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Bolsonaro deixa UTI e vai para unidade semi-intensiva, informa boletim

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi transferido na manhã de hoje (16) para uma unidade de cuidados semi-intensivos, segundo boletim divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde estava desde a última quarta-feira (12), quando foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar uma aderência que obstruía o intestino delgado.

De acordo com o comunicado, a evolução de Bolsonaro é boa e ele continua sem febre. A alimentação ainda está sendo feita por via endovenosa. O candidato está sendo submetido a medidas de prevenção de trombose e fisioterapia respiratória e motora.

Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato de campanha no último dia 6, em Juiz de Fora (MG) . Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma primeira cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

(Agência Brasil)

“Mulheres unidas contra Bolsonaro”

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Em artigo no O POVO deste domingo (16), o jornalista Demitri Tulio ressalta a luta de mulheres contra o autoritarismo. Confira:

Pode ser que esteja nascendo, e vá crescer mais ainda, um movimento semelhante encabeçado pelas mulheres de quando se juntaram para querer saber dos filhos, companheiros e amigos desaparecidos pela ditadura militar (1964-1985).

Do mesmo naipe das que encabeçaram a briga pela Anistia dos exilados e das Diretas Já. As mulheres, protagonizaram, principalmente quando foi hora de reivindicar a volta do exílio e a busca pelos sumidos políticos.

Falo da maré que está subindo e que corre o corpo nas redes sociais por onde perambulo virtualmente. É a oposição ao voto e às ideias do candidato a presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

O Instagram e o WhatsApp estão se inundando com palavras de ordem do tipo “Mulheres unidas contra Bolsonaro”. E Mafalda, tão anos 70, sustenta um cartaz. “Não voto em homem que não respeita mulher”… E outras.

Aqui em Fortaleza, porque somos ruins de memória, algumas mulheres tiveram a coragem de desafiar o que estava posto e foram para cima do que era autoritário e poderia causar mais agonia.

A ditadura ainda reinava quando o espírito de gente como tia Rita, Rosa da Fonseca, Maria Luiza, Célia Zanetti, Luiza Gurjão, Tânia Gurjão e muitas outras deixaram suas vidas de lado e foram mudar interrogações. Há mais de uma centena, perdão pela falta de citação.

Melhor dizendo, não deixaram suas vidas não. Deram outro sentido e terminaram seres mais coletivos, para além da casa de rua de cada uma. Tia Rita não tinha parentes nem filhos sumidos na vala comum do regime dos generais.

Arrumou o matulão, avisou aos filhos vivos e livres que iria com outras mulheres para o Araguaia e por onde fosse e tivesse de ir.

Parece que nasceu pr’aquilo. Ir atrás de ser feliz num país que merecia delicadeza e verdade.

Andei perto, já repórter maduro, de dona Luíza Gurjão. E mais ainda de Tânia – sua filha e irmã de Bergson Gurjão. O guerrilheiro que foi morto, enterrado e sumido sem direito a um velório em família. Entre 1972 e até 2006…

Numa guerra, até os inimigos, devem respeitar o corpo do abatido.

Ainda mais numa guerrilha desigual. Não fosse assim, o guerreiro Aquiles não teria concedido a Príamo – pai de Heitor – que levasse o corpo do filho para honrá-lo.

Tânia, para mim, foi todos os poderes femininos juntos. E lá atrás! Num tempo bem mais difícil e na beira da morte, da tortura e do desaparecimento. Sem redes sociais do jeito que são hoje e uma Kombi naquele tempo. Para cima e para baixo.

É quase, também, como Nildes Alencar. A irmã amada de frei Tito. Ou bem mais longe, a alma de dona Bárbara de Alencar… Ou dona Maria Lourdes, mãe dos irmãos Albuquerque. Há vários exemplos…

Dona Luíza Gurjão, aos 96 anos, esperou o filho Bergson até ele voltar. Não voltou cantando Noel, perguntado com que roupa iria quando foi… Mas veio para fechar um ciclo com a mãe. Pouco meses depois, ela também se foi. E, depois, inesperadamente, Tânia.

Quando as mulheres se juntam são mais do que uma ditadura ou maiores que uma ameaça de infelicidade.

A democracia não precisa de tutela

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Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (16):

A semana que passou foi estremecida pelo rangido dos coturnos militares na cena política, pela entrevista do comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas ao Estadão e pelas declarações dos generais Antônio Mourão e Augusto Heleno, ambos da extrema-direita, dando pitacos indevidos e inconstitucionais na vida política do País, com uma ousadia só vista pelas gerações mais velhas, em tempos sinistros. Agora, deixaram claro o veto da caserna à candidatura do ex-presidente Lula, como os brasileiros já suspeitavam (daí pode-se entender o “apagão” de racionalidade jurídica que, de repente, se apoderou do sistema de Justiça).

Com uma desenvoltura ímpar o general Villas Bôas repeliu compromissos assumidos pelo Brasil com a institucionalidade civilizatória internacional, dando o dito por não-dito, no campo dos direitos humanos e arguindo uma “soberania nacional” pré-Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, como se vivêssemos ainda no tempo da velha Liga das Nações.

Nenhum país civilizado – a não ser os imperialismos mais extremados – deixou de incorporar a doutrina da supranacionalidade dos direitos humanos, incorporando-a em suas legislações internas, por meio de suas Casas Legislativas. Só as ditaduras continuaram a alegar a precedência da soberania nacional sobre tratados e convenções dessa natureza.

O chefe do Exército brasileiro não fez mais do que repetir cacoetes anti-ONU de Médici e Geisel que, aliás, continuam cultuados, como sempre, pelas novas gerações de coturnos, formados na Academia das Agulhas Negras, onde a mentalidade continua a mesma da época da “Redentora”. Mais apropriado seria defender a soberania nacional do saque das riquezas nacionais (pré-sal, Embraer, Base de Alcântara, Petrobrás, submarino atômico) pelos grupos econômicos estrangeiros. Não deixá-los ser entregues, inclusive, por um condottiere que faz marcha-batida eleitoral justamente para isso, em nome da caserna.O retorno dos militares à cena brasileira, de forma inconstitucional, segundo apontam cultores do Direito, apenas acentua o retrocesso ocorrido no País, desde 2016, e que se espalha pelas mais diversas dimensões da vida nacional, como legado de mais um cambalacho das elites para revogar a autonomia da soberania popular. As eleições, segundo o desejo destas, só são aceitáveis se seus candidatos forem sufragados nas urnas. Quando isso deixa de acontecer, as ameaças – veladas ou não – tornam o ar da democracia irrespirável. Essa tem sido a história do Brasil.Em quase 130 anos de República só tivemos quatro presidentes eleitos por sufrágio secreto que conseguiram terminar seus mandatos. Isso é um absurdo. E a cada vez sempre há algum pretexto para isso. Nem sequer inovam nas alegações. E o mais frustrante é que funcionários públicos, dotados pelos cidadãos do direito de usar armas para defender a vontade da soberania popular (sendo pagos de seu bolso para isso), tenham contribuído para “melar” o jogo democrático todas as vezes que as escolhas deste não correspondem aos interesses dos que mandam no Brasil há 500 anos.

As interferências arbitrárias, rompendo os pactos sociais arduamente construídos, estão na própria raiz do nascimento da Nação, em 1822, quando o imperador Pedro I utilizou os militares para fechar a Assembleia Nacional Constituinte que elaborava a 1ª Constituição do País, impondo outra de seu gosto. Continuou com o golpe da Maioridade, quando D.Pedro II foi entronizado à força, aos 15 anos, antes da idade legal, para assumir o poder. Retomou, com toda força, com o golpe militar de 1889, que impôs uma República sem povo e apagou uma cultura de mais de 60 anos de submissão dos militares ao poder civil.

A partir do golpe de 1889, os militares se investiram, por conta própria, do direito de dar a última palavra nos rumos políticos da Nação, quando, na realidade, são uma instituição subordinada ao poder civil, e não constituem um Poder da República. Só têm legitimidade por decorrência indireta do poder político legitimado pela soberania popular.

Infelizmente, as intervenções militares, ao longo da história, sempre truncaram o desenvolvimento político e institucional do País, artificializando-o. E essa é uma das causas de nosso atraso, segundo a ciência política. E o pior é que essas intervenções são para consagrar forças rejeitadas pelas urnas. Ora, os brasileiros quererem ser protagonistas, autônomos, de suas vidas, fora do relho tradicional de uma elite mesquinha, parca de visão de futuro. A democracia não precisa de tutela militar.

R$ 13,5 milhões – Aposta de São Paulo ganha sozinha o prêmio da Quina

Uma aposta da cidade de São Paulo acertou sozinha os cinco números da Quina, sorteados na noite desse sábado (15), em Serra Negra/SP. O prêmio é de R$ 13,5 milhões, acumula do há vários concursos. A quadra pagará R$ 5,2 mil para cada um dos 160 apostadores. O terno ficou em R$ 101.

Os números sorteados da Quina foram: 02 – 03 – 33 – 49 e 76.

Já a Mega-sena acumulou em R$ 5 milhões, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal, em sorteio a ser realizado na terça-feira (18). Os números sorteados ontem foram: 02 – 11 – 15 – 30 – 36 e 39.

Campanha para o Senado se afunila e a briga pela segunda vaga esquenta

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Da Coluna Política de Guálter George, o tópico “Bastidores quentes de uma campanha morna”.

Têm sido dias intensos no comitê do senador Eunício Oliveira (MDB), candidato à reeleição. Parte verdade, parte fofoca, mas o certo é que sinais de resistência à campanha entre candidatos à Assembleia e Câmara Federal no arco de aliança governista criaram tensões internas, cobranças à equipe uma ordem geral de intensificar mais ainda as ações. A coisa andou tensa, muito tensa. O que está parecendo, mesmo que ainda não existam números claros indicando nada nesse sentido, é que não acontecerá o passeio que era esperado quando fechou-se o acordão com a turma do governador Camilo Santana, do PT, e com o grupo de Cid Ferreira Gomes, do PDT e que assumiu a outra posição para a disputa. Parecia que a briga pelas duas vagas acabava ali, mas a história pode não ser bem essa.A campanha de Eunício admite problemas, diz que a maioria deles esteve concentrada nos primeiros dias, em áreas localizadas do PT e do PDT. Hoje, porém, dá-se tudo por resolvido, até causando estranheza as informações que pipocam sobre candidatos que aqui e acolá omitem o emedebista quando falam da eleição para o Senado.

Há relatos até mais incisivos, indicando gente que, após manifestar apoio entusiasmado a Cid Gomes, ao falar na segunda opção aponta o pedido em direção a Luis Eduardo Girão, do Pros e candidato da oposição, de outro palanque e outro envolvimento eleitoral. Local e nacional.Nos últimos dias, falou-se nos casos de Bruno Pedrosa, que tenta reeleição à Assembleia, e Eduardo Bismarck, que disputa o primeiro mandato à Câmara, como exemplos de gente da base que anda trocando de nome na hora em que fala aos seus eleitores sobre a disputa no Senado e a possibilidade de dois votos. Como resposta do emedebista, muitos vídeos, choros e argumentos para negar que as insubordinações estejam acontecendo. Ou, pelo menos, contestar que “continuem acontecendo”.Certo mesmo para quem toca a estratégia eunicista é que a emoção estará garantida até o final da campanha. Até pela necessidade de administrar outros problemas à vista, sendo um deles a necessidade de compatibilizar a agenda de candidato com a do presidente do Senado. O problema maior está, nesse tocante, naquela história de linha de sucessão, obrigando-lhe a uma escapada rápida ao exterior sempre que Michel Temer deixa o País, sob pena de perder a elegibilidade para 2018.Eis a má notícia para Eunício: entre os dias 24 e 26 próximos, no quente da campanha, vai Temer e sua trupe para Nova York, naquele tradicional compromisso anual que tem todo chefe de Governo brasileiro de abrir a Assembleia da ONU. Ou seja, o senador cearense precisará largar suas atividades de candidato e o próprio território nacional por três dias, em plena reta final, para se esconder da lei eleitoral. Uma chance e tanto para os adversários e, muito certamente, eles não deixarão de aproveitá-la.

Prefeito Marcelo Crivela vira réu por improbidade administrativa após reunião com pastores

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, tornou-se réu por improbidade administrativa após denúncia do Ministério Público. Na decisão, o juiz Eduardo Klausner, da 7ª Vara de Fazenda Pública do Rio, acolheu as acusações feitas contra o político por supostamente beneficiar pessoas ligadas à igreja evangélica da qual é bispo licenciado.

Em julho, Crivella teria se encontrado secretamente com pastores e líderes evangélicos no Palácio da Cidade, sede da prefeitura, fazendo promessas para beneficiar as pessoas ligadas àquela igreja. Logo depois de ser descoberta a reunião ilícita, o MPRJ fez a ação pública para denunciar a conduta do político.

Segundo a ação, o gestor municipal feriu o princípio do estado laico, expresso no artigo 19 da Constituição da República, que determina a separação entre Estado e religião , garantindo liberdade religiosa.

Para o MPRJ, o prefeito ainda “extrapolou todos os limites do razoável” em diversos atos durante a gestão e, portanto, a promotoria deseja dar fim à concessão de privilégios a um único grupo religioso.

(Com Ultimo Segundo/Foto – Agência Brasil))

Camilo evita divulgar presidenciável depois da polarização entre Ciro e Haddad

Um dia após as pesquisas apontarem Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) empatados com 13% na disputa pelo Planalto, o governador Camilo Santana (PT) manteve neutralidade em caminhada “sem presidenciável” em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. Ele foi acompanhado pelos candidatos a senador Cid Gomes (PDT) e Eunício Oliveira (MDB).

Em todo o evento, a única liderança política a divulgar material de um candidato à Presidência foi Cid, que usava um adesivo da campanha de Ciro. Durante a caminhada, diversos populares destacaram para Camilo a candidatura do primogênito Ferreira Gomes. O governador, no entanto, evitava comentar o assunto.

No campo simbólico, a caminhada acabou reafirmando ainda mais a aproximação entre Cid Gomes e Eunício Oliveira, adversários nas últimas duas eleições. Inicialmente aderindo à campanha do emedebista de maneira discreta, o ex-governador deixou a inibição de lado e pediu votos abertamente ao lado do emedebista.

A caminhada faz parte de um “investimento” a cada dia maior na tese de união e reaproximação entre os ex-rivais. Na noite de sexta-feira, os três participaram de uma carreata em Maranguape, também na Região Metropolitana de Fortaleza. Antes, pela manhã de sexta-feira, já haviam realizado caminhada conjunta em Aquiraz.

Em todos os eventos, Camilo não tem poupado elogios ao emedebista e destacado apoio do senador em Brasília para garantir recursos federais ao Estado. O alinhamento não fica apenas nos discursos, tendo Eunício doado, na última quinta-feira, R$ 600 mil para a campanha do petista à reeleição.

O local escolhido para o evento deste sábado também teve peso político destacado. Atualmente, Maracanaú é base de um dos principais líderes da oposição de Camilo no Ceará, o vice-prefeito do município, Roberto Pessoa (PSDB), hoje candidato a deputado federal.

Lideranças importantes de outros partidos da base aliada do governador, como o vice-prefeito de Fortaleza Moroni Torgan (DEM), a deputada federal Gorete Pereira (PR) e o deputado estadual Júlio César Filho (PPS), também acompanharam Camilo, Cid e Eunício.

Depois da caminhada com Cid e Eunício na Região Metropolitana de Fortaleza, Camilo Santana viajou para o Cariri. Entre as agendas do candidato, marcar presença na procissão de Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro do Norte, e uma carreata por diversos bairros de Barbalha, berço político do governador.

(O POVO – Foto – Divulgação)

Secretário da OEA não descarta intervenção militar contra Maduro

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, afirmou que não se pode descartar uma intervenção militar contra o governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para dar fim ao sofrimento do povo venezuelano.

“Quanto à intervenção militar para derrubar o regime de Nicolás Maduro, acho que não devemos descartar nenhuma opção”, afirmou Almagro.

O chefe da OEA afirmou que não pode descartar a opção da intervenção militar “diante do que o regime de Nicolás Maduro está fazendo em termos de crimes contra a humanidade, violações dos direitos humanos, sofrimento das pessoas e o êxodo induzido que está impulsionando”.

O secretário-geral da entidade comentou que nunca se viu no mundo um “um governo tão imoral” que “se nega a aceitar a ajuda humanitária quando está no meio de uma crise humanitária”.

“Isso é absolutamente inadmissível, e não podemos permitir, a ajuda humanitária tem que chegar à Venezuela. O povo venezuelano pagou um preço mais que alto para recuperar sua liberdade, para recuperar sua democracia, e ainda não a recuperou” afirmou o diplomata, ao dizer que considera fundamental a ajuda da comunidade internacional, começando pela financeira, para enfrentar o êxodo que se estende por toda a América do sul.

“A comunidade internacional, definitivamente, tem que dar uma resposta para isto. A comunidade internacional é responsável e não pode permitir uma ditadura na Venezuela, uma ditadura que afeta a estabilidade de toda a região a partir do narcotráfico, do crime organizado, da profunda crise humanitária que criou”, disse.

(Agência Brasil)

Haddad usou reflexão honesta para fazer proselitismo político, diz Tasso

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O senador Tasso Jereissati, ex-presidente nacional do PSDB e presidente do Instituto Teotônio Vilela, rebateu neste sábado, 15, o uso de suas declarações críticas ao seu próprio partido pelo candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) durante o Jornal Nacional da última sexta-feira. “Haddad usou uma reflexão honesta para fazer proselitismo político”, disse Tasso.

Em entrevista concedida ao Estado, publicada na última quinta-feira, Tasso avaliou a trajetória do PSDB nos últimos anos. “O partido cometeu um conjunto de erros memoráveis. O primeiro foi questionar o resultado eleitoral (…) O segundo erro foi votar contra princípios básicos nossos, sobretudo na economia, só para ser contra o PT. Mas o grande erro, e boa parte do PSDB se opôs a isso, foi entrar no governo Temer”, disse.

Durante o Jornal Nacional da última sexta-feira, Haddad citou a entrevista de Tasso para defender o governo da presidente cassada Dilma Rousseff (PT) e dizer que ela foi impedida pelo PMDB e pelo PSDB de fazer os ajustes necessários no início de seu segundo mandato. “As pautas-bomba e a sabotagem que ela sofreu, reconhecidas pelo presidente do PSDB, tiveram mais influência na crise do que os eventuais erros cometidos antes de 2014”, justificou Haddad.

Tasso acusou Haddad de “usar uma reflexão honesta para fazer proselitismo político”. “É lamentável que um candidato à Presidência da República não tenha capacidade de olhar os erros da política no Brasil para projetar o futuro”, disse. Tasso também afirmou que o uso político de suas críticas pelo petista “apequena a corrida presidencial”.

Neste sábado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também fez referência, em sua conta do Twitter, à entrevista de Tasso ao Estado. “O senador Tasso está certo: o ciclo partidário-eleitoral se exauriu. Não há outro ainda. Alckmin poderá levar o país a um novo consenso. Fiéis à democracia e aos nossos compromissos votemos nele para a reconstrução social e econômica do Brasil.”

(O Estado)

TSE divulga arrecadação dos candidatos à Presidência da República; Meirelles banca R$ 45 milhões do bolso

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.

Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.

José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.

Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.

As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.

(Agência Brasil)

Ceará deixa zona de rebaixamento, após 21 rodadas

O Ceará, enfim, deixou a zona de rebaixamento do Brasileirão, na tarde deste sábado (15), após vencer o Vitória da Bahia, no Castelão, por 2 a 0, gols de Calyson, aos 28 minutos do primeiro tempo, e Samuel Xavier, aos 4 minutos da segunda etapa. O Vozão estava no Z4 desde o a terceira rodada da competição, concluída no fim de abril.

Com o resultado, o Ceará chegou aos 27 pontos e, momentaneamente, ocupa a 15ª colocação, à frente do Botafogo (26), Chapecoense (25), Vasco (24), Sport (24) e Paraná (16). À exceção do Paraná, que neste sábado foi derrotado pelo Grêmio, por 2 a 0, todos os demais ainda jogarão pela 24ª rodada.

O Ceará volta a campo no domingo (23), diante do Grêmio, em Porto Alegre.

(Fotos: Reprodução)

TRE-CE determina retirada de pesquisa fraudulenta das redes sociais de candidato ao Senado

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A juíza Daniela Lima da Rocha determinou na noite dessa sexta-feira (15) a retirada da pesquisa fraudulenta das redes sociais do candidato do Pros ao Senado, Eduardo Girão, ao atendeu liminar da coligação A Forças do Povo, que possui o senador Eunício Oliveira, candidato à reeleição pelo MDB.

Segundo o despacho da juíza do TRE-CE, o candidato do Pros será multado em R$ 30 mil, caso a pesquisa com dados falsos seja veiculada novamente em suas redes sociais. Um representantre do Facebook também participou da audiência, assim como advogados dois dois candidatos ao Senado.

Ontem, as redes sociais de Eduardo Girão divulgaram uma pesquisa, a qual ele apareceria na segunda colocação, com 17% das intenções de voto, enquanto Eunício somaria apenas 2%.

A divulgação da pesquisa teria gerado um mal estar entre os apoiadores da Dra. Mayra, candidata ao Senado pelo PSDB, em coligação com Ediardo Girão. Na pesquisa apontada pelo TRE-CE como “uma tentativa de confundir o eleitor”, Mayra sequer decolou na intenção de voto, com somente 1%.

O Blog não conseguiu contato com a assessoria de Eduardo Girão.

(Foto: Reprodução)

Parlamento Europeu aprova norma sobre direitos autorais na internet

O Parlamento Europeu aprovou nesta semana uma nova diretiva sobre direitos autorais na economia digital. O texto opôs a indústria de entretenimento (produtoras de filmes, transmissoras de eventos esportivos e veículos jornalísticos) às grandes plataformas de internet, como Facebook, Google e Twitter.

Enquanto seus defensores argumentam que ela vai proteger criadores, artistas e jornalistas para que sejam remunerados por suas obras em plataformas digitais, organizações de direitos humanos e em defesa de conhecimento aberto criticaram a decisão afirmando que ela terá impactos na liberdade da internet.

A norma ainda não significa uma lei. Outras instituições regionais, como o Conselho Europeu e a Comissão Europeia, ainda precisam se posicionar. Mas especialistas avaliam que o apoio à diretiva deve ocorrer nos próximos meses. Apesar de a norma ser válida para as atividades na Europa, ela poderá ter efeitos sobre o conjunto da internet, inclusive para criadores e usuários que acessam conteúdos no Brasil.

Violação de direitos autorais

Pela proposta, as plataformas passam a ser responsáveis pela violação de direitos autorais em mensagens que circulem na sua rede. Isso vale também para pequenos trechos de vídeos, áudios e imagens, como os usados em vídeos de sátira ou os chamados memes (imagens com mensagens irônicas, sarcásticas ou de humor).

Com isso, plataformas (como Facebook e YouTube) e agregadores (como Google Notícias) passam a ter que fiscalizar todos os conteúdos quando forem publicados, identificar as violações e pagar os autores quando houver uso de suas obras. Caso uma publicação que viole o direito autoral seja identificada, a plataforma ou agregador devem disponibilizar mecanismos de reclamação e recurso para que o usuário possa pedir a remoção.

A difusão de notícias também ficará mais restrita. A diretiva previu uma taxação sobre os links para matérias de empresas de mídia (link tax). Os defensores da medida argumentaram que ela remunera empresas e reduz o aproveitamento de conteúdo por agregadores de notícias (como o Google News) sem compensação. Em locais onde a medida já foi aplicada, houve críticas. É o caso da Espanha onde o jornal El País criticou o mecanismo.

Pequenas empresas de tecnologia (as chamadas startups) foram excluídas da obrigação, assim como plataformas sem fins lucrativos, como a Wikipedia. Também foram excluídos links, menções a artigos e “palavras isoladas”.

A norma trata também das negociações dos direitos pelos autores e exploradores das obras, como editoras, produtoras e outras empresas. Os criadores poderão renegociar a remuneração decorrente do uso de suas obras “sempre que a remuneração inicialmente acordada seja desproporcionadamente baixa relativamente às receitas diretas e indiretas subsequentes e aos benefícios decorrentes da exploração das obras ou prestações”.

Polêmica

O relator da matéria no Parlamento, deputado Axel Voss (PPE-Alemanha), comemorou o resultado. “Estou muito satisfeito pelo fato de, apesar da campanha de lobby muito forte levada a cabo pelos gigantes da internet, há agora uma maioria na assembleia que apoia a necessidade de proteger o princípio de uma remuneração justa dos criadores europeus”, avaliou.

Helen Smith, diretora da empresa Impala Music, que representa artistas como Adele, Arctic Monkeys e Franz Ferdinand, comemorou o resultado em nota da companhia. “Esse voto é um passo gigante no sentido de dar aos criadores condições de serem ouvidos no ambiente online. E é um grande dia para a democracia europeia”, disse.

Organizações de direitos humanos, direitos digitais e conhecimento aberto criticaram a propostas. Uma das principais oposições diz respeito à obrigação imposta pela norma de instituir “filtros” no momento de publicação dos conteúdos. Detentores de direitos de transmissão de eventos esportivos, por exemplo, poderão controlar (e impedir) posts com fotos de partidas.

“A votação de hoje pelo Parlamento Britânico foi uma grande perda para os direitos dos usuários e para a internet aberta. Assim, o Parlamento garante uma expansão sem precedentes de exclusividade de direitos para um pequeno grupo de já poderosos interesses”, avaliou a organização da sociedade civil europeia Communia, que atua na promoção do conhecimento de domínio público.

Na avaliação da diretora da organização brasileira de direitos digitais Internet Lab, Mariana Valente, as medidas previstas na diretiva podem ter impactos preocupantes na forma como usuários publicam e acessam conteúdos, inclusive no Brasil já que tais plataformas são internacionais e os ajustes a essas regras podem ocorrer também para a internet como um todo.

“Exceções como o uso de trechos pequenos de conteúdos, como notícias e livros, os usos ´justos´, podem ser afetadas. A consequência maior é entrarmos em uma nova onda de maximalização do direito de autor, com uma justificativa de garantir ganhos para indústrias, mas sem pensar em modelos de proteção e incentivo à criatividade”, diz Mariana.

(Agência Brasil)

Esclarecendo o mercado de fundos de investimentos imobiliários

Em artigo sobre mercado imobiliário, o consultor financeiro Fabiano Mapurunga, Mestre em Administração com ênfase em Finanças e MBA em Gestão Financeira e Controladoria, oferece dicas para ganhos com mais segurança. Confira:

O Mercado Imobiliário é um universo cheio de oportunidades, e por tanto traz uma gama de vários assuntos muito interessantes para tratarmos. Hoje procuraremos fazer uma abordagem específica em um ponto ainda pouco explorado neste mercado, talvez por falta de uma maior divulgação, e esclarecimento a respeito de seu funcionamento, e das possibilidades de rentabilidade e segurança que ele traz. Vamos falar hoje sobre Fundos de Investimentos Imobiliários (FII).

Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) na verdade são módulos de investimentos compostos por um grupo de investidores (condomínios fechados), que possuem o objetivo comum de obter lucro, através da alocação de capital em negócios imobiliários que podem ter as mais variadas atividades como: locações, arrendamentos, vendas de imóveis, dentre outras atividades que promovam rendimentos dentro deste universo. Os mais diferentes tipos de projetos imobiliários podem fazer parte destes fundos como: imóveis prontos, shoppings centers, hospitais, edifícios comerciais, etc.

É possível adquirir cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) através da participação em ofertas públicas oferecidas por um determinado fundo, ou mesmo você pode comprar cotas já de outros investidores, e ainda é possível negociar pelo Home Broker (É um sistema oferecido por várias companhias para conectar seus usuários ao pregão eletrônico no mercado de capitais).

OBSERVAÇÃO: Importante salientar que antes de qualquer investimento você deve conhecer qual o seu perfil de investidor (conservador, moderado ou arrojado), pois assim você fará uma escolha mais apropriada dos ativos que tenham mais as suas características pessoais e isso tenderá a lhe deixar mais contente com as possibilidades de Risco X Retorno, que o papel escolhido lhe trará.

Para entender melhor qual o tipo de investidor você é, procure fazer junto ao seu agente financeiro o seu API (Análise do Perfil do Investidor). É um questionário bem simples e rápido que vai dizer muito sobre suas características.

Em síntese existem ao menos duas formas de lucrar com os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII). São elas:

– Através da valorização das cotas;

– Pelo pagamento dos rendimentos.

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) são uma alternativa para quem tem como objetivo viver de renda e estar dentro do mercado imobiliário com um valor baixo inicial de investimento. A criação destes pelo governo federal, se deu em 1993, através da Lei No 8.668. As contas destes fundos constituem valores mobiliários, logo compete à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), autorizar, disciplinar e fiscalizar a constituição, o funcionamento e a administração dos mesmos.

Cada Fundo de Investimento Imobiliário (FII), é representado nas corretoras, por um código composto por 4 letras, acrescido do número 11 no final, por exemplo temos, BBPO11 ou HGRE11. O código 11 não é exclusivo dos Fundos de Investimentos Imobiliários, ele pode ser usado em outros tipos como por exemplo: ETF (exchange traded fund) – Fundo negociado em bolsa.

Fazendo um parêntese importante em nossa explicação sobre fundos imobiliários, importante falar que nenhum tipo de fundo tem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). O FGC só garante os respectivos papeis:

– CDB (Certificado de Depósito Bancário);

– LCI (Letra de Crédito Imobiliário);

– LCA (Letra de Crédito Agrário);

– RDB (recibos de Depósitos Bancários);

– Letras de Câmbio;

– Letras Hipotecárias;

– Letras Imobiliárias.

Vantagens em se investir Fundos Imobiliários:

(+) Possibilidade de investir em grandes empreendimentos imobiliários de qualidade;

(+) Rendimento isento de imposto de renda;

(+) Investimento inicial baixo;

(+) Diversificação com poucos recursos.

Desvantagens de se investir em Fundos Imobiliários:

(-) Baixa Liquidez: Da mesma forma que investir diretamente em imóveis os FII apresentam um certo grau de iliquidez. Muitos FIIs são negociados diariamente, porém existem alguns que passam vários pregões sem que haja nenhum lance. Mesmo para aqueles fundos que possuem negociação diária, se o investidor possui um grande montante envolvido, pode ser que ele tenha que dar algum desconto na cota para que seja facilitada a venda.

(-) Tributação sobre Ganho de Capital: Existe uma tributação sobre a margem de valorização da cota, sendo assim, se o preço líquido de venda da mesma, for maior do que o de compra, haverá cobrança de imposto sobre a diferença.

(-) Risco de Execução: alguns fundos são constituídos com propósitos específicos de construir ou reformar um imóvel. Normalmente estes fundos têm um período de garantia de rendimentos durante as obras, mas as obras podem sofrer atrasos e o período de garantia pode não ser suficiente.

Antes de escolher um Fundo de Investimento Imobiliário (FII), o investidor precisa tomar algumas precauções importantes:

A) Procure conhecer as principais características de cada fundo. Quais são os ativos que o compõem pois um fundo pode ser composto por um único imóvel, por vários e pode ter outros ativos ligados a imóveis;

B) Importante verificar como se dará a distribuição dos dividendos. A maioria dos rendimentos são provenientes de alugueis, logo as distribuições tendem a ser mais estáveis durante os meses. Tem que se observar contratos a vencer e os que não foram renovados, bem como a taxa de vacância.

Vamos apontar quais os principais riscos de se investir em fundos de Investimentos Imobiliários (FII):

A) Risco de Perda do Valor Investido: A cota do fundo pode sofrer alguma desvalorização em decorrência de N fatores. Se houver necessidade de vender as

cotas por valor abaixo do comprado, haverá perda de capital. Importante salientar que a cota é descontada mensamente pelo valor dos dividendos pagos.

B) Risco de Vacância do imóvel (ou imóveis) que compõem o fundo: em caso de algum inquilino resolver deixar o imóvel, o rendimento da cota poderá ser inferior ao esperado, ou até nem ter naquele mês.

C) Risco de Inadimplência: existe a possibilidade de atrasos no pagamento dos alugueis por parte dos inquilinos, motivados pelo momento econômico e outras variáveis, e isso certamente poderá afetar a distribuição de rendimentos do FII

D) Risco de Crédito do Emissor: como os Fundos Imobiliários podem investir em ativos vinculados a imóveis, como LCI ou CRI, há o risco de crédito por parte do emissor destes papéis.

Detalhando mais alguns pontos:

1 – Investimento Mínimo – o valor mínimo para investimento é igual ao valor da negociação de 1 cota, somado aos custos de corretagem. Estamos falando de algo em torno de R$ 150,00.

2 – Praticidade – todas as tarefas relacionadas a administração ficam a cargo dos administradores do fundo, que são: procura de inquilinos, documentação, compra e venda dos imóveis, manutenção, impostos, etc. Importante verificar que as taxas administrativas cobrados por um FII são bem mais baixas do que as cobradas por uma imobiliária para cuidar dos seus imóveis.

3 – Atualização de Valores – como as cotas do FII são negociadas em Bolsas de Valores, você consegue ver sempre o valor atualizado dos seus investimentos, bem como acompanhar as ofertas de compra e venda durante os horários de negociações das Bolsas.

4 – Aportes Adicionais – o investidor pode adquirir livremente, novas cotas no mercado secundário, e assim ir aumentando, gradativamente o seu investimento em um determinado fundo.

5 – Fracionamento – Caso surja a necessidade de o investidor precisar de capital líquido para cobrir alguma despesa inesperada, ele não precisa vender todas as suas cotas. Basta vender parte do investimento.

6 – Rendimentos isentos – os rendimentos/ distribuição ficam isentos de imposto para pessoa física, desde que o fundo tenha pelo menos 50 cotistas, nenhum dos cotistas pode deter mais do que 10% do fundo

7 – Liquidação em D + 3 – ao vender um FII, o dinheiro será creditado na conta da sua corretora em 3 dais úteis, a exemplo do que acontece com a venda de ações.

Com estas explicações espero ter podido contribuir com o aumento do seu conhecimento sobre o mercado de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII), e assim você possa ter mais essa alternativa em seu portfólio de investimentos, para melhorar a sua possibilidade de ter ganhos com mais segurança.

Fabiano Mapurunga

Diretor Executivo da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria. Professor Universitário

Roberto Cláudio entrega praça no Monte Castelo ao ritmo do forró

O prefeito Roberto Cláudio entregou, neste sábado (15), a requalificação da Praça Novo Tempo II, no bairro Monte Castelo. A praça recebeu, além de intervenções infraestruturais, nova iluminação, pintura, projeto paisagístico, mobiliários urbanos, piso podotátil e melhorias voltadas à acessibilidade, garantindo mais uma opção de lazer à população da Regional I.

“Tão importante quanto uma estrutura de qualidade é o papel social que um espaço público como este desempenha. Nosso objetivo é estimular, recuperar o convívio comunitário e a realização de atividades esportivas e culturais. Esta é uma das formas mais eficazes de se prevenir a violência”, declarou o Prefeito, que, durante a solenidade de inauguração, esteve acompanhado por secretários municipais, vereadores, lideranças políticas e comunitárias, e aproveitou para um arrasta pé com senhoras da comunidade.

Nos últimos seis anos, a Prefeitura reformou quase 300 equipamentos distribuídos pela Capital. O titular da Secretaria Regional I, Gilberto Bastos, acrescentou que as famílias dos bairros inclusos no território já contam com 35 praças reformadas pelo prefeito Roberto Cláudio. “Nós buscamos trabalhar atendendo às principais reivindicações da comunidade. A Praça é um espaço onde a população realmente gosta de estar. Por isso, buscamos implantar equipamentos que reúnam pessoas de todas as idades”, disse.

Camilo, Cid e Eunício realizam caminhada em Maracanaú

O governador Camilo Santana (PT), candidato à reeleição, participou neste sábado (15) de uma caminhada em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, ao lado dos candidatos ao Senado, Cid Gomes (PDT) e Eunício Oliveira (MDB).

Durante a caminhada, Camilo evitou comentar do empate entre Ciro e Haddad, na disputa presidencial, assim como evita usar material de campanha dos dois candidatos ou de um deles.

(Fotos: Divulgação)

Longas filas na entrada dos terminais facilitam ação de “vendedores” de passagens

Após ações do poder municipal que coibiram a venda de passagens de ônibus a preços menores, contra pessoas que portavam vários passcards nas proximidades das bilheterias, eis a atividade irregular de volta, diante das longas filas de acesso aos terminais.

Sem questionarem a procedência dos passcards, usuários do transporte público municipal adquirem a passagem ao preço de R$ 3, ao invés dos R$ 3,40 cobrada nas bilheterias.

Usuários reclamam, ainda, do funcionamento de apenas uma bilheteria em horários de picos, quando chegam a passar até 12 minutos na fila de acesso aos terminais.

(Foto: Leitor do Blog)