renda ou o número do título de eleitor, caso seja isento de declarar renda. Quem não tem acesso à internet deve procurar a unidade da Receita Federal mais próxima para preencher o cadastro.

(Agência Brasil)

A publicidade como regra

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Editorial do O POVO deste domingo (27) avalia decreto assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, quando no exercício da Presidência, que estendeu para funcionários do governo federal o poder de decidir quais papéis públicos ficarão em segredo. Confira:

Um dos instrumentos mais importantes para tornar mais transparentes os negócios públicos foi sancionado em 2011 pela então presidente Dilma Rousseff: a Lei de Acesso à Informação (LAI). Depois de 23 anos, havia sido regulamentado o artigo da Constituição de 1988, que garante a todos o direito ao acesso às informações geradas pelos órgãos públicos. Esses dados, normatiza a lei, têm de ser divulgadas por iniciativa das instituições ou a pedido de qualquer cidadão. A LAI acabou também com o “sigilo eterno” – estabelecendo que nenhum documento poderia ficar por mais de 50 anos sem acesso público – e classificou informações em três categorias: reservadas (5 anos de sigilo), secretas (15 anos) e ultrassecretas (25 anos), não podendo ter o prazo de sigilo renovado por mais de uma vez.

Essa classificação, até esta semana, era de atribuição exclusiva do presidente da República, do vice-presidente, de ministros de Estado, dos comandantes das Forças Armadas e dos chefes de missões diplomáticas ou consulares permanentes no exterior. No entanto, decreto assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, quando estava no exercício da Presidência, criou novas regras que passaram a vigorar na quinta-feira. O decreto autoriza também servidores em cargos comissionados a classificar esses documentos. Assim, mais de 1.200 funcionários do governo federal passarão a dispor de poderes para decidir quais papéis públicos ficarão em segredo.

A decisão foi criticada por todas as agências que militam na área da transparência pública, pois a ampliação do número de pessoas com autoridade de censura pode fomentar abusos. Em casos assim, não é recomendável contar apenas com a boa vontade e o discernimento de cada servidor, que disporá desse arbítrio, por isso a lei original é restritiva nesse aspecto.

Leve-se em conta, ainda, que o decreto contraria o discurso do governo que prometeu, durante a campanha, a ampliar a transparência e abrir as “caixas pretas” supostamente deixadas por antecessores. O que precisa ficar claro, quando se trata de informações públicas, é que a norma deve ser a publicidade, sendo o sigilo exceção. O decreto assinado pelo governo, aponta em direção contrária.

Padre Resende é homenageado na igreja Cristo Rei

O padre Raimundo Nonato Resende foi homenageado neste domingo (27), durante a tradicional Missa das Crianças, na igreja Cristo Rei, por causa de seus 25 anos de sacerdócio. As próprias crianças firam responsáveis pela homenagem, que estiveram à frente do Lúdico (música, histórias, teatro) e o Litúrgico.

Com a encenação do teatro de bonecos, as crianças apresentaram histórias alicerçadas no Evangelho do dia e dos ensinamentos bíblicos.

(Foto: Divulgação)

Mega-Sema acumula e prêmio da quarta-feira é de R$ 20 milhões

Nenhum apostador acertou os cinco números da Mega-Sena, sorteados na noite desse sábado (26), em Quirinópolis/GO. Segundo estimativa da Caixa Econômica Federal, o prêmio da quarta-feira será de R$ 20 milhões.

Os números sorteados ontem foram: 1921263142 e 49.

A Quina também voltou a acumular e o prêmio desta segunda-feira (28), de acordo ainda com a estimativa da Caixa, será de R$ 8,6 milhões. Os números sorteados nesse sábado foram: 26 – 47 – 61 – 65 e 74.

Pode isso, Arnaldo?

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Da Coluna Guálter George, no O POVO deste domingo (27):

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque, se licencia do mandato e assume a Secretaria das Cidades apenas depois de passar a presidência da Assembleia para o sucessor, em fevereiro próximo. Mas, diariamente conversa com Paulo Henrique Lustosa, que continua secretário e, já está decidido, permanecerá na equipe, à frente de uma das fortes coordenadorias que integram a pasta, uma das mais capilares e estruturadas da máquina estadual.

As articulações para Mesa Diretora da Assembleia seguem firmes, agora sob o comando de José Sarto (já definido como candidato de consenso dos governistas à presidência). A novidade das últimas horas é que o PP garantiu uma das vagas e já definiu que o deputado Leonardo Pinheiro irá ocupá-la, resultado direto do expressivo crescimento da bancada entre eleição e posse, depois de fechadas as urnas. Pode isso, Arnaldo?

Pode. Na verdade, calcula-se que o PP terá seis representantes quando os trabalhos da nova legislatura começarem no dia 1º. O próximo a anunciar filiação ao partido, cuja executiva estadual é presidida pelo deputado federal eleito AJ Albuquerque, deverá ser Nelinho, deputado estadual eleito pelo PSDB. Antes dele, o Apóstolo Luiz Henrique já migrara do Patriota. Além disso, a licença de Zezinho, pai de AJ, dará lugar ao suplente pepista Lucílvio Girão.

Mourão ficará no exercício da Presidência por 48h

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O vice-presidente, Hamilton Mourão, assumirá amanhã (28) o exercício da Presidência da República por 48 horas, período de convalescença do presidente Jair Bolsonaro, da cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia. A informação foi confirmada pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

Bolsonaro será submetido à cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, que usa desde setembro do ano passado após ter sofrido uma facada. Será a terceira cirurgia do presidente em quatro meses após ter sofrido o atentado em Juiz de Fora, Minas Gerais.

O porta-voz informou que Mourão exercerá a Presidência no período da cirurgia e por 48 horas após o procedimento. O governo federal optou por seguir a orientação médica e ampliar o período.

Mourão deverá comandar na terça-feira (29) a reunião ministerial, que Bolsonaro passou a realizar uma vez por semana, no Palácio do Planalto.

Cirurgia

A previsão é que o período de recuperação do presidente dure dez dias. Porém, o porta-voz da Presidência informou que Bolsonaro pretende despachar do próprio Hospital Albert Einstein.

Rêgo Barross disse que deverá haver briefings diários no hospital para detalhar o estado de saúde do presidente e as atividades previstas para o dia seguinte. Os boletins médicos de Bolsonaro serão emitidos pelo Albert Einstein, porém a divulgação ficará sob “tutela” do porta-voz.

(Agência Brasil)

Vídeo com carros iguais mostra deslocamento de veículos original e fraudado até delegacia

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Um vídeo que está circulando nas redes sociais mostra uma cena inusitada. Dois carros iguais, com a mesma placa, trafegam lado a lado pelas ruas de Fortaleza. De acordo com o delegado Joanilson Albuquerque, do 10º Distrito Policial, a filmagem flagrou o exato momento em que o carro original e o veículo fraudado se dirigiam à delegacia para averiguação. Os modelos que aparecem na gravação são dois Honda HRV vermelhos, com placas PMQ 3304.

O delegado contou à reportagem do O Povo que o carro com placa adulterada estava em frente a uma clínica localizada no bairro Parangaba quando foi avistado por uma pessoa que conhece o proprietário do veículo verdadeiro. Ao ligar para o dono para confirmar se era ele quem estava no carro, foi descoberta a farsa.

O proprietário do carro original comunicou o fato à polícia, que foi ao local e prendeu uma senhora que estava em posse do veículo de placa clonada. Os dois automóveis foram levados ao 10º DP.

A condutora do carro com identificação falsificada foi autuada em flagrante com base nos artigos 297 e 311 do Código Penal, que tratam da falsificação de documento público e adulteração de chassi, respectivamente. Ela não tinha passagem pela polícia e não teve o nome revelado.

(O POVO Online)

Ministério da Justiça diz que PF investiga ameaças a Jean Wyllys

O Ministério da Justiça e Segurança Pública lamentou, em nota, a decisão do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) de deixar o país devido às ameaças que têm sofrido. O ministério rebateu a afirmação do parlamentar de que há omissão das autoridades em relação a essas ameaças.

Segundo o Ministério da Justiça, a Polícia Federal abriu inquéritos, ao longo de 2017 e 2018, “para apurar ofensas e ameaças contra o deputado”. As investigações estão em andamento, mas a Polícia Federal identificou um dos autores: Marcelo Valle Silveira Mello, preso em 2018.

Conforme a nota, Mello integra o grupo autointitulado “Homens Sanctos” e usava a identidade de Emerson Setim para fazer ameaças ao deputado. O Ministério da Justiça e Segurança Pública “repudia a conduta dos que se servem do anonimato da internet para covardemente ameaçar qualquer pessoa e em especial por preconceitos odiosos”.

Nesta semana, o deputado anunciou, em carta ao PSOL, que não assumirá o mandato na Câmara dos Deputados, para o qual foi reeleito em outubro de 2018, e que ficará um tempo fora do país.

(Agência Brasil)