PRESIDENTE DA FIEC: NOVA REFORMA TRIBUTÁRIA DE LULA É UMA "COLCHA DE RETALHOS"

O presidente da Federação das Indústrias do Ceará, Roberto Macedo, qualificou a nova Reforma Tributária que o governo Lula enviará nesta quinta-feira para o Congresso de “colcha de retalhos”. Segundo disse, mais um “remendo”, porque não virá abrangente porque politicamente o ano é eleitoral e o governo vai evitar desgastes.
“Esse projeto mexe com todos os níveis: federal, estadual e municipal, mas não mexe na ferida, porque não é uma reforma pra valer”, adiantou, observando que o projeto deveria trazer a unificação de impostos, mas não contempla essa exigência do setor produtivo. “Tira um pedacinho daqui, dali, mas ainda é uma proposta que eu não sei se quanto de emenda ou quanto de mudança vai trazer”.
Roberto Macedo está em Brasília participando da primeira reunião do ano da Confederação Nacional da Indústria, onde o asssunto o novo projeto de Reforma Tributária. Nesta quarta-feira, conforme o dirigente empresarial, a ministra Dilma Roussef, da Casa Civil, deve apresentar o projeto para a CNI. Para ele, carga elevada faz a competitividade dos produtos cair no Exterior.
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Eliomar de Lima

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4 comentários sobre “PRESIDENTE DA FIEC: NOVA REFORMA TRIBUTÁRIA DE LULA É UMA "COLCHA DE RETALHOS"

  1. O presidente Lula está certo em querer uma reforma tributária que alivie a vida do trabalhador e contribuinte. Os empresários no Brasil são ganaciosos, não abrem mão de um centavo]. São capitalistas selvagens que acham que só dar o emprego já ajuda o País. Não querem dar compensações sociais, exigência maior em qualquer país cidadão. Vai fundo, Lula.

  2. Esse pessoal só pensa em reduzir impostos, mas nunca em reduzir os preços. E nós aqui na ponta, contribuintes na boca do IR, é que pagamos o pato. Até quando, Lula?

  3. Esse era um daqueles que defendiam o fim da CPMF, alegando que os preços iriam cair. O que aconteceu é que esses empresários fizeram foi embolsar o que deixaram de pagar de CPMF. E ainda vivem a reclamar de tudo que o governo faz.

  4. Já sei que a reforma é boa, quando vejo esse pessoal reclamando. Vivem com os bolsos cheios, viajando pelo mundo e só pensam neles, só sabem reclamar.

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