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De férias e sem acenar apoio a Haddad, Ciro volta a criticar Bolsonaro: “Promessa certa de crise”

O político Ciro Gomes (PDT), candidato que obteve 12,4% dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais, postou em seu perfil no Twitter um trecho de entrevista em que fala sobre Jair Bolsonaro (PSL).

No vídeo de sabatina promovida pelo SBT e Folha de S. Paulo ainda no primeiro turno, o pedetista afirma que o presidenciável é uma “grave ameaça pelo extremismo” e não sabe lidar com críticas. O post foi acompanhado pela hashtag “#DemocraciaSim”.

Apesar do “apoio crítico” anunciado a Haddad pelo PDT, Ciro não se pronunciou oficialmente a favor do candidato do PT. Em entrevistas após o resultado da primeira votação, ele declarou ser contra Bolsonaro, tecendo duras críticas e mencionando a campanha que ganhou força nas redes sociais com a hashtag “#EleNao”. Ciro viajou ao exterior para tirar férias na última semana.

Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa oficial depois do resultado do primeiro turno, afirmou que ligou para os adversários derrotados. Boulos, que concorria à Presidência pelo Psol, foi um dos que declarou apoio ao petista.

(O POVO Online)

Capitão Wagner visita Bolsonaro para pedir a transposição do São Francisco

O deputado federal eleito Capitão Wagner (Pros) visitou neste domingo (14) o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonato, no Rio de Janeiro, para pedir pela transposição das águas do Rio São Francisco.

Bolsonaro disse que não se discute a importância da transposição do São Francisco para o Nordeste e, caso eleito, concluirá as obras paradas, antes de qualquer obra nova.

Eleições 2018: 20% dos candidatos ao Senado tiveram 1% dos votos

Desde domingo (8), os vencedores nas bancadas para Senado e Câmara dos Deputados ganharam destaque no noticiário. Mas, por outro lado, a votação também mostra quem não conseguiu convencer o eleitor: candidatos que tiveram a menor votação nestas eleições, quando somaram 1% dos votos nas disputas ao Senado e 0,1% no pleito para um lugar na Câmara, considerados percentuais de baixo desempenho nas urnas.

Dos 8.588 candidatos a deputado federal, 2.998 tiveram 0,1% ou menos dos votos, o equivalente a 34,9% do total. Dos 358 candidatos a senadores, 20% (75) conseguiram apenas 1% ou menos dos votos.

Estados
Entre os estados, o com maior número de candidatos à Câmara que não ultrapassaram 0,1% foi São Paulo: com 1.010 concorrentes. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (542), Minas Gerais (436), Bahia (228) e Pernambuco (159).

Partidos
Em relação aos partidos, os candidatos mais mal colocados concorreram por legendas como PRTB, PRP, PMB, PPL, Rede e PROS. Agremiações menores de esquerda, como PSTU, DC, PCO e PCB, também estão na lista.

Sudeste
O estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foi o campeão em candidatos à Câmara dos Deputados, com 1.010 concorrentes ficaram na casa do 0,1%. A menor votação foi de Rosicleide Oliveira (PRTB), que recebeu apenas 10 votos. Na corrida ao Senado, quatro participantes fizeram menos do que 1%, dois do Rede e dois do PSTU.

Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, foi também o segundo estado com mais concorrentes à Câmara Federal na margem de 0,1% dos votos, com 436. Nas últimas colocações, três integrantes do PPL, como Paloma Pereira que obteve nove votos. Em relação ao Senado, cinco postulantes tiveram baixo desempenho.

O Rio de Janeiro teve quatro concorrentes ao Senado abaixo do 1% e 542 candidatos a deputado abaixo de 0,1%. No Espírito Santo, quatro postulantes ao Senado não foram além de 1%, e 15 candidatos a deputado ficaram com 0,1%.

Sul
No Rio Grande do Sul, cinco candidatos a senador ficaram com menos de 1%. Do total, 126 candidatos ficaram com menos de 0,01%.

Em Santa Catarina, foram quatro aspirantes ao Senado abaixo da marca de 1%. Entre os que miraram a Câmara Federal, 41 ficaram na casa dos 0,1%. Margarete Charão (PRTB) foi a menos votada, com 16 votos.

No Paraná, o Senado teve cinco candidatos que tiveram menos de 1% dos votos. Entre os concorrentes a deputado federal, foram 151 com 0,1%. O último foi Valdir Januário dos Santos (PRTB), com 12 votos.

Nordeste
A Bahia foi o estado nordestino com maior número de candidatos com mau desempenho na corrida à Câmara, com 228 candidatos na casa do 0,1%. Na disputa ao Senado, cinco concorrentes não foram além do 1% no estado.

Pernambuco ficou em segundo no quesito dos concorrentes à Câmara, com 159 com menos de 0,1%, sendo os três do DC. Dois candidatos ao Senado tiveram baixo desempenho: Lídia Brunes (PROS), com 0,67%, e Hélio Cabral (PSTU), com 0,25%.

O Ceará foi o terceiro em postulantes à Câmara com baixo desempenho, somando 68. Na luta por um lugar no Senado, apenas João Saraiva (Rede) ficou com menos de 1%, atingindo 0,28%.

O Piauí foi o campeão de candidatos ao Senado com baixa votação, com nove pessoas nesta situação. Na disputa para Câmara, 16 não superaram 0,1%.

No Maranhão, na corrida ao Senado, três candidatos tiveram menos de 1%. Na disputa para Câmara, 37 ficaram na ponta de baixo da tabela, com as últimas colocações de três indicados pelo PSOL.

Em Sergipe e em Alagoas, apenas dois candidatos ficaram dentro do percentual para cada estado. Na disputa pela Câmara, foram candidatos em Sergipe, e cinco, em Alagoas.

Na Paraíba, na corrida ao Senado, apenas Nivaldo Mangueira (PSOL) ficou na ponta de baixo, com 0,42%. Na disputa para a Câmara, o estado teve 13. Já o Rio Grande do Norte teve mais postulantes ao Senado na linha do 1%: três. E 14 pessoas não ultrapassaram 0,1% para deputado federal.

Norte
No Tocantins, apenas um candidato ao Senado teve menos de 1%: Melk Aires (PSOL), com 0,97%. Para deputado federal, foram dois com menos de 0,1% dos votos, ambos do PRTB.

No Pará, três candidatos ao Senado e 16 para Câmara ficaram entre os piores colocados. No Amapá, foram dois para senadores e nenhum candidato à Câmara fez 0,1%. As menores votações foram de Larissa do PSOL (PSOL), com 68, Ilka Pereira (PV), com 128, e Acenildo Costa (PV), com 163 votos.

No Amazonas, dois candidatos ao Senado ficaram com menos de 1% e 17 candidatos a deputado federal tiveram 0,1%. Em Roraima, apenas o aspirante a senador Lourival (PSTU) ficou abaixo do corte, com 0,38%. Na disputa por uma vaga na Câmara, dez ficaram com as piores colocações, sendo três do PHS.

No Acre, nenhum candidato ao Senado ficou abaixo do 1%. Na última colocação ficou Pedrazza (PSL), com 2,55%. Entre os aspirantes ao cargo de deputado, oito não atingiram 0,1%. Em Rondônia, apenas Ted Wilson (PRTB) ficou abaixo do corte, com 0,97%. No pleito à Câmara Federal, cinco não saíram da marca do 0,1%.

Centro-Oeste
Em Goiás, dois aspirantes a senador ficaram nas últimas colocações. O estado teve 48 candidatos a uma vaga na Câmara na casa do 0,1%.

No Distrito Federal, Chico Sant´anna (PSOL) e Robson (PSTU) foram os concorrentes a senador com votação abaixo de 0,1%, obtendo, respectivamente, 0,65% e 0,20%. Do total, dez candidatos a deputado federal ficaram no corte do 0,1%.

Em Mato Grosso, dois não chegaram ao 1% na corrida ao Senado. Na disputa pela Câmara, sete concorrentes não foram além do 0,1%. Em Mato Grosso do Sul, Betini (PMB) foi o concorrente ao Senado com pior desempenho, com 0,62%. Entre os postulantes a uma cadeira de deputado, oito não ultrapassaram 0,1%.

(Agência Brasil)

Camilo promoverá ato em favor de Haddad nesta segunda-feira

“O Ceará tem avançado muito nos últimos anos. Temos a melhor educação pública do Brasil, somos o estado do Nordeste que mais gera empregos e trabalhamos noite e dia para melhorar a saúde, a segurança e dar mais oportunidades, sobretudo, para os que mais precisam. Nossa luta, agora, é para manter essas conquistas e avançar ainda mais. Nossa luta, agora, é pela democracia do nosso país, pelo respeito às diversidades, e contra qualquer tipo de violência”.

A declaração é do governador reeleito Camilo Santana (PT), neste domingo (14), por meio do Facebook, ao convidar para mobilização em prol da candidatura de Fernando Haddad, nesta segunda-feira (15), a partir das 19 horas, no Marina Park.

O brado por renovação ressoou no Senado Federal

Em artigo no O POVO, a jornalista Letícia Alves aponta que “o resultado das eleições deixa claro o desejo da população de expulsar do Congresso Nacional as velhas práticas políticas”. Confira:

O tal grito por renovação, que os sociólogos e cientistas políticos repetem há anos como um clamor proveniente do povo chegou ao Senado Federal – ao menos quantitativamente. Segundo dados da própria Casa Legislativa, três em cada quatro senadores que buscaram a reeleição foram derrotados. Isso significa que, dentre as 54 vagas que estavam em disputa, 46 serão ocupadas por novos nomes.

Os números mostram uma taxa de renovação recorde, que pode ser ainda maior a depender das disputas aos governos estaduais: no total, poderão acontecer 50 trocas de senadores em 2019. Todo esse cenário tornaram a eleição deste ano a mais surpreendente do Senado desde a redemocratização do Brasil.

Para não falar de renovação somente através de números, vamos dar nomes aos bois: vários estados registraram a queda de políticos tradicionais, a começar pelo Ceará, que deixou de fora o presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB). A derrota dele estava longe de ser vista como provável até a abertura das urnas, que registrou, desde o início da apuração, o emedebista em terceiro lugar.

Uma chance, mesmo mínima, de vitória do Eduardo Girão (Pros), eleito com pouco menos de 12 mil votos de diferença, sequer foi registrada na pesquisa Ibope divulgada no dia anterior. O instituto dava a Eunício uma vantagem de 15% de votos válidos. Um resultado inesperado também foi registrado no Maranhão: a família Sarney não elegeu nenhum senador nem governador no estado após décadas de poder.

Em São Paulo e em Minas Gerais, dois figurões que despontavam em primeiro lugar nas pesquisas não conseguiram a vaga: foram Eduardo Suplicy (PT) e Dilma Rousseff (PT), respectivamente. Também ficaram de fora Romero Jucá (MDB-RR), Magno Malta (PR-ES), Cristovam Buarque (PPS-DF), Roberto Requião (MDB-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ), dentre tantos outros políticos tradicionais que buscavam a reeleição.

Uma parte desses números é reflexo da “onda Bolsonaro”, que ficou mais evidente na Câmara dos Deputados com o crescimento impressionante do PSL, partido do presidenciável. De forma geral, porém, o resultado deixa claro o desejo da população de todo o País de expulsar do Congresso Nacional as velhas práticas políticas. A esperança é de que haja uma mudança real e não somente uma substituição dos discursos já empoeirados dos políticos de sempre.

Letícia Alves

Jornalista do O POVO

Papa proclama Paulo VI novo santo da Igreja Católica

O papa Francisco proclamou santo neste domingo (14) o papa Paulo VI, cujo pontificado foi de 1963 a 1978, em uma grande cerimônia na Praça de São Pedro, na qual também será canonizado o arcebispo de San Salvador, Oscar Romero.

Francisco utilizou como é habitual a frase em latim para proclamar a santidade do papa e pedir que fosse inscrito nos livros dos santos da Igreja.

Durante a cerimônia de hoje também vão ocorrer as canonizações da considerada a primeira santa boliviana, embora nascida em Madri, Nazaria Ignacia March; dos sacerdotes italianos Francesco Spinelli, Vincenzo Romano e do laico Nunzio Sulprizio, além da religiosa alemã Maria Katharina Kasper.

(Agência Brasil com Agência EFE)

Paraense ganha R$ 5,8 milhões na Mega-Sena

Uma aposta do município paraense de Marabá acertou sozinha os seis números da Mega-Sena, sorteados na noite desse sábado (13), em Joaçaba/SC.

Os números sorteados foram: 0218192334 e 53.

Já a Quina também tornou milionária uma aposta do município paranaense de União da Vitória, que acertou sozinha os números 08 – 25 – 56 – 61 e 72 e ganhou R$ 5,8 milhões.

Antes que a noite se estenda

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Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (14):

Enquanto o contraditório não for considerado crime de lesa-pátria, é preciso aproveitar os últimos raios de luz da democracia para deixar o testemunho às futuras gerações sobre os prenúncios dos tempos bárbaros que se aproximam. Caso se confirmem, elas já estarão, certamente, experimentando seu amargor.

Em primeiro lugar, deixar claro que o resultado destas eleições foi pré-fabricado, como entende grande parte dos analistas. Ele seria outro, com todas as probabilidades, se a candidatura Lula não tivesse sido indeferida ilegalmente (à custa de uma farsa jurídica, segundo a denúncia de mais de uma centena de juristas nacionais e estrangeiros) e o entendimento da própria ONU. O ex-presidente era líder inconteste das pesquisas eleitorais, até enquanto elas não foram impedidas, arbitrariamente, de mencioná-lo. Lula, assim, terá todo o direito – assim como seu partido – de reivindicar, perante a História, a vitória já no 1º turno, que lhe foi sonegada quando os donos tradicionais do poder não aceitaram a possibilidade da 5ª derrota consecutiva nas urnas. Não é inédito: a democracia sempre foi tratada pela Casa Grande como uma “moradora de favor” (aquela sujeita a ser despejada à menor explosão de mau humor do proprietário).

O PT, por seu turno, elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados, confirmando que, onde não funcionou a máquina de fake news, as mentes ficaram livres para decidir. Se a eleição tivesse sido democrática, provavelmente os petistas teriam formado uma bancada ainda maior, no rastro da recondução incontornável de seu líder ao Palácio do Planalto. O fato é que a democracia foi jogada no lixo pela parte majoritária da classe dominante brasileira (banqueiros, empresários, ruralistas, e setores da grande mídia) e pelo sistema de justiça (juízes, procuradores, polícia federal) – não todos, evidentemente – segundo a constatação corrente no meio jurídico democrático. Esse pessoal que apostou todas suas fichas no fascismo (cuja ascensão foi fabricada pelo direito de exceção e pela rede difamatória de fake news), deverá ser cobrado, historicamente, por tudo o que acontecer de trágico no Brasil, de agora em diante.

Outra forma de reagir a esses fatos foi o apoio “crítico” do PDT ao Haddad. Cada um sabe onde lhe aperta o calo. Os pedetistas preferem esperar pela candidatura de Ciro Gomes, em 2022. Direito seu. Apenas gostaria de lembrar que JK (Juscelino Kubistchek) também confiou, depois do golpe de 64, que seria candidato em 1965. Foi devorado, junto com a democracia.

Bolsonaro terá comitê inaugurado em Fortaleza neste segundo turno

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Apoiadores em Fortaleza do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, inauguram na terça-feira (16), a partir das 19 horas, no bairro Joaquim Távora, o comitê central de campanha neste segundo turno no Ceará.

O deputado federal eleito Heitor Freire (PSL) estará à frente das atividades de campanha de Bolsonaro no Estado, quando promete mostrar ao cearense um perfil de mudança que o país pediu nas urnas nesse primeiro turno.

O desafio será buscar o eleitorado de Ciro Gomes, que no Ceará somou 1,99 milhão de votos, diante de 1,61 milhão de Haddad e 1,06 milhão de Bolsonaro.

SERVIÇO

Inauguração do Comitê de Bolsonaro no Ceará
Terça-feira, 16
Local: Avenida Antonio Sales, 855 – Joaquim Távora
Horário: 19 horas

Globo x Globo – José de Abreu critica apoio de Regina Duarte a Bolsonaro

O ator global José de Abreu, 72, entrou para os trending topics no Twitter após usar seu perfil para disparar críticas contra a colega de emissora, Regina Duarte, 71, por apoiar e fazer campanha para o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Ela visitou o capitão da reserva do Exército na sexta-feira, 12, e através das redes sociais, além de pedir votos para o presidenciável, a atriz tem feito críticas contra o Partido dos Trabalhadores (PT).

Em seu perfil do Twitter, José de Abreu, que atualmente está no ar na novela Segundo Sol, postou uma série de críticas sobre o posicionamento da atriz a favor de Bolsonaro. “Nossos colegas, @reginaduarte, sejam artistas, técnicos, gays, lésbicas ou heteros, estamos APAVORADOS com o advento do fascismo. Ninguém mais trabalha sossegado com essa ameaça das trevas sobre nossas almas sensíveis. Não é admissível um colega de tantos anos não respeitar isso”, disparou o ator.

Em outra mensagem, Abreu acusou a colega de espalhar notícias falsas e ainda aproveitou para dar uma alfinetada. “Oi, colega @reginaduarte. Bolsa-presidiário existe desde 1991. Sei que você é meio
esquecida, não consegue decorar texto há muitos anos (inaugurou o uso de ponto eletrônico para atores na Globo), mas “dar um Google” evitaria de você passar fake news do fascista que você apoia.”

Após a repercussão das mensagens, o ator fez questão de explicar o porquê das críticas. “Respeitei a posição de Regina Duarte enquanto ela apoiava a direita democrática com Serra, Alckmin, FHC, Doria. Quando apoiou o impeachment. Mas não respeito artista que apoia fascista. O fascismo odeia nossa profissão e nossa classe. Elimina quem discorda e quem é ‘diferente’”, postou em seu perfil do Twitter.

O apoio da atriz Regina Duarte a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) continua rendendo comentários nas redes sociais. Humorista e apresentador do Greg News, Gregório Duvivier usou suas redes para criticar o posicionamento político da atriz e ainda a classificou como “namoradinha da ditadura”. Duvivier postou em seu perfil no Instagram uma imagem em que Regina Duarte aparece ao lado do cubano Fidel Castro.

“Não tem a ver com direita e esquerda. Tem a ver com tesão por qualquer governo autoritário que viole direitos humanos. Assim como Bolsonaro tinha tesão pelo Chávez. Onde há democracia, são contra. Bando de namoradinhos da ditadura”, escreveu o humorista na legenda.

(O POVO Online)

Bolsonaro diz que seu plano de privatizações agrada ao mercado

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse nesse sábado (13) que o plano de privatizações previsto por sua campanha, caso seja eleito, será de inteiro agrado do mercado e que, em princípio, as primeiras estatais que serão alvo de análise para privatização serão as criadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, as privatizações serão realizadas com responsabilidade.

“Em um primeiro momento, aquelas quase 50 estatais criadas pelo PT e ainda sobram 100. Essas outras têm que ter um modelo para privatizar com responsabilidade, logicamente que as estratégicas não privatizaremos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Furnas, entre outras. Mas, como um todo, tenho certeza que o mercado vai gostar do nosso plano de privatização porque é uma maneira a mais de combater a corrupção e o Estado tem que estar com aquilo que é essencial nas suas mãos, que são as estratégicas”, avaliou.

Bolsonaro também voltou a falar sobre o aumento da violência motivada por disputas políticas. Ele citou a facada sofrida por ele, em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro, e disse que lamenta esse tipo de agressão, que classificou de “bastante violenta”.

“Gostaria que elas parassem. Me acusam de intolerante, mas quem levou a facada fui eu. Se eu tivesse poder de apenas falar para evitar tudo isso, eu exerceria esse poder. Apelo a todos do Brasil que deixem as paixões de lado. Não estamos disputando uma partida de Fla-Flu”, afirmou o candidato.

Bolsonaro não confirmou se participará dos dois debates que estão marcados para segundo turno. Ele disse que, mesmo se for liberado pelos médicos na avaliação que fará quinta-feira (18), pode não comparecer, “como estratégia de campanha”. No entanto, afirmou que, se Haddad quiser debater com ele na rua, na frente de jornalistas, aceitará o debate.

O presidenciável disse ainda que, se eleito, investirá mais nas Forças Armadas, que, segundo ele, ficaram esquecidas nos últimos anos. “Investir no Exército é benéfico para a própria economia. Vamos tratar com respeito e consideração.”

Para o candidato, isso não ocorreu ao longo dos últimos 30 anos.

(Agência Brasil)

Mucuripe – Fagner, que neste sábado completa 69 anos

O cearense Raimundo Fagner é um cantor, compositor, instrumentista, ator e produtor brasileiro, e um dos integrantes do chamado Pessoal do Ceará. Em 1971 gravou seu primeiro compacto simples, em parceria com outro cearense, Wilson Cirino. Neste mesmo ano, foi para o Rio de Janeiro, onde Elis Regina gravou “Mucuripe”, que se tornou o primeiro sucesso de Fagner como compositor e também como cantor.

Twitter teve 2,7 milhões de postagens sobre divergências políticas

Entre as 19h de domingo (7) e as 15h de quinta-feira (11), usuários do Twitter movimentaram a rede com 2,7 milhões de postagens relacionadas a ataques motivados por divergências político-ideológicas, no contexto das eleições, e relatos de pessoas que temem se tornar alvo desse tipo de agressão. De acordo com a Diretoria de Análise de Políticas Públicas (Dapp), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que produziu o mapeamento, a parcela populacional que mais manifestou apreensão diante das ocorrências foram pessoas LGBTI+, negros e mulheres.

O pico de publicações veiculadas com esse teor foi identificado já na primeira hora de análise, período em que se registrou uma média de 3,2 mil tweets – como são chamadas as micropostagens do Twitter – por minuto. Nesse momento, informou o Dapp, houve predominância de tweets de usuários que faziam menção ao medo diante dos resultados do primeiro turno.

No dia seguinte, o assunto mais comentado no Twitter foi a morte do capoeirista Mestre Moa, citado em 112 mil postagens. Um grande volume de denúncias sobre outros casos e compartilhamentos de conteúdos que noticiavam agressões a jornalistas e eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT) também foi identificado, segundo a Dapp.

Na data, postagens repercutindo incidentes de violência psicológica e moral, como ofensas virtuais e ameaças também se multiplicaram na rede, evidenciando que as vítimas têm sido agredidas nas ruas e nos mais diversos locais, incluindo o transporte público e seu próprio local de trabalho. Ao mesmo tempo, usuários da rede divulgaram campanhas e iniciativas como forma de encorajá-las a denunciar formalmente os agressores.

Violência

Ainda conforme levantamento da Dapp, na quarta-feira (10), os posicionamentos oficiais do candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário, Fernando Haddad (PT) mobilizaram significativamente o debate em torno das violências cometidas após o primeiro turno do pleito. Os candidatos assinavam dois dos cinco tweets de maior impacto no período.

Junto às declarações de ambos os candidatos, informaram os pesquisadores da Dapp, prevaleceram as menções ao caso da jovem agredida e marcada com uma suástica, no Rio Grande Sul. Ao todo, foram identificadas 329 mil referências ao fato.

“Tanto perfis contrários a Bolsonaro quanto favoráveis discutiram sobre o ataque, com críticas à volta de situações violentas associadas ao nazismo, à quantidade de ataques a minorias (em especial homossexuais) e à falta de posicionamento das autoridades. Perfis pró-Bolsonaro, com base em entrevistas com a equipe que investiga o crime, questionaram se foi, de fato, um crime de ódio, e argumentaram que nem todos os ataques são de apoiadores do deputado federal, mas sim de opositores que desejam prejudicá-lo na eleição”, destacou a Dapp em seu relatório.

Histórico

Números da Dapp mostram ainda que, no mês que antecedeu o debate eleitoral, a cada dia uma média de 35,9 mil tweets fazia menção a agressões e casos de violência associados ao contexto político das eleições, excluídas as referências ao ataque a Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG). Nessa fase, esse tipo de conteúdo foi veiculado tanto pelo eleitorado de Bolsonaro como o de Haddad e dos demais candidatos à Presidência da República. De 7 de setembro a 7 de outubro, foram publicados 1,1 milhão de tweets sobre agressões.

(Agência Brasil)

Bolsonaro aceita realizar debate com Haddad, com condições

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado, 13, que concorda em ir a debates “sem interferência externa”, referindo-se à suposta influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de Fernando Haddad (PT). Ele afirmou ainda que num governo Haddad quem escolheria os ministros seria Lula.

“Se for debate só eu e ele (Haddad), sem interferência externa (de Lula), eu topo comparecer. Estou pronto para debater; tem de ser sem participação de terceiros”, disse, em meio a uma gravação de programas eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim botânico, bairro da zona sul do Rio.

“(Se Haddad vencer), quem vai escalar time de ministros será o Lula. Não adianta (ele) ter boas propostas se vai ter indicação política”, continuou. “O mais importante é ter independência para escalar um time de ministros componentes.”

Ao ser questionado sobre projetos para a saúde, Bolsonaro declarou que o mais importante para que a população tenha saúde é que tenha, antes de tudo, emprego. Disse ainda que é preciso “combater a corrupção para aplicar os recursos” e que o ministro da pasta tem que ter “amor” pela área.

Perguntado sobre sua maior preocupação neste segundo turno, afirmou serem as supostas “falhas” ocorridas no primeiro turno no processo eleitoral. “Teve uma enxurrada de reclamações. O Tribunal Superior Eleitoral tem que tomar providências”.

(Agência Estado)

Fortaleza empata, mas mantém boa vantagem na liderança

Em um festival de gols desperdiçados, o Fortaleza não passou de um empate sem gols contra o Oeste, na tarde deste sábado (13), em Barueri, mas segue líder da Série B do Campeonato Brasileiro. A equipe cearense agora soma 57 pontos, a sete rodadas para ao final da competição, quatro pontos a mais que o vice-líder Goiás e nove de diferença para o Vila Nova, quinto colocado na tabela de classificação.

A melhor oportunidade do Fortaleza ocorreu aos 5 minutos da segunda etapa, quando Marcinho recebeu a bola na área, passou pelo goleiro e chutou fraco, dando chance do zagueiro paulista chegar a tempo.

Ainda neste sábado, o Avaí venceu o Guarani, em Campinas, por 2 a 1, e agora ocupa a terceira colocação, com 51 pontos, ao superar o CSA (50 pontos), que nessa sexta-feira (12) perdeu em casa para a Ponte Preta, por 2 a 1. O time alagoano poderá deixar o G4, na próxima rodada, caso perca para o Coritiba, na capital paranaense, e o Vila Nova vença o Juventude, em Goiânia.

O Fortaleza volta a campo na noite do próximo sábado (20), no Castelão, diante do Paysandu.

(Fotos: Reprodução)

Bolsonaro diz que quer fazer uma transformação cultural no país

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (13) nas redes sociais que, se for eleito, vai promover uma grande transformação cultural no país, “onde a impunidade, a corrupção e o crime não serão maios associados à nossa identidade nacional”.

“A lei e a constituição serão nossos instrumentos. A Justiça será independente e deverá acelerar as punições aos culpados! Esse é o Brasil que juntos poderemos construir. Um país que respeita seus cidadãos e que é respeitado por eles e pelo mundo todo”, disse o candidato.

Na noite de ontem (12), o candidato fez uma transmissão ao vivo ao lado de Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, deputado federal eleito por São Paulo. Bolsonaro disse que aconteceu um “fenômeno” no primeiro turno das eleições, quando o PSL fez 52 deputados federais.

O candidato comentou ainda a questão da urna eletrônica. “Se eu for presidente, podem ter certeza, nós vamos ter já na eleição de 2020 uma forma segura de se votar, onde se possa fazer uma auditoria. A pessoa que for votar terá a certeza de que votou realmente naquela pessoa”.

Bolsonaro conclamou ainda os eleitores para se mantenham mobilizadas no segundo turno. “Se houver um problema urna de votação que peça ao mesário que troque a urna ou passe para o voto de papel, apesar de nós termos uma diferença de 17 milhões de votos a mais em relação ao Haddad [adversário do PT],a gente não pode bobear”, avaliou o candidato.

Ao chegar para gravar o programa de propaganda eleitoral na casa do empresário Paulo Marinho, na zona sul do Rio, Bolsonaro disse que não vai apoiar nenhum candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro. O candidato Eduardo Paes (DEM) disputa o segundo turno com o candidato Wilson Witzel (PSC).

Bolsonaro disse também que não desmarcou encontro ontem (12) com o candidato ao governo do estado de São Paulo, João Dória (PSDB), que esteve no Rio para conversar com ele. “Eu não havia combinado esse encontro e não sei quem marcou isso. Eu encontro com ele sem problema. Bato papo com ele sem problema algum. Eu sei que ele é oposição ao PT, somos oposição ao PT. Eu sei que o outro lado o [Marcio] França (PSB) tem o apoio velado do PT. Então, no momento, eu desejo boa sorte ao Dória”, disse.

(Agência Brasil)

O que o povo desfez, Camilo poderá refazer

Após 24 anos como deputado federal pelo Ceará, o carioca e cirurgião-dentista Aníbal Ferreira Gomes, 65, acabou derrotado nestas eleições, ao somar apenas pouco mais que 45% da sua última votação à Câmara Federal. Bem longe dos 173.736 votos recebidos em 2014, os 78.930 votos deste ano, no entanto, garantiram ao candidato do Democratas a primeira suplência na coligação que elegeu seis candidatos do PDT, um do PTB e outro do PSB, no grupo encabeçado por Mauro Filho (157.510 votos), que possui ainda os deputado eleitos Idilvan Alencar, Robério Monteiro, Pedro Bezerra (PTB), Denis Bezerra (PSB), André Figueiredo, Leônidas Cristino e Eduardo Bismarck.

E é justamente por meio do campeão de votos da coligação que Aníbal Gomes deverá voltar a Brasília, diante do provável retorno de Maurinho à Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz), de onde se ausentou para disputar as eleições. A titularidade de Mauro Filho a uma das secretarias mais importantes de qualquer governo, é um desejo conhecido do governador reeleito Camilo Santana (PT).

Aníbal é um dos políticos “cassados” pelo voto popular, após se envolver com denúncias da Lava Jato, mas rejeitada posteriormente pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por falta de provas. Ele havia sido citado pelo delator Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, que apontou o deputado como o político que representava o senador alagoano Renan Calheiros na negociação de propinas para o PMDB, atual MDB.

Em suas últimas votações, Aníbal foi favorável à PEC do Teto dos Gastos Públicos e à Reforma Trabalhista. Também votou contra o pedido da abertura de investigação contra o presidente Michel Temer.

(Foto: Arquivo)

ONU exige “a verdade” sobre desaparecimento de jornalista saudita

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, exigiu “a verdade” sobre o desaparecimento do jornalista saudita Jamal Khashoggi, visto pela última vez no dia 2 ao entrar no consulado da Arábia Saudita em Istambul, na Turquia.

Em entrevista à emissora britânica BBC, Guterres expressou o temor de que esse tipo de desaparecimento ocorra de maneira mais frequente e seja considerado como algo “normal”.

Khashoggi, forte crítico ao governo de Riad, desapareceu no último dia 2, mas a Arábia Saudita chamou de “mentirosas” e acusações “sem fundamento” as informações sobre o assassinato do jornalista no consulado saudita.

“Precisamos saber exatamente o que aconteceu e precisamos saber exatamente quem é o responsável”, disse Guterres à “BBC”, em Bali, por ocasião da reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI).

“No momento em que essas situações se multiplicam, acredito que necessitamos encontrar uma maneira de que a responsabilidade por esses atos também seja exigida”, ressaltou o secretário.

Ele admitiu estar “preocupado” com o fato de que esse tipo de desaparecimento seja considerado “normal” e ressaltou que é “essencial” garantir que a comunidade internacional “diga claramente que isso não pode acontecer”.

Em sua opinião, uma vez esclarecido o que ocorreu, os governos deveriam responder de maneira “apropriada” sobre se participariam de uma conferência de investimento prevista para este mês em Riad.

O desaparecimento de Khashoggi, que escrevia para o jornal The Washington Post, gerou indignação contra o reino saudita.

A BBC afirma que uma fonte de segurança turca, cuja identidade não foi revelada, indicou que funcionários de seu país parecem ter material em áudio e vídeo que demonstra que Khashoggi foi assassinado nas instalações do consulado saudita.

(Agência Brasil com Agência EFE)