Blog do Eliomar

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Adolescente de 14 anos é baleada por colega em escola no Bom Jardim

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“Uma adolescente de 14 anos foi baleada por um colega na manhã desta terça-feira, 5, em uma escola pública no bairro Bom Jardim. Segundo informações repassadas ao O POVO Online pelo delegado Jacob Stevenson, titular do 32º Distrito Policial (Santa Cecília), o fato aconteceu por volta das 9h30min, na Escola Municipal Catarina Lima da Silva, localizada na rua Pedro Martins.

Um colega de sala da vítima, também de 14 anos, levou para a escola um revóver calibre 38 para mostrar aos colegas, de acordo com o delegado. A estudante Vitória Régia Silva dos Santos foi atingida por um tiro no braço. Ela foi socorrida e não corre risco de morte. A arma, segundo o delegado Stevenson, estava municiada com uma bala apenas.

O garoto e a arma foram apreendidos por policiais civis do 32º Distrito Policial e policiais militares da 4ª Companhia do 6º Batalhão da Polícia Militar. Ainda de acordo com o delegado, o garoto foi conduzido a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), onde prestará esclarecimentos sobre a origem da arma.

A coordenadora da escola, disse, em entrevista à TV Diário, que o aluno autor do disparo tinha um comportamento “calmo e traquilo”. Segundo ela, ele teria trocado um vídeo game pelo revólver.”

(O POVO Online)

Serra terá que baixar a arrogância. Se quiser ganhar

Eis artigo de Rudolfo Lago, editor do site Congresso em Foco, sobre as eleições presidenciais nese 2º turno. Para ele, se o candidato tucano quiser derrotar a petista Dilma Rousseff, terá que adotar uma postura: baixar a arrogância. Confira: 

Pelo menos nesses primeiros dias, vai prosseguir a tendência que levou a eleição presidencial para o segundo turno. Uma curva favorável para José Serra, do PSDB, e uma curva descendente para Dilma Rousseff, do PT. Até porque o resultado se traduz em euforia renovada no ninho tucano e em frustração e desencanto entre a turma petista. Isso deve levar a mais crescimento de Serra – difícil dizer se o suficiente para virar a eleição.

A não ser que a euforia, conhecendo-se o tamanho da vaidade do ex-governador de São Paulo, se transforme em arrogância. Se Serra não for capaz de enxergar da forma correta o que aconteceu no final da eleição e sair por aí convencido de que foi ele, suas ideias e seu desempenho, que levaram a eleição ao segundo round, vai, desavisado, levar um nocaute de Dilma, parecido com o que Lula mandou para cima de Geraldo Alckmin em 2006.

O discurso de Serra após o resultado já deu algumas mostras perigosas de que ele pode não ter entendido todos os recados. Aquela história de “a minha cara é essa, que a Mônica (sua mulher) acha linda” já é um sinal complicado. Parece um recado para os companheiros do tipo: “Parem de encher meu saco, eu cheguei aqui pensando e agindo assim, e vou continuar pensando e agindo assim”.

Serra precisa rezar todo dia para santa Marina Silva por ter chegado ao segundo turno. Há duas semanas, a pesquisa Datafolha apontava um desempenho de 27% para o tucano que, pela margem de erro, já poderia beirar os 30%. Terminou a eleição com 32%. Marina tinha então 11%. Chegou a 19%. Ou seja: o crescimento de Serra foi muito menor. Quem cresceu mesmo foi Marina.  Não fosse por ela não haveria segundo turno.

Se Serra quiser reverter o resultado no segundo turno terá que aceitar que fez tudo errado desde o começo. E que foi pelas graças do destino que ganhou essa segunda chance. Primeiro, Serra demorou demais para definir realmente sua candidatura, deixando espaço para Dilma caminhar sozinha exatamente quando ela precisava desse espaço para se tornar mais conhecida. Terá que reconhecer que, por conta desse tempo de indecisão, inviabilizou qualquer acerto para ter Aécio Neves como seu vice: ao usar como tática atrasar o anúncio da sua candidatura para matar de inanição as pretensões presidenciais de Aécio, irritou o ex-governador de Minas e afastou-o da sua campanha. Terá que avaliar o que fez de errado para afugentar também aliados, provocando a confusão que o levou a ter um desconhecido, Índio da Costa, como vice e ao rompimento nos últimos dias de Roberto Jefferson e do seu PTB. Importa pouco para a sua estratégia eleitoral o que pensam os outros do DEM e de Roberto Jefferson: ele os aceitou como aliados, provavelmente porque calculou que seriam úteis, tinha, então, que tratá-los com o respeito devido a parceiros.

Finalmente, terá que entender que não pode se apresentar como candidato à Presidência apenas por conta do que ele, pessoalmente, fez como governador, ministro, etc. Sua campanha no primeiro turno foi um show de egolatria quase maníaca. Tudo o que Dilma apresentava, ele fez melhor como ministro, como prefeito ou como governador. Serra precisa compreender que sua candidatura é fruto de um estado de coisas que, primeiro, levou o PSDB – que no passado teve muitos pontos de contato e de parcerias com o PT – a ser oposição. E que, segundo, ninguém faz nada sozinho.

A palavra-chave das eleições deste ano é óbvia: “satisfação”. De um modo geral, as pessoas demonstraram estar satisfeitas com a vida que têm hoje. Por isso, tantos governadores reeleitos (ou projetos continuados, como Geraldo Alckmin, do PSDB, em São Paulo, ou Tião Viana, do PT, no Acre). No caso da eleição presidencial, parece claro que a discussão deveria ter se dado em torno das raízes dessa situação. Se o fato de quase 30 milhões de pessoas terem saído da linha da pobreza é fruto apenas das escolhas e decisões do presidente Lula ou é consequência natural do processo de estabilização da economia, que começou no governo Itamar Franco (com Fernando Henrique como ministro da Fazenda) e continuou no governo FHC.

Para os mais desatentos e desavisados, quero deixar claro que não estou optando por alternativa nenhuma sobre isso. Já fiz nesta coluna várias análises sobre isso. O que quero dizer é que Serra, pelo que representa como candidato, não poderia,como fez no primeiro turno, ter colocado Fernando Henrique e seus dois governos na geladeira.

O que o povo acha hoje da era FHC? Gosta, não gosta? Rejeita, não rejeita? Serra terá que enfrentar esse debate. Porque, goste ou não goste, é isso que a candidatura dele representa. Nele sozinho, na sua “cara linda”, talvez somente Mônica Serra vote mesmo. 

QUEM É – *É o editor-executivo do Congresso em Foco. Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília em 1986, Rudolfo Lago atua como jornalista especializado em política desde 1987. Com passagens pelos principais jornais e revistas do país, foi editor de Política do jornal Correio Braziliense, editor-assistente da revista Veja e editor especial da revista IstoÉ, entre outras funções. Vencedor de quatro prêmios de jornalismo, incluindo o Prêmio Esso, em 2000, com equipe do Correio Braziliense, pela série de reportagens que resultaram na cassação do senador Luiz Estevão

Selo Unicef – Municípios têm até deste mês para elaborar Plano de Ação

Os municípios inscritos no Selo Unicef – Edição 2009/2012 têm até o dia 29 deste mês para encaminhar ao escritório do organismo, em Fortaleza, o relatório do primeiro fórum comunitário e o Plano de Ação.

O Plano, que funciona como uma carta de intenções a partir de demandas da comunidade e com possibilidades reais de execução, deve deixar claro o que os municípios pretendem fazer pelos direitos de crianças e adolescentes até o final desta gestão.

No seegundo fórum, a ser realizado em 2012, haverá uma avaliação sobre o que foi desenvolvido no município a partir do Plano de Ação.

Dilma e o "Outubro Vermelho"

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A prefeita Luizianne Lins, presidente estadual do PT, comanda reunião da executiva partidária que trata das estratégias da campanha pró-Dilkma Rousseff no segundo turno. O encontro ocorre no Hotel Amuarama e conta com a participação de lideranças da Capital e do Interior.

A ordem é convocar a militância para realizar o maior número de manifestações, que vão das caminhadas às carreatas e bandeiraços. Ou seja, bota nas ruas o “Outubro Vermelho”.

Cena da eleição – Gonzaga barrado

Aconteceu no dia da votação. O candidato a governador pelo PSTU, Francisco Gonzaga, rodou bastante em busca de sua seção eleitoral na Escola do Ensino Fundamental Creuza do Carmo Rocha (Granja Portugal), porque a numeração havia mudado.

Com o neto no braço, encontrou o local da votação. Na hora, no entanto, de cumprir sua obrigação, teve uma surpresa. A imprensa aguardava Gonzaga na sdeção, mas ele acabou não reconhecido pelos mesários e foi barrado.

“Eu sou candidato!”, avisou, no que acabou entrando, endossado pela turma da mídia.

Lula reúne governadores eleitos e reeleitos e trata da campanha dilmista

O presidente Lula está reunido agora, em Brasília, no Palácio Alvorada, com todos os governadores e senadores eleitos e reeleitos da sua base aliada. Do encontro, com direito a café da manhã, participam o governador reeleito Cid Gomes (PSB), os senadores eleitos Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT) e também o senador Inácio Arruda (PCdoB).

A ordem é fechar estratégias da campanha de Dilma Roussef (PT) neste segundo turno. 

Por aqui, a prefeita Luizianne Lins, que comanda o PT estadual, reúne candidatos eleitos e reeleitos no Hotel Amuarama, tratando também de campanha.

Ela foi a coordenadora-geral da campanha dilmista no Estado, mas teve pouca notoriedade já que Cid Gomes concentrou todas as atenções para si nesse quesito.

VAMOS NÓS – Luizianne Lins era pra estar em Brasília tratando desse assunto. Pelo visto, ninguém vai saber direito quem coordenará a campanha dilmista no Estado: se ela ou Cid Gomes. Será que haverá crise por conta disso?

Luizianne comanda encontro do PT que trata da campanha pró-Dilma

A prefeita Luizanne Lins, presidente estadual do PT, está comandando, nesta manhã de terça-feira, no Hotel Amuarama, em Fortaleza, encontro com candidatos eleitos e reeleitos do partido. O objetivo é definir estratégias da campanha pró-Dilma Rousseff (PT) na Capital.

Luizianne, bom lembrar, é a coordenadora-geral da campanha dilmista no Estado. No primeiro turno, não precisou aparecer tanto, até porque Lula e Cid Gomes comandaram o trabalho eleitoral. Mas agora a ordem é todos por uma.

Parlamentar diz que Tasso foi vítima de rolo compressor estadual e federal

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O deputado federal Raimundo Gomes de Matos, único tucano reeleito para a Câmara , lamentou, nesta terça-feira, a derrota do senador Tasso Jereissati (PSDB). Para ele, quem perdeu não foi Tasso, mas o povo do Ceará que tinha no tucano “um parlamentar atuante, altivo e que era respeitado até pelo governo”. Tasso disputou a reeleição e acabou em terceiro lugar num páreo que marcou Eunício Oliveira (PMDB) em primeiro e José Pimentel (PT) na segunda colocação. As pesquisas davam o tucano como reeleito.

Raimundo Gomes avaliou que Tasso foi derrotado pelo rolo compressor montado pelo Palácio do Planalto, com apoio do Governo do Estado, e por ter feito uma campanha solitária contra dois adversários que, na reta final, uniram força e esforços e surpreenderam a partir de uma participação maciça do presidente Lula na propaganda eleitoral gratuita.

Ele adiantou, no entanto, que se o candidato a presidente da República, José Serra (PSDB), derrotar a petista Dilma Rousseff nas urnas do segundo turno, Tasso, com certeza, ganhará posição de destaque no ãmbito federal. “O senador abandonou disputas, já disse que continuará na vida pública colaborando para a formação de novas lideranças. Ele pode continuar na política sem mandato”, acentuou.

(Foto – Paulo Moska)

Candidatos da "Ficha Suja" receberam mais de 8,8 milhões de votos

“Em um universo de 111 milhões de eleitores que compareceram às urnas, cada um escolhendo seis cargos diferentes, candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10), mas ainda no páreo por conta de recursos, receberam 8.885.614 votos em 24 unidades da federação. O estado campeão de sufrágios em postulantes com problemas na Justiça foi o Pará, seguido de São Paulo e Paraíba.

Os números de votos em candidatos barrados pela Justiça Eleitoral, tanto pela ficha limpa quanto por outras condições de elegibilidade e inelegibilidade (como quitação eleitoral e prestação de contas de campanha), foram divulgados ontem (4) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na sexta-feira, a corte havia decidido que, pela primeira vez nas eleições brasileiras, os eleitores ficariam sabendo como foi votado cada político com o registro indeferido.

Até o fechamento desta matéria, às 22h, somente os números do Acre ainda não haviam sido divulgados. No total, de 242 candidatos com registros negados pela Justiça Eleitoral, 165 continuam no páreo e esperam o julgamento de recursos pelo TSE e, eventualmente, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para saber se têm chances de serem eleitos ou não.”

Veja a lista com todos os votos dados aos barrados pela ficha limpa, com exceção do Acre

(Congresso em Foco)

José Guimarães é reeleito, mas irmão perde em São Paulo

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O deputado federal José Nobre Guimarães (PT), o segundo mais votado no Ceará (209.752 votos), não comemorou muito com a família o resultado. É que o irmão dele, José Genoíno (PT-SP), acabou derrotado no seu objetivo de ser reeleito.

Genoíno teve sua vida política marcada pela luta contra a ditadura, mas acabou envolvido no chamado Escândalo do Mensalão, o que lhe custa, até hoje, dores de cabeça e muito desgaste.

Quanto a Guimarães, é retomar o trabalho de coordenador-geral da bancada e reforçar a luta pela aprovação da Emenda 29, aquela que garante mais recursos para a saúde. O que está precisando. E muito.

Mudanças no secretariado cidista

Deputados estaduais reeleitos, Mauro Filho e Ivo Gomes (ambos do PSB) são nomes certos para voltar à equipe do novo Governo de Cid Gomes (PSB). O primeiro na Secretaria da Fazenda e o outro na chefia de gabinete do Palácio Iracema ou em uma outra pasta. Essa hipótese ninguém no Palácio Iracema descarta.

Além dos dois, há possibilidade de Camilo Santana voltar a ocupar a pasta do Desenvovimento Rural, onde desempenhou bom papel. Seria a forma de trabalhar sua imagem e nome de olho em 2014. Cid Gomes não esconde que Camilo é  um petista da sua confiança.

Outra pasta que mudará é a da Segurança Pública e Defesa Social, onde o titular, Robeto Onteiro, esá como um “demissionário anunciado”. Ele já disse que não ficará por questões familiares.

Joãosinho Trinta atravessa no voto

Joãosinho Trinta, o responsável pela vitória de escolas do grupo especial do carnaval carioca como Salgueiro e Beija-Flor, não é bom de votos. Atravessou feio no desfile das urnas e dançou sem samba-enredo na sua luta por uma vaga de deputado no Distrito Federal.

O carnavalesco recebeu apenas 233 votos, ficando com a 554ª posição no pleito. Ele promete não desistir e recebeu a derrota como resultado de carnaval: perdeu um desfile, mas não perdeu o samba no pé.

Ciro, o saxofone e o trombone

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“O deputado federal Ciro Gomes (PSB) aproveitou o fim da campanha eleitoral no Estado para renovar desabafo. Disse que saia magoado com a “baixaria” que foi a campanha eleitoral no Estado. Principalmente por conta de reportagem “mentirosa” da Veja, usada trazendo um suposto esquema de prefeituras envolvendo seu nome e o nome do seu irmão, o governador reeleito Cid Gomes (PSB).

Ciro até voltou a admitir abandonar a política, no que para alguns seria jogo de cena de quem, no passado, dizia que sairia desse terreiro e até aprenderia a tocar saxofone. Há quem aposte e assegure: Ciro continua, mais do que nunca, firme no cenário político. Com direito a continuar botando a boca no trombone.”

(Coluna Vertical , do O POVO)

DETALHE – Ciro é aquele que o senador tucano Tasso Jereissati não quer ver pintado em sau frente tão cedo. Tasso está magoado com ele, principalmente, sua cria política, em razão da campanha eleitoral na qual saiu derrotado. Já o ex-governador Lúcio Alcântara (PR), que disputou e perdeu o Governo de novo, não poupa: Tasso provocu do remédio aplicado na disputa governamental de 2006.

Posição de Dilma a favor do aborto pesou no fim das eleições

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“A ofensiva católica e evangélica contra o PT e Dilma Rousseff devido à posição dela favorável à legalização do aborto — que ela mudou na campanha — se tornou uma espécie de “cruzada” nas últimas semanas e foi um dos fatores que influenciaram na tendência de queda nos votos da presidenciável, na avaliação da cúpula de campanha.

Enquanto a presidenciável se escorava em lideranças evangélicas do meio político, padres e pastores realizaram uma mobilização em missas e cultos, além de cartas e víde os na internet para pregar contra o voto no PT.

A Regional Sul 1 da CNBB, que contempla o estado de São Paulo, divulgou longo documento, lido nas missas, que “recomenda encarecidamente” que não se vote no PT.

Pela internet, um culto da 1 Igreja Batista de Curitiba foi visto por quase 3 milhões de pessoas. Entre cenas fortes de fetos mortos e despedaçados, uma criança indígena sendo enterrada viva e uma mulher sendo espancada, o pastor pede que não se vote em petistas.

Também no fim de agosto, o bispo Nelson Westrupp, da Diocese de Santo André (região do ABC) e presidente da Regional Sul 1, recomendou a difusão do documento “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras” onde se argumenta que o governo se comprometeu, em acordos multilaterais e com envio de projeto de lei, à legalização do aborto.

A orientação política anti-PT do pastor Paschoal Piragine aconteceu em um culto, gravado, no fim de agosto. O pastor opina que o PT — por ter fechado questão favorável à legalização do aborto e à união civil entre homossexuais — tenta transformar o país em uma terra onde o pecado é aceito e vulgarizado.

A campanha de Dilma já gravou vídeos e imprimiu material para conter uma possível debandada. Procurado na semana passada, o secretário de comunicação do PT, deputado reeleito André Vargas (PR), disse que o pastor Piragine é “preconceituoso, mentiroso, difamador e caluniador”. Petistas se reuniram com ele mas não o demoveram de sua postura.

— Isso é a opinião preconceituosa dele, lastreada na mentira — disse Vargas.

 (O Globo)

Caso Bruce – Hora de ouvir testemunhas de acusação

Oito testemunhas de acusação do assassinato do estudante Bruce Cristian (14), morto por um policial do Ronda do Quarteirão no dia 25 de julho serão ouvidas nesta terça-feira, na 3ª Vara do Júri do Fórum Clóvbis Beviláqua, em sessão fechada.

Em um outro momento, serão ouvidas as testemunhas de defesa. Antes do julgamento, também haverá o interrogatório do soldado Yuri Silveira, que está sendo acusado do crime.

Mega-Sena deve pagar maior prêmio de sua história: R$ 150 milhões

“O concurso de número 1.220 da Mega-Sena, que será sorteado nest quarta-feira, deve pagar R$ 115 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas, segundo estimativa da Superintendência de Loterias da Caixa EconômicaFederal (CEF), em Brasília. Se confirmada a expectativa, esse será o maior já registrado entre os sorteios regulares da modalidade. O maior valor pago nos concursos regulares foi de R$ 90 milhões, sorteado no início de setembro e dividido por sete bilhetes.

A Mega-Sena já pagou R$ 144,9 milhões. Mas, no sorteio especial da Mega-Sena da Virada, em 31 de dezembro do ano passado. De acordo com a Caixa, o acúmulo de R$ 90 milhões é resultado de oito sorteios sem vencedor na faixa principal e mais um valor adicionalde R$ 18 milhões acumulado para o concurso de final zero. O valor aplicado na poupança, por exemplo, tornaria possível conseguir uma renda mensal de aproximadamente R$ 700 mil.

A Caixa acrescentou que o prêmio seria suficiente para comprar uma frota de 4,6 mil carros populares ou 23 mil motocicletas de 125cc. Quemquiser tentar a sorte no próximo concurso, deve fazer suas apostas até as 19 horas de Brasília do dia do sorteio. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 2,00. O sorteio acontecerá na cidade de Catalão (GO).”

(Com Agências)

Cid, Eunício e Pimentel terão encontro com Lula nesta 3ª feira

O governador reeleito Cid Gomes (PSB), tendo ao lado os senadores eletios Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT), será recebido às 9 horas, no Palácio do Alvorada, pelo presidente Lula. Vai agradecer apoio recebido em sua campanha e apresentar ações que pretende realizar no Ceará, com todos os eleitos de sua base política, em favor da vitória da candidata a presidente da República, Dilma Roussef (PT).

Durante esta segunda-feira, Cid, Eunício e Pimentel participaram de reunião com Dilma e deais governadores e senadores eleitos e reeleitos da base de Lula, quando foram traçadas estratégias para a campanha de segundo turno.

“Essa mesa (de reunião) representa a parte mais expressiva da nossa vitória ocorrida neste primeiro turno. Nos últimos 20 anos nunca tivemos uma vitória tão grande, com maioria expressiva no Congressso Nacional. Conseguimos construir uma maioria suficiente para que o País prossiga com suas reformas necessárias. Esses senadores e deputados federais darão grande contribuição parao Brasil continuar avançando”, afirmou Dilma durante o encontro.

Cid Gomes propõs na ocasião que os programas eleitorais de Dilma sejam regionalizados. “Sugiro que os programas eleitorais sejam cada vez mais regionalizados e que o presidente Lula se incorpore de forma mais forte nos últimos 15 dias, se licenciando do cargo”, propôs. O governador adiantou qeu no Ceará, a ordem é todos da base lulista irem para as ruas. “Vou trabalhar bastante para que ela tenha uma votação próxima dos 80% no segundo turno”, prometeu.

TSE – Eleição no Pará pode ser anulada

“O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, alertou nesta segunda-feira para a possibilidade de anular a eleição no Pará. Na disputa ao Senado, 57% dos votos foram dados a candidatos banidos das eleições pela Lei da Ficha Limpa. O segundo e o terceiro colocados na disputa no Pará concorreram sem registro: Jader Barbalho (PMDB) obteve 1.799.762 votos e Paulo Rocha (PT), 1.733.376.

Lewandowski explicou que, pela lei, quando há mais de metade dos votos nulos em uma eleição, ela não tem validade. Seria necessário, portanto, realizar nova votação. O ministro informou que a situação será resolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará, na proclamação dos resultados da votação.

– No caso do Pará, a lei em tese estabelece que se houver maioria de votos nulos será feita nova eleição. É possível que o processo tenha alguma particularidade que motive uma interpretação diferente. Não quero me pronunciar previamente até para não influenciar o TRE – analisou.

A indefinição ocorreu porque nem a Justiça Eleitoral, nem o Supremo Tribunal Federal (STF) conseguiram julgar os casos a tempo. O TSE já negou recurso a Barbalho, que recorreu ao STF.

Paulo Rocha também teve o recurso negado pelo TSE, mas ele recorreu ao próprio tribunal, que deverá examinar o caso ainda nesta semana.

– Estamos dando prioridade absoluta para o julgamento de candidatos que tiveram os registros indeferidos. Se tudo der certo, teremos definido antes da diplomação – garantiu o ministro.

Lewandowski lembrou que a situação dos chamados “fichas sujas” só será definida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte teve a chance de fazer isso no julgamento do ex-candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC), mas um empate impossibilitou a decisão. Lewandowski acredita que o impasse só será resolvido quando for nomeado novo ministro para o Supremo.

– Se nenhum ministro mudar de opinião, e as manifestações dos ministros foram públicas e muito bem fundamentadas, acredito que o impasse perdurará até a nomeação do próximo ministro – afirmou.

Lewandowski citou outros casos de “fichas sujas” que deixam o cenário de votações indefinido. Na Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) concorreu sem registro ao senado e obteve primeiro lugar, com 1.004.183 votos – ou 35% do total. Não se sabe ainda se ele será empossado no cargo.

No Amapá, João Capiberibe (PSB) também concorreu ao senado sem registro e ficou em segundo lugar, com 130.411 votos.”

(O Globo)