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Para respirar Saramago

Eis artigo que o juiz, escritor e professor universitário Mantovani Colares manda para o Blog. Intitulado “Para respirar Saramago”, aborda este português do mundo que partiu na última semana. Confira:               

A concretização da proximidade literária de Saramago custou-me um lapso temporal expressivo. De início, tentei a leitura de “Ensaio sobre a cegueira”, abandonando-o em seguida por me sentir sufocado pelo texto retilíneo, sem parágrafos, tabulações ou indicações de pausa. Não insisti, pois de cedo aprendera que a literatura só funciona naquele momento mágico em que o leitor se sente atraído pela obra, hipnotizado a tal ponto de não conseguir se desvencilhar do livro. Por isso, há o tempo certo para cada autor, para cada obra.

Alguns meses depois, estimulado por minha verdadeira paixão devotada a Fernando Pessoa, aventurei-me a folhear “A morte de Ricardo Reis”, porque ali o protagonista era justamente um dos heterônomos do poeta da alma. O início foi sofrível, atormentava-me a seqüência uniforme do texto, até que parei para respirar. Respirei fundo, e só aí entendi a chave do gênio Saramago: seu estilo provocante é, na verdade, um inteligente método de autodomínio lingüístico.

O leitor não se pode deixar preso na armadilha estrutural do texto. Cada leitor há de fazer sua pontuação, sua pausa. A liberdade do ritmo é nossa. Saramago nos presenteou com a possibilidade de sermos co-autores de sua obra. A ousadia do mestre está nessa mensagem, quase imperceptível: ele escreveu o livro, mas a obra só haverá de ser finalizada após nossa leitura, porque nós terminaremos de escrevê-lo, ao realizarmos as pontuações e pausas, de acordo como nossa cadência de percepção do texto.

Ele conseguiu a tão sonhada interação real entre escritor e leitor. Ouso dizer que um livro de Saramago que ainda não foi lido não é verdadeiramente uma obra literária. Somente com a descoberta dessa chave pelo leitor, a percepção do enigma de nossa interatividade na leitura, é que se tem o fecho do livro.

Enfim, para ler Saramago é preciso respirar. Quem tem o privilégio de sentir isso na alma ficará cativo para sempre de sua obra; de tal modo que passa a ser um vício. E esse vício confirma a cada dia que literatura é, acima de tudo, estilo. É isso que diferencia o contador de estórias do romancista.

No Brasil, Machado de Assis já nos acenava com essa advertência, e Guimarães Rosa comprovou como ninguém que o segredo está na forma, muito mais do que no conteúdo. Em Saramago, firmou-se um estilo de respeito ao leitor, pois temos o privilégio de ler o texto de acordo com nossa respiração. A liberdade da pontuação é o legado mais revolucionário que ele deixa para a humanidade.

*Mantovanni Colares é juiz, professor universitário e escritor. 

Livro "Filha de coelha, girafa é" empolga criançada

Gil Dicelli e Demitri Túlio, o ilustrador e o autor.

Neste fim de semana, o jornalista Demitti Túlio e o editor de Arte Gil Dicelli, ambos do O POVO, lançaram, no bucólico Passeio Público (Centro de Fortaleza), o livro infantil “Filha de coelha, girafa é”. Num clima dos mais descontraídos, a criançada fez a festa. Nessa publicação da Editora Littere, Demitri conta a historia de uma girafinha que acabou criada por uma coelha, tendo os desenhos coloridos de Gil Dicelli expondo uma bela lição de amor em forma de adoção.

Ivonilo Praciano em perfórmance para a criançada.

Até contação de historias não faltou. É que o também jornalista, ator e diretor Ivonilo Praciano apareceu para comandar esse ato, enquanto muitos papais e mamães não dispensavam o gostinho do picolé. Quem sabe, matando um pouco da saudade e do gostinho da infância.

Demitri, a amiga Mirtes Graça e aquele autógrafo.

Foi uma manhã de sábado “legal”, me dizia meu filho Vitor (8). Ele e o irmão mais velho, Vinícius (12), adoraram estar ali. Minha Socorro França aproveitou para também mergulhar no passado do local e conhecer o baobá, arvore centenária que reina naquele pedaço de uma cidade que se faz adulta a cada dia, teimando em não preservar, vez em quando, pedaços do seu passado.

FLASHES

Este repórter do Blog com a família e o “moleque” Demitri.

Eis João Pedro, da jornalista Juliana Matos Brito e Toinho. Adora uma foto.

Que turminha…Vinicius, Vitor, João Pedro e Catarina.

Jornalista Cláudio Ribeiro, amigo do Demitri, e a filha Júlia.

(Fotos – Paulo Moska)

Articulista comenta criaturas contra o criador na política local

O jornalista e radialista Paulo Limaverde manda artigo direto dos EUA, onde mora, fazendo a defesa de um personagem polêmico do cenário eleitoral do Ceará: o senador tucano Tasso Jereissati. Ele recorda a campanha de 1986 de Tasso e assegura que o “galeguim” sabe superar adversidades. Tais adversidades hoje teriam nome e sobrenome: Ferreira Gomes. Confira:

Enganam-se os adversarios  de Tasso Jereissati quando pensam que ele vacila diante de alguma dificuldade. Pode inventar dificuldade para fazer o galego retroceder… Lembro-me ainda da campanha ao Governo do Estado em 1986, quando ele teve que enfrentar mais de 80% das prefeituras interioranas ocupadas pelos chamados “Bezerristas” e que, de toda forma, tentavam impedir sua caminhada em direcao ao entao Palacio da Abolicão.

Naquela ocasião, Jereissati ja apadrinhava o jovem terceiro suplente de deputado estadual Ciro Gomes e o colocava ao seu lado nos palanques como um sinal ao eleitorado de que ali estava um politico promissor e que ele era merecedor de uma titularidade e não de uma suplência. E assim sempre foi…. Vencidas as eleicões, Tasso logo encaminhou Ciro para ser Prefeito de Fortaleza. Aliás, não encaminhou, escalou. Depois, escalou tambem o mesmo Ciro para ser Governador do Ceará e, logo depois, Ministro da Fazenda.

Não havia nada que o Tasso pusesse a mão que não se tornasse realidade. Isso tudo acontecia devido a credibilidade adquirida junto ao povo. Afinal de contas. o “Governo das Mudancas” foi uma demonstracao de como se usar o dinheiro do povo de maneira correta e transparente. Por último veio a eleicão de Cid Gomes para governador, onde todo mundo  sabia que, embora veladamente, existia o apoio do galego.

E agora, diante de sucessivos exemplos de genuflexoes dos Ferreira’s Gomes perante Lula, quedo-me admirado pela falta de verborragia dos  politicos sobralenses, principalmente o endurecimento da lingua afiada do Ciro Gomes que, há bem pouco tempo, dizia que o deputado federal Eunicio Oliveira (PMDB) fazia parte das “forças do atraso”. Pelo entendimento que adquiri graças a experiencia e aos exemplos os quais fui testemunha, coragem e altivez são marcas difíceis nos politicos e somente encontrei isso nos idos de 1986, quando um jovem e promissor politico falava nos comícios de peito aberto, sem medo e cheio de convicção. E, pelo que ainda estou a notar, Tasso Jereissati continua do mesmo jeito…

PAULO LIMAVERDE,

Jornalista e radialista.

Cala boca Galvão: um fenômeno planetário

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“Ferir com palavras, pondo para circular histórias falsas com o objetivo de irritar ou destruir alguém, é uma prática tão antiga quanto a história humana. A humanidade viajava ainda à velocidade de 16 quilômetros por hora das carroças, mas as notícias ruins e fofocas já pareciam ter asas. As línguas de trapo mal esperavam o conquistador romano Júlio César, talvez o mais celebrado general e estadista de todos os tempos, sair de Roma para começar seu trabalho de intriga e destruição. Conforme registrou o historiador Gaius Suetonius Tranquillus, morto por volta do ano 122 da era cristã, o patriciado “punha para circular histórias” dando conta de que César arrancava todos os pelos do corpo com pinças e era chamado de “marido de todas as esposas e esposa de todos os maridos”. Foi assim antes com gregos, macedônios e egípcios. As maledicências continuaram viajando mais rápido na Idade Média, durante e depois da Revolução Industrial.

O que há de novo nesse campo? A internet. Se já voavam de ouvido em ouvido, as fofocas e falsidades ganharam o dom da instantaneidade com os milhões de computadores, celulares e tablets de todo o planeta interconectados por uma rede em que, pela primeira vez na história, todas as máquinas se comunicam na mesma linguagem, sem incompatibilidades nem fronteiras. A fofoca digital pode criar verdadeiros tsunamis que chicoteiam o globo jogando as opiniões de milhões de pessoas de um lado para o outro. Antes que alguém possa verificar a verdade de um fato, sua versão ou versões já se tornaram o fenômeno. O caso que engolfou o locutor Galvão Bueno, a voz oficial das Copas do Mundo e das Olimpíadas nas transmissões da Rede Globo, é uma amostra do poder dessas novas correntes de pensamento criadas na internet. “Cala a boca, Galvão” era uma tirada que já circulava por aí fazia anos.

Há pouco mais de uma semana, contudo, ela ganhou o mundo. Postada por usuários no Twitter, a rede social de troca de mensagens de até 140 caracteres, a frase CALA BOCA GALVAO – assim mesmo, em letras maiúsculas, sem vírgula e sem acento – virou hit e se manteve entre os dez assuntos mais comentados do serviço da internet durante toda a semana. Os brasileiros aumentaram a fervura, atribuindo sentidos absurdos à frase: segundo uma das versões, em português, cala boca significaria salve, e galvão, o nome de um pássaro em extinção. Alguns dos maiores sites e jornais do mundo, como o The New York Times, tentaram decifrar a brincadeira, e assim a difundiram ainda mais. ”

(Reista Veja)

Serra acusa Governo Lula de lotear cargos

“O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, acusou o governo federal de lotear e ser leniente com a corrupção nos Correios e na Funasa (Fundação Nacional de Saúde), cujas cúpulas foram indicadas pelo PMDB. Em entrevista ao programa “Roda Viva” da TV Cultura, gravada neste sábado, ele afirmou que o presidente Lula entregou os órgãos a aliados e agora não pode trocar seus dirigentes.

O tucano protestou contra “a vergonha que se fez na Funasa”, que é subordinada ao Ministério da Saúde. “O ministro da Saúde não indicou o presidente da Funasa. Resultado: corrupção que não acaba mais”, atacou. “Fez-se um loteamento até o detalhe. Eu tinha, como ministro da Saúde, impedido isso”. Ele disse que, se eleito, acabará com o loteamento da administração federal: “Nunca abriria caminho para turbinar a corrupção dessa maneira”.

Ao comentar a crise nos Correios, Serra disse que Lula sofre constrangimento para não demitir o presidente do órgão, Carlos Henrique Custódio. “[Lula] não pode agora mexer nos Correios”, afirmou o candidato. “Isso é uma das piores coisas que existem no Brasil hoje em dia”, disse, referindo-se ao loteamento de cargos.

* A entrevista vai ao ar na segunda-feira.”

(Folha.com)

"Bota moral, Tasso" vira mote eleitoral

O discurso feito na última semana, na Assembleia Legislativa, pelo deputado Tomás Figueiredo (PSDB), quando destacou a decisão do partido de lançar candidatura própria, com críticas ao Governo Cid e recheado da frase “Bota moral Tasso. Bota moral no Ceará”, tomou conotação de movimento. Já circula na internet, e em alguns carros, adesivo com esse mota.

Segundo alguns tucanos, essa manifestação toma corpo principalmente depois das últimas declarações de membros do PSB que estariam, nos bastidores, desqualificando a decisão do PSDB de lançar um candidato próprio à sucessão de Cid.

Até terça-feria, a gente vai aguardar e conferir se tal movimento vingará mesmo. Ou se não passa de mais um ingrediente de pressão política.

CUT quer Cartaxo na Vice de Cid Gomes

“O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Ceará, Jerônimo do Nascimento, está reivindicando dos pré-candidatos em 2010 que, antes mesmo de eleitos, se comprometam com os temas da classe trabalhadora e defendam o Governo Cid Gomes (PSB). Segundo diz, porque “é um governo diferente do governo dos coronéis e do ciclo dos governos de Tasso e Lúcio. Este governo conseguiu fazer da economia do Ceará destaque no Nordeste e no Brasil”.

Sobre o nome para vice de Cid Gomes, Jerônimo se diz a favor do ex-secretário das Cidades, Joaquim Cartaxo. “Militamos juntos ao longo de vinte anos e nesse tempo ele (Cartaxo) vem contribuindo para consolidar o projeto político do PT no Ceará. Hoje, ele é um nome preparado para nos representar na chapa majoritária”, acentuou o presidente da CUT.Além de Cataxo, disputam a indicação de vice Valdemir Catanho, apoiado pela prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, e o próprio vice, Francico Pinheiro, que teria simpatias do governador.
 
SC: Presidente Jerônimo, o que representa a Redução da Jornada de Trabalho sem redução de Salário, de 44 para 40 horas semanais para os trabalhadores?
 
Jerônimo: Representa benefícios de natureza social, econômica e individual. A jornada normal de trabalho no Brasil é uma das maiores no mundo: 44 semanais desde 1988. Veja que está bem acima de países como a Espanha (35,4 horas), Israel (37 horas), França (38 horas), Itália (38,3 horas), Japão (42 horas), Estados Unidos (42,6 horas), entre outros. A soma de uma elevada jornada normal de trabalho e um alto número de horas extras faz com que o tempo total de trabalho no Brasil seja um dos mais extensos. Em função das jornadas extensas, intensas e imprevisíveis, os trabalhadores têm ficado cada vez mais doentes (estresse, depressão, hipertensão, distúrbios no sono e lesão por esforços repetitivos, por exemplo). Também sobra pouco tempo para o convívio familiar, o estudo, o lazer, o descanso, qualificação profissional e a luta coletiva.
Outro ponto é que a economia brasileira apresenta condições favoráveis para a redução da jornada de trabalho e limitação da hora extra. O país apresenta crescimento econômico nos últimos cinco anos, com perspectivas positivas para os próximos anos. A inflação tem variações moderadas desde 2003 e a economia encontra-se relativamente estabilizada. A redução da jornada de trabalho é um dos instrumentos para geração de novos postos de trabalho e a conseqüente redução das altas taxas de desemprego, com baixo risco monetário.
 
SC: Desde sua fundação, em 1983, a CUT tem trabalhado em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras, o que isso tem representado para essa classe?
 
Jerônimo: A CUT nasce em meio às lutas de redemocratização do País, num cenário de profundas transformações políticas, econômicas e culturais, protagonizadas essencialmente pelos movimentos sociais. A partir da retomada do processo de mobilização da classe trabalhadora surge o “novo sindicalismo”, contrário ao sindicalismo oficial corporativo. Esteve presente e atuante nos principais acontecimentos da história recente do País, revelando caráter social e político. O nascimento da CUT como organização sindical brasileira representa mais do que um instrumento de luta e de representação real da classe trabalhadora, um desafio de dar um caráter permanente à presença organizada de trabalhadores e trabalhadoras na política nacional.
 
SC: Quais foram os avanços que a Central conquistou e que podem ser comemorados durante esses anos de governo Lula?
 
Jerônimo: Reconhecemos muitos avanços nesses quase oito anos de governo Lula. O mais recente, foi o reajuste de 7,7% aos aposentados que ganham acima do salário mínimo. O País está em crescimento, a inflação está controlada e estamos avançando na estabilidade econômica. Temos hoje uma política de reajuste do salário mínimo, o principal mecanismo de distribuição de renda hoje no Brasil. As estatísticas mostram e todos nós percebemos que houve uma redução das desigualdades sociais. Pessoas que antes eram pobres já ascenderam para a classe média. Tivemos ainda uma ampliação da participação popular, com a realização de diversas conferências e implementação de políticas participativas e democráticas nos processos de gestão.
 
SC: Alguns municípios têm desrespeitado a classe dos trabalhadores passando por cima de seus direitos como, por exemplo, em Maracanaú que, até agora, não resolveu o impasse do dissídio dos profissionais da educação. Inclusive, diversos servidores denunciaram o corte de salários e as ameaças feitas pela administração municipal. Quais medidas estão sendo tomadas para que os professores possam, de fato, ter seus direitos assegurados?
 
Jerônimo: O primeiro passo que buscamos é a retomada do diálogo, sempre. Nesse caso, de Maracanaú, pelos episódios de desrespeito aos trabalhadores que você mencionou, foi preciso buscar caminhos judiciais. Além de afirmarmos nossa indignação e exercermos nosso direito de expressão realizando caminhadas, atos e manifestações.
 
SC: No Ceará, qual avaliação o senhor faz da gestão do governador Cid Gomes? O governo tem atendido as reivindicações da CUT?
 
Jerônimo: É um governo diferente do governo dos coronéis e do ciclo dos governos de Tasso e Lúcio. Este governo conseguiu fazer da economia do Ceará destaque no Nordeste e no Brasil. Outro ponto, é que tivemos um tratamento diferente dos governos anteriores na relação com o movimento social. Também é preciso reconhecer o incentivo do Estado na área da agricultura familiar.
 
SC: A Central Única dos Trabalhadores/CE, em sua ampla maioria, fechou apoio à reeleição do deputado federal José Nobre Guimarães PT e indicou o nome de Joaquim Cartaxo para compor a chapa do PSB de Cid como vice. Quais os critérios e os motivos dessa posição adotada?
 
Jerônimo: Não se trata da CUT, mas dos militantes do PT que são da corrente democracia radical, que compõe a direção da CUT. Nós apoiamos a reeleição do deputado Guimarães por reconhecer que ele pode dar continuidade ao projeto de desenvolvimento que defendemos. É um militante histórico que vem contribuindo para consolidar o PT no Ceará. Já sobre a candidatura do Cartaxo a vice-governador, nós que fazemos parte desse agrupamento, avaliamos que é importante que o PT tenha como candidato a vice um companheiro valoroso como ele. Militamos juntos ao longo de vinte anos e nesse tempo ele vem contribuindo para consolidar o projeto político do PT no Ceará. Hoje, ele é um nome preparado para nos representar na chapa majoritária.
 
SC: O senhor acha que Cartaxo representaria os trabalhadores e seriam ampliadas as discussões com o governo estadual, caso ele seja consagrado o vice?
 
Jerônimo: Sim, pelos motivos que falei antes. É um nome que representa o projeto político do PT no Ceará.
 
SC: A prefeita de Fortaleza indicou o deputado federal José Pimentel para uma vaga de senador contando com o apoio da CUT e da articulação reconhecida, pela própria prefeita, do deputado federal José Guimarães. O senhor acha que o “Campo Democrático PT” , no qual o senhor está, tem a prioridade na indicação de Joaquim Cartaxo para vice?
 
Jerônimo: Temos internamente força para fazermos a disputa durante o processo de negociação. No entanto, o diálogo, a discussão, poderá nos levar a outro caminho.
 
SC: Qual seria a melhor saída para resolver esse impasse sem que cause desgaste para o PT, visto que estão concorrendo, além de Cartaxo, o professor Pinheiro e o Catanho?
 
Jerônimo: É o reconhecimento da força que o Campo Democrático tem internamente no PT.
 
SC: Para finalizar. Tratando de Plano de Governo a ser apresentado nos próximos meses pelos senhores candidatos, o que a CUT/CE gostaria que fosse prioridade em seus programas para o mandato seguinte?
 
Jerônimo: No dia 1º de junho, as centrais sindicais e movimentos sociais brasileiros aprovaram a Agenda da Classe Trabalhadora para as eleições de 2010. Em seis eixos, são apontadas propostas que tem como base três valores fundamentais: a democracia, a soberania do país e a valorização do trabalho. Queremos que, antes mesmo de eleitos, os postulantes a cargos executivos e legislativos possam se comprometer com os temas da classe trabalhadora. São propostas que garantam ao Estado brasileiro ampliar seu papel de indutor e promotor do desenvolvimento através da efetivação de reformas estruturais como a reforma tributária, visando a progressividade dos impostos, a taxação das grandes fortunas e propriedades; a reforma do sistema financeiro com vistas a ampliar a oferta de crédito para financiar investimentos produtivos e a democratização do Conselho Monetário Nacional; a reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar; a reforma urbana centrada no combate ao déficit habitacional e na construção de cidades sustentáveis. Propomos também a valorização da educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e uma efetiva política de segurança pública democrática e o fortalecimento do PAC. Lutamos pela redução constitucional da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários; aumento real do salário mínimo em 2011; pela valorização dos servidores públicos; por uma nova política de comunicação, que democratize o direito à informação, fortaleça as mídias alternativas e as expressões culturais nacionais e regionais; e para que os recursos do pré-sal sejam utilizados na erradicação da pobreza e das desigualdades sociais.
(Site Sertão Central)

Eleições 2010 – Propaganda gratuita vai consumir 63 horas e custará R$ 851 milhões em isenção

“Durante 45 dias, candidatos aos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e estadual vão consumir 3.780 minutos, ou 63 horas, no horário eleitoral gratuito na televisão. De 17 de agosto a 30 de setembro, todos os canais de TV aberta, além dos canais a cabo sob responsabilidade do Senado, da Câmara dos Deputados, as Assembléias e das Câmaras Municipais, serão obrigados a transmitir aquilo que as coligações produzirem na tentativa de influenciar o voto do eleitor no primeiro turno. De acordo com a cientista política Maria do Socorro Sousa Braga, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), o horário eleitoral é essencial principalmente para aqueles que ainda não decidiram em quem votar. “É um elemento fundamental de formação de opinião (…) E vem sendo cada vez mais assistido pelos eleitores”, diz.

Além de ajudar os indecisos, a propaganda política também dita o ritmo e o tom das campanhas. “Por meio do programa eleitoral, os partidos repensam as estratégias de marketing e mudam as agendas. Por exemplo, se um programa de um candidato traz um fato novo ou uma proposta nova, isso vai afetar a agenda dos outros candidatos”, afirma. Para a cientista política, este ano o horário na televisão e no rádio deverá ser ainda mais importante nas eleições presidenciais. “Quanto maior o grau de competitividade, maior a influência do programa eleitoral para desempatar”, diz. Na última pesquisa divulgada pelo Ibope, os principais candidatos à Presidência, Dilma Rousseff e José Serra, aparecem empatados.

Benefício fiscal
A propaganda é chamada de gratuita porque os partidos bancam apenas a produção de conteúdo, e não desembolsam um centavo pelo tempo de exibição em horários nobres. Quem paga a conta é o contribuinte. Isso porque a União dá isenção fiscal proporcional ao valor que seria cobrado por inserções comerciais não obrigatórias. Em 2010, a estimativa da Receita Federal é que as emissoras deixem de pagar R$ 851 milhões em impostos. São 4.254 concessões públicas para televisão em todo Brasil, de acordo com a Anatel.

O cálculo para abatimento fiscal é bastante favorável às emissoras, que excluem do lucro líquido declarado 80% do valor do espaço que seria destinado à publicidade comercial. E o preço desse tempo comercial é fornecido pelas emissoras, concessionárias públicas do serviço de radiodifusão. “Por mais que haja essa compensação, o programa eleitoral é um espaço público que contribui muito para a formação de opinião. Contribui também para partidos menores e médios, que têm mais voz”, diz a cientista política. “O custo disso para nós eleitores compensa o ganho que é para a formação do eleitor, para a propagação das propostas e para a construção de uma cultura de democracia”, defende.”

(IG)

O Cooperativismo, o leite e o parlamentar

Santa Quitéria – O deputado federal José Linhares, presidente regional do Partido Progressista, esteve, neste fim de semana, em Santa Quitéria (Zoina Norte). Ali, ele participou como convidado do II Encontro de Cooperativismo e Acesso ao Mercado, uma promoção da Cooperativa Agropecuária de Santa Quitéria (Coopesa).

O evento reuniu produtores rurais e liderenças politicas, além de técnicos do Banco do Nordeste do Brasil que orientaram os criadores de gado leiteiro como ter acesso a financiamentos que garantam a sustentabilidade de suas propriedade e melhoria da qualidade de vida familiar e comunitária.

O parlamentar se disponibilizou a conseguir. junto ao BNB, a aquisição de um tanque de resfriamento de leite com capacidade de armazenar quatro mil litros, considerando que o atual, de mil litros, não atende mais a demanda da produção de leite no momento.

Cid lamenta perda do estaleiro, mas diz manter aliança política com Luizianne

África do Sul (Rafael Luís) – Em entrevista exclusiva ao O POVO em Joanesburgo, onde está em viagem para uma série de reuniões com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) sobre a organização da Copa do Mundo de 2014, o governador Cid Gomes (PSB) lamentou a perda do estaleiro e avaliou ter sido a perda “irreparável” para a economia cearense.

“O dano de a gente ter lutado por isso durante dois anos não vai ser remediado. Foi uma perda irreparável”, declarou o governador, em entrevista no hotel em que está hospedado, um dia após a chegada à África do Sul, onde ficará até o próximo dia 24.

“Sempre considerei a indústria naval uma vocação importante para o Brasil e uma área em que nós (Ceará) poderíamos nos credenciar. Infelizmente perdemos uma grande batalha”, reforçou o governador. O estaleiro do Grupo Promar não vem mais, segundo anunciou, quinta-feira última, após audiência com o presidente Lula, em Brasília, a prefeita Luizianne Lins (PT). Um dos principais motivos foi o local: praia do Titanzinho. Cid queria nessa área, mas a prefeita não endossou, o que provocou uma longa novela de idas e vindas nos últimos meses.

Apesar da confirmação de que o estaleiro Promar Ceará (que seria construído em parceria com a estatal Transpetro em algum ponto do litoral cearense) irá para outro Estado, o governador disse manter-se otimista. Principalmente porque o presidente Lula admitiu a possibilidade de que outro estaleiro seja instalado no Ceará, depois de cumpridos os estudos de viabilidade.

Enquanto isso, Cid anunciou que já trabalha em busca de outros investidores. “Na semana passada conversei com um empresário chinês, que tem perspectiva de entrar nesse ramo”, revelou.

NEGÓCIO, NEGÓCIOS…

Apesar da movimentação de Luizianne Lins nos bastidores para que o estaleiro não fosse instalado na orla de Fortaleza, como era a intenção do projeto apoiado pelo Governo do Estado, Cid Gomes garantiu que o episódio não terá repercussão na aliança política entre ambos.

“Uma coisa independe da outra. Minha postura é de sempre olhar pra frente. Não posso perder tempo com esse tipo de postura”, respondeu Cid Gomes, ressaltando que não ficou divergência pessoal com a prefeita. “Não tenho nenhum problema com a Luizianne. Nos encontramos no dia em que o presidente Lula estava em Fortaleza, e devemos nos encontrar em muitas outras oportunidades no futuro”, disse.”

(O POVO Online/Foto – Arquivo)

PSDB pode anunciar 3ª feira candidato ao Governo

O senador Tasso Jereissati (PSDB) anunciou, por seu twitter, que vai reunir, às 11 horas da próxima terça-feira, prefeitos, lideranças e parlamentares tucanos e de partidos aliados.

Em contato com este Blog, a assessoria de imprensa do senador confirmou o encontro, que ocorrerá em seu escritório político no bairro Aldeota. A expectativa é de que seja debatido o cenário político-eleitoral, o que poderá redundar no anúncio do candidato do PSDB ao Governo do Estado.

O empresário Beto Studart e os deputados estaduais Cirilo Pimenta e Marcos Cals continuam sendo os cotados para a disputa contra Cid Gomes (PSB).

DETALHE – Os tucanos iniciaram, neste fim de semana, os preparativos da convenção estadual da legenda que ocorrerá sábado que vem, no Espçao G4, no bairro Bom Sucesso, em frente ao Terminal de Ônibus do Siqueira.

Estaleiro – "Veja" ironiza e diz que Luizianne pode ganhar cidadania pernambucana

“Até a semana passada, estava tudo certo para que o estaleiro Promar fincasse suas estacas nas imediações do porto de Fortaleza. A operação foi abortada porque a prefeita da capital, Luizianne Lins, do PT, convenceu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a transferir a obra para outro local. Luizianne alegou que a área que seria ocupada pelo estaleiro abriga 5.000 pessoas de renda média e baixa e pode, no futuro, ser usada para o turismo.

O empreendimento de R$ 300 milhões será deslocado para outro porto nordestino – provavelmente, o pernambucano Suape. Lá, empregará a princípio 1 200 pessoas na construção de oito navios gaseiros, que a Transpetro encomendou por 540 milhões de dólares. Se continuar assim, Luizianne acabará recebendo o título de cidadã pernambucana.”

(Revista Veja)

PSB e PSDB fecham acordo. No Espírito Santo

“Sem a definição dos candidatos a vice-governador, o PSB e o PSDB no Espírito Santo oficializaram em convenções realizadas na manhã deste sábado (19) os dois principais nomes que vão disputar o governo do Estado: o senador Renato Casagrande (PSB-ES) e o deputado federal Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB-ES). A manhã também foi de formalização de alianças majoritárias para PT e PMDB locais.

O presidente do PSB no Espírito Santo, Luiz Carlos Ciciliotti, abriu a convenção destacando o isolamento do partido no início das negociações políticas e lembrou que, apesar disso, a legenda acabou ganhando o apoio do governador Paulo Hartung (PMDB), tendo seu candidato à frente nas pesquisas de opinião. “Pelas pesquisas já somos vencedores, mas temos que ter humildade e respeitar nossos adversários, que não são inimigos”, disse Ciciliotti.

PT e PMDB confirmaram a aliança majoritária à candidatura de Casagrande. Os petistas aprovaram a indicação do presidente estadual do partido, o deputado estadual Givaldo Vieira, como vice da chapa socialista. A vaga, porém, continua em aberto. Além do PT, PDT e PCdoB discutem a ocupação do espaço.

Para concorrer ao Senado, as agremiações fecharam a composição com os nomes do vice-governador Ricardo Ferraço (PMDB) e do senador Magno Malta (PR). Os delegados dos partidos deixaram as alianças proporcionais a cargo de suas executivas. Logo após as convenções, realizadas em locais distintos, o PSB reuniu 13 partidos, no início da tarde, para um ato político.

O evento teve como foco ressaltar a importância do palanque no Estado para a candidatura de Dilma Rousseff (PT), comemorar a oficialização da chapa governista e convocar os agremiados a se engajarem na campanha. “O tamanho da nossa aliança é o tamanho do futuro do estado do Espírito Santo”, assinalu Casagrande. No bloco estão PSB, PT, PMDB, PR, PDT, PP, PV, PHS, PTC, PTdoB, PCdoB, PSC e PRB. Apesar do apoio do governador, Hartung não participou da convenção do PMDB e do ato político.

Tucanos

Sambista, Luiz Paulo Vellozo Lucas reuniu seu bloco na quadra de uma escola de samba da Grande Vitória. Ao oficializar sua candidatura, o tucano exibiu depoimentos gravados de lideranças nacionais da legenda como o candidato à presidência José Serra, Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Para o Senado, o grupo formado por PSDB, DEM, PPS, PMN e PTB, lançou apenas um nome, o da deputada federal Rita Camata (PSDB-ES). “Chegar até aqui já é uma grande vitória, pois lutamos e impedimos que se concretizasse a possibilidade de candidatura única. Nossa próxima vitória será em outubro. Estou certo que propostas vão pautar as eleiçoes”, afirmou Vellozo Lucas.”

(Portal Uol)

PSDB vai pedir à Receita Federal explicações sobre dossiê contra Eduardo Jorge

“A bancada do PSDB no Senado vai pedir a convocação do secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, para explicar o vazamento de dados fiscais de Eduardo Jorge Caldas Pereira, vice-presidente do partido. A Folha revelou na edição deste sábado que saíram diretamente dos sistemas da Receita as declarações de bens e renda de Eduardo Jorge que fazem parte do dossiê levantado pelo “grupo de inteligência” da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT) contra tucanos.

“O ato configura crime tanto no código tributário, como na Constituição. Vamos buscar a responsabilização sobre esse vazamento”, declarou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

Nesta segunda-feira, o senador vai encaminhar o requerimento para convocar Otacílio para falar à Comissão de Fiscalização e Controle, com reunião marcada para o dia seguinte. O pedido pode ser votado no mesmo dia. A direção do PSDB também decidiu pedir informações sobre o vazamento no Ministério da Fazenda e a abertura de uma investigação no Ministério Público Federal.”

(Folha Online)

O Futuro de Lula

Quando 2011 chegar…

Celso Junior/AE
De saída
Lula: a exemplo de FHC, vai criar um instituto

Começa a tomar forma o Instituto Lula, de onde o futuro ex-presidente despachará a partir de 2011. Já foram escolhidos dez patronos-conselheiros para auxiliar Lula – entre eles estão dois ex-ministros do seu governo, Márcio Thomaz Bastos e Luiz Fernando Furlan. A sede ficará num pequeno prédio situado na região central de São Paulo. Os patrocinadores do instituto ainda não são conhecidos, mas não faltarão empresários dispostos a fazer doações, assim como não faltaram a FHC quando criou o seu instituto.

(Revista Veja)

Um Editorial sobre a Novela em torno do estaleiro para Fortaleza

Eis Editorial do O POVO deste sábado. Trata sobre a novela em torno do estaleiro, projeto que gerou a maior polêmica entre o governador Cid Gomes (PSB) e a prefeita Luizianne Lins (PT) por causa da localização: a praia do Titanzinho. Confira:

 A questão da instalação do estaleiro do Promar, no Ceará, terminou tendo o desfecho que muitos temiam: a inviabilização de sua localização no Estado, dada a exiguidade dos prazos estipulados pelos idealizadores e da rejeição da alternativa de sua localização em Fortaleza, por ir de encontro ao pensamento da Prefeitura Municipal sobre o tipo de projeto apropriado para a orla da capital, reforçado pelos laudos técnicos pedidos por esta.

O projeto foi levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília, pela própria prefeita Luizianne Lins, em uma reunião que contou também com as presenças do presidente da Transpetro, Sérgio Machado e da ministra chefe da Casa Civil, Erenice Alves Guerra. Todos ouviram as ponderações da prefeita sobre os motivos pelos quais o empreendimento não podia ser localizado em Fortaleza, embora a chefe do executivo municipal tenha defendido que fosse instalado no Estado, em outro ponto do litoral.
Conquanto o presidente da República tivesse concordado com a necessidade de o Ceará dispor de um equipamento desse tipo, chegou-se à conclusão de que não havia tempo hábil para que o projeto do estaleiro do Pomar pudesse atender a esse requisito, em virtude da demanda de tempo necessário para a realização dos estudos de impacto ambiental requeridos. Assim, ao final da reunião, foi firmado um compromisso entre os participantes para que o próximo estaleiro seja instalado no Ceará, só que, desta vez, após estudos de viabilidade realizados pela Transpetro.

De fato, apesar da frustração gerada pelo episódio, ele é cheio de ensinamentos para se evitar a incidência futura nos mesmos erros. A falha principal foi o lançamento do edital e o anúncio da área escolhida pelos promotores sem a prévia realização de estudos técnicos e a formação de consensos envolvendo os diversos segmentos da opinião pública local, baseados em dados científicos concretos sobre os impactos resultantes da obra, sobretudo, na vida da cidade. Essa precipitação foi um erro estratégico, do ponto de vista político, e levou a outros erros de condução, dando origem a um dissenso incontornável que produziu uma guerra de opiniões, antes mesmo de qualquer embasamento técnico.

As forças que se digladiaram poderiam ter chegado a um entendimento capaz de permitir que o empreendimento ficasse pelo menos no Estado, ainda que não em Fortaleza. Como isso não foi alcançado resta, agora, trabalhar de forma correta, mobilizando novas energias para que o acerto conseguido na reunião em Brasília possa ser honrado, e o Ceará não perca mais a chance de ter sua própria indústria naval e de participar, assim, da arrancada que está se dando nessa área, no Brasil, agora, dentro de um consenso obtido sem atropelos. É o que todos os cearenses esperam.

A 6ª edição do livro "Brasil em toda as Copas" vai pra galera

Quer saber como o Brasil atuou nas Copas do Mundo de Futebol? É só adquirir o livro do escritor cearense Airton Fontenele. Ele lançará o seu “Brasil em todas as Copas – De 1930 a 2010”, atualizado e com novos ingredientes que mexem com o coração do torcedor brasileiro, nesta segunda-feira.

O lançamento dessa sexta edição ocorrerá a partir das 19 horas, no bar Boteco. Nessa ocasião, Copa poderá rimar, sem problemas, com copo. Haverá coquetel.

SERVIÇO

Bar Boteco – Avenida Antônio Sales, 3177, Dionísio Torres.

Tasso volta a ser cogitado para vice de Serra

Andre Dusek/AE
Puro-sangue
Tasso e Guerra: o fim da novela do vice

O vice do Serra
No início da semana, José Serra bate o martelo sobre o seu companheiro de chapa. É quase certo que seja mesmo Sérgio Guerra, presidente do PSDB, com uma pequena chance de que a escolha recaia sobre Tasso Jereissati. Mas, a exemplo do futebol, em política sempre pode ocorrer uma surpresa.

E o DEM?
O DEM vai chiar, é do jogo, mas acatará a decisão do PSDB.

(Revista Veja)

Justiça condena escritor Fernando Morais a indenizar deputado Ronaldo Caiado

“O juiz da 7ª Vara Cível de Goiânia, Ricardo Teixeira Lemos, condenou no último dia 11 o escritor Fernando Morais, Gabriel Douglas Zillmeister e a editora Planeta do Brasil a pagar uma indenização de R$ 2,5 milhões ao deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) por danos morais. Eles podem recorrer.
Caiado alegou que foi vítima de acusações inverídicas, de cunho calunioso, difamatório e injurioso, na primeira edição do livro “Na Toca dos Leões – A História da W/Brasil”, publicado em 2005.”

(Folha Online)