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República da Coreia oferece bolsas para mestrado e doutorado

“A República da Coreia, através de sua Embaixada em Brasília, oferece duas vagas para brasileiros no Programa de Bolsa de Estudos para Alunos de Pós-Graduação 2011. O Governo sul-coreano disponibiliza uma candidatura por meio da Embaixada em Brasília e outra diretamente com a universidade na Coreia.

O objetivo do programa é proporcionar a alunos estrangeiros a chance de realizar mestrado ou doutorado em universidade da Coréia do Sul. O mestrado será no período de 1° de setembro de 2011 a 31 de agosto de 2014, englobando um ano de curso de língua coreana mais dois anos de mestrado. No caso do doutorado, o período vai de 1° de setembro de 2011 a 31 de agosto de 2015, com um ano de curso de língua coreana, mais três de doutorado.

Outras informações com Marcela Formiga, Assessora de Imprensa, Cultura e Relações Públicas da Embaixada da República da Coreia, pelo fone (61) 3321.2500, fax 3321-2508 ou e-mail coreiabrasil@gmail.comEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email .

SERVIÇO

No Ceará, o contato é com a Coordenadoria de Assuntos Internacionais da UFC – (fone: 85 3366 7333 / 3366 7335 / 3366.

Se parlamentar ganha bem, trabalhador tem que ganhar bem

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O deputado federal Eudes Xavier (PT) defendeu, nesta segunda-feira, que o salário mínimo varie de R$ 560 a R$ 580,00 e não fique nos R$ 545,00, que é a proposta apresentada pela área econômica do governo federal. As Centrais sindicais estão debatendo o assunto e já avisaram que não aceitarão o valor proposto pela equipe de Dilma Rousseff.

Eudes Xavier também considera pouco esse valor e engata um novo discurso: “Nós, que recebemos R$ 27 mil, temos que lutar por um salário justo pera o trabalhador.

O parlamentar está participando em Brasília de um seminário que seu partido promove reunindo a bancada federal e ministros. O objetivo é dicutir as prioridades do governo nas votações do Congresseo como o novo mínimo e reformas como a política e a tributária.

Após quatro anos, PAC só tem 19% das obras concluídas

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 “Dados dos relatórios estaduais divulgados pelo comitê gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) revelam que apenas 19% das ações previstas foram concluídas após quatro anos de programa. Das 13.377 ações listadas pelo governo nos três eixos – logístico, energético e social-urbano –, pouco mais de 2.500 foram finalizadas até dezembro de 2010. Cerca de 5.100 empreendimentos (38%) ainda estão no papel, ou seja, nos estágios classificados como “ação preparatória” (estudo e licenciamento) e “em licitação”, enquanto exatamente 5.750 ações constam em obras ou em andamento, quantidade que representa 43% do total (veja tabela).

Se excluídas do cálculo as obras de saneamento e habitação, que representam cerca de 90% da quantidade física total de projetos listados no PAC, o percentual de ações concluídas, de acordo com o último balanço oficial, sobe para 62%. A metodologia de divulgação dos números usada pela Casa Civil nas cerimônias de divulgação dos resultados exclui as duas áreas desde o primeiro anúncio, apesar de estarem previstas no orçamento do programa, que é de R$ 657,4 bilhões que deveriam ser aplicados entre 2007 e 2010.

São Paulo, o estado mais rico do país, concentra a maior quantidade de obras concluídas. Das 1.124 ações, 137 foram finalizadas até dezembro, dentre elas a complementação da reforma, adequação e modernização do terminal de passageiros do aeroporto Congonhas, o trecho sul do Rodoanel e o corredor expresso Tiradentes. Já o estado de Minas Gerais, dono da maior malha rodoviária, tem o segundo maior número de ações entregues no período, 204 ao todo. Apesar disso, tanto em São Paulo, quanto na terra natal da “mãe” do programa, a presidente Dilma Rousseff, o índice percentual de conclusão das ações também alcançam apenas 19%.

Aliás, percentualmente, o estado de Roraima e Mato Grosso do Sul são os melhores posicionados, ambos com quase metade das ações concluídas. Na outra ponta, com as menores quantidades de ações encerradas aparecem o Distrito Federal, Sergipe, Amapá e Piauí, todos com menos de 30 obras do programa inauguradas nos últimos quatro anos.

As informações do balanço de quatro anos do PAC, que englobam investimentos previstos pela União, empresas estatais, iniciativa privada e contrapartida de estados e municípios, foram consolidadas pelo Contas Abertas em parceria com o jornal Correio Braziliense.

Obras concluídas representam 68% do PAC, diz governo

O cálculo do governo federal é baseado no valor investido nas obras, e não na quantidade física listada nos relatórios estaduais do programa. Assim, de acordo com o balanço de quatro anos do PAC, R$ 619 bilhões (94%), dos R$ 657,4 bilhões já foram aplicados nos projetos do programa entre 2007 e 2010. As ações concluídas somam R$ 444 bilhões, ou 68% do total.

Da verba global desembolsada, R$ 216,9 bilhões são de financiamentos habitacionais para pessoas físicas, o equivalente a 35% do aplicado entre 2007 e 2010, ou metade do que o governo garante ter concluído. O restante da fatia aplicada é dividido entre empresas estatais (R$ 202,8 bilhões), setor privado (R$ 128 bilhões), Orçamento Geral da União (R$ 55 bilhões), contrapartida de estados e municípios (R$ 9,3 bilhões) e financiamento ao setor público (R$ 7 bilhões).”
 
(Site Contas Abertas)

Vrummmm – Recorde na produção de veículos em janeiro

“A produção de veículos no Brasil bateu recorde em janeiro, atingindo o melhor desempenho para o mês com a fabricação de 261.777 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões e ultrapassando o volume contabilizado em 2008 (254,2 mil).

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pela Anfavea (associação das montadoras), houve acréscimo de 6,4% no confronto com janeiro do ano passado, mas redução de 9,1% ante dezembro. Já as exportações somaram 53.607 unidades, com alta de 10,7% ante janeiro e de 5,8% no confronto com dezembro.

Em vendas (244,9 mil), janeiro apresentou expansão de 14,8% na comparação com igual intervalo no ano passado. Já no confronto com dezembro, os licenciamentos tiveram queda de 35,8%.

O número de empregados nas montadoras somou 118.599 trabalhadores ao final do mês passado, superando o patamar contabilizado em dezembro (117.654). Levando em conta também os funcionários em fabricantes de máquinas agrícolas, a indústria empregava 137.291 pessoas, também acima dos 136.124 registrados no mês anterior.

(Folha.com)

Receita libera consulta a lote residual

“A Receita Federal do Brasil vai liberar nesta terça-feira (08), a partir das 9 horas (horário de Brasília), a consulta ao segundo lote residual multiexercício do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), exercícios 2010, 2009 e 2008.

Segundo a Receita, serão contemplados 74.349 contribuintes, totalizando uma restituição de R$ 143.442.926,01. O crédito estará disponível no próximo dia 15.

Para saber se a declaração foi liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para o número 146 do Receitafone.”

(Agência Estado) 

Waldemir Catanho avisa: a prefeita "trabalha de manhã, de tarde e de noite"

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O coordenador de Articulação Política da Prefeitura de Fortaleza, Waldemir Catanho, assina artigo no O POVO desta segunda-feira com o título “Explode coração!”, onde responde a artigo do professor – “Não dá mais para segurar”, aqui também veiculado. Mourão criticou ausência da prefeita, que não falaria nem com a equipe. Confira o que diz Catanho:

Moro em Fortaleza. Mais do que isso, como bem disse o professor Mourão Cavalcante em artigo publicado aqui, no último sábado, vivo em Fortaleza. Sou testemunha de seus problemas e virtudes. E de como as opiniões sobre a atual administração são díspares. Uma coisa é para mim evidente: como os cidadãos de classe média – aí incluídos os jornalistas – acham que o mundo em que circulam é a única realidade existente.

Como componente destas duas vertentes sociais – classe média e jornalista – compreendo esta limitação. São quatro os principais pilares da gestão Luizianne Lins: transporte, habitação, saúde e educação. Não ando de ônibus, não moro em área de risco, não uso postos de saúde e nem tenho parentes em escolas municipais. Minha visão da gestão torna-se parcial. Se tem buraco e lixo, que é o que chega à minha visão, a administração não presta.

Desta forma, não adianta me dizerem que Fortaleza reduziu 13 áreas de risco, com o maior programa de habitação popular de sua história, tirando 2500 famílias da lama. Ou que a tarifa de ônibus é a mais barata do país, incluído mais 17% de pessoas que sequer conseguiam usufruir dos coletivos. Ou que Fortaleza é a capital que mais investe em saúde, que toda a rede de postos de saúde foi reformada e ampliada, com capacidade de atendimento alargada para noites e finais de semana, além da contratação de novos profissionais. Ou que praticamente acabamos os anexos, damos fardamento gratuito e merenda de qualidade para 240 mil alunos, a terceira maior rede municipal do país.

Temos quase mil ocorrências registradas pela Defesa Civil – por sinal estruturada na gestão Luizianne Lins – resultado de chuvas atípicas pelo tempo e intensidade. A cidade sofreu com alagamentos, lixo espalhado pela ação das águas e transtornos de trânsito, decorrente de inúmeras obras. É natural que o professor tenha achado a cidade mal cuidada, embora seja mérito desta gestão nenhuma catástrofe ter ocorrido nos últimos seis invernos. Para se ter uma ideia, em 2004 choveu metade do volume de 2009. Foram cinco mil pessoas atingidas e quatro mortes.

Respondendo pontualmente, a prefeita despacha com seu secretariado.Trabalha de manhã, de tarde e de noite, os secretários falam sempre quando solicitados e fazemos pesquisas quantitativas e qualitativas com regularidade. Temos consciência de nossas conquistas e falhas. Sabemos, por exemplo, que comparados todos os índices com a administração Juraci, esta gestão é muito melhor. E quando as muitas obras forem entregues, Fortaleza será outra, com seu coração explodindo de orgulho.

* Waldemir Catanho – Coordenador de Articulação Política da PMF.

Carta para uma certa loura

Eis artigo que nos manda o jornalista PauloLimaverde. Com sua irreverência e jeito moleque, vez em quando, de escrever, ele quer dar um recado à prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT). Confira:

CARTA PARA UMA LOURA

Minha Prezada e Querida Loura,

Antes de qualquer coisa, quero confessar-lhe que, em determinados momentos, estive perdidamente apaixonado por você. Isso aconteceu antes que você enveredasse pelos caminhos da política e sua pureza não tivesse ainda sofrido infiltração das bactérias da arrogância e da inoperância.

Quando você se candidatou à Prefeitura, pensei em votar em você e atá aventurei-me a tal mas, no último momento, resolvi trair-lhe com meu voto. No entanto, você venceu as eleições e agora a vejo totalmente perdida, sendo vitima de ataques de seus adversários e notadamente de pessoas que deveriam estar ao seu lado.

Até o Arialdo Pinho (Chefe da Casa Civil do Governo Cid Gomes), mais conhecido como “Victor Mature do Agreste”, saiu de sua compostura peculiar e escreveu (ele escreve) um arrazoado culpando-lhe pelos buracos que, por um passe de mágica, apareceram na cidade pois ninguém sabe, até hoje, quem cavou tantas crateras nas ruas desta sua Fortaleza Bela.

Alguns, e entre eles você, dizem que a culpa é da CAGECE. Outros atribuem às chuvas tal cometimento e poucos não ligam mesmo para tal assunto. A coitada da  CAGECE historicamente sempre foi culpada de muita coisa. Há quem diga que “se dependesse da CAGECE, Pilatos não teria lavado as mãos!”.

Veja bem, minha cara loura, onde você chegou quando o professor Antonio Mourão Cavalcante, notório psiquiatra aborígene, invadiu seu âmago (literalmente) para receitar-lhe um Lexotan virtual (via artigo no O POVO).

Louraça, ainda é tempo de você se recompor e partir para uma grande administração… Basta que  se livre de alguns incompetentes que lhe cercam com conselhos os mais estapafúrdios e seja, mais do que nunca, você mesma. Aquela “loura” que apareceu no fim do mês de janeiro na mídia fazendo uma “mea culpa” é você com toda sua autenticidade e é ela que queremos ver administrando Fortaleza.

Para terminar, quero dizer-lhe que, talvez, minha paixão não volte, mas tenho a certeza de que você vai conseguir chegar até o fim de tudo isso, sem precisar que os postes votem em você para qualquer coisa. Ficam aqui beijos e abraços de quem  continua sendo seu admirador.

Paulo Limaverde,

Jornalista, radialista e correspondente internacional.

Fiec participa de debate sobre a criação de Área Livre de Comércio entre Europa e Mercosul

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A Confederação Nacional da Indústria está debatendo, nesta segunda-feira, em Brasília, a criação de uma área de livre comércio envolvendo a União Europeia e o Mercosul. A Federação das Indústrias do Estado (Fiec) participa das discussões através do superintendente do seu Centro Internacional de Negócios, Eduardo Bezerra.

Sobre o projeto, Bezerra explica que o caminho para a economia mundial é esse mesmo: a relação mais próxima dos blocos econômicos. O mundo está globalizado e os países cada vez mais, conforme disse Bezerra, precisam promover intercâmbio até como forma de tornar o mundo bem mais sustentável em todos os aspectos.

Número de falências é o menor dos últimos seis anos

“Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado na ultima sexta-feira, mostra que em janeiro o número de falências decretadas foi o menor para o primeiro mês do ano desde 2005, quando entrou em vigor a nova lei de falências. Ao todo, foram 41 decretos, sendo 35 de micro e pequenas empresas (MPE), dois de médias e quatro de grandes empresas. Já em janeiro de 2010, foram decretadas 69 falências, sendo 63 de micro e pequenas empresas, seis de média e nenhuma de grande.

Apesar de o número elevado de falências de MPE em relação a outras empresas, o assessor econômico da Serasa, Carlos Henrique de Almeida, diz que não há nenhuma anormalidade no setor. “O universo de micro e pequenas empresas é muito maior no país. Além disso, esse número de janeiro mostra um cenário de três ou quatro meses atrás, quando essas falências foram requeridas”.

Para Almeida, a economia aquecida em 2010 determinou, em janeiro deste ano, o menor volume de falências decretadas no primeiro mês desde 2005. Já as falências requeridas apresentaram aumento em janeiro de 2011, na relação com dezembro de 2010.

Segundo ele, com os impactos da crise global, os requerimentos de falência passaram a ser usados como instrumento de cobrança. Dessa forma, o crescimento na comparação com o mês anterior se refere às compras junto aos fornecedores, principalmente para o Natal, e não pagas. “Mesmo assim os números refletem o cenário do ano passado. Só a partir de março teremos um cenário mais definido se houver realmente desaceleração da economia para controle da inflação e ajuste no crescimento do país”.

Varejo

A Serasa Experian divulgou esta semana também o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. A atividade varejista abriu o ano de 2011 em desaceleração após um final de ano muito bom. O movimento dos consumidores nas lojas brasileiras cresceu 9,8% em janeiro de 2011 em relação ao mesmo mês de 2010, resultado abaixo dos 11,2%verificados em novembro de 2010 e dos 12,8% de dezembro, sempre na comparação anual.

A alta em janeiro foi liderada pela expansão de 15% do segmento de material de construção. Em seguida vieram as lojas de móveis, eletroeletrônicos e informática, com expansão de 10,4%.

O único segmento que registrou variação anual negativa em janeiro foi o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, de 1,4%. As fortes chuvas ocorridas na região Sudeste podem ter atrapalhado as vendas da moda verão durante o mês passado.”

(Agência Sebrae)

Prefeitura quer transformar Pirambu numa Copacabana

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Eis artigo do jornalista Magela Lima, com o título “Ai de ti, Pirambu!”. Ele comenta promessa da Prefeitura de Fortaleza de transformar esse bairro da cidade numa verdadeira Copacabana. Confira:

Políticos, via de regra, mentem. Mentem, não. Que diga, falam assim sem protocolo: apresentam ideias aleatórias como se fossem projetos milimetricamente definidos. Na última semana, fiquei sabendo de uma dessas ideias, que, pela verborragia, parece lorota ou coisa fantasiosa, mas, posso garantir que faz todo sentido. José Meneleu, coordenador da Secretaria de Planejamento e Orçamento de Fortaleza (Sepla), sinalizou que a Prefeitura quer transformar o nosso Pirambu em Copacabana.

De longe, a gente nasce, cresce, se reproduz e morre, achando Copacabana, no Rio de Janeiro, um paraíso. De perto, a realidade é outra. Morei lá, e sei. Os cariocas torcem o nariz para o bairro. Na famosa cidade maravilhosa, Copacabana é lugar ruim de se morar. O motivo? Inchaço populacional, sobretudo. Copacabana é um espremido de gente sem fim. Gente que mora lá, trabalha ou passa por lá todos os dias. Não bastasse o comércio intenso, o bairro, um dos mais extensos da orla, é cortado por apenas quatro ruas paralelas ao mar.

Toda essa combinação, fez com que os cariocas da gema buscassem outras praias. Eles têm, sim, todo o direito de querer uma rotina mais tranquila. No entanto, é errônea a constatação de que Copacabana é bairro dormitório ou mero ponto de trabalho. É mais. Há uma população imensa que migra para aquela região justamente pelas vantagens que acompanham essa urbanidade aparentemente desenfreada. As três estações de metrô que o bairro possui, por exemplo, são um alento diante dos famigerados congestionamentos.

Diante disso, querer espelhar nosso Pirambu na Princesinha do Mar não é nenhum absurdo. Altas densidades populacionais necessitam de infraestrutura diferenciada e, acredito eu, é nisso que a Prefeitura fala quando insiste na comparação. Claro, Copacabana, diferente do Pirambu, nunca foi periferia. No entanto, é uma ex-área nobre, o que, na lógica das cidades brasileiras tem status muito mais pejorativo, basta ver a degradação do Catete lá no Rio ou da nossa Jacarecanga. É fato: as cidades têm vida própria, mas cabe aos Governos controlar seus destinos.

Magela Lima – Editor-executivo do Núcleo de Cultura e Entretenimento

magela@opovo.com.br

Juíza condena Unimed a pagar indenização por negar procedimento cirúrgico

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“A Unimed Fortaleza foi condenada a pagar R$ 20 mil, a título de indenização por danos morais, ao paciente F.F.L.M. A decisão, da juíza Nádia Maria Frota Pereira, respondendo pela 2ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta sexta-feira (04/02).

De acordo com os autos (46892-10.2009.8.06.001/0), F.F.L.M. sofreu obstrução de um vaso do coração no dia 22 de maio de 2009. Na emergência do hospital onde foi atendido, o cardiologista de plantão indicou a implantação de um stent farmacológico.

Porém, F.F.L.M., cliente do plano de saúde Multiplan Empresarial Especial há nove anos, teve o procedimento negado pela empresa. A Unimed alegou que o contrato de assistência à saúde firmado pelas partes não inclui o fornecimento de materiais importados não nacionalizados.

F.F.L.M., então, ajuizou pedido de antecipação de tutela, que foi deferido, na mesma data, pelo juiz Francisco Pedrosa Teixeira, titular da 2ª Vara Cível. O magistrado determinou que a Unimed fornecesse imediatamente o material, arcando, ainda, com todos os custos do ato cirúrgico.

Na ação, o autor pediu também indenização por danos morais, alegando ter sofrido grave constrangimento devido à conduta do plano de saúde. No mérito da ação, a juíza Nádia Maria Frota Pereira considerou “abusiva a cláusula contratual que exclui da cobertura do plano a colocação de stent, principalmente quando este é indispensável ao sucesso do procedimento cirúrgico”.

A magistrada ressaltou, na sentença, que o stent farmacológico, indicado pelo médico, estava vinculado à realização do ato cirúrgico, “o que torna o seu fornecimento obrigatório por parte da promovida”.

 (Site do TJ-CE)

Mercado mantém projeção para crescimento do PIB em 4,6% neste ano

“Analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo Banco Central (BC) mantiveram a projeção para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – neste ano em 4,60%. Para 2012, a estimativa permanece em 4,50%.

A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 5,03% para 5%, e permanece em 5%, em 2012. A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 39,10% para 39,09%, em 2011, e de 37,80% para 37,75%, no próximo ano.

A expectativa para a cotação do dólar ao final de 2011 caiu de R$ 1,75 para R$ 1,73. Para o fim de 2012, a projeção segue em R$ 1,80. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) passou de US$ 9,52 bilhões para US$ 9,57 bilhões, neste ano, e segue em US$ 5 bilhões, em 2012.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi ajustada de US$ 67,87 bilhões para US$ 67,49 bilhões, em 2011, e de US$ 68,90 bilhões para US$ 69 bilhões, no próximo ano.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em US$ 40 bilhões, neste ano, e passou de US$ 42,19 bilhões para US$ 42,37 bilhões, em 2012.”

(Agência Brasil)

Incêndio nos barracões das escolas de samba do Rio

“Bombeiros tentam controlar um grande incêndio na Cidade do Samba, na Zona Portuária do Rio. Uma grande coluna de fumaça, que já atinge 500 metros de altura, pode ser vista a distância. Por causa da fumaça, a rota dos aviões que pousam e decolam do Aeroporto Santos Dumont foi desviada.

Ainda não há informação sobre vítimas. Também não se sabe como o fogo começou. O incêndio atinge pelo menos três barracões das escolas de samba do grupo principal, o da União da Ilha, da Portela e da Grande Rio. O escritório destinado à Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) também foi atingido.

Parte do telhado da Cidade do Samba já cedeu. Toda a área externa encontra-se interditada. Pelo menos seis carros do Quartel Central do Corpo de Bombeiros estão no local.

Avelino Ribeiro, assessor da Grande Rio, informou que pelo menos seis mil fantasias destinadas à comunidade podem ter sido destruídas. Os carros alegóricos da escola, segundo ele, também estavam praticamente concluídos. Avelino informou que todas as escolas têm uma equipe de vigilância 24 horas nos barracões.

Já o presidente da escola de samba União da Ilha, Ney Filardes, informopu que o incêndio que atinge a Cidade do Samba destruiu 98% dos materiais que seriam usados em seu desfile, daqui a um mês. O prejuízo da agremiação é da casa de R$ 5 milhões, disse em entrevista ao Bom Dia Brasil.

“Nosso maior patrimônio está preservado, ninguém se feriu”, disse, informando que havia gente trabalhando no local, mas que conseguiu sair. “Vamos para o carnaval do jeito que der, nem que entremos na avenida só de camiseta. Nossa comunidade vai ajudar. É um dia triste para essas três escolas afetadas”, lamentou.

E alguns funcionários da Portela, que trabalhavam na Cidade do Samba, disseram que o fogo começou entre 7h e 7h30 no barracão da União da Ilha. Segundo eles, todos desceram a escada correndo. No quarto andar, onde o fogo se espalha, há fantasias da bateria, do segundo casal de mestre sala e porta-bandeira, além das baianas.

A Cidade do Samba começou a ser usada em setembro de 2005, para o Carnaval de 2006.”

(JB Online)

Dilma estreia "Café com a Presidenta" falando sobre hipertensão e diabetes

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“Ao comentar o anúncio da distribuição gratuita de medicamentos contra hipertensão e diabetes, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o objetivo do governo é que todos os pacientes façam o tratamento completo para ambas as doenças – sem interrupção.

Na primeira edição de seu programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que muitas pessoas morrem ou desistem de fazer o tratamento em razão do alto custo dos remédios. Ela reforçou ainda que o compromisso do governo com a erradicação da miséria vai passar pelo programa Saúde Não tem Preço.

A distribuição gratuita dos medicamentos começa na próxima segunda-feira, em todas os estabelecimentos da rede Aqui Tem Farmácia Popular. Basta apresentar a receita médica e o documento de identidade para retirar o medicamento.

De acordo com a presidente, a escolha de remédios contra a hipertensão e a diabetes foi feita com base no número de brasileiros diagnosticados.

“Essas são as doenças que atingem o maior número de brasileiros e brasileiras. Estão entre as que mais matam no Brasil. Ao todo, 40 milhões de pessoas no Brasil ou têm diabetes ou têm hipertensão, e algumas têm as duas doenças combinadas”, disse. “E o pior: muita gente nem sabe que tem pressão alta ou diabetes”, completou.

O programa Aqui Tem Farmácia Popular oferece medicamentos subsidiados para mais cinco doenças: asma, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas. No total, são 24 tipos de remédios.

Regulamentação de catadores já!

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Do artista plástico Maurício Cals, este Blog recebeu essa nota, fotos e um apelo:

Caro Eliomar de Lima,

Fiz essas fotos. Acho um descaso essas rampas de lixo a uma quadra da avenida Santos Dumont. Precisamos, com urgência, de uma campanha sobre o mal que esse tipo de ato faz à saúde. Nessa esquina havia lixo… foi retirado (não sei por quem) no dia seguinte à limpeza… de novo.

Os catadores de lixo, com seus carrinhos/geladeiras, despejaram mais lixo. É imperioso um controle desses catadores. Uma identificação, uma licença e um uniforme, macacão, botas e luvas e máscara também. Eles só deveriam circular das dez da noite às 5 da manhã, quando o trânsito é menor.

Sim, crianças terminantemente proibidas nessa função. Nem para acompanhar os pais.

Abraços,

Maurício Cals.

José Guimarães vai defender reforma política já em seminário petista

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A bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara reúne-se nesta segunda e terça-feira, em Brasília, num seminário que discutirá questões políticas e de organização. Segundo o deputado federal José Nobre Guimarães, o encontro servirá para balizar a atuação da bancada e terá na aberteura, a partri das 14 horas, a fala do presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), que abordará as perspectivas e desafios da nova legislatura.

Depois dele, será a vez do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, e dos ministros Antonio Palocci (Casa Civil) e Luiz Sérgio (Relações Institucionais), que falarão com os petistas sobre a conjuntura brasileira e os desafios para o Brasil continuar mudando. Ou seja, reforçando o discurso político da legenda.

Na terça-feira, segundo Guimarães, os deputados voltam a se reunir para tratar de questões da bancada, matérias prioritárias para votação da pauta legislativa como reforma política e tributária, questões trabalhistas, salário mínimo e a proposta de emenda à Constituição que acaba com o trabalho escravo.

“Eu defendo que a Reforma Política seja votada neste ano. Fatiada ou não. Nós não podemos mais conviver com essa confusão parrtidária que temos no Brasil”, observou Guimarães. Para ele, o país precisa ter avanços nessa área como lista fechada, financiamento público de campanhas e um prazo para que haja mudança de legenda para quem pensa em mudar.

Outra prioridade, conforme Guimarães, é a reforma tributária. Ele defende a aprovação dessa matéria, observando que principalmente as prefeituras reclama perdas financeiras e muitos encargos. Lembrou que a municipalização da saúde, por exemplo, não trouxe reforço de caixa para os municípios. Guimarãaes defende a aprovaão da Emenda 29, que reforça financeiramente o caixa da saúde.

Sarney quer virar "patrono" da reforma política

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“Retratado no noticiário ora como símbolo das mazelas do Senado ora como abre-alas da invasão fisiológica ao setor elétrico, José Sarney quer mudar de assunto. O tetrapresidente do Senado disse ao ministro José Eduardo Cardoso (Justiça) que vai constituir um grupo suprapartidário para elaborar projeto de reforma política.

Não especificou datas, mas deu a entender que tem pressa. Quer finalizar uma proposta antes do início do recesso parlamentar do meio do ano. No segundo semestre, deseja levar a reforma a voto. Por que a correria? Sarney alega que é preciso aproveitar o embalo do início da gestão Dilma Rousseff.

Segundo o raciocínio do morubixaba pemedebê, se ficar para 2012, a reforma política não sai. Ou se faz no primeiro ano ou não se faz, diz Sarney. Para não partir do zero, Sarney recomendará à comissão que recupere nos arquivos do Congresso projetos já apresentados sobre a matéria, compilando-os.

A iniciativa chega nas pegadas da mensagem em que Dilma expôs ao Legislativo as prioridades de seu governo para o ano de 2011. O texto foi lido pela presidente há seis dias, em sessão presidida por Sarney. A certa altura Dilma disse, sob aplausos: “Trabalharemos em conjunto com essa Casa para a retomada da agenda da reforma política”. Animada com as palmas, ela repetiu a frase.

Todos os presidentes do Brasil pós-redemocratização, incluindo o próprio Sarney, prometeram coisa parecida. E a reforma jamais saiu.

Nessa matéria, qualquer mudança que se pretenda profunda e séria tem de contrariar interesses dos parlamentares incumbidos de votá-la. A coisa  sempre começa como um tour-de-force (expressão de origem francesa que significa grande esforço) e termina num enorme tor-de-farsa.”

(Folha.com)

Danilo Forte, relator da MP dos Hospitais Universitários, discute modelo de gestão com UFC

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“O Hospital da Universidade Federal do Ceará (UFC), Walter Cantídio, vai receber, amanhã, visita do reitor da instituição, Jesualdo Farias, e do deputado federal Danilo Forte (PMDB-CE), relator da medida provisória (520/2010) que cria uma empresa pública para administrar as unidades hospitalares de todo o País.

Enviada pelo então presidente Lula ao Congresso Nacional, a MP 520 cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A., que será vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A empresa vai facilitar a contratação dos funcionários das unidades hospitalares, mantendo, contudo, sua direção sob a tutela da universidade.

Os profissionais serão regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), e não mais pelo regime próprio dos servidores públicos. A entidade poderá contratar os trabalhadores através de análise de currículo.

Segundo Forte, a empresa vai retirar a “burocracia” das contratações via concurso público. “Para fazer concurso, a universidade depende de autorização do Ministério do Planejamento. Já a empresa terá um suporte financeiro para facilitar a contratação”, alegou.

Jesualdo apoia a criação da empresa, mas defende a autonomia da universidade quanto à administração do hospital. “Ainda há muitas definições sobre essa empresa, como o estatuto”, pondera. Segundo ele, o hospital conta, por mês, com apenas R$ 800 mil para pagar os cerca de 100 servidores temporários, já contratados pela CLT. “Eles continuarão a ser seletistas, mas funcionários públicos”, alegou. Na quarta, Jesulado vai a Brasília discutir o projeto com demais reitores federais.

O POVO tentou ouvir a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Ceará (SINTUFCe). Na tarde e noite de ontem, contudo, os celulares de dois diretores da entidade estavam desligados.

(O POVO)