Blog do Eliomar

Últimos posts

A agenda dos candidatos a governador

* Acompanhe a agenda dos candidatos a governador para esta segunda-feira:

LÚCIO ALCÂNTARA (PR)

Manhã : Visita à Feira do Conjunto Palmeiras (7h30); visita ao Mercado Central (9h30); reunião interna (11h30).
Tarde: Livre
Noite: Reunião com integrantes da coligação, em Fortaleza (18h)

MARCOS CALS (PSDB)
Manhã : Livre
Tarde: Visita a veículo de mídia (15h)
Caminhada pelo Castelo Encantado (17h)
Noite: Caminha pela avenida Bezerra de Menezes, nas proximidades do North Shopping (19h)

CID GOMES (PSB)
Via Twitter, o candidato informou que dedicará o dia ao governo, sem eventos de campanha

SORAYA TUPINAMBÁ (PSOL)
Manhã:
Livre
Tarde: Livre
Noite: Reunião com o coletivo de comunicação da campanha

MARCELO SILVA (PV)
Manhã: Programação interna ao partido
Tarde e noite: Programação interna ao partido

FRANCISCO GONZAGA (PSTU)
Manhã: Visita a canteiro de obras na Avenida Coronel Jucá (Aldeota) (6h30)
Tarde: Visita a canteiro de obras na Rua Oswaldo Cruz, Dionísio Torres) (12h)
Noite: Livre

MARIA DA NATIVIDADE (PCB)
Manhã: Visita ao TRE-CE (9h)
Tarde: Reunião interna do partido (16h)
Noite: Bandeiraço no cruzamento das avenidas Domingos Olímpio com Aguanambi.

Centrais sindicais chamam Serra de mentiroso

“O Partido dos Trabalhadores divulgou ontem um manifesto elaborado por cinco centrais sindicais que acusa o candidato tucano José Serra de “mentir” ao divulgar que foi um dos responsáveis pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e pela implementação do seguro-desemprego.

A carta – assinada pelos presidentes da CUT, Força Sindical, CGTB, CTB e Nova Central – é agressiva e afirma que o tucano praticou “impostura e golpe contra os trabalhadores”.

As centrais foram escaladas pela coligação da candidatura de Dilma Rousseff (PT) para dar uma “resposta” a José Serra, que tenta avançar em segmentos desse eleitorado.

Esse grupo de sindicalistas realizou uma conferência nacional no dia 1º de junho no qual firmaram um compromisso de apoio à “continuidade” nas eleições.

O deputado Paulo Pereira (PDT), o Paulinho da Força, é um dos mais contundentes críticos do tucano e afirma sempre que “Serra é inimigo dos trabalhadores”.

As centrais foram reconhecidas pelo governo em 2008 e passaram a receber parte da arrecadação do imposto sindical. O valor repassado neste ano supera R$ 80 milhões.

“O candidato José Serra tem se apresentado como benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT e por tirar do papel o seguro-desemprego”, diz o manifesto. “Tanto no Congresso Nacional quanto no governo (de São Paulo), sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores. A mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano.”

– A mentira é a marca registrada do PT. Não adianta eles tentarem transferir esse rótulo. Os sindicalistas se acham “donos” dos trabalhadores, mas são contra a livre associação aos sindicatos. Eles mamam do dinheiro público, são sustentados por uma contribuição compulsória. E foi Lula quem turbinou essa turma toda. Se quiserem fazer campanha, precisam ter legitimidade e defender o sindicalismo livre como, aliás, o Lula já defendeu no passado – rebateu o líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA).”

(Globo)

Marcos Cals diz que Polícia Rodoviária Estadual age com "truculência"

77 7

O candidato do PSDB a governador do Ceará, deputado estadual Marcos Cals, criticou, neste domingo, durante visita à feira da Parangaba, a atuação do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), no interior. Para ele, a Corporação age com “truculência” e a população tem “medo” da Polícia Rodoviária Estadual.

“Nós somos legalistas. Mas não posso aceitar a forma truculenta como a CPRV está abordando as pessoas mais pobres. Pelo que temos perc ebido, a polícia que fiscaliza, que persegue, essa funciona.A polícia que está a disposição da sociedade para garantir a segurança, essa não está funcionando”, disparou Marcos Cals.

Copa 2010 – Espanha é a Campeã

154 1

“A Copa do Mundo é da Espanha. O dia 11 de julho de 2010 eternizou um novo campeão. Um merecido campeão. Depois de 64 jogos, 145 gols e um mês de bola rolando na África do Sul, a Espanha deixou todos para trás e fez história. Pode finalmente se gabar: é a melhor do mundo.

  • APStekelenburg voa para defender cabeçada perigosa de S.Ramos
  • APVilla lamenta jogada perdida, cara a cara com o goleirão holandês
  • APCara a cara com o goleiro, Villa chuta em cima do pé de Heitinga.
  • (Portal UoL)

Cid em giro pela Feira de Messejana

123 1

Eis Cid Gomes (PSB), ao lado do candidato ao Senado pelo PMDB, Eunício Oliveira, quando visitou a Feira de Messejana. Distribuiu abraços e sorrisos e por pouco não prova do sarapatel dessa turma descontraída.

Dessa vez, a militância acompanhou o governador puxada pelo ex-vereador e ex-comandante do Corpo de Bombeiros do Estado, Leonel Alencar.

(Foto – Divulgação)

Comitê do senador Marconi Perillo é assaltado em Goiânia

72 1

“Candidato ao governo de Goiás, o senador Marconi Perillo (PSDB) teve material de campanha roubado na manhã deste domingo (11). Segundo assessoria de Perillo, às 10h, um rapaz armado abordou três integrantes da equipe de marketing da campanha que chegavam de carro no QG de comunicação, em Goiânia. Ao render os funcionários, o assaltante disse:

“Abaixem a cabeça. Não me olhem nos olhos. Levantem a blusa e entrem para dentro da produtora”.

Após os funcionários atenderem ao comando, o assaltante fugiu com o carro, levando três lap tops e dois discos rígidos de computador contendo a estratégia de campanha de Perillo. O carro roubado foi abandonado cinco quadras depois do QG de comunicação, sem os computadores e os HDs. O caso foi registrado na delegacia da polícia civil de Goiânia.”

(Blog do Noblat)

Presidente do TSE: "Ficha limpa" já vingou

104 1

“A Lei Ficha Limpa já vingou e está em plena vigência, de acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Lewandowski. Em entrevista concedida ao jornal Folha de S.Paulo, o ministro disse acreditar que a lei passará pelo crivo do Supremo Tribunal Federal, assim como aconteceu no TSE.

Adiar a aplicação da norma, diz, seria uma frustração para a sociedade, que apoiou a sua aprovação pelo Congresso Nacional. Lewandowski ressalta: candidatos que conseguirem liminares para disputar a eleição estão com as campanhas em risco. “Aqueles que não tenham a ficha limpa farão a campanha por sua própria conta e risco.”

O presidente do TSE defende mudanças na legislação para que a campanha eleitoral comece em janeiro e também para reduzir o número de recursos possíveis.

Leia a entrevista concedida à Folha de S.Paulo:

O TSE ordenou que a Lei da Ficha Limpa vale neste ano, mas candidatos estão recorrendo ao STF. O sr. teme que ela não vingue?
As liminares concedidas estão previstas na Lei da Ficha Limpa, que prevê o efeito suspensivo. O TSE afirmou por expressiva maioria que a lei é constitucional, que se aplica a estas eleições e a fatos pretéritos. Eventualmente, um ou outro aspecto pode ser questionado no STF.

Há risco de “fichas-sujas” serem eleitos. Qual a mensagem que pode ser passada?
No cotidiano é assim. Alguém, com uma liminar, concorre, é eleito, depois o caso é julgado definitivamente e ele tem o diploma cassado. A mesma coisa pode ocorrer com aqueles que não tenham a ficha limpa. Podem obter uma liminar, mas farão sua campanha por sua própria conta e risco.

Sua expectativa é que a lei vingue ou teme que não?
Totalmente. Primeiro, foi uma lei com amplo respaldo popular, nasceu de uma iniciativa legislativa popular. O Congresso aprovou por uma votação maciça. Essa matéria foi examinada pelo plenário do TSE. Tenho a convicção de que vingará mesmo passando pelo crivo do STF.

É possível dizer que, mesmo com o efeito suspensivo, a hora deles vai chegar?
Vai chegar, sem dúvida. O candidato corre o risco, se não tiver sucesso na decisão final, de perder o mandato.

O sr. avalia, então, que será uma frustração para o eleitor a lei não vingar?
É possível que haja uma frustração da sociedade. Mas acho que a lei já vingou, está em plena vigência.

Concorda que houve antecipação da campanha?
Sempre houve a antecipação da campanha. O que houve foi uma exposição maior dessa antecipação por parte da mídia.

Há um vácuo legal no período de pré-campanha. Nele, a Justiça não pode aplicar punição prevista em época de campanha. Como lidar com isso?
Sou plenamente favorável a disciplinar esse período. Defendo a ideia de que [seja] no começo do ano eleitoral. A partir de janeiro, a campanha poderia ser deflagrada. Mas é preciso regulamentar. Não se pode admitir é o uso da maquina administrativa.

Irregularidades punidas até aqui perdem efeito legal ou podem ainda ser consideradas em processo mais à frente, diante de novas infrações?
Teoricamente eles podem ser invocados. Mas é preciso provar que realmente esses fatos tiveram o condão de desequilibrar a campanha.

Houve desequilíbrio?
Não posso me manifestar.

Avalia que Lula, tendo atuado em atos multados como campanha antecipada, agiu de forma republicana?
Não posso responder pelo presidente. Mas posso dizer é que, entre abril e maio, houve uma inflexão na jurisprudência da corte. Até então, entendia-se que só se configurava campanha antecipada se houvesse menção ao pleito, fosse nominado um candidato e houvesse pedido explícito de voto. A partir de abril/maio (…), determinados comportamentos passaram a ser sancionados.

Que outra iniciativa deveria ser tomada para outras eleições como avanço institucional na busca da moralidade?
Precisamos de uma reforma política mais ampla. Não digo a reforma do processo eleitoral, que precisa ser feita para diminuir o número de recursos. Muitas vezes um político é cassado e, em razão dessa multiplicidade do número de recursos, só sai quase ao término do mandato.

Como acabar com isso?
Isso está sendo providenciado pelo Congresso. Mas há uma reforma mais ampla tem de ser feita, a política. Deve-se discutir o pluripartidarismo exacerbado. Temos 27 partidos, número inusitado comparado a democracias mais avançadas. Precisamos meditar sobre a cláusula de barreira. O STF considerou inconstitucional a que existia, mas é preciso repensá-la.

O que mais?
Temos a questão do financiamento das campanhas. Tendo em conta as distorções que advieram do financiamento maciço do setor privado, e entendo que isso pode representar até um elemento perturbador e de corrupção mesmo das eleições, eu pendi no sentido de que deveríamos favorecer o financiamento público de campanha. Mas com a eleição americanas ocorreu um fenômeno novo, o financiamento feito gota a gota pelo eleitor, por meio da internet, do telefone.

O sr. disse que as grandes doações de empresas podem ser um fator perturbador e de até corrupção. O que fazer?
Poderíamos caminhar no sentido de permitir só doações de pessoas físicas, com limites, como existe hoje.

Mas o caixa dois não continuaria mesmo assim?
Estamos com mecanismos cada vez mais sofisticados para detectar o caixa dois.

Os senhores estão enfrentando debate sobre uma verticalização diferente, a questão da aparição de candidatos a presidente nas propagandas nos estados. Ela é possível?
No que tange à verticalização na propaganda, houve uma primeira decisão tomada numa consulta do PPS, mas é possível que o TSE reveja a posição que tomou, em face a novos argumentos.

(Folha Online)

Maratona do voto – Serra visitou cinco cidades do Ceará

116 1

“Para tentar reverter o  quadro desfavorável nas pesquisas de intenção de voto na região Nordeste, o candidato tucano à Presiência, José Serra, suou a camisa neste sábado. No Ceará, Serra visitou cinco cidades em um único dia sob um calor de 35 graus. A campanha nas ruas, no entanto, contou com um grande aparato de segurança, mas poucos militantes.

Em Fortaleza, almoçou com o senador Tasso Jereissati (PSDB) para traçar os próximos passos da campanha no Nordeste. Uma coisa é certa: Serra voltará mais vezes. “Queria poder voltar mais vez aqui ao Nordeste. Aqui ganho energia”, disse. O tucano esteve também em Cascavel, onde através de uma caminhada de 700 metros abraçou eleitores e eleitoras, colocou crianças no colo, entrou em comércios e deu uma entrevista onde prometeu dobrou o Bolsa Família veiculando ao Programa Saúde da Família.

Em Uruoca, fez mais uma caminhada. Neste corpo a corpo teve que explicar a ausência de seu candidato a vice, o deputado Índio da Costa (DEM-RJ) e satisfazer a curiosidade de eleitores se o candidato a vice era realmente índio. Serra disse que não, “mas gosto e admiro os índios brasileiros”.A campanha de hoje foi encerrada com a participação em duas festas tradicionais cearenses. Serra esteve em Massapê e Marco, também na Zona Norte, caminhando nas festas de chitão. São festas pós juninas que reúnem as comunidades interioranas com grandes atrações de forró.

Durante todo o dia, Serra esteve acompanhado do candidato tucano a governador, Marcos Cals, do candidato a vice de Cals, Pedro Fiúza (PSDB) e dos candidatos a senador Tasso Jereissati e Alexandre Pereira (PPS).Serra volta para São Paulo neste domingo. Ele passou a noite em Acaraú, na região norte do Estado, na Fazenda Papagaio, do deputado estadual João Jaime (PSDB).”

(IG)

Câmara com três MPs antes do recesso

“A última semana útil no Congresso antes do recesso parlamentar reserva três medidas provisórias (MPs) para análise do plenário da Câmara. Já o plenário do Senado só voltará a analisar projetos em agosto, no esforço concentrado: período antes das eleições no qual parlamentares se reúnem para analisar propostas.

A primeira MP na pauta da Câmara é a 487/10, que aumenta em R$ 80 bilhões o limite de financiamentos que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá conceder para a compra e produção de bens de capital.

As duas outras (488/10 e 489/10) dizem respeito aos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro. A 488 autoriza a criação da Empresa Brasileira de Legado Esportivo S.A. – BRASIL 2016. Por sua vez, a 489 autoriza a União a fazer parte da Autoridade Pública Olímpica (APO) na forma de consórcio público de regime especial.”

*Do Congresso em Foco, leia mais aqui.

Stédile prevê mais invasões com Dilma

86 4
O mais influente dirigente do Movimento dos Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, previu que o Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se Dilma Rousseff (PT) vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso José Serra (PSDB) seja o escolhido.
Ele explica que a intensificação de atos num eventual governo do PT ocorre justamente pelas afinidades históricas entre os dois grupos. “Um operário, diante de um patrão reacionário, não se mobiliza. Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves”, disse Stédile, em entrevista à Agência Reuters.

“Se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, maior tensão no campo. A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais”, acrescentou.

Por essa razão, a opção “majoritária” do movimento é apoiar a petista – mesmo que, nos últimos anos, justamente num governo considerado amigo, o MST tenha se enfraquecido e chegado à conclusão de que “o agronegócio venceu”.

“Propaganda”

“Lula não fez reforma agrária, mas uma política de assentamento. Metade dos números do governo é propaganda”, afirma Stédile. Segundo dados oficiais, quase 1 milhão de famílias foram instaladas nos últimos sete anos em terras cedidas pela União, ou compradas do setor privado pelo valor de mercado.
Apesar de algumas decepções, Stédile descarta apoiar um candidato de extrema esquerda. “Não temos alternativa”, disse. “É como se você percebesse que seu time pode cair para a segunda divisão e faz o que for possível para vencer o campeonato.”

O MST vive um período difícil e se queixa de ter sido alvo de criminalização pela imprensa e por “forças de direita” nos dois mandatos do PT.”

(Com Reuters)

Empresas brasileiras querem restringir capital estrangeiro na Internet

“As grandes empresas de rádio, televisão e jornais querem que a participação do capital estrangeiro no controle dos portais da internet fique restrita a 30%, conforme estabelece o Artigo 222 da Constituição Federal. O artigo restringe o controle da propriedade de empresas jornalísticas e de radiodifusão (som e imagem) a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos e a empresas com sede no país.

“As regras valem para todas as empresas jornalísticas, independentemente do meio pelo qual elas difundem suas informações”, acredita o advogado Gustavo Binenbojn, consultor da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). A mesma opinião tem Kalled Adib Antonio, da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra): “A Constituição tem que ser cumprida. O capital estrangeiro não pode ter portal na internet e TV a cabo”, acrescentou.

A Abra e a Abert participaram na última quarta-feira (8) de audiência pública sobre a participação do capital estrangeiro na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados. Gustavo Binenbojn disse aos parlamentares que as regras têm como finalidade a preservação da cultura nacional.

O argumento, no entanto, é questionado por especialistas como o professor da Universidade de Brasília (UnB) Venício Artur de Lima, autor de 11 livros sobre comunicação de massa. Para ele, a posição das empresas brasileiras de comunicação tem a ver com os interesses financeiro e político. “A atividade econômica nas comunicações envolve a produção de capital simbólico, que tem o valor muito alto. Além disso, a atividade assegura uma fatia de poder”, disse Lima à Agência Brasil.

Binenbojn admitiu o interesse econômico. “Secundariamente, existe uma preocupação de que o mercado nacional não seja inviabilizado por uma competição predatória. Isso é uma razão relevante para fortalecer o mercado jornalístico. O interesse nacional está também no funcionamento saudável das empresas do ponto de vista financeiro”, avaliou.

Para Venício Lima, as empresas de rádio, TV e jornal estão “lutando para manter o que têm”. O esforço, no entanto, pode perder o sentido: “O que vai surgir após a [atual] transição tecnológica ninguém sabe”.

Essa também é a opinião do deputado Jorge Bittar (PT-RJ), membro da CCTCI, que teme que a manutenção das atuais restrições seja inócua no ambiente eletrônico: “Nada impede que o portal se transfira do país e opere em outro lugar com conteúdos brasileiros e estrangeiros”.

O parlamentar ressalta que o controle acionário da empresa não necessariamente assegura a veiculação de conteúdos nacionais. “Podemos ter uma empresa controlada por brasileiros em que os conteúdos veiculados não sejam majoritariamente brasileiros”, lembrou.”

(Agência Brasil)

O PCdoB e o Novo Código Florestal

124 1

Com o título “Retrocesso”, eis tópico da Coluna Concidadania, do jornalista Waldemar Menezes, no O POVO deste domingo. Ele questiona a postura do PCdoB na aprovação do Novo Código Florestal Brasileiro, que virou alvo de muitas críticas. Confira:

Seria esclarecedor saber a posição do PCdoB em relação ao relatório do deputado Aldo Rebelo, sobre a reforma do Código Florestal Brasileiro, que foi aprovado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados. O documento provoca ira e protestos no movimento ambientalista e em grande parte da esquerda e dá ensejo a que se traga à baila o ditado usado pelas vítimas desse tipo de surpresa: “quem tem amigos como esse, não precisa de inimigos”. Resta criar um poderoso movimento de resistência, na sociedade, para evitar o retrocesso.

Em primeiro lugar, exigindo que a questão só seja apreciada pelo novo Congresso que vai surgir das urnas, em outubro, e que seja debatida pelos candidatos durante a campanha eleitoral. Só assim, o resultado final poderá ter a chance de expressar o pensamento da sociedade brasileira sobre o assunto, neste momento.

Um dos pontos mais absurdos (felizmente retirado do projeto pelo relator) é o de entregar a cada Estado a legislação sobre o meio ambiente. É um presente para as oligarquias. Apesar de esse item ter sido retirado, os ruralistas insistem em recolocá-lo em pauta.”

(Coluna Concidadania, do O POVO)

Carga tributária volta a subir

“A carga tributária brasileira voltou a subir e deverá bater o recorde de 2008, depois de ter recuado no ano passado. Em 2010, a soma de todos impostos, taxas e contribuições pagos pelas empresas e cidadãos aos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) deverá representar 34,7% do Produto Interno Bruto (PIB), com alta de um ponto porcentual em relação a 2009 (33,7%). Em 2008, a carga foi de 34,4%.

As informações são de um estudo do consultor na área fiscal Amir Khair. Para projetar a carga tributária de 2010, Khair usou como base a arrecadação até maio e considerou um crescimento de 7% para o PIB, estimado em R$ 3,565 trilhões. Os valores de 2009 foram atualizados com a aplicação de uma correção de 6% (composto, em 70%, pelo IPCA e, em 30%, pelo IGP-DI). A metodologia de cálculo é a mesma usada pela Receita Federal.

O aumento da carga neste ano pode ser explicada, basicamente, pelo crescimento da economia, que faz ampliar a base de tributação. Da mesma forma, em 2009, a arrecadação caiu por causa dos efeitos recessivos da crise financeira mundial.

Quando o ambiente de negócios é favorável, as empresas não apenas faturam e lucram mais, como também empregam mais pessoas e pagam salários mais altos. Nesse cenário, mesmo sem aumento de alíquotas, o governo arrecada mais.

“Sempre que a economia passa por forte crescimento, como está ocorrendo este ano, o lucro das empresas e a massa salarial crescem acima do PIB”, diz Khair. “Consequentemente, a arrecadação também cresce mais que a economia como um todo.”

O empresariado reclama que o governo retira do setor privado recursos que poderiam ser destinados a investimentos produtivos, além de reduzir o consumo. Pesquisa encomendada ao Ibope pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que 65% das empresas veem a tributação como principal barreira para o crescimento econômico. O Ibope entrevistou mil empresas do setor entre abril e maio.

O avanço da arrecadação reflete ainda a redução das compensações e desonerações tributárias concedidas no ano passado pelo governo federal, para estimular o consumo no período de dificuldades financeiras. Passado o sufoco da crise, tanto a sonegação como a inadimplência de contribuintes tendem a cair enquanto a economia cresce.

Fiscalização. O aumento na eficiência da cobrança dos governos estaduais e federal também contribui para o crescimento da arrecadação. Por meio de sistemas de informações cada vez mais sofisticados, a fiscalização tem apertado o cerco contra os maus contribuintes.

A conjugação desses fatores fez a arrecadação federal dos primeiros cinco meses do ano crescer 13% acima da inflação, quando comparada com igual período de 2009. Os cofres da União receberam R$ 318 bilhões.”

(Agência Estado)

Programa de samba vira ilha num mar de forró estilizado

198 2

O radialista Elton Torres está comemorando a boa audiência do seu programa “Clube do samba”, pela rede Som ZoomSat, da 10 às 13 horas e sempre aos domingos.

Eklton se diz surpreso com o número de fãs desse estilo, que consegue sobreviver dentro de um cenário onde o que reina é o tal forró estilizado. A produção é da querida Silvia Mota. Valeu!

Cid faz caminhada em Messejana e confirma luta por novo estaleiro

150 10

O governador Cid Gomes (PSB) visita neste domingo a feira de Messejana. Com ele, o candidato ao Senado, o peemedebista Eunício Oliveira, e o seu candidato a vice, Domingos Filho (PMDB). O outro candidato ao Senado, José Pimentel (PT), está no Cariri, onde aguarda grupo para circulada na ExpoCrato, a maior exposição agropecuária do Estado.

Cid é seguido por um grupo de populares e outra boa fatia de c andidatos a cargos proporcionais. Nesse grupo também, o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Salmito Filho.

Cid Gomes confirmou que está  lutando para que o Estado conquiste um novo estaleiro, dessa vez não mais em Fortaleza, o que causou polêmica por conta do local – praia do Titanzinho, com a prefeita Luizainne Lins (PT).

O estaleiro que quer trazer par o Ceará, segundo Cid, será bem maior do que o do Grupo Promar, que acabou indo para Pernambuco.

Ameaça de bomba deixou avião retido no Recife

“Depois do susto inicial seguido de uma série de transtornos causados por um alarme falso de bomba, a Air France confirmou na manhã deste domingo que não favia nenhum explosivo dentro na aeronave do voo 443 que seguia do Rio de Janeiro para Paris. O avião deve seguir seguir viagem ainda na noite de hoje. De acordo com a companhia, o voo deve sair às 20h10.

O avião fez um pouso não programado por volta das 19h deste sábado (10) no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife (PE) por causa de uma ameaça de bomba. O avião, um Boeing 747, decolou do Rio de Janeiro às 16h20 com 405 passageiros. De acordo com a assessoria da companhia aérea, o piloto foi informado via rádio da ameaça de bomba. O alerta partiu do centro de operações do aeroporto do Galeão, no Rio.

O aeroporto de Recife ficou fechado por aproximadamente 40 minutos, mas já voltou a operar normalmente. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Federal foram acionadas e já inspecionaram o avião. Os passageiros foram revistados pela polícia e levados para hotéis na capital pernambucana e arredores.”

(Folha.com)

Beluzzo abre mão se Felipão quiser treinar a Seleção

“O Palmeiras conta, e muito, com Luiz Felipe Scolari, mesmo se ele receber um convite da CBF para voltar a treinar a seleção brasileira. Mas se Felipão quiser assumir a responsabilidade de tentar o hexa em 2014, terá de dizer isso diretamente ao presidente Luiz Gonzaga Belluzzo.

O dirigente palmeirense avisa que confia no que tem ouvido da boca do treinador: a vontade de cumprir o acordo com que se comprometeu e que assinará com o Palmeiras nesta semana, com validade até 2012.”

(Agência Estado)

Tucano Serra dormirá com "Papagaio"

78 3

O candidato tucano a presidente da República, José Serra, vai dormir no município de Acaraú (Litoral Oeste), mais precisamente na Fazenda Papagaio, de propriedade do líder do PSDB na Assembleia Legislativa, João Jaime.

Isso, depois de visitar, nesta noite de sábado, os chitões de Massapê e Marco, tendo ao lado o senador tucano Tasso Jereissati, o candidato a governador Marcos Cals e o vice, Pedro Fiúza.

Serra só deixa o Ceará na manhã deste domingo quando, de jatinho, tomará a rota de São Paulo.

DETALHE – Serra não estranhará o nome da fazenda, afinal, passou este sábado todo cercado de muitos, muitos “papagaios” de pirata a cada flash da campanha.