Blog do Eliomar

Últimos posts

Bolsonaro terá reunião com governadores da região da Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro vai se reunir, nesta terça-feira, em Brasília, com os governadores da região amazônica. Na agenda, apresentação das ações do governo federal para combater a exploração criminosa da Amazônia.

Bolsonaro decidiu usar as forças armadas para conter os incêndios criminosos.

A Polícia Federal também foi acionada e vai centralizar os inquéritos.

(Com Agências)

Sobral é o 11º no ranking das 50 cidades que mais investiram em cultura em 2018

A cidade de Sobral (Zona Norte) ocupa a 11ª posição no ranking dos 50 municípios que mais investiram no setor da cultura, informa a Folha de S.Paulo, em matéria que destaca os investimentos na área realizados em 2018. Segundo dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público (Siconfi), Sobral aplicou um total de 10,1 milhões, que equivale a 1,55% do orçamento municipal para o mesmo ano.

Para o diretor do Serviço Social do Comércio – Sesc São Paulo, Danilo Miranda, “cultura é educação permanente, formação. É diversidade, democratização de acesso às artes e preservação das manifestações culturais no sentido antropológico do termo”.

Os dados apresentados pela Folha refletem a expansão das políticas culturais realizadas pela gestão do prefeito Ivo Gomes, que de 2017 a 2019 ampliou a participação popular ao ocupar bairros e distritos da cidade, com uma programação diversificada e integrativa que reúne música, teatro, dança, circo, artes visuais, audiovisual, literatura, intervenções urbanas e formações livres, tudo com acesso gratuito e pensado para todos os públicos, gêneros e faixas etárias.

A economia criativa, setor responsável pelo capital criativo, tecnológico e intelectual, também se beneficiou com os investimentos em arte e cultura ao gerar emprego e renda para micro e pequenos empreendedores, além de fortalecer a inclusão econômica-social, criando novas oportunidades de trabalho para artistas, produtores, formadores, organizações sociais, centros culturais, bares, restaurantes, hotelaria, gráficas, e prestadores de serviços relacionados à área.

Para o secretário da Cultura, Juventude, Esporte e Lazer de Sobral, Igor Bezerra, os esforços entre o poder público, organizações sociais e a sociedade civil minimizam a vulnerabilidades e evitam riscos sociais. “A cultura é investimento imprescindível em qualquer contexto de promoção da cidadania, atuando estrategicamente como vetor de transformação social, principalmente para a juventude”.

SERVIÇO

*Confira a matéria completa no site da Folha de S.Paulo aqui.

Procuradora-geral quer que dinheiro resgatado da Lava Jato vá para a Amazônia

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu hoje (26) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) que R$ 1,2 bilhão do valor pago pela Petrobras em um acordo com autoridades dos Estados Unidos no âmbito da Lava Jato seja destinado para o combate ao fogo na Amazônia.

A nova destinação do dinheiro se justifica diante de “uma nova situação emergencial, decorrente de extensas e devastadoras queimadas na Floresta Amazônica, com imenso impacto ambiental, social e econômico”, escreveu Raquel Dodge em manifestação enviada ao STF.

“Nessa perspectiva, considero necessário ao interesse público a repartição dos valores e destinação dos recursos para incluir a proteção ambiental sustentável, o que atende a toda a sociedade brasileira”, acrescentou a PGR.

Na semana passada, a mesa diretora da Câmara dos Deputados, por iniciativa do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez o mesmo pedido em manifestação enviada ao STF.

Nesta segunda-feira, Raquel Dodge defendeu que o R$ 1,2 bilhão seja encaminhado ao Ministério do Meio Ambiente, sendo R$ 200 milhões destinados ao descontingenciamento do orçamento da pasta e R$ 1 bilhão ao financiamento de ações de proteção ambiental.

A PGR disse que os R$ 1,3 bilhão restantes do dinheiro pago pela Petrobras deve ser destinado à educação, conforme previsto anteriormente.

Bloqueio

O Supremo deve dar a palavra final sobre o destino dos recursos, que chegam no total a R$ 2,5 bilhões, valor que se encontra bloqueado, em uma conta na Caixa Econômica Federal, por força de uma liminar (decisão provisória) do ministro Alexandre de Moraes, proferida em março a pedido da própria PGR.

O dinheiro diz respeito a multas decorrentes de prejuízos causados a investidores norte-americanos por causa da corrupção na Petrobras. A princípio, os recursos seriam destinados a uma fundação ligada à força tarefa da Lava Jato no Paraná, conforme acordo firmado entre a operação e o governo dos Estados Unidos, mas Moraes considerou que tal destinação seria ilegal.

Desde o bloqueio, em março, a destinação do dinheiro tem sido alvo de discussões entre autoridades do governo e do Ministério Público Federal (MPF), sem que até o momento tenha-se chegado a uma resolução. Até mesmo prefeituras, como a do Rio de Janeiro, pleitearam o recebimento de ao menos parte da quantia, alegando prejuízos com queda na arrecadação de royalties do petróleo.

Em um entendimento preliminar entre a PGR e o governo, ficou definido que os recursos seriam destinados às áreas de ciência e educação. A procuradora-geral da República decidiu, entretanto, defender que parte seja agora destinada a órgãos ambientais. “São necessárias ações imediatas e concretas contra queimadas”, afirmou ela.

(Agência Brasil)

TCE alerta: Prestações de contas estaduais devem ser enviadas até 30 de agosto

Os órgãos e entidades estaduais que são fiscalizados pelo Tribunal de Contas do Ceará têm até a próxima sexta-feira, 30, para prestarem contas de 2018 a esta Corte. A informação é da cúpula do TCE.

Por lei, os jurisdicionados têm até 180 dias, contados a partir do encerramento do exercício anterior, obrigatoriamente, para apresentar suas devidas prestações de contas financeiras (art. 8º, § 6º, da Lei Estadual nº 12.509/95).

As Prestações das Contas Anuais (PCAs) deverão ser enviadas por meio do sistema digital Ágora, do TCE Ceará, conforme a Instrução Normativa TCE nº 01/2018.

DETALHE – O acesso ao sistema está disponível no portal da Corte de Contas, por meio do e-TCE. Os dirigentes máximos e os servidores por eles indicados a realizar os procedimentos precisam realizar cadastro prévio, com login e senha.

(Foto – Arquivo)

Redução de gestações não planejadas será debatida na Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa do Ceará vai promover, no próximo dia 4 de setembro, às 13h30min, uma audiência pública para discutir a redução de gestações não planejadas como política pública de proteção às mulheres jovens e/ou em vulnerabilidade social.

Nesse encontro, será discutido o projeto de lei n° 171, de autoria do deputado Leonardo Araújo (MDB), que dispõe sobre a opção da inserção gratuita de implante contraceptivo reversível de longa duração em mulheres – adultas e adolescentes em situação de vulnerabilidade no Ceará e que atendidas na rede pública de saúde. Isso, logo após a ocorrência do primeiro parto.

(Foto – Arquivo)

CAIXA Cultural apresenta espetáculos de grupo potiguar

A Cia. Pão Doce, do Rio Grande do Norte, vai pisar o palco da CAIXA Cultural de Fortaleza com dois espetáculos, oficina e debates a partir desta terça-feira, 27, e se estendendo até 1º de setembro.

O grupo de Mossoró entra em cartaz na capital cearense com “O Torto Andar do Outro”, inspirado em obra da literatura de cordel e “A Casatória c´a Defunta”, uma comédia cheia de referências da cultura popular nordestina.

O coletivo fará duas apresentações gratuitas da peça ‘A Casatória c´a Defunta’, uma comédia sobre amor, amizade, respeito e equilíbrio entre os mundos físico e espiritual, mostrando através da cena e da música que vida e morte são universos distintos e equivalentes. O desenho sonoro do trabalho caminha entre os ritmos populares do Nordeste com canções autorais executadas ao vivo. As sessões vão acontecer no pátio externo da CAIXA Cultural, na quarta (28) e na quinta (29) sempre às 17 horas. Gratuito.

O palco do Teatro da CAIXA Cultural abre as cortinas, na sexta-feira (30) e no sábado (31), o para o espetáculo ‘O Torto Andar do Outro’, a curiosa história de uma cidade que existia dentro de uma cuia pendurada num galho de jatobá. Os moradores de lá andavam de banda, feito caranguejo. Até que um dia correu a notícia de que um inocente com três anos de idade, num dos bairros da cidade, andava de trás pra frente. A dramaturgia é inspirada na obra “Um Conto Bem Contado” de Antônio Francisco, consagrado escritor potiguar, membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Os ingressos vão custar R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira) e a sessão do dia 31 vai contar com acessibilidade em Libras.

Programação

OFICINA: A MÚSICA NO JOGO DO ATOR
27 de agosto, 10h às 12h
Teatro da CAIXA Cultural
Gratuito . Inscrições: ciapaodoce@yahoo.com.br

ESPETÁCULO CASATÓRIA C´A DEFUNTA
28 de agosto, 17h
Pátio Externo da CAIXA Cultural Fortaleza
Gratuito

29 de agosto, 17h
Pátio Externo da CAIXA Cultural Fortaleza
Gratuito

ESPETÁCULO O TORTO ANDAR DO OUTRO
30 de agosto, 20h.
Teatro da CAIXA Cultural
R$ 15 (meia) R$ 30 (inteira)

31 de agosto, 20h (sessão com acessibilidade em libras)
Teatro da CAIXA Cultural
R$ 15 (meia) R$ 30 (inteira)

CAFÉ COM PROSA
01 de setembro, 17h.
Pátio Externo da CAIXA Cultural Fortaleza

SERVIÇO

*Mais Informações – (85) 98835-7619 Ari Areia.

(Foto – Divulgação)

Artigo – “Amazônia: pulmão da economia brasileira”

Com o título “Amazônia: pulmão da economia brasileira”, eis artigo de Cândido Henrique, presidente da Associação Profissional dos Geógrafos do Ceará. Ele aborda a polêmica em torno das queimadas na região amazônica. Confira:

Com uma área de aproximadamente 6,9 milhões de km2, a Amazônia é a maior floresta tropical do mundo. Além de árvores e rios, ela abriga uma das maiores biodiversidades do planeta, fazendo deste bioma um grande prestador de serviços ecossistêmicos. Tais serviços são dos mais variados tipos e vão desde a oferta de produtos florestais madeireiros (frutos, látex, madeiras, ervas, etc.), conhecidos como serviços de provisão, ao controle de ciclos biológicos (nutrientes, estabilidade climática, água, etc.), comumente reconhecidos como serviços de regulação.

Os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, vem monitorando os focos de incêndio na Amazônia brasileira através do Programa Queimadas do Instituto, vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, registra o número de 71.497 focos de incêndio entre os dias 1 de janeiro e 18 de agosto deste ano. Esse dado numérico é 82% maior do que o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 39.194 focos de incêndio, tendo uma última grande onda semelhante a atual em 2016, com 66.622 focos de queimadas entre essas datas. Para economia brasileira, que possui o agronegócio como um grande diferencial na balança comercial e importante participação na composição do PIB, a perda de áreas florestais da Amazônia é preocupante, pois a floresta é o maior contribuinte dos índices pluviométricos nas principais fronteiras agrícolas do país.

O desconhecimento, por parte da população, dos reais benefícios deste ecossistema e a falta de indicadores das quais os expressem têm contribuído para o aprofundamento da degradação ambiental. Certamente, os custos de oportunidade impostos aos donos de terras derivados da opção pela conservação de áreas florestais nessa região são significativos. Todavia, são reducionistas os estudos que omitem os benefícios advindos da preservação da cobertura florestal, já que não contrapõem tais custos de oportunidade a estimativas dos ganhos – monetários, inclusive – obtidos pela manutenção dos ecossistemas florestais.

Nestas situações, análises de custo-benefício da retirada da floresta se tornam limitadas, caso uma correta comparação entre os custos e benefícios envolvendo o uso do capital natural não estiver presente. De maneira geral, os valores da Amazônia são calculados com base em uma ótica mercadológica e sem o devido cuidado para com os valores dos serviços intangíveis, da qual faz com que os mesmos, fiquem subestimados. Em outras palavras, a decisão de converter a Floresta Amazônica em usos agropecuários nem sempre é acompanhada de uma criteriosa avaliação sobre todos os benefícios gerados pela Amazônia em termos de serviços ecossistêmicos, principalmente em se tratando dos serviços de regulação.

É importante destacar o estudo realizado pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Stefan Wolff sobre os efeitos dos rios voadores da Amazônia sobre a produção agrícola do Centro-Sul do Brasil. Lá é possível observar evidências técnicas claras, a qual esse fenômeno natural conhecido como rios voadores pode ser interrompido com o avanço do desmatamento e incêndios na floresta amazônica, e com isso grande parte da safra agrícola brasileira sofrerá perdas de produção drásticas que podem levar a  um colapso da economia agrícola do Brasil. Portanto longe das guerras ideológicas e das fakenews da qual parecem que tomaram conta da sociedade nos últimos 5 anos, precisamos entender de forma definitiva que a Amazônia é importante não por ser o “pulmão” do mundo, mas por ser o “pulmão” da economia de nosso país.

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo. Abrigando uma das maiores diversidades do planeta, fazendo deste bioma um prestador de serviços ecossistêmicos. Para economia brasileira a perda de áreas florestais é preocupante, pois a floresta é o maior contribuinte dos índices pluviométricos nas fronteiras agrícolas do país. A falta de conhecimento da população e a falta de indicadores das quais os expressem têm contribuído para o aprofundamento da degradação ambiental. Os valores da Amazônia são calculados com base em uma ótica mercadológica, ou seja, converter a Floresta Amazônica em usos agropecuários não é acompanhada de uma avaliação sobre os benefícios gerados ecossistêmicos, principalmente dos serviços de regulação.  

*Cândido Henrique, 

Presidente da Associação Profissional dos Geógrafos do Ceará.

Gastos de brasileiros em viagem ao Exterior são os maiores para julho desde 2014

Asdespesas de brasileiros em viagens ao exterior aumentaram em julho. No mês passado, os gastos totalizaram US$ 1,898 bilhão, com crescimento de 9,64% em relação ao mesmo mês de 2018 (US$ 1, 731 bilhões). É o maior resultado para o mês desde julho de 2014 (US$ 2,408 bilhões). Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC).

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o dólar mais barato estimulou as viagens internacionais nos últimos meses. Ele lembrou que a taxa de câmbio média estava em R$ 4, em maio, caiu para R$ 3,86 em junho e para R$ 3,75 em julho. Para agosto, a expectativa é que o aumento de gastos “pode se reverter”.

“Aparentemente o aumento do câmbio em agosto, vai reduzir as despesas com viagens”, destacou.

Dados preliminares deste mês, até o dia 22, mostram que as despesas chegaram a US$ 992 milhões, enquanto que as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 314 milhões.

Nos sete meses do ano, esses gastos com viagens ao exterior estão menores. Nesse período, as despesas chegaram a US$ 10,705 bilhões, queda de 5,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 598 milhões no mês passado e a US$ 3,674 bilhões em sete meses, com crescimento de 43,41% e de 0,46%, respectivamente, na comparação com os mesmos períodos de 2018. Com isso, a conta de viagens, formadas pelas despesas e as receitas, fechou julho negativa em US$ 1,3 bilhão e nos sete meses do ano com déficit de US$ 7,030 bilhões.

Contas externas

As viagens internacionais fazem parte da conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) das transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. No mês passado, a conta de serviço ficou negativa em US$ 2,957 bilhões e no acumulado de janeiro a julho, em US$ 18,977 bilhões.

A balança comercial contribuiu positivamente para o resultado das contas externas ao registrar superávit (exportações maiores que importações de mercadorias) de US$ 1,602 bilhão em julho e de US$ 24,350 bilhões em sete meses.

A conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) registrou déficit de US$ 7,927 bilhões no mês passado e de US$ 28,856 bilhões de janeiro a julho.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 247 milhões no mês passado e de US$ 1,8 bilhão nos últimos sete meses.

Com esses resultados, as transações correntes fecharam julho com déficit de US$ 9,035 bilhões e o acumulado de sete meses com saldo negativo de US$ 21,683 bilhões. Nos mesmos períodos de 2018, os resultados negativos eram menores: US$ 4,396 bilhões e US$ 12,261 bilhões, respectivamente.

O BC espera por um déficit em transações correntes menor para julho: US$ 5,3 bilhões. Segundo Rocha, a expectativa foi frustrada devido a “de maior quantidade de importações na última semana e também por uma remessa de lucros e dividendos mais elevadas do que o antecipado pelo Banco Central”.

De acordo com Rocha, o resultado do acumulado do ano até julho é explicado por dois motivos: redução do superávit comercial e aumento do resultado negativo da conta de renda primária.

“O superávit comercial se reduziu US$ 6,8 bilhões [na comparação com janeiro a julho de 2018], devido fundamentalmente à redução das exportações”, disse.

Segundo ele, enquanto as exportações caíram 4,7%, as importações aumentaram 0,4%, de janeiro a julho deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo Rocha, a renda primária foi impactada pelo aumento das remessas de lucros para o exterior. Ele acrescentou que a redução do supérávit comercial é responsável por cerca de 60% do aumento do déficit das transações correntes, enquanto que a conta de renda primária responde por 40%.

Para agosto deste ano, o BC espera que o déficit em transações correntes fique em US$ 4,8 bilhões.

Investimento estrangeiro

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque os recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, esses investimentos chegaram a US$ 7,658 bilhões, abaixo do déficit em transações correntes. Nos sete meses do ano, entretanto, superaram o saldo negativo das contas externas ao registrarem US$ 44,996 bilhões.

Esses investimentos superaram a previsão do BC para o mês: US$ 6,5 bilhões. Para agosto, a previsão é que o IDP fique em US$ 5,5 bilhões. Neste mês até o último dia 22, o investimento direto no país estava em US$ 4,749 bilhões. “Não obstante seja um resultado de ingressos robustos, se esse resultado de US$ 5,5 bilhões se confirmar, se comparar com agosto de 2018, quando houve um montante de ingressos fora da curva por volta de US$ 11 bilhões, haverá uma redução do IDP em 12 meses”, disse.

(Agência Brasil)

Maia Júnior confirma transferência da Sedet e órgãos vinculados para o Centro de Eventos

O secretário do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Maia Júnior, confirma que vai mesmo transferir todas as sete vinculadas do órgão para o Centro de Eventos, ainda neste semestre.

Ele diz que é para concentrar, num só local, órgãos importantes e que têm serviços voltados para a atração de investimentos e o fomento do crescimento da economia.

Mas, nessa mudança, há, também, o componente da economia de gastos.

Duas salas alugadas para dois dos sete órgãos vinculados à Sedet, no Centro Empresarial Etevaldo Nogueira (Bairro Aldeota), por exemplo, custam hoje R$ 136 mil por mês.

(Foto – O POVO)

Avaliação do governo Boslonaro ainda é negativa, mas com tendência de melhora, diz CNT

Foi divulgada nesta segunda-feira a pesquisa de nº 144 da Confederação Nacional do Transporte (CNT) sobre os índices de popularidade do governo federal e do presidente Jair Bolsonaro. A CNT realizou 2002 entrevistas em 137 municípios brasileiros de 25 estados, entre 22 e 25 de agosto, e concluiu que 39,5% da população avaliam o governo como negativo; 29,4%, como positivo e 29,1% como regular. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. As informações são do Correio Braziliense.

Apesar da visão negativa, os entrevistados veem a atual gestão com otimismo no emprego. Para os próximos seis meses, 36,6% afirmam que a situação vai melhorar e 32,9%, que se manterá como está. Para 28% dos entrevistados, porém, a perspectiva é de piora até o fim do semestre. Na renda mensal, o brasileiro também demonstra otimismo: 58,8% disseram que a situação ficará estável, 28,3% acha que haverá melhora e 16,8%, que haverá uma piora.

Outro setor que segue a mesma tendência da renda mensal é o da saúde. A expectativa de 38,6% da população para os próximos seis meses é de que a situação permanecerá como está, 31,3% acreditam que vai melhorar e 27,9%, que vai piorar.

A área de educação também traz otimismo. Da população ouvida, 36,7% acreditam que ficará igual, 30,8%, que haverá melhora, e 29,3%, que haverá piora.

A área de segurança é a que tem melhor perspectiva de desempenho para os próximos seis meses: 37,8% acredita que haverá melhora, 32,9%, que não haverá melhora ou piora e 26,8%, que a situação deve se agravar.

No tópico de melhor e pior desempenho, cada entrevistado pode apontar duas opções. O combate à corrupção foi o mais bem avaliado, com 31,3%. Na sequência, segurança (20,8%), redução de cargos e ministérios (18,5%) e economia (2,8%). As piores avaliações, por sua vez, ficaram com saúde (30,6%), meio ambiente (26,5%), educação (24,5%) e economia (17,6%). Os maiores desafios apontados pelos brasileiros são saúde (54,7%), educação (49,8%), emprego (44,2%) e segurança (36,4%).

(Foto – Agência Brasil)

CUFA deve expandir ações para o Cariri

O deputado federal Pedro Augusto Bezerra (PDT) recebeu, em seu gabinete, em Brasília, o presidente da CUFA Global – Central Única das Favelas, Preto Zezé.

No encontro, os dois conversaram sobre a Taça das Favelas, a Liga de Empreendedores Comunitários, o Festival de Arte nas Favelas e também sobre a atuação da CUFA nas comunidades do Cariri*.

“Nossa parceria está só começando”, disse, após encontro com Preto Zezé o deputado Pedro Bezerra.

(Foto – Divulgação)

G7 promete 20 milhões de euros para ajudar no combate às queimadas na Amazônia

A cúpula do G7 vai providenciar 20 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões) de ajuda emergencial para combater as queimadas na Amazônia. É o que informa o presidente da França, Emmanuel Macron, segundo a agência Reuters.

A maior parte do dinheiro será destinada ao envio de aviões Canadair de combate a incêndios, anunciou a presidência francesa, segundo a agência France Press.

Além desta frota aérea, o G7 concordou com uma assistência de médio prazo para o reflorestamento, a ser apresentado na Assembleia Geral da ONU no final de setembro, para o qual o Brasil terá que concordar em trabalhar com ONGs e populações locais, disse o Palácio do Eliseu (governo francês).

(Também com Portal G1/Foto – AFP)

Artigo – “Bolsomínions X Esquerdopatas”

556 2

Com o título “Bolsominions” x “Esquerdopatas”, eis artigo de Alexandre Pereira, empresário e presidente do Cidadania do Ceará. Ele comenta os extremos da política brasileira e suas semelhanças. Confira:

Sou de uma geração que formou sua consciência entre o final do século XX e início do novo milênio. Somos testemunhas do mal que têm feito ao mundo as paixões políticas exacerbadas. Sim, a política, como espaço de definição do destino coletivo, é apaixonante, mas árdua porque em sua arena se batem muitos conflitos de interesses. Sem uma boa dose de paixão não é fácil fazer dela uma tarefa.

Com base na experiência, observo que há um limite a partir do qual a paixão deixa de ser um fator de motivação e passa a ser um entrave na busca de soluções para os dilemas da sociedade. Quando uma pessoa adota postura política radical, se vê tentada a subjugar a realidade às suas crenças quando, ao contrário, deveria submeter suas crenças ao crivo da realidade.

Daí à intolerância no trato com as diferenças e o desejo de silenciar o outro é um passo. É o que se vê hoje no Brasil, não só nas ruas, mas até no convívio familiar: o país tocado pela mão sombria do ódio. Os polos mais extremos denominam um ao outro pejorativamente (“coxinhas” e “mortadelas”, “bolsominions” e “esquerdopatas”) em um arrivismo estéril.

Ambos se julgam diferentes e não percebem o quanto são, em muitos aspectos, semelhantes: chamam, pejorativamente, a quem ainda acredita no debate paciente como caminho mais seguro para as soluções que a nação reclama, de “isentões”, como se o esforço de buscar no equilíbrio as melhores respostas fosse um vício hipócrita, e não um virtude.

Quando partimos da premissa de que o outro está errado, tomamos um posição. Mas quando a premissa é a de que o outro está errado por força de uma deformação moral, trava-se então um diálogo sectário e sem resultado. A cizânia dificulta a formação de convergências, tão necessárias à estabilidade das instituições.

Muito me identifico com o partido em que atuo e do qual sou presidente no Ceará, o Cidadania 23, entre outros motivos, por sua vocação para o acolhimento da diversidade, a ausência de preconceitos ideológicos e a consciência de que todas as experiências humanas rendem algum tributo ao futuro.

Há sempre algo a aprender com o que não somos e, como bem disse o estadista francês François Mitterrand, “ninguém deveria evocar para si o monopólio das virtudes”. A diferença é necessária. A tolerância a ela, mais ainda.

*Alexandre Pereira

Empresário e Presidente do Cidadania 23 no Ceará.

Seu Raimundo dos Queijos completa 84 anos

226 1

Seu Raimundo dos Queijos completou 84 anos nesse domingo;.

Houve festão em seu ponto tradicional de encontro com amigos e fregueses, que fica na Travessa Crato, entre as Ruas Conde D´Eu e General Bezerril, no Centro de Fortaleza,

Vários políticos compareceram ao local para lhe dar um abraço. No grupo, o prefeito Roberto Cláudio, que provou dos queijos., mas de leve. Entrou em regime, segundo assessores.

(Foto Arquivo Pessoal)

Gabarito do Encceja será liberado no dia 6 de setembro

Cerca de três milhões de brasileiros fizeram nesse domingo a prova nacional do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), aplicada pelo Ministério da Educação em 611 cidades. De acordo com o MEC, o gabarito será liberado em dez dias úteis, ou seja, no dia 6 de setembro.

De acordo com dados do Inep, órgão que coordena a aplicação do exame, esta edição do Encceja registrou 2.973.375 inscritos, sendo que 356.326 desejam obter o certificado de conclusão do ensino fundamental e 2.331.799, querem o certificado do ensino médio.

O gabarito oficial da prova do Encceja Nacional estará disponível na página do página do participante.

Mercado financeiro reduz projeção da inflação deste ano

O mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia e a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,83% para 0,80% em 2019.

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também caiu, ao passar de 2,20% para 2,10%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,71% para 3,65%, este ano. Para 2020, a estimativa caiu de 3,90% para 3,85%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa passou de 5,50% para 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,78 para R$ 3,80 e, para 2020, permanece em R$ 3,81.

(Agência Brasil)

Em Quixeramobim, moradores convivem com o esgoto a céu aberto

266 1

Eis uma cena que se registra na maioria esmagadora das cidades cearenses: esgoto a céu aberto.

O caso aqui ocorre em várias ruas do bairro Salviano Carlos, em Quixeramoboim. Os moradores já reclamaram várias vezes, mas a Prefeitura faz ouvidos de mercador.

Será que terão que apelar ao Ministério Público do Estado?

(Foto – Leitor do  Blog em Quixeramobim)

Desmatamento da Amazônia bateu recorde na Era Lula

Dados do INPE revelam que a Amazônia teve 125 mil quilômetros quadrados desmatados nos oito anos do governo Lula.

O recorde foi em 2004, quando o Instituto registrou, em apenas um ano, o desmatamento de 27,7 mil quilômetros quadrados, equivalente ao estado de Alagoas, sem que tenham sido ouvidos protestos de ONGs ou líderes europeus. A informação é da coluna do jornalista Cláudio Humberto, no Diário do Poder.

O Instituto Imazon diz que nos últimos 12 meses foram desmatados 5 mil km2, 66% a menos que a média anual do governo Lula.

A média anual de 15,6 mil quilômetros quadrados desmatados na era Lula caiu para menos da metade, 6,3 mil, entre 2011 e 2018. Já oo menor registro de desmatamento na Amazônia Legal, diz o INPE, ocorreu em 2012, quando foram destruídos 4,5 mil km2 de matas.

(Foto – Arquivo)