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Tasso manda Luiz Pontes acertar em São Paulo a agenda que Alckmin cumprirá no Ceará

O senador Tasso Jereissati delegou ao ex-senador Luiz Pontes a tarefa de participar nesta quarta-feira, em São Paulo, da reunião com a coordenação da campanha de Geraldo Alckmin, postulante tucano à presidência da República.

Nesse encontro, será definida a agenda que o candidato do PSDB cumprirá, possivelmente na semana que vem, no Ceará.

(Foto – Agência Senado)

Campanha de rua pró-Bolsonaro é aberta em Fortaleza

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A campanha de rua do candidato a presidente da República pelo PSL, começou. O bairro escolhido foi a Parquelândia, em Fortaleza. Um grupo de militantes realizou adesivaço, sob a orientação do presidente estadual do partido, Heitor Freira, que postula cadeira de deputado federal.

Heitor adiantou para o Blog que, na próxima semana, um farto material da campanha de Bolsonaro estará chegando ao Ceará e deverá ser distribuído entre voluntários por todo o Estado.

Nas pesquisas eleitorais, Bolsonaro aparece em segundo quando Lula está na disputa. Sem o petista, Bolsonaro lidera.

(Foto – Divulgação)

Caace promove palestra bem humorada sobe advocacia de sucesso

“Advocacia de sucesso em cinco lições”. Eis o tema da palestra gratuita a ser proferida pelo advogado e humorista Haroldo Guimarães, a partir das 19 horas desta quarta-eira, no Teatro Uni7, no Centro Universitário 7 de Setembro. A iniciativa é da Caixa de Assistência dos Advogados do Ceará (CAACE) e integra as comemorações do Dia do Advogado.

Haroldo Guimarães é mestre em Direito pela UFC e especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Cândido Mendes do Rio de Janeiro.

Na oportunidade, o presidente da CAACE, Erinaldo Dantas, fará o lançamento do aplicativo APP Oi Advogado, que conectará quem tem dúvidas sobre assuntos jurídicos aos profissionais do Direito. A CAACE disponibilizará para advogados e advogadas serviços gratuitos como teste de glicemia, massoterapia e esmalteria.

(Foto – Divulgação)

Pesquisa diz como amor e sexo são encarados pelas classes A e C

Amor, sexo e paquera são temas encarados da mesma maneira pelas classes A e C? A pesquisa “Relações beta”, que mapeou os novos hábitos de relacionamento do brasileiro, indica que não. O estudo foi feito pela consultoria Consumoteca, que ouviu 1.000 brasileiros com idades entre 18 e 50 anos. A informação está na Coluna de Lauro Jardim, colunista do O Globo.

A ideia de que sexo e amor não precisam estar ligados, por exemplo, foi aceita por 81% dos entrevistados da classe A. Já na classe C, 64% concordam com essa premissa. De acordo com a pesquisa, crenças religiosas tiveram mais influência nas respostas do grupo.

Quando o assunto é casamento, 45% da classe A disse acreditar que só se deve ter uma união estável na vida — trata-se de um projeto, um planejamento para própria trajetória. Para 70% da classe C, porém, é normal se casar várias vezes ao longo dos anos.

Os brasileiros com maior poder aquisitivo também se mostraram mais propensos a mentir na construção de um perfil de aplicativo de relacionamento. Esse comportamento foi admitido por 5% dos entrevistados da classe A, contra 1% da classe C. Em todas as classes, valores como companheirismo, fidelidade e cumplicidade se mostraram mais importantes do que a compatibilidade sexual.

Cegás registra incremento de 12% no gás veicular no primeiro semestre

A Companhia de Gás do Ceará  (Cegás) registrou, no primeiro semestre deste ano, 12% de crescimento na oferta de gás natural veicular. Hugo Figueiredo, presidente, credita o incremento ao preço elevado dos combustíveis, observando que, por conta desse fator, o “gás natural ainda é muito competitivo”.

O presidente da Cegás encontra-se no Rio de Janeiro num pool com mais seis empresas do ramo do Nordeste que querem comprar gás natural de 10 fornecedores internacionais e não só da Petrobras. Esse pool deve tornar a negociação melhor em matéria de preços para a região, adianta Hugo Figueiredo.

(Foto – Paulo MOska)

Praça da Gentilândia será local de debate sobre Segurança Pública

Um debate sobre a Segurança no Estado ocorrerá, a partir das 16 horas desta quarta-feira, na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica, em Fortaleza. O local foi escolhido por que ali se registrou uma das maiores chacinas do Ceará. Cinco meses após o fato, o local, reduto da boêmia, aos poucos se recupera do trauma.

As lembranças da noite de nove de março ainda são fortes na memória dos frequentadores e moradores do bairro. Foram sete jovens assassinados em disputa envolvendo facções criminosas.

“Escolhemos a praça para o debate por conta desta simbologia que ela traz. É um local que a juventude se apropria, mas que aos poucos, é esquecido por conta da violência. Esse esvaziamento é o resultado da falta de cultura, esporte e outras atividades para distanciar o jovem do crime. Assim, a ocupação do espaço é uma maneira de diminuir a violência”, explica Videl. Duarte, da Frentn Favela Brasil no Estado.

(Foto – Arquivo)

No horário gratuito, Bolsonaro vai apregoar “Mais Brasil e Menos Brasília!”

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O candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, começou a gravar vídeos para a campanha na TV. A informação é da Painel, da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

Em um dos filmes, ele fala diretamente a prefeitos. Com palavras de ordem, ele defende a descentralização de recursos federais.

…que te escuto “Mais Brasil e menos Brasília” e “É preciso dividir o poder com o resto do país” são motes do roteiro.

Bolsonaro vai dizer neste filme que o repasse de dinheiro para as prefeituras evita corrupção e gera eficiência na governança. A campanha também estuda inserir nas propagandas falas em que ele se defende de acusações de misoginia e homofobia.

(Foto – Agência Brasil)

Quais as propostas dos candidatos ao Governo para as mulheres?

Com o título “As preocupações do eleitor cearense”, eis artigo de Cleyton Monte, cientista político, pesquisador e membro do Conselho de Leitores do O POVO. Ele chama a atenção para um detalhe: o voto feminino é maioria no Ceará. Confira:

Os estudos eleitorais mais interessantes tentam decifrar as condições de vida do eleitor. As pesquisas dos cientistas políticos André Singer e Alberto Carlos Almeida ilustram esse esforço. Os candidatos devem compreender os “dilemas do estado”, caso contrário, estarão pregando no deserto. O desafio é ainda maior para os que desejam ingressar no Executivo. É certo que as generalizações escondem uma pluralidade de interesses, contradições e críticas. A população da capital e do interior, a classe média e os pobres, os mais e menos escolarizados guardam grandes diferenças. Contudo, questionar as preocupações do eleitor médio é um exercício importante para o jogo democrático.

O voto feminino é maioria no Ceará. Quais as propostas dos candidatos a governador para as mulheres? Os discursos me parecem genéricos. O Ibope apontou que a saúde é o problema que mais aflige o cearense. A ampliação da rede hospitalar é a única saída? A segurança, destaque das últimas quatro campanhas, se tornou uma disputa de números em torno do efetivo policial. O estado das chacinas e das facções merece um debate mais sério. Impactado pela crise econômica, o eleitor busca propostas concretas sobre emprego e renda. As mulheres e homens do interior acompanham a estagnação do comércio e da indústria. A taxa de desemprego aumentou. O que pode ser feito? As juventudes, maiores vítimas da violência, da crise econômica e da ausência do Estado, raramente figuram entre as prioridades dos candidatos favoritos. E as políticas para a cultura e meio ambiente, serão solenemente esquecidas? Estamos tão bem assim na educação? Uma observação indispensável: o discurso moralista acerca da corrupção não alcança projeção entre os cearenses.

A campanha começou com força. Qualquer proposta deverá levar em consideração os limites dos cofres públicos. Apesar de ter conquistado o equilíbrio fiscal, o Ceará ainda depende dos repasses do governo federal. O mais provável é que o próximo presidente não terá muito espaço para investimentos. De toda forma, a eleição é um momento ímpar, não apenas para escolher representantes, mas também para refletir sobre a agenda pública, prioridades e visões de Estado. Vamos debater!*

*Cleyton Monte

cleytonufc@hotmail.com

Cientista político, pesquisador e membro do Conselho de Leitores do O POVO.

Câmara dos Deputados cassa Paulo Maluf

Por unanimidade, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados cassou, nesta quarta-feira (22), o mandato do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), de 86 anos. Preso desde dezembro, Maluf foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por lavagem de dinheiro, em maio de 2017. A informação é do Portal G1.

Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal de usar contas no exterior para lavar recursos desviados da Prefeitura de São Paulo quando foi prefeito, entre 1993 e 1996. De acordo com a denúncia, parte do dinheiro foi desviada da obra de construção da Avenida Água Espraiada, atual Avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul da capital paulista.

Em dezembro do ano passado, Maluf foi preso após o ministro do STF Edson Fachin rejeitar recurso da defesa e determinar o cumprimento imediato da pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias. Desde março, ele cumpre a pena em regime domiciliar por motivos de saúde.

Ao determinar a execução da pena, a Suprema Corte também decidiu pela perda automática do mandato já que, preso, Maluf não poderia comparecer às sessões da Câmara. Nessa situação, bastaria a declaração da cassação pela Mesa Diretora da Casa.

No entanto, a Câmara vinha adiando a medida por divergências em relação ao entendimento da decisão do Supremo. Isso porque a Constituição também estabelece que, em caso de condenação criminal, como é o caso de Maluf, a cassação de mandato parlamentar deve ser analisada pelo plenário da Câmara.

Outro ponto polêmico que fez a Câmara a decisão sobre a cassação é que não estava claro se o processo no STF tinha transitado em julgado, quando não cabe mais nenhum recurso. A dúvida surgiu porque o trânsito em julgado foi declarado pelo STF em dezembro, mas, em abril, a Corte analisou um novo recurso, o que teria reaberto a tramitação do processo, de acordo com a defesa.

Suplente

O suplente de deputado Junji Abe (MDB-SP), que assumiu o mandato em fevereiro quando a Câmara afastou Maluf, deverá ser efetivado na vaga.

Eleições 2018 – Alexandre Frota e Dr Rey estão na disputa por espaço na Câmara dos Deputados

A fauna de celebridades e sub-celebridades parece estar menos vistosa na eleição deste ano do que nos pleitos anteriores. Segundo a Veja Online, ainda assim, uma ou outra figuraça resolveu se candidatar, como sempre.

Entre elas estão o médico Dr. Rey e o ator e palpiteiro político de direita Alexandre Frota.

 

Ambos disputarão uma cadeira de deputado federal por São Paulo. O primeiro filiou-se ao PRB e o segundo ao partido de Jair Bolsonaro, o PSL.

De resto, aparentemente, os dois postulantes a político não têm mais nada em comum. Frota, por exemplo, informou ao TSE que não possui patrimônio algum.

Já seu colega de “show business”, Ray, declarou 12,4 milhões de reais em patrimônio. Só um dos imóveis do “Dr. Hollywood” vale 7,5 milhões de reais.

(Fotos – Reprodução de Facebook)

Material da campanha de Bolsonaro já está a caminho do Ceará

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Uma carreta, cheia de material da campanha de Jair Bolsonaro, está chegando ao Ceará na próxima semana. Quem informa não é a direção do PSL do candidato, mas o deputado estadual Capitão Wagner, presidente estadual do PROS e fã do capitão da reserva.

Wagner diz que o material vai ser distribuído pela grande Fortaleza e Interior.

Sobre o assunto, Heitor Freire, presidente do PSL e candidato a deputado federal assim como o Capitãpo Wagner, confirma a informação, mas diz que algum material pró-Bolsonaro está sendo feito por voluntários aqui de Fortaleza.

(Foto – Reprodução do Youtube)

Guia dá dicas de bom uso da internet nestes tempos de eleições

O Comitê Gestor da Internet (CGI.Br) lançou um guia com orientações para estimular cidadãos a fazerem um bom uso da internet. O manual traz dicas de como evitar problemas disseminados pelas tecnologias digitais, como as diversas formas de desinformação (práticas também conhecidas como as chamadas notícias falsas ou fake news no termo popularizado em inglês). A internet gerou impactos fundamentais na política e faz parte da democracia e das disputas eleitorais.

Mensagens falsas, conteúdos de ódio ou discriminatórios, propaganda eleitoral paga e interação direta entre candidatos e eleitores em redes sociais e outras plataformas são uma realidade cada vez mais poderosa e já fazem parte da dinâmica da disputa que terá seu desfecho nas urnas em outubro. O texto pondera que essas tecnologias não são neutras e é importante não confundir redes sociais com “praças digitais” marcadas pela liberdade plena.

Em vez disso, seria mais adequado entendê-las como shoppings, operados por empresas privadas, com regras próprias e que, mesmo com a gratuidade, envolvem custos ao acesso: os pacotes para navegar na internet e o uso de dados pessoais coletados para a difusão de publicidade segmentada. Compreender essa lógica, acrescenta o guia, é importante para entender que o acesso a conteúdos em plataformas como Twitter, Google ou Facebook é filtrado pelas regras, pelos critérios e pelos sistemas de cada empresa.

O eleitor deve tomar cuidado com o risco da personalização promovida pelas plataformas se transformar em “bolhas”, dentro das quais são privilegiados conteúdos próximos do que concordamos em vez de opiniões divergentes. E isso, em um momento de debate e confronto de propostas diferentes, pode ter um impacto relevante. Evitando os efeitos negativos dessas características, os eleitores podem usar a internet como poderosa fonte de informações.

Podem, por exemplo, acessar programas de governo, promessas anteriores de candidatos, contas do governo e análise de órgãos de controle (como os tribunais de contas ou comissões de acompanhamento e inquérito), além de buscar possíveis processos judiciais envolvendo um candidato, acusações e eventuais condenações.

Pela internet circula também propaganda eleitoral oficial. Para além de envio de boletins por e-mail e dos sites, pela primeira vez candidatos e partidos poderão divulgar anúncios pagos (sejam conteúdos impulsionados, sejam resultados pagos de busca no Google). O guia lista casos proibidos pela legislação eleitoral, o que pode ser denunciado pelo eleitor.

Além de propaganda eleitoral paga irregular, o usuário também pode questionar outros abusos, como calúnias, injúrias, difamação e racismo. O Marco Civil da Internet (Lei 12.965, de 2014) prevê a possibilidade de solicitar à Justiça a remoção de um conteúdo caso ele viole de alguma forma a legislação brasileira. As plataformas podem ser responsabilizadas se não cumprirem determinações judiciais.

Desinformação

O manual do CGI também discute formas de evitar a desinformação, definida como “conteúdos que visam propositalmente enganar o leitor usando estratégias para ocultar a intenção”, criados para produzir lucros ou comprometer a reputação de pessoas, inclusive candidatos e legendas. O texto destaca que os usuários devem estar atentos, pois podem ser tanto vítimas quanto agentes de disseminação desse tipo de conteúdo.

“Além do cuidado com as fontes que usamos para formar nossa própria opinião, é fundamental que tenhamos cautela ao repassar informações que recebemos; mesmo as que pareçam muito com a verdade – ou com o que gostaríamos que fosse a verdade! – para não contribuir com a desinformação e nos tornar instrumentos de agentes cujos reais interesses desconhecemos”, recomenda o guia do Comitê Gestor da Internet.

Além dos cuidados dos usuários para reconhecer e não repassar desinformação, o manual defende o fortalecimento da liberdade de expressão, a proteção da privacidade e dos dados pessoais dos usuários e transparência para que eleitores possam distinguir conteúdos noticiosos, opinativos e propaganda paga, além de iniciativas de educação para a mídia que incentivem uma relação mais crítica das pessoas com dispositivos, aplicativos e plataformas.

(Agência Brasil)

João Amoêdo, ex-executivo financeiro, promete “estado mínimo, cidadão máximo”

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O candidato a presidente da República pelo Novo, João Amoêdo, garantiu, nesta quarta-feira, que, se eleito, fará um corte geral das despesas do governo e, principalmente, da Presidência da República. Ele deu essa declaração para o jornalista Luiz Viana, âncora do programa O POVO no Rádio, da Rádio O POVO/CBN, que vem entrevistando os postulantes ao Planalto.

Amôedo, o postulante com o maior patrimônio declarado – R$ 425 milhões, ganhos, avisou logo, no mercado financeiro, prometeu seguir a máxima do “Estado mínimo, cidadão máximo”. Ou seja, manterá todas as políticas sociais.

Ele aproveitou para explicar essa história de que transformaria o Palácio da Alvorada em museu, o que viralizou em vídeo que gravou para suas redes sociais. Ele confirmou que a medida integra suas metas, mas que a Presidência continuaria preservando e mantendo o patrimônio histórico de Brasília.

(Foto – Divulgação)

Temer vai montar equipe de transição

O presidente Michel Temer já está alinhavando a equipe que fará a transição entre governos. É o que informa a Coluna Radar, da Veja Online desta quarta-feira.

Em um primeiro momento, foi ventilada a possibilidade de se fazer isso a depender de quem seja eleito, mas já é um consenso de que a passagem deve ser feita independente do sucessor.

Uma das possibilidades mais fortes é que os grupos de trabalho se encontrem no Centro Cultural do Banco do Brasil. Elogiadas, as passagens dos governos FHC/Lula e Lula/Dilma foram feitas no local.

Ao copiar os ex-presidentes, a ideia de Temer é passar seriedade institucional e continuidade. Está fora de cogitação um abrupto fim de mandato como foi o de Dilma Rousseff.

(Foto – Agência Brasil)

Ferruccio Feitosa e um arroz sem festa

Calma. Não é nada do que você está pensando. O prato vazio de Ferruccio Feitosa, titular da Secretaria Regional II, não é prova de que ele evitou algum prato quando da visita do governador Camilo Santana, nessa terça-feira, ao Mercado São Sebastião, no Centro de Fortaleza.

Natural lá das bandas de Tauá (Inhamuns), o maior produtora de caprinos do Estado, ele devorou carneiro com cuscuz à vontade e, quando queria repetir, o seu amigo, Cid Gomes, candidato ao Senado, jogou arroz no carneiro de Ferruccio.

E ele não come arroz. Acredita?

(Foto – D. Moura)

Pesquisa Datafolha reforça dilema petista entre esticar a corda com Lula ou lançar Haddad

A nova pesquisa Datafolha tende a reforçar dilema vivido hoje pelo PT: quando lançar Fernando Haddad como o escolhido de Lula? Inicialmente, a pesquisa deve estimular ala do partido que quer esticar a candidatura virtual do ex-presidente até o limite, só que ela também indica os riscos que seu herdeiro vai abraçar se for apresentado tardiamente ao eleitor. No Nordeste e no Norte, os bastiões do lulismo, Haddad ostenta seus maiores índices de desconhecimento: 51% e 54%, respectivamente.

Um detalhamento dos dados do Datafolha, segundo informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quarta-feira, ilustra o desafio de Haddad. Além dos 51% de nordestinos que dizem não saber quem ele é, outros 29% afirmam que o conhecem, mas “só de ouvir falar”. No Norte esse grupo soma 26%. No total, 52% dos eleitores de Lula não sabem quem ele vai apoiar.

(Foto – Pedro Ladeira, da Folhapress)

Camilo inaugura comitê de campanha com Cid e Eunício, mas sem Ciro Gomes

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O governador Camilo Santana vai inaugurar, às 20 horas desta quarta-feira, no bairro Cocó, seu comitê central de campanha. Na prática, nada de novo. É o mesmo local que serviu de sede para sua primeira disputa e que foi ponto das campanhas também de Cid Gomes e de Lúcio Alcântara.

Com Camilo, estarão Cid Gomes (PDT) e Eunício Oliveira (MDB), candidatos ao Senado, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, prefeitos do interior, secretários e lideranças de partidos da base aliada e de movimentos sociais.

O candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes, não participará. Não, não é só porque Eunício Oliveira vai estar lá, mas porque tem agenda em São Paulo.

(Foto – Divulgação)

Fortaleza pode ter mais um voo direto para Londres

Aeroporto Internacional Pinto Martins.

Mirando oportunidades de mais voos do Ceará para a Europa, o Governo do Estado se reuniu ontem com a companhia aérea Norwegian Air UK Limited, em agenda na Suécia. A expectativa é que a empresa tenha ligação direta Fortaleza-Londres (Inglaterra).

“Não há nada definido. Mas existe a possibilidade (do voo)”, disse Arialdo Pinho, titular da Secretaria do Turismo do Estado (Setur). Na segunda-feira, 20, ele esteve em Copenhague (Dinamarca), para promover o Ceará. A missão é do Ministério do Turismo e Embratur.

No dia 8 de agosto, a companhia recebeu autorização para operar voos diretos Londres-Rio de Janeiro. Os diálogos entre o Estado e a norueguesa são costurados há dois meses. No entanto, uma fonte ligada à empresa havia informado no site TravelWeekly que a ideia era operacionalizar os voos chegando a São Paulo e Rio de Janeiro, excluindo Fortaleza do circuito. Outra possibilidade, ainda que fora do radar, é a KLM operar voos Ceará-Escandinávia via Amsterdã.

A norueguesa é a terceira maior companhia low cost da Europa e a sexta do mundo. No caso do Brasil, quem vai operacionalizar os voos é a subsidiária sediada em Londres.

(O POVO – Repórter Átila Varela/Foto – Arquivo)

Missão da OEA que vai observar as eleições já está em Brasília

A Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) inicia hoje (22), em Brasília, visita precursora de preparação para o acompanhamento das eleições gerais em outubro. Será a primeira vez que o país receberá observadores da OEA para analisar o processo eleitoral. O grupo tem atividades no Brasil até sábado (25).

Em seu primeiro compromisso, a ex-presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla, que chefia a missão, será recebida às 10 horas pelo presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. Às 18h, o grupo tem reunião com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, está prevista para quinta-feira (23) reunião de Laura Chinchilla com o chanceler Aloysio Nunes Ferreira, em que os dois assinarão acordo relativo a privilégios e imunidades dos observadores da OEA para as eleições de outubro.

Na sexta-feira (24), a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, receberá os integrantes da visita prévia da Missão de Observação Eleitoral. Eles também se encontrarão com o vice-procurador-geral Eleitoral, Humberto Jacques, além de assistir a uma demonstração do funcionamento da urna eletrônica.

Comitiva

Também fazem parte da comitiva o secretário para o Fortalecimento da Democracia da OEA, Francisco Guerrero, o diretor de Cooperação e Observação Eleitoral da OEA, Geraldo de Icaza, e do subchefe da Missão de Observação Eleitoral – Brasil, Ignacio Álvarez.

“As Missões de Observação Eleitoral são mecanismos que têm como meta aprimorar a cooperação para o aprofundamento da democracia. Devem ocorrer de maneira objetiva, imparcial e transparente, e não têm como finalidade julgar a legitimidade de uma eleição. O foco das missões está na qualidade dos processos eleitorais”, informa o TSE.

Segundo o TSE, após consultas entre o tribunal, a Presidência da República e o Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro convidou, em setembro do ano passado, a OEA para realizar a observação das eleições deste ano.

De acordo com o tribunal, a Missão de Observação da OEA analisa todo o ciclo eleitoral. “São examinados, entre outros aspectos, o financiamento de campanhas, a liberdade de imprensa e o acesso aos meios de comunicação, bem como a solução de contenciosos na etapa pós-eleitoral. Também é avaliada a participação política da mulher, dos povos indígenas, dos afrodescendentes e das pessoas com deficiência”, diz a Corte.

Análise

Ao fim do processo, os observadores devem apresentar relatório com conclusões e recomendações. O documento é encaminhado às autoridades do país e, depois, ao Conselho Permanente da OEA, e servirá de base para a cooperação entre o organismo internacional e o país observado, com o objetivo de implementar as recomendações.

Desde a primeira missão, na Costa Rica em 1962, a OEA já enviou 250 missões a 27 países, entre eles os Estados Unidos e o México.

(Agência Brasil)