Blog do Eliomar

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Simon ameaça ir à Justiça para barrar convenção do PMDB

“O senador Pedro Simon (PMDB-RS) deu um ultimato ao presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), nesta quarta-feira, para que submeta ao referendo da convenção nacional do partido a pré-candidatura de Roberto Requião à Presidência da República. Simon exige que Temer convoque a Executiva do partido para analisar uma possível mudança no edital de convocação do encontro. Se o presidente do PMDB não atender ao pleito, o senador promete entrar com um pedido de liminar na Justiça para impedir a realização do evento.

Marcada para ocorrer no próximo sábado (12), a convenção deve sacramentar o nome de Temer como vice-candidato na chapa da presidenciável do PT, Dilma Rousseff. Simon exige que Temer inclua na pauta do evento a possibilidade de candidatura própria do partido à Presidência. “Conversei com o Temer ontem à noite e hoje pela manhã. Temos uma medida liminar pronta. Se ele não alterar o edital de convocação para aceitar a pré-candidatura do Requião, vamos à Justiça para cobrar o que está na lei”, disse Simon.

No dia 2 de junho, Simon registrou no diretório nacional do partido o nome do ex-governador do Paraná para ser candidato à Presidência da República pelo PMDB. “Estou fazendo o registro dele sozinho, sem o vice, tudo isso com autorização do governador Requião”, afirmou Simon. No mesmo dia o ex-governador afirmou pelo Twitter que disputaria na convenção nacional do PMDB a indicação à Presidência da República e que havia autorizado Simon a registrar a candidatura. Segundo a assessoria do PMDB, o nome de Requião só seria levado à convenção se tivesse o aval da Executiva da legenda. No dia 18 de maio, a cúpula da sigla já havia se reunido e decidido levar à convenção a proposta de aliança com o PT de Dilma Rousseff e o nome de Temer para pré-candidato a vice.”

(POrtal G1)

Construção de edifício que avança calçada continua devendo boas explicações

O caso do avanço da calçada feito pelas obras do Edifício Cidade, postado aqui, ganhu repercussão também no Blog de Plínio Bortolotti. Ele reproduziou nota sobre uma obra de 32 andares – cuja publicidade diz que será o maior prédio de Fortaleza -, que está sendo construído na esquina das ruas Guilherme Rocha e Padre Mororó (perto do Liceu do Ceará) 

As obras tomaram a metade do passeio público, como se pode ver na foto acima, mas, em  postagem no nosso Blog, a chefe do Distrito de Meio Ambiente e Controle Urbano da Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor), Ana Lúcia Viana, respondeu o seguinte:  “A colocação de tapumes ocupando até 50% das calçadas em caso de obras como, por exemplo, na calçada das ruas Guilherme Rocha e Padre Mororó, com a construção do Edifício Cidade, está prevista na lei 5530/81 do Código de Obras e Posturas do Município”.

Bem, mas o Plínio fez em seu Blog dois questionamentos pertinentes que passaram despercbidos por nós e que merecem ser avaliados: 

1. Mesmo parecendo um tanto estranho que a Prefeitura autorize que uma obra impeça o livre trânsito de pedestres, observem, na primeira foto, que uma parte do primeira andar ou do pilotis avança para além da cerca que já está em lugar irregular. Isso parece completamente irregular, uma obra não pode avançar além do limite nem no solo e nem acima dele. Essa parte também será derrubada depois que a obra for concluída?

2. Se é legal uma obra ocupar “até 50% das calçadas”, por que foi necessário assinar um “termo de compromisso” para que o obstácula seja retirado após o término da construção?

O que a Prefeitura e o Crea (Conselho Regional de Engenharia) têm a dizer? É por essas e outras que nosso companheiro de Blog no OPOVO Online, vive dizendo que estamos numa “Fortaleza sem lei”.

Sindicato Mova-se realiza ato pela convocação dos concursados da área da saúde

Nesta quinta-feira, a partir das 8 horas, servidores do Hospital Albert Sabin farão manifestação em favor dos aprovados em concurso público realizado pela Secretaria de Saúde (SESA) e que não foram chamados. Alguns prestam serviço como terceirizados nas funções para as quais foram aprovados, com salários abaixo do percebido pelos servidores efetivos e sem as mínimas garantias trabalhistas. O ato também será pela reestruturação do Plano de Cargos Carreira e Salários (PCCS).

A manifestação é puxada pelo Sindicato MOVA-SE, dos servidores públicos estaduais. Desde que o resultado do concurso foi divulgado, uma série de sentenças judiciais pede a contratação dos aprovados. O governo, no entanto, alega que encontra problemas dentro da própria lei.

Os servidores terceirizados reclamam de sobrecarga de trabalho, que se reflete no atendimento à população que já é penalizada com as filas nas unidades de saúde. A licitação com validade de cinco anos com a Coopen (Cooperativas de Enfermeiros) se encerra em julho e sem a nomeação dos concursados o problema deve se agravar. O MOVA-SE exige que o governo cumpra a Constituição e nomeie os concursados, afirma a diretora da entidade, Auxiliadora Alencar.

Acrísio Sena anuncia adiamento do café Pimentel-Eunício

O líder da prefeita de Fortaleza, Acrísio Sena (PT), informou agora há pouco para este Blog que o café da manhã que havia programado para segunda-feira, no Hotel Amuarama, com as presenças de Eunício Oliveira (PDB) e José Pimentel (PT), a prefeita Luizianne Lins e lideranças de partidos da base aliada, não vai mais ocorrer.

“Nós resolvermos desmarcar porque a prefeita Luizianne Lins, que é presidente regional do PT, vai estar ausente da cidade nessa data.”, explicou Acrísio. Ele informou que Luizianne estará sábado em São Paulo visitando Sérgio Novais, pai de seu filho que se recupera de cirurgia cardiáca, devendo de lá seguir para Brasília, onde haverá a convenção nacional do PT para homologar a candidatura de Dilma Rousseff.

“A prefeita ainda terá outras agendas e não vai poder vir para o café da manhã, daí resolvemos adiar”, complementou Acrísio, sem divulgar nova data. Já a assessoria de comunicação de Eunício Oliveira continua negando convite para café com o pré-candidato ao Senado, José Pimentel. “Acrísio combinara encontro só com Eunício”, reiterou a assessoria do peemedebfista.

VAMOS NÓS – Quanta confusão! Isso está virando peleja de cão e gato. Pra não dizermos outra coisa.

Eunício nega café da manhã com José Pimentel

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Faltou alguém combinar com o deputado federal Eunício Oliveira, pré-candidato do PMDB ao Senado, que ele estaria no café da manhã que o PT convocou para a próxima segunda-feira, no Hotel Amuarma, com a presença do também pré-candidato ao Senado, o deputado federal José Pimentel.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o deputado federla Eunício Oliveira esclarece não ter agendado participação em café da manhã com a presença de outras lideranças da base aliada de Lula. O peemedebista havia acertado um café da manhã com o líder da prefeita na Câmara, Acrísio Sena (PT), que, pelo visto quis alargar a conotação do encontro.

De Brasília, a jornalista Barbara Gonçalves explica que Eunício não virá e que não estava combinado o café nas condições colocadas pelo líder da prefeita. Ela também adiantou que Eunício terá um fim de semana cheio, pois no sábado tem a convenção nacional do seu partido e, no domingo, ele é presença certa na convenção que homologará Dilma Rousseff como candidata petista à Presidência da República.

“Essa informação da presença do deputado federal Eunício foi dada de forma equivocada. O vereador combinou encontro com o deputado, mas somente os dois. O deputado federal Pimentel não estaria nesse contexto”, acentuou a assessoria.

VAMOS NÓS – E agora, PT?

Estácio FIC apresenta o espetáculo "Brasileiridade"

O Teatro do Dragão do Mar será palco de um grande espetáculo de dança nesta quarta-feira,a partir das 19 horas. Dentro das comemorações dos 12 anos da Faculdade Estácio Fic, cerca de 100 alunos do curso de Educação Física apresentarão o espetáculo “Brasileiridade”. No palco, a participação de 20 crianças do projeto “Mão Amiga”, desenvolvido pela instituição de ensino em parceria com a Secretaria do Esporte do Ceará e a Academia de Dança Helena Coelis. O show apresentará os mais diversos ritmos existentes no Brasil – do balé ao hip hop.

Esse evento ocorre, anualmente e sempre integrado às atividades alusivas ao aniversário de fundação da Estácio Fic.  É também parte da formação dos alunos do curso de Educação Física. Durante evento, os estudantes são avaliados pelo planejamento, organização e execução do espetáculo, informa a coordenadora do curso, Andrea Benevides.

PROJETO MÃO AMIGA

Esse o projeto é desenvolvido desde 2004 pelo curso de Educação Física e conta com mais de 250 crianças e adolescentes entre 7 e 18 anos de comunidades carentes de Fortaleza. Dividido em núcleos, de acordo com diferentes disciplinas, oferece práticas diferenciadas como uma forma de inclusão social. Além disso, há também o acompanhamento psicológico para os jovens e os pais e consultas ginecológicas para as meninas.

PMDB dará palanque a Serra no MS

“O governador do Mato Grosso do Sul e candidato à reeleição, André Puccinelli, viajou nesta quarta-feira (9) a Brasília e tem encontro marcado com o presidente da sua legenda, deputado Michel Temer, vice da pré-candidata petista ao Planalto, Dilma Rousseff.

No entanto, a visita se dá para avisar a sua liderança que sua aliança no Estado será firmada com os tucanos e formalizada nesta quinta, quando o presidenciável tucano, José Serra, visita a região.

O evento de formalização da chapa PMDB-PSDB já está marcado. Em Campo Grande, capital, Serra deve se reunir perto das 17 horas com o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, a senadora Marisa Serrano (PSDB), Puccinelli e outras lideranças locais.

O PMDB sul-mato-grossense é o primeiro a dar formalmente um candidato a governador para Serra. A cúpula peemedebista tenta afastar palanques estaduais de coligações tucanas.”

(Globo Online)

Café da manhã vai publicizar dobradinha Pimentel-Eunício

PT e PMDB fecham acordo rumo ao Senado.

Um café da manhã vai selar, publicamente, a dobradinha José Pimentel (PT) e Eunício Oliveira (PMDBN) rumo ao Senado. Isso ocorrerá a partir das 8h30min da próxima segunda-feira, no Hotel Amuarama. A articulação foi feita pelo líder da prefeita na Câmara Municipal, Acrísio Sena. O encontro terá a presença de Pimentel, Eunício e lideranças dos partidos da base aliada de Luizianne, que também participará do ato.

Nesta quarta-feira, José Pimentel revelou, antes de regressar para Brasília, que marcharia junto com Eunício em campanha. Essa sua postulação já é um fato “irreversível”, endossou, também nesta quarta-feiera, o deputado federal petista Eudes Xavier. O café a ser servido promete ser bem quente: iniciar estratégias eleitorais.

Eunício Oliveira informou para Acrísio que participará do café da manhã, dando a sinalização de que possível rejeição já teria sido superada. Uma rejeição não da sua parte. Há sempre a informação de que setores da base aliada e o próprio governador Cid Gomes (PSB) não endossariam Pimentel.

Dentro desse cenário, no entanto, Cid já pediu tempo para conversar com a base aliada sua e incluiu nesse diálogo o PSDB do senador Tasso Jereissati. Até o dia 26 próximo, data da convenção estadual do PSDB, deve ocorrer essa conversa principalmente com os tucanos.

Uma carreata contra taxistas piratas

O Sindicato dos Taxistas do Ceará vai realizar carreata de protesto nesta quinta-feira. O objetivo é levar uma representação ao 13º Distrito Policial, situado no bairro Cidade dos Funcionários, pedindo providências contra a onda de táxis pirata na cidade.

Segundo o presidente da entidade, Vicente de Paulo Oliveira, a partir das 8 horas haverá duas concentrações de taxistas: uma em frente ao estáio Castelão e outra próximo ao antigo Hiper da avenida Washington Soares. Desses pontos, a categoria sairá em carreata até o 13º DP.

O presidente do sindicato diz que a concorrência é desleal e absurda, porque os profissionais do ramo cumpriram todas as exîgências feitas pela Etufor e não podem ser sacrificados num mercado bem complicado como é o de Fortaleza.

Dilma quer levar Brasil ao clube das Nações desenvolvidas e população à classe média

A pré-candidata do PT á Presidência da República, Diklma Rousseff, deu entrevista à edição desta semana da revista Carta Capital. Confira:

Um enorme painel da candidata ao lado de seu mentor, o presidente Lula, punhos cerrados no ar, emoldura o cenário da entrevista. Dilma Rousseff posta-se bem à frente da própria imagem. Desconfortável no início com perguntas pessoais, ela se solta aos poucos, enquanto defende as realizações do atual governo e explica o que pretende fazer se eleita. Basicamente, aprofundar o processo de inclusão social que, afirma, não se esgota em um ou dois mandatos. Talvez por isso, ao se referir a uma eventual gestão sua, prefira a palavra “período”. No centro desse “período”, promete, estará o compromisso de levar o País ao clube das nações desenvolvidas, com a erradicação da miséria, o foco na educação e na cultura. “Minha meta é levar nossa população à classe média, no mínimo.”

Dilma não é Lula. É uma discípula, uma aluna. Mas uma aluna aplicada, vê-se. Como nunca disputou eleição, a ex-ministra da Casa Civil replica o “mestre” ao usar o recurso de contar historinhas nas respostas por vezes pouco concisas. Também se percebe na candidata o cuidado de evitar certas polêmicas durante a campanha, o que não inclui fugir às perguntas sobre seu envolvimento na luta armada durante a ditadura. “Tenho muito orgulho de ter resistido do primeiro ao último dia.”

Alvo de seguidas denúncias, nunca comprovadas, desde que Lula anunciou ser ela a sua candidata ao governo, afirma não acreditar que a imprensa brasileira seguirá o exemplo da venezuelana e se tornar cada vez mais hostil diante da possibilidade crescente de permanência do PT no poder. Por ser contraproducente. “De que adianta? Mais do que somos criticados, e daí?” Na entrevista, a pré-candidata disse ser contra a descriminalização das drogas, defendeu a reconstrução do Estado e repeliu os estereótipos. “Nunca me senti uma pessoa infeliz. Não sou carente, sou alegre.”

CartaCapital: Neste ano, o Brasil pode escolher a primeira mulher presidente. Faz diferença?
Dilma Rousseff: Faz toda a diferença, porque tem uma história de poucos direitos para as mulheres. Até o direito de voto para as mulheres é muito recente no Brasil, menos de cem anos. E ainda têm grandes desigualdades, que vão desde – apesar de as mulheres terem maior nível de escolaridade – ganhar dois terços do salário dos homens até o fato de existir violência familiar contra a mulher. Outro dia aproximou-se de mim um casal jovem, o rapaz carregava um menino de uns 3 anos, e a mulher, uma moça loira, vinha com uma menina, de vestido comprido, bonitinha, cabelo encaracolado. Chamava Vitória. E a mãe falou assim: “Eu trouxe a Vitória para que você diga a ela que as mulheres podem, que mulher pode”. Eu olhei pra Vitória e perguntei: ‘mulher pode o quê?’ E ela: “ser presidente”. Eu disse: ‘Vitória, mulher pode ser presidente. Porque isso faz parte do sonho que toda criança tem: quero ser pirata, toureiro. Mas também pode querer ser presidente e mulher nunca quis. Uma menina que quer é sinal dos tempos. E ela se chama Vitória, achei simbólico’.

CC: Mas existe um modo feminino de governar?
DR: Tem um modo feminino inegável na vida privada. Nós cuidamos, providenciamos e incentivamos. É interessante levar isso para a vida pública. Vou contar outra historinha. Foi uma senhora, de seus 50 anos, a um sindicato, muito incomodada com a oposição homem e mulher. E ela sintetizou o problema da seguinte forma: “Somos 52% da população, mas os outros 48% são nossos filhos. De maneira que, se formos presidentes, fica tudo em casa. Ou seja, damos conta de cuidar das mulheres e dos homens, até porque a nossa relação com os homens não é de oposição. O olhar feminino não é excludente”.

CC: Já foi, nos primórdios do feminismo.
DR: Talvez no começo, porque, sempre que se afirma alguma coisa, torna a diferença muito forte. A mulher, para ter consciência de que era discriminada, teve de fazer esse movimento. Mas não acredito que, hoje, esse seja um processo que crie diferenciação, desigualdade. Nenhuma política feminina é uma política anti-homem.

CC: Curiosamente, a senhora tem avançado menos no eleitorado feminino. Por que acha que isso acontece?
DR: Acho que tem razão o (cientista político) Marcos Coimbra. Ele fez uma avaliação correta: há o fato de a mulher não ter tanto acesso à informação quanto o homem. Muitas ainda não me conhecem. Quando se separa o universo das mulheres que me conhecem e as que conhecem o outro candidato, eu tenho mais aprovação do que ele.

CC: A senhora falou da menina que queria ser presidente, mas costuma dizer que este nunca foi um sonho seu. Agora que é candidata, acalenta algum projeto?
DR: Caminhar para que este seja um país desenvolvido. Foi o que o presidente Lula construiu e que a gente pode fazer.

CC: Se formos resumir, a marca do governo Lula é a inclusão. Qual seria a marca de um governo Dilma?
DR: Por que não pode ser a da inclusão também? Essa ânsia de novidade encobre uma questão seriíssima: este ainda é um país emergente, com um grau grande de desigualdade, e que pode, a partir de agora, porque acumulamos um conjunto de conquistas, trilhar o caminho do desenvolvimento. E isso não pode ser só com uma taxa de crescimento do PIB determinada, uma política de estabilidade macroeconômica. A minha meta é erradicar a miséria, levar nossa população, os mais pobres, à classe média, no mínimo. Isso é um projeto de desenvolvimento, mas eu também tenho um projeto de Nação. Este país não transitará para uma economia desenvolvida se não tivermos educação de qualidade, estando no centro da educação o professor, que tem de ter salário digno. Quem fala em educação de qualidade e não fala do professor está jogando pérolas aos porcos. Todo mundo diz que temos um bônus demográfico, que a nossa população em idade ativa é maior do que a população dependente, isto é, crianças, jovens e idosos. Outro dia fui brincar que o conceito de idoso estava mais flexível, porque tenho 62 anos e não sou idosa, e a imprensa toda deu que eu mexeria na idade da aposentadoria, que mudaria a previdência.

CC: E não será necessário, em algum momento?
DR: Não tem reforma da Previdência. Se você começar a fazer reforma da Previdência, acontece o seguinte: a primeira que fizemos deu uma corrida para a aposentadoria. Acaba criando um efeito contrário ao que se pretende. Mas, voltando, também vamos discutir a nossa cultura, a política cultural ocupará um espaço cada vez maior nesse processo. Não podemos permitir que não existam salas de cinema na periferia do Brasil, que o povo não tenha acesso a bibliotecas, à sua própria cultura.

CC: Em suma, vai ampliar o que foi feito durante o governo Lula?
DR: Não falo de só ampliar, não, falo de avançar. Se não avançar, não está continuando. O que o Lula construiu para o futuro? Um alicerce. Saímos de uma situação mais drástica, que foi a que nós recebemos do governo. Vamos relembrar bem: era uma situação de estagnação, desigualdade e desemprego. Podem falar o que quiser. Olhem estatísticas, meus filhos. E entramos numa era de prosperidade, que tem vários componentes: não é só inclusão, é mobilidade social, que significa que as pessoas podem subir na vida. É transformar as vantagens comparativas em competitivas, explorar as matrizes energéticas, o pré-sal, dar força à agricultura. Não somos aqueles países que têm petróleo e têm a maldição do petróleo, a pobreza no meio da abundância, o povo pobre e a riqueza do petróleo. Temos uma economia diversificada. Se a gente apostar na educação, vamos inovar também. Não se cria oportunidade no Brasil se não inovar. Se não formarmos engenheiros, físicos e matemáticos neste país, não vamos crescer adequadamente.

CC: A senhora promete erradicar a miséria em seu mandato. Mas o Ipea fala que erradicar a pobreza extrema só é possível em 2016.
DR: Miserável é quem tem renda de até um quarto do salário mínimo. Pobre é até meio salário mínimo. Em 2003, tínhamos um total de 77,8 milhões de pobres e passamos para 53 milhões no governo do presidente Lula. O contingente de miseráveis em 2003 era de 37,4 milhões e passou para 19,6 milhões. (Vira-se para o braço direito, Anderson Dorneles: – Anderson, dá o meu papel. Já fiz essa conta. Prefiro o meu papel.) Então, a gente tem de buscar eliminar esses 19,6 milhões de miseráveis, mas acho que também temos de olhar os 24 milhões de pobres. Só não digo que será no meu período, nem estou dizendo que será em 2014. Mas, se você não colocar a meta clara e tornar isso um ponto político da pauta, passa batido. Erradicar a miséria está no centro da pauta do projeto de continuidade com avanço do governo Lula.

CC: Mas qual vai ser o caminho? A ampliação dos programas sociais ou o crescimento?
DR: As duas coisas. O aumento da renda em 70% se deve à formalização do trabalho. O fato de manter uma taxa de crescimento e torná-lo sistemático formaliza o trabalho. Mas quem ganha até um quarto de salário mínimo teve programas sociais de dois tipos: tem o de proteção da renda, que é o Bolsa Família, e tem programa social com uma certa perenidade. Exemplo, na área rural, onde se concentra um grande número de miseráveis, fizemos a política de agricultura familiar, multiplicamos por cinco o financiamento, criamos assistência técnica. E teve outro programa que beneficiou a pobreza rural no Brasil, o Luz Para Todos. Não se eleva socialmente ninguém se não olhar para as condições que se pode ter para fazer renda. E uma delas, imprescindível, é energia elétrica. A grande política do meu período é manter essa política rural e chegar a uma questão fundamental: as cidades. As cidades no Brasil são o local das desigualdades. Nas cidades se manifestou o que há de mais perverso no Brasil, a retirada do Estado – aí vale para município, estado e governo federal – das periferias. Uma grande conquista deste governo também foi indicar caminhos. Pega o que está sendo feito no Rio, em Manguinhos, no Alemão, Pavão-Pavãozinho. É a volta do Estado.

CC: Ainda é preciso fazer uma reforma agrária de grande monta?
DR: Tivemos um processo de reforma agrária muito significativo, foram 500 mil hectares. Não é trivial. Ainda tem gente para ser assentada, mas política de assentamento não é só comprar terra. A forma como se fazia assentamento antes era colocar o cara no meio do nada. A agricultura familiar no Brasil deu certo porque tem um suporte no programa de aquisição de alimentos. Tem seguro, garantia à safra, política de preço mínimo. Demos um tecido econômico social, de apoio, à pequena propriedade no Brasil, que responde por 40% da riqueza que se gera no campo.

CC: Mas se uma grande parte da miséria, como a senhora falou, está na zona rural, tem algum problema aí. Talvez tenha faltado reforma agrária.
DR: Vou repetir: não se resolve o problema do campo só dando terra. Tem de dar condições de produzir, sustentar a produção, apoio com assistência técnica, comprar a produção, garantir a comercialização, o acesso ao trator.

CC: A senhora acha que, se o PT vencer as eleições, a mídia tende a se tornar hostil, como ocorre na Venezuela?
DR: A Venezuela não é nem sequer parecida conosco. Lá é uma economia de dois setores, portanto, uma sociedade que tende a refletir dois setores. De um lado, tem o petróleo e, do outro, o resto. É só ver a participação que tem a renda do petróleo na Venezuela, ver a história da Venezuela. É dinheiro que eles não sabem o que fazer com ele, ainda é assim.

CC: Mas a imprensa brasileira, como a de lá, não tende a se tornar hostil a uma permanência a longo prazo do PT no poder?
DR: De que adianta? Qual a eficácia? Mais do que somos criticados, e daí? Qual a nossa aprovação? 76%…

CC: Como a senhora recebe essa acusação, que deve se intensificar durante a campanha, de ter sido “terrorista”?
DR: Tenho dúvidas de que vai se intensificar uma coisa dessas, porque é contraproducente. A discussão sobre a resistência à ditadura é contraproducente para quem não resistiu. Sinto muito orgulho de ter resistido do primeiro ao último dia, de ter ajudado o País a transitar para a democracia e de não ter mudado de lado. É muito interessante a forma como eles entenderam a metáfora que o presidente fez com o (Nelson) Mandela. O que ele falou foi o seguinte: o Mandela, talvez o maior pacifista dos últimos tempos, foi uma pessoa que recorreu à luta armada no país dele, porque não tinha outra solução. Parodiando Tolstoi, que disse que todas as famílias felizes são iguais e todas as famílias infelizes são infelizes cada uma à sua maneira, todas as ditaduras são iguais e todas as democracias são cada uma à sua maneira. As ditaduras têm uma mania muito peculiar que as caracteriza: excluir de forma violenta todos os que não pensam como eles. O que queríamos caracterizar naquele momento era a existência de uma violência de Estado que levou pessoas, nos mais variados locais, a tomar posições firmes diante da ditadura. Eu tomei.

CC: Por que a senhora apoiou a decisão do STF de não rever a Lei da Anistia?
DR: Eu sou a favor da legalidade. O Supremo decidiu e, até pelo que quero ser, não tenho a menor condição de ficar fazendo confronto com o Supremo.

CC: Discordar não é confrontar.
DR: Para o papel a que me proponho assumir, é sim.

CC: O que pedimos é uma opinião pessoal.
DR: Esta é a minha opinião pessoal. É ter consciência e maturidade para perceber que uma decisão do Supremo, num país como o Brasil, tem de ser respeitada. Como presidente da República, que é o quero ser, seria desrespeito. A partir do momento que se decidiu, está decidido. A não ser que se queira criar turbulência e instabilidade. Eu não quero.

CC: Como a senhora pretende lidar com o toma-lá-dá-cá no Congresso?
DR: Como lidei, uai! Eu lidei com esse toma-lá-dá-cá, ou não?

CC: Mas, e diante de um episódio como o do mensalão? Todo mundo fala que, não fosse por sua habilidade, o presidente Lula não teria se mantido no cargo quando se chegou a falar até em impeachment…
DR: A habilidade do presidente consistiu em ir para os movimentos sociais e deixar claro que impeachment não seria uma coisa adequada à democracia no Brasil. O presidente não fez nenhum toma-lá-dá-cá nessa questão.

CC: Mas é preciso negociar com o Congresso o tempo inteiro.
DR: Não concordo que a relação que tivemos ao longo desse tempo com o Congresso foi de toma-lá-dá-cá. Foi uma relação de negociar, porque tem oposição. O governo é a arte de negociar, não há nenhum mal em dialogar.
* Leia a íntegra da entrevista aqui

Um autor em dose dupla

Ricardo Alcântara, poeta, publicitário e articulista deste Blog, lançará, nesta sexta-feira, às 19h30min, na Oboé Cultural, dois livros inéditos: o romance “Crimes tropicais”… 


 
.. e um de poemas intitulado “Nenhuma América para conquistar”, que foi o ganhador, inclusive, do “Prêmio Osmundo Pontes de Literatura” concedido pela Academia Cearense de Letras.

Tasso volta ao Interior neste fim de semana

O senador tucano Tasso Jereissati botará o pé na estrada nesta sexta-feira com destino à Região do Cariri. No roteiro, Altaneira, Nova Olinda, Santana do Cariri e Crato. O objetivo é manter contatos políticos em torno de sua reeleição e formãção do palanque pró-Serra nessa banda do Estado. No Cariri, o prefeito do Crato, Samuel Araripe, é o coordenador-geral da futura campanha tassista.

No sábado, Tasso comandará delegação cearense que vai para Salvador, onde ocorrerá  a convenção nacional do PSDB para homologar a candidatura de José Serra para presidente.

Arraiá da Cidade homenageia o cantor Messias Holanda

 

Nesta sexta e sábado, a Praça do Ferreira (Centro) será o cenário da sexta edição do “Arraiá da Cidade de Fortaleza”, promoção da administação Luizianne Lins (PT). A programação terá início às 16 horas, com apresentação de quadrilhas infantis e de adultos, seguida de atrações como emboladores de coco, repentistas, bois, danças e folguedos populares.

Os cantores Messias Holanda e Chico Pessoa também são convidados da festança. Messias, que ficou conhecido com o forró “Pra tirar coco”, será homenageado. Ainda no “Arraiá da Cidade”, haverá barracas de comidas típicas e de brincadeiras como tiro ao alvo, pescaria e pau-de-sebo.

Neste ano, a Prefeitura investe R$ 350 mil para apoiar 72 grupos de quadrilha e 24 festivais juninos. No próximo dia 29, ocorrerá a tradicional “Procissão de São Pedro”, com apoio da administração.

SERVIÇO

* Programação completa em www.fortaleza.ce.gov.br).

Cheques devolvidos sobem 1,86% em maio

 “O número de cheques devolvidos em maio deste ano totalizou 1.761.476, com acréscimo de 1,86% ante o mês anterior, segundo dados divulgados hoje pela Equifax. Já ante maio de 2009, o número de cheqes devolvidos recuou 29,20%. Na comparação por dias úteis, o resultado de maio foi 2,99% inferior ao de abril e 30,05% abaixo do apurado uma ano antes.

De acordo com a pesquisam, o pequeno aumento registrado em maio deve-se ao maior número de dias úteis em relação a abril. O mês de maio teve 21 dias úteis contra 20 em abril. Em relação aos dias úteis, os resultados de maio foram menores do que os de abril. Alcides Leite, consultor do Centro de Conhecimento da Equifax alerta que deve haver crescimento no volume de cheques devolvidos em junho. “O crescimento das emissões, que deve ocorrer em junho devido ao evento da Copa do Mundo, também pode contribuir para um leve crescimento da inadimplência no próximo mês”, considerou.

Segundo ele, o aumento dos juros também deve contribuir para pequeno aumento do volume de cheques devolvidos nos próximos meses. Esse aumento, no entanto, não deve ser suficiente para reverter a projeção da tendência de redução da inadimplência.”

(Agência IN)

Pré-candidato a presidente pelo PSOL critica monopólio da mídia

Com o título “As Eleições e o Monopólio da Mídia, o pré-candidato do PSOL a presidente da República, Plínio Arruda Sampaio, nos manda, por meio de sua assessoria, esse artigo. Confira:

Na última quinzena estive em diversas cidades do Brasil. No dia 19 de maio, fui a Brasília, onde participei da “Primeira Marcha Nacional contra a Homofobia” e falei para estudantes da UnB. De lá, voei para Francisco Beltrão, no Paraná, onde me esperavam três mil assentados de reforma agrária para ouvir uma palestra sobre agroecologia. A parada seguinte foi em Fortaleza, no Ceará, a fim de discutir o Programa de Governo, nos dias 22 e 23 de maio. No dia 24, participei de debate sobre as violações aos direitos humanos na Semana de Jornalismo da PUC-SP e, à noite de um seminário de lançamento da campanha em defesa da convivência familiar promovido pelo Conselho Regional de Serviço Social, também na capital paulista.

Neste mesmo período a OAB, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a rádio CBN anunciaram debates com os três pré-candidatos do sistema. O pré-candidato do PSOL não foi convidado. E, na sequência, percorri as capitais do Sul do país (Curitiba, Santa Catarina e Porto Alegre), nos dias 26 a 28, em diversas atividades. À exceção de Porto Alegre e Santa Catarina, onde a mídia em geral e os veículos impressos em particular repercutiram as atividades, o silêncio foi quase total.

No sábado dia, 29, pela manhã, participei de outro debate, no TUCA, promovido pelo Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e à Educação Popular. À tarde, a candidata pelo PV Marina Silva participou do debate. Pois bem, os grandes órgãos de imprensa, à exceção do Terra, apesar de avisados, não deram uma linha de informação sobre minha presença nessas atividades apesar de cobrirem a presença da candidata do PV no evento. É a cortina de silencio sobre a candidatura que não pode ser noticiada.

Por que?

A “justificativa” é que o candidato é nanico e nem aparece nas pesquisas.  O fato é que o pré-candidato do PSOL é socialista e, como tal, tem uma proposta diametralmente opostas dos três preferidos da grande mídia.
O verdadeiro motivo da omissão da minha pré-candidatura parece buscar justificar a exclusão dos debates na TV. Embora o PSOL tenha o direito legal que reivindicará de estar nos mesmos, tendo em vista que tem bancada na Câmara dos Deputados.

Apesar dos três candidatos melhor colocados nas pesquisas ostentem elevados índices de preferência popular – impulsionados pela exposição massiva e cotidiana nas redes de TV, rádios e jornais – a burguesia não quer debater temas perigosos para eles. E isso é exatamente o que a candidatura do PSOL fará.

Temas “perigosos” são as soluções reais para os problemas da classe trabalhadora: emprego, terra para trabalhar e morar, educação, saúde, segurança e previdência social. Não convém que o povo conheça tais soluções, pois, se a atual tendência de aplicação de capitais estrangeiros no Brasil vier a se alterar (e a direita sabe que isto pode acontecer a qualquer momento) o “saco de bondades” do governo Lula terá de ser substituídos pelo “saco de maldades” do próximo governo seja quem for o eleito. E a mudança de ocupante da cadeira precisa ser vista pelo povo como a “única alternativa”. Como realizar esta mágica se o povo tiver tomado pelo conhecimento da existência de alternativa?

A conduta da grande imprensa mostra bem a limitação da “democracia brasileira”. Sem uma pressão de opinião pública sobre esses veículos de comunicação, será impossível romper o círculo vicioso: não merece noticiário por que não aparece nas pesquisas e não aparece nas pesquisas porque não aparece no noticiário.

* Plínio de Arruda Sampaio,

Pré-Candidato do PSOL.

Instituto Agropolos lança concurso para produtores rurais

O Instituto Agropolos do Ceará lançou concurso para escolher as melhores inovações criadas e implementadas por produtores rurais que contribuíram para elevar a produtividade de suas atividades, agrícolas e não agrícolas. Intitulado “Prêmio Instituto Agropolos de Inovação Rural”, o concurso quer reconhecer esforços inovadores realizados por esse segmento do Estado. As inscrições começam nesta quinta-feira e se estenderão até 30 de julho.

Serão consideradas como inovações aquelas que introduziram novidades ou aperfeiçoamentos no ambiente produtivo, ambiental e social que resultaram em novos produtos, processos ou serviços nos últimos dois anos de relevância para o meio rural. São critérios específicos para o julgamento dos projetos pela Comissão Julgadora: criatividade, originalidade, funcionalidade, aplicabilidade e sustentabilidade/consciência ambiental.

O valor total do I Prêmio Instituto Agropolos de Inovação Rural é de R$ 5 mil, dividido entre os três primeiros lugares: 1º. Lugar: R$ 2.5 mil, 2º. Lugar: R$ 1.5 mil e 3º. Lugar: R$ 1 mil. Poderão concorrer somente pessoas físicas, brasileiros natos, produtores rurais de pequeno, médio e grande porte, residentes no Estado do Ceará e que tenham a inovação como elemento diferencial de seu projeto. As inscrições são gratuitas.

INSCRIÇÕES

* As inscrições devem ser feitas no período de 10 de junho a 30 de julho de 2010, por meio dos formulários disponibilizados no site do Instituto Agropolos do Ceará (www.institutoagropolos.org.br).

Viagra baixa de preço

“Na tentativa de driblar a concorrência dos medicamentos genéricos e similares contra a disfunção erétil, a Pfizer anunciou ontem uma redução de 50% no preço do Viagra. Cada comprimido, que custava em média R$ 30, será vendido por R$ 15 a partir de hoje. O laboratório chegou a divulgar ontem que o novo preço seria mais baixo que o da versão genérica. Mas a medida, na verdade, fará com que os valores dos novos medicamentos também sejam reduzidos.

A Agência Nacional de Saúde (ANS) determina que a versão genérica de qualquer um desses produtos seja pelo menos 35% mais barata que o medicamento de referência. “Isso não vai impedir que os genéricos sejam fabricados”, diz Odnir Finotti, vice-presidente da Pró Genéricos. “Se esse for mesmo o preço praticado, vai haver um ajuste de todos os lados.”

Com o Viagra mais barato, os primeiros genéricos devem chegar às farmácias até o fim do mês com um preço 67% inferior ao que é encontrado hoje. Finotti diz que ainda não conversou com os laboratórios brasileiros para saber se a margem de lucro será viável daqui em diante. “Se ficar clara a prática de uma concorrência desleal, vamos procurar a Justiça.”

Fim da patente. A estratégia da Pfizer de vender o Viagra a preços mais baixos foi anunciada um mês depois da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que impôs o fim da patente do medicamento para o dia 20 de junho. A determinação judicial permite a produção de novas drogas para o tratamento de disfunção erétil, com base no mesmo princípio ativo das conhecidas pílulas azuis. O laboratório alega que a patente deveria vigorar até junho do ano que vem.”

(Agência Estado)

TSE exclui naninos de definirem regras de debates em rádio e TV

“Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenderam que apenas os candidatos de partidos com representação na Câmara dos Deputados poderão participar da definição das regras dos debates em rádio e televisão no primeiro turno das eleições deste ano.

O pleno da corte eleitoral respondeu questionamento da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) sobre quais candidatos teriam de ser consultados na definição prévia das normas dos debates.Na prática, o entendimento do TSE libera as emissoras de rádio e televisão da necessidade de consultar eventuais candidatos de legendas não representadas no Congresso, como os pré-candidatos Américo de Souza (PSL), José Maria Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU).

O relator da consulta, ministro Aldir Passarinho Junior, reforçou que de acordo com a lei as regras dos debates devem ser aprovadas por dois terços dos candidatos aptos para as eleições majoritárias. Nas eleições presidenciais, ainda segundo a lei eleitoral, os debates poderão ser feitos com todos os candidatos ou em grupos de no mínimo três.”

(POrtal G1)

Paróquia de Fortaleza terá Missa dos Namorados

A Paróquia do Cristo Rei vai celebrar a “Missa do Amor”, comeorandoo Dia dos Nmorados. O ato ocorrerá a partir das 19 horas de sábado, segundo informa o padre Eugênio Pacelli.

“Nada melhor do que celebrarmos a experiência do amor, na casa do amor que é a igreja”, explica o religioso, convocando casais para a celebração, que virou uma das tradições deste mês de festas juninas.

Prefeitura manda nota esclarecendo avanço de construção em calçada

Sobre a ocupação das calçadas das ruas Guilherme Rocha e Padre Mororó, com a construção do Edifício Cidade, o que foi divulgado neste Blog, com protesto de moradores nesta manhã de quarta-feira, recebemos a seguinte nota da Prefeitura:

Caro Eliomar de lima,

De acordo com a chefe do Distrito de Meio Ambiente e Controle Urbano da Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor), Ana Lúcia Viana, a colocação de tapumes ocupando até 50% das calçadas em caso de obras como, por exemplo, na calçada das ruas Guilherme Rocha e Padre Mororó, com a construção do Edifício Cidade, está prevista na lei 5530/81 do Código de Obras e Posturas do Município. Nesse caso específico, foi utilizada uma tela metálica com base de alvenaria por o local alagar em época de chuvas.

Após denúncia feita na Sercefor, a intervenção na calçada foi fiscalizada, gerando um processo, do qual a construtora responsável se defendeu e teve sua defesa aceita. Na ocasião, foi apresentado um termo de compromisso, afirmando que ao final da obra a tela metélica e sua base serão retiradas e a calçada voltará a ter seu tamanho original.

A chefe do Distrito de Meio Ambiente ressalta que a referida construção está legalizada, com projeto aprovado e alvará de construção expedido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam) sob o número 008821. Fiscalizações sistemáticas são feitas na obra para conferir se a construção segue conforme o projeto aprovado.

Atenciosamente,

Kélia Jácome,
Assessora de Comunicação da Secretaria Executiva Regional do Centro (Sercefor).