Blog do Eliomar

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Veja o momento em que professores estaduais decidiram suspender a greve. Tire suas conclusões

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A suspensão da greve dos professores estaduais causou muita polêmica. Durante assembleia da categoria, na ultima sexta-feira, no ginásio Paulo Sarasate, houve quem duvidasse da maioria do “sim” dado ao fim do movimento.

Estamos veiculando essas imagens da assembleia para que nossos leitores tirem suas conclusões.

Tribunais superiores têm 1.211 seguranças. Número é de fazer inveja à PF

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A mais alta esfera do Poder Judiciário, representada por cinco tribunais superiores, tem em Brasília mais seguranças e vigilantes que a Polícia Federal consegue manter nas fronteiras do país. Nos 15,7 mil quilômetros limítrofes, a PF tenta combater a passagem de armas e drogas, além de frear o contrabando, com um grupo que varia entre 900 e mil agentes. Nos tribunais, um batalhão de 1.211 vigilantes e seguranças cumpre uma missão bem menos engenhosa: garantir a proteção de 93 ministros e o controle do entra-e-sai nos prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tribunal Militar (STM).

São 13,2 guardas para cada um dos brasileiros que alcançaram o topo da pirâmide da magistratura. Quadro avesso ao do Fórum de São Gonçalo, onde trabalhava a juíza Patrícia Aciolly, executada com 21 tiros sem que ao menos um guarda estivesse ao seu lado. Número que supera até mesmo a tropa de 969 vigilantes contratados para cuidar do cofre do Tesouro: as nove diretorias e a sede do Banco Central na capital federal.

A elite do Judiciário ainda conta com um batalhão de 386 recepcionistas, 287 motoristas e 271 copeiros e garçons. Há também casos peculiares, como os 14 lavadores de carros do STJ e o grupo de cinco contratados para limpar as áreas envidraçadas do TST. Em quase 100% dos casos, são contratos de terceirização firmados com empresas especializadas em destinar pessoal à administração pública no Distrito Federal. Grupos que acumulam lucros para cada funcionário cedido.”

(Globo)

Ex-presidente do TCU e grupo de abnegados prometem reerguer o time do Ferroviário

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Ubiratan e Luís Carlos, com novo estatuto da associação dos amigos do Ferroviário.

Será ressuscitada, nesta segunda-feira, a partir das 10 horas, a Associação dos Amigos do Ferroviário Atlético Clube. Isso ocorrerá durante reunião no escritório do advogado Paulo Quezado, torcedor sadio do time.

Um grupo de torcedores resolveu apoiar a atual gestão do clube com o objetivo de reerguer o clube em todos os sentidos. Entre esses abnegados estão Ubiratan Aguiar, ministro aposentado do TCU, Luis Carlos Correa, diretor de Mudanças Confiança, empresário Chateaubriand Arrais, Ruy do Ceará, ex-dirigente do clube e seu filho, Guedes Neto, além de outros nomes que prometeram comparecer ao encontro.

Ubiratan Aguiar está confiante de que o Ferroviário voltará ao seu lugar de destaque no cenário do futebol cearense. O clube, que tem patrimônio e escolinha de futebol, precisa, conforme Ubiratan, de gestão. E, claro, dinheiro.

(Foto – Paulo MOska)

AFBNB teme nomeações bancadas pelo PMDB na Instituição

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Da Associação dos Funcionários do Banco do Nordese do Brail (AFBNB), recebemos a seguinte nota, que diz respeito a nomeações de diretores na Instituição. Confira:

Caro Eliomar de Lima,

Na última semana, uma coluna do Globo informou a vitória do PMDB ao indicar dois diretores para o BNB, entre eles o atual superintendente do Estado do Ceará, Isidro Moraes. O fato foi reproduzido na Coluna Vertical S/A, do Jocélio Leal, do O POVO. A Associação dos Funcionários do BNB (AFBNB), ao tomar conhecimento da possível nomeação de Isidro, produziu uma nota na qual demonstra preocupação e repudia o ato, conforme abaixo. A nota foi enviada ao presidente do Conselho de Administração do Banco, conselho este qaue esteve reunido ontem, no Passaré, bem como está sendo enviada à Casa Civil e às direções nacionais do PMDB e PT.

Envio a nota para seu conhceimento e, se possível, para repercussão no seu Blog.

NOTA OFICIAL – AFBNB

Possível nomeação no BNB é uma afronta aos trabalhadores
Reiteradas vezes a Associação dos Funcionários do BNB (AFBNB) tem publicado que o Banco do Nordeste não é moeda de troca, e que quem vier a ocupar cargos de relevância na administração deve atender a um perfil – reputação ilibada, capacidade de diálogo com os trabalhadores dentre outras características. Este perfil é defendido pela AFBNB na Carta Compromisso com o Desenvolvimento Regional, documento entregue à presidenta da República e aos governadores da região. Tal posicionamento foi reforçado no início deste ano, diante dos inúmeros balões de ensaio quanto à nomeação do presidente e diretoria da instituição.

A coluna de Ilimar Franco (Jornal O Globo) de hoje informa que o PMDB teria emplacado dois nomes para a diretoria do Banco do Nordeste do Brasil, sendo um deles o atual superintendente do Banco no Estado do Ceará, Isidro Moraes de Siqueira, para a diretoria de Controle e Risco.

Além do aspecto já citado, caso seja con” rmado, a AFBNB vê com grande preocupação, haja vista que o Superintendente do Ceará tem sido motivo de matérias desta Associação dando conta de práticas antisindicais e de assédio moral contra seus subordinados, que lhe valeram moção de repúdio em assembléia dos bancários durante a greve de 2009, e de manifestações do movimento sindical na sede da superintendência. Afora isso, tramitam
no Ministério Público Federal e Estadual denúncias – já de domínio público – de irregularidades em operações no âmbito da Superintendência pela qual ele responde.

O próprio Ministério Público Estadual já expediu documento ao presidente do Banco afirmando que os depoimentos dados àquele órgão são contundentes e apontam para a veracidade das denúncias.

A AFBNB não apenas repudia a nomeação de Isidro, a qual não atende o perfil defendido pela entidade, assim como exige que seja revogada, em caso de confirmação, considerando o que foi dito acima. O Banco do Nordeste do Brasil, enquanto instituição indutora do desenvolvimento de uma região que ainda precisa superar inúmeros desafios para alcançar indicadores sociais aceitáveis, precisa estar acima de disputas e acomodações
político-partidárias.

O BNB precisa, sim, ter condições para cumprir plenamente sua missão, por exemplo, com aumento de seu capital social e rede de agências para melhor servir à sociedade e respeito a sua característica de banco de desenvolvimento e não comercial. Nesse sentido, a AFBNB ratifica o entendimento de que não é adequado promover nomeação de tamanha envergadura sem que as denúncias ora em investigação pelos órgãos internos e externos sejam concluídas, sob pena de prejuízos à instituição e à sociedade.

Esperamos que a presidenta da República tenha sensibilidade para resolver essa situação, uma vez que é de sua exclusiva alçada e responsabilidade a nomeação, à
luz do perfil que lhe foi disponibilizado pela AFBNB e à altura e importância de uma instituição do caráter do Banco do Nordeste do Brasil.

Quanto a nós, Associação, estamos encaminhando essa preocupação às direções do PMDB e PT, à Casa Civil, ao Conselho de Administração do Banco e ao Ministério da Fazenda (ao qual o Banco está vinculado).

PEC do Trabalho Escravo tramita há 10 anos na Câmara

“A Proposta de Emenda à Constituição 438/01, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, tramita há dez anos na Câmara dos Deputados. A matéria já foi votada em primeiro turno na Casa, mas precisa passar por uma segunda discussão. Caso haja alteração, ela volta ao Senado para nova apreciação, pois foi lá que a proposta começou a tramitar.

De acordo com o texto aprovado para discussão em segundo turno da matéria, “as propriedades rurais e urbanas de qualquer região do país onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas ou a exploração de trabalho escravo serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei, observando, no que couber, o disposto no Artigo 5º” da Constituição Federal.

O Artigo 5º determina que o direito à propriedade é garantido, mas que ela deverá atender à função social. Além disso, o artigo prevê que uma lei estabelecerá o precedimento de desapropriação, ressalvando-se os caos previstos na Constituição.

E possível haver desapropriação sem indenização quando a propriedade é usada para plantação de drogas psicotrópicas. A PEC pretende incluir neste mesmo trecho (Artigo 243) a hipótese de desapropriação por causa da constatação de trabalho análogo à escravidão.

O deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), contrário à proposta, disse que a preocupação dos setores do agronegócio quanto à matéria é que algumas questões precisam estar claras na lei para que não haja desapropriações injustas. “[Ainda falta clareza] sobre o que é trabalho degradante, sobre o que é uma jornada exaustiva. Temos que definir o que é esse tipo de coisa”, explicou. “[Há] pressão em cima dos produtores, como se estivessem praticando trabalho escravo. Em alguns casos há, mas na maioria não”, completou.

O deputado Federal Cláudio Puty (PT-PA), um dos que defendem a proposta, afirmou que é necessário a aprovação de uma legislação mais rigorosa contra a prática do trabalho escravo. “Precisamos de uma legislação mais dura contra esse instrumento que é reduzir custos nas empresas por meio da precarização do trabalho, chegando ao trabalho análogo à escravidão. Escravidão por dívida, por ameaças, por impedimento do direito de ir e vir”, disse.

Ele afirmou ainda que há um compromisso do presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), de colocar a matéria em pauta, mas ainda não há consenso. Somente neste ano, quase dez requerimentos foram feitos ao plenário da Câmara pedindo a inclusão na ordem do dia da proposta. A última vez que ela entrou em pauta foi em 2009, mas não chegou a ser apreciada.”

(Agência Brasil)

Aécio diz que encara Dilma ou Lula

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Diante da pressão de tucanos para que assuma a pré-candidatura a presidente, Aécio Neves (MG) não deixa dúvidas sobre sua disposição. “Se for a vontade do partido, estarei pronto para disputar com qualquer candidato do campo do PT, seja Lula ou Dilma”, disse o senador ao Estado. Ele afirmou não acreditar que Lula entre na briga, porque “é muito difícil” que a presidente não se candidate. Se o ex-presidente entrar, porém, Aécio disse que “as diferenças ficarão ainda mais claras”: “Será o futuro versus o passado”. Ele afirmou que a opção por José Serra “terá de ser avaliada por seu capital eleitoral e experiência”, e citou Geraldo Alckmin (SP), Marconi Perilo (GO) e Beto Richa (PR) como presidenciáveis.

Sobre Lula

“Se for contra Lula, será a disputa da eficiência contra o aparelhamento da máquina pública”

Sobre o PSDB

“O partido amadureceu o suficiente para ver que, ou vamos unidos, ou não teremos êxito”.

(Estadão)

TSE fará concurso para 300 vagas

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“O edital do concurso do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve sair até novembro. A Consulplan foi a empresa vencedora da licitação e já está autorizada a elaborar as regras da seleção. A expectativa é que o edital seja para cadastro de reserva, entretanto, segundo fontes ouvidas pelo Congresso em Foco/SOS Concurseiro, cerca de 300 aprovados serão aproveitados.

As oportunidades serão para técnico e analista judiciário, cargos que têm remuneração entre R$ 4,6 mil e R$ 6,6 mil, respectivamente.

A Consulplan é pouco conhecida pelos concurseiros, por isso a escolha do TSE está trazendo muitas dúvidas aos que se preparam para a prova.”

* Do site SOS Concurseiros leia aqui.

Comentário do Felipão – Ceará X Figueirense

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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ygFZ2EsZrag[/youtube]

O Ceará encara neste domingo, a partir das 18 horas, no Estádio Presidente Vargas, mais um jogo em clima de decisão. Vai enfrentar o bem arrumado Figueirense, de Santa Cartarina. O jornalista Felipe Araújo faz projeções sobre esse jogo valído pela Série A, do Brasileirão, e lembra que o alvinegro não pode vacilar.

Palocci continua sob mira da investigação

Com o título “O MP ainda cerca Palocci”, eis um dos destaques da revista IstoÉ desta semana:

Depois de perder o cargo em junho por suspeitas de enriquecimento ilícito, o ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci acreditava ter se livrado de uma ação na Justiça. Na época, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse não ter encontrado razões que justificassem investigação sobre o então homem-forte do governo Dilma Rousseff.

A decisão de Gurgel, no entanto, não foi suficiente para paralisar os trabalhos da primeira instância do MP, onde subprocuradores conseguiram abrir um processo para investigar se Palocci cometeu improbidade administrativa. O fato de ser alvo apenas de ação na esfera cível vinha sendo contabilizado pelo petista como uma primeira vitória jurídica.

O que não estava nos planos de Palocci era que as apurações sobre improbidade encontrassem indícios de que houve crime na atuação de sua consultoria em alguns contratos. Indícios suficientes para justificar a abertura de uma ação criminal inicialmente rejeitada pelo procurador-geral. Ouvidos por ISTOÉ, subprocuradores dizem que documentos indicam que houve crimes de ordem fiscal que lesaram o patrimônio público.

As suspeitas são de que Palocci orientava seus clientes não apenas sobre contratos, mas também sobre a declaração de lucros. Os documentos estão agora nas mãos do subprocurador do Distrito Federal, Gustavo Velloso, que já iniciou a análise e deverá determinar abertura de inquérito criminal contra a empresa do ex-ministro.

"Rei do Baião" em exposição no Cariri

Essa é da Coluna Cariri, do O POVO, assinada pelo grande Tarso Araújo:

De 11 a 16 deste mês, em Juazeiro do Norte, haverá o Projeto “Gonzagão – Memórias do Rei do Baião”.

Homenagem ao “Rei do Baião”, com exposição fotográfica, cantorias, palestras e muita animação.

DETALHE – Bom lembrar que  em 2012 todos estaremos comemorando o centenário de Gonzagão.

Fortaleza é sede de Conferência sobre Gestão Hospitalar nos Países de Língua Portuguesa

Fortaleza é sede da V Conferência de Gestão Hospitalar dos Países de Língua Portuguesa. A abertura ocorrerá a partir das 8 horas desta segunda-feira, no Hotel Oásis Atlântica, tendo à frente o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, que representará o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele fará palestra sobre as Ações do Ministério da Saúde. Também estarão presentes o governador do Ceará, Cid Gomes e o secretário de Saúde do Estado, Arruda Bastos. A coordenação é do presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Aramicyr Pinto.

Cerca de 500 convidados, entre gestores de unidades hospitalares, médicos, secretários municipais de saúde, enfermeiros, arquitetos, engenheiros e administradores participarão do evento que se estenderá até terça-feira. etc. Em debate, questões como Sistemas de Saude, Crise Europeia e Impactos no Setor Hospitalar, Arquitetura Hospitalar, Modelos de Financiamento, Tecnologias e Equipamentos e Hospitais para a Copa do Mundo de 2014.

SALÃO

Paralelo ao encontro, ocorrerá o V Salão Internacional dos Produtos, Serviços, Tecnologias e Equipamentos Médicos e Hospitalares para os Países de Língua Portuguesa, com os mais recentes avanços na área técnica e científica e que será visitado por gestores e quadros decisores da área da saúde, provenientes dos países participantes na Conferência.

PR faz reestruturação e sonha com uma vice em Fortaleza, diz vice-presidente

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O Partido da República no Ceará iniciou trabalho de reestruturação de olho nas próximas eleições. A vice-presidente regional do PR, deputada federal Gorete Pereira, adianta que não há pretensão do partido de ter candidato a prefeito de Fortaleza. O PR sonharia com uma vice, admite a parlamentar.

Copa 2014 – FIFA impõe regras de Dilma reage

Com o título “Quem manda na Copa?”, eis um dos destaques da revista IstoÉ desta semana.

O jogo é duríssimo. Embalado por uma série de conquistas nos últimos anos, o time da casa quer mostrar aos torcedores sua força emergente. O adversário é um gigante acostumado a vencer embates por goleada e que não reluta em usar artifícios – mesmo se forem polêmicos – para alcançar seus objetivos. Mais do que apenas uma competição esportiva, a Copa do Mundo pode se transformar em um confronto encarniçado entre o país-sede, como o Brasil em 2014, e a Fifa, organizadora do evento. Faltam 32 meses para o Mundial, mas a disputa já está acirrada. A Fifa fez ao governo brasileiro uma série de exigências que, se forem rigorosamente cumpridas, criam uma espécie de Estado paralelo enquanto o torneio durar. A entidade máxima do futebol briga por mudanças em leis federais, estaduais e municipais, impõe a contratação de fornecedores (o que vale principalmente para obras nos estádios), quer o controle de toda a publicidade ligada à Copa e pede até a tipificação de novos crimes acompanhada pela criação de varas para julgá-los. Para os defensores da Fifa, entre eles a Confederação Brasileira de Futebol, nada mais justo do que ceder aos apelos de quem trouxe o maior evento esportivo do planeta para o território brasileiro. Para os críticos das propostas, inclusive gente graúda do governo federal, as imposições colocam em risco a soberania nacional. Quem vai vencer essa guerra?

Na semana passada, a reunião realizada em Bruxelas, na Bélgica, entre a presidente Dilma Rousseff, o ministro do Esporte, Orlando Silva, e Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa (o presidente da federação, Joseph Blatter, não participou do encontro), deu a impressão inicial de que o Brasil está disposto a oferecer o máximo de privilégios à entidade. Não é bem assim. Dilma aceita rever alguns pontos da Lei Geral da Copa, que será analisada no Congresso nos próximos dias, mas é inflexível em outros. A presidente se recusa a alterar o Estatuto do Idoso, que garante a pessoas acima de 60 anos o direito à meia entrada em eventos culturais e esportivos. Se Dilma realmente vencer a batalha, será uma derrota e tanto para a Fifa, que sonha em controlar o preço e a venda dos ingressos da competição. A interlocutores, Dilma também afirmou que não mexerá em uma vírgula do Código de Defesa do Consumidor. Parece pouco, mas significa um golpe na forma de trabalhar da Fifa. Como em Copas passadas, a entidade quer vender ingressos acompanhados de pacotes turísticos. De acordo com a legislação brasileira, a prática configura venda casada, o que é proibido. A ingerência da Fifa preocupa representantes de diversos setores. “Não podemos nos curvar aos ditames impostos pela Fifa”, diz Wadih Damou, presidente da seccional carioca da Ordem dos Advogados do Brasil. “Ela não está acima das regras nacionais.”


Idade da frota de ônibus de Fortaleza tem média de 4 anos

O índice de renovação da frota de ônibus de Fortaleza hoje é de quatro anos em média, segundo o presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Ceará, Piauí e Maranhão (Cepimar), Davi Oliveira.

“É um dos maiores índices do País”, diz ele, adiantando que o segmento continua investindo em novos ônibus, de olho também nos projetos de mobilidade urbana que estão sendo tocados por conta da Copa 2014.

Davi Oliveira esteve na última semana em Brasília, conferindo mais uma reunião da Associação Nacional de Transporte Urbano (ANTU) d qual é vice-presidente. O setor não deixa de lado a luta pela desoneração de impostos, observando que transporte coletivo barato precisa ser prioridade de qualquer gestão no País.

(Foto – Paulo MOska)

ONU corrige números sobre homicídios em São Paulo e no Rio

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A Organização das Nações Unidas (ONU) corrigiu os números referentes às taxas de homicídio do Rio de Janeiro e de São Paulo, que fazem parte do Estudo Global de Homicídios 2011, divulgado na quinta-feira (6) pela entidade. De acordo com os números reais, em 2009, a média de assassinatos ficou em dez a cada grupo de 100 mil habitantes, na capital paulista, e 35 a cada 100 mil habitantes na capital fluminense. No país, a média está em cerca de 30 a cada 100 mil.

Os dados divulgados estavam bem acima da média real. O gráfico da página 78 do levantamento mostrava que a quantidade de homicídios estava em torno de 40 a cada 100 mil, em São Paulo, e de 100 a cada 100 mil, no Rio de Janeiro, durante o mesmo período.

Os números foram contestados pelo Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, que apontou média de 34,4 assassinatos, em 2009. O mesmo ocorreu com os índices de São Paulo, que superavam quatro vezes o número registrado em 2009.

A errata está disponível no site das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc). “O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime informa que houve um erro na montagem do gráfico 6.4 da página 74, do Estudo Global sobre Homicídios 2011, que trata da queda dos índices de homicídios das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro” , informa a nota. A entidade alerta, no entanto, que a análise sobre a queda dos homicídios nas duas cidades está correta.

(Agência Brasil)

Após viagem à Europa, Dilma deve intermediar acordo sobre royalties do petróleo

Após viagem à Europa, a presidenta Dilma Rousseff retomará sua agenda política no Brasil e terá como uma das missões resolver as discussões entre estados produtores e não produtores sobre a redistribuição dos royalties do petróleo. O impasse criado faz com que lideranças como o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), assumam publicamente que o consenso em torno da matéria está fora de cogitação.

Durante reunião em seu gabinete, Sarney reconheceu que “nunca haverá 100%” de acordo em torno da redistribuição dos royalties. Como a maioria dos senadores, José Sarney tem tratado essa como uma questão federativa e não de orientação partidária. Ao mesmo tempo, seu trabalho tem sido o de viabilizar uma tramitação o mais tranquila possível do projeto do senador Wellington Dias (PT-PI), definido como base para as negociações.

Esse foi o trabalho das lideranças partidárias nos últimos sete dias, enquanto a presidenta Dilma Rousseff cumpre internacional. “A proposta está evoluindo”, resumiu o líder Romero Jucá, sem entrar em detalhes. Por outro lado, Sarney e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), fecharam acordo pelo qual não será remetida qualquer medida provisória ao Senado, enquanto a redistribuição dos royalties não for definida. Também foi criada uma comissão para analisar o projeto de lei e votá-lo ainda em outubro nas duas Casas.

Wellington Dias ressaltou que na terça-feira (11) o relator do projeto, Vital do Rêgo (PMDB-PB), apresentará seu parecer em plenário para que seja debatido em regime de urgência pelos parlamentares.

O projeto de Wellington Dias mantém o repasse de R$ 8 bilhões a título de royalties para os estados não produtores e reduz de 30% para 20% o que é repassado pelas petroleiras à União. Além disso, o governo abrirá mão de R$ 2 bilhões em participação especial, uma vez que aceitou diminuir seu ganho de 50% para 46%. Quanto aos estados produtores, especialmente o Rio de Janeiro, o senador disse que receberão em 2012 o que já estava previstos nos orçamentos um total de R$ 11,8 bilhões.

(Agência Brasil)

Holanda reclassifica maconha potente como droga pesada

Os célebres cafés holandeses que comercializam maconha estão enfrentando novas restrições impostas pelo governo do país.

O governo decidiu reclassificar a maconha mais potente e inclui-la na mesma categoria destinada às drogas pesadas.

De acordo com as autoridades holandesas, o principal agente químico da droga, o THC, está mais forte, o que fez com que a maconha consumida atualmente esteja mais potente do que a que era consumida pela geração anterior.

Com isso, os cafés terão de deixar de vender as altamente populares diferentes variantes da maconha de alta potência.

Segundo os políticos holandeses, a maconha extra-forte, conhecida como ”skunk”, é hoje em dia mais perigosa do que antes.

Cocaína e ecstasy

No futuro, qualquer modalidade da droga que contiver mais do que 15% de THC será classificada como droga pesada, a mesma classificação usada para a cocaína ou o ecstasy.

A medida é um sério revés para os cafés e significa que eles terão de substituir 80% de seus estoques com variantes mais fracas.

A partir de 2012, o governo holandês pretende também impor restrições à entrada de turistas nos cafés que vendem maconha em diferentes partes do país.

(BBC Brasil)

Pesquisa da UnB ajuda a identificar áreas com potencial petrolífero na camada pré-sal

A mais de mil quilômetros de distância do litoral, a Universidade de Brasília (UnB) desenvolve pesquisa cujos resultados orientam a exploração de petróleo em alto-mar. Em parceria com a Petrobras, o Laboratório de Micropaleontologia do Instituto de Geociências estuda a idade das rochas perfuradas pela empresa na camada pré-sal das bacias de Campos (Rio de Janeiro), Santos (São Paulo), Alagoas e Sergipe.

A idade dos sedimentos encontrados no fundo do oceano, entre 5 mil e 7 mil metros de profundidade, pode indicar a propensão da existência de reservatórios de petróleo. Saber a idade da pedra é estratégico porque direciona o trabalho de prospecção e economiza o gasto com perfuração em alto-mar. O hidrocarbureto tem sido encontrado sob rochas formadas há cerca de 125 milhões de anos, no período cretáceo inferior da era mesozoica da Terra.

A medição da idade das rochas é feita pelo Laboratório de Micropaleontologia por meio de fósseis calcários de ostracodes, crustáceos primitivos de menos de 1 milímetro ainda existentes na natureza (tanto em água doce quanto em água salgada). Os fósseis dos ostracodes ficam nos sedimentos analisados pela UnB, cujas amostras são enviadas pela Petrobras.

“Quanto mais precisa a identificação e diferenciação dos ostracodes, melhor será o grau de detalhamento e fatiamento das rochas”, explica o gerente de Bioestratigrafia e Paleoecologia do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras, Oscar Strohschoen Junior.

Segundo ele, os ostracodes “são praticamente os únicos microfósseis” que permitem a datação relativa das rochas. De acordo com o coordenador do Laboratório de Micropaleontologia da UnB, Dermeval do Carmo, “os ostracodes parecem camarõezinhos minúsculos”, revestidos por uma microconcha de cada lado (valva).

(Agência Brasil)