Sindicato Mova-se, CUT e Apeoc querem tratar sobre reajuste salarial com o governador

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Os representantes do Sindicato Mova-se, APEOC e CUT-CE deu entrada em ofício, junto ao Palácio da Abolição, solicitando audiência com o governador Camilo Santana (PT). Os sindicalistas cobram a revisão geral da remuneração dos servidores públicos civis do Estado, respeito à data-base (1º de janeiro) e o índice de reajuste de 12,67% (inflação mais 2% de ganho real).

Segundo o secretário da Saúde do Trabalhador da CUT-CE e diretor Intersindical do Mova-se, Hernesto Luz, a categoria não aceita um reajuste que não seja pelo menos o valor da inflação. “Iremos reforçar ao governador que a nossa proposta continua fixada em 12,67%, sendo 10,67% referente ao índice do IPCA e 2% de reposição de perdas. Disso, nós não vamos abrir mão. No entanto, essa é uma luta conjunta com os demais sindicatos que representam os servidores públicos”, afirmou.

O grupo de sindicalistas ainda foi recebido pelo assessor Especial de Acolhimento dos Movimentos Sociais do Estado, Acrísio Sena, que se comprometeu de acompanhar a solicitação. Acrísio informou que o governador está aguardando a arrecadação do trimestre (janeiro/março) para informar o índice de reajuste para os servidores.

(Foto – Mova-se)

Eliomar de Lima

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Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

3 comentários sobre “Sindicato Mova-se, CUT e Apeoc querem tratar sobre reajuste salarial com o governador

  1. Vamos agir já Pelegos , antigamente quando vocês eram oposição só no boato que não ir ter aumento vocês já convocavam greves , e agora estão no poder fazem igual as mulheres gravidas, ficam só esperando resposta e aí acaba o ano e fica só na enganação .

  2. Mais uma vez os servidores do estado sendo penalizados por algo que não é culpa deles. Como se pode esperar um serviço de excelência prestado por uma categoria tão desvalorizada? Não já bastasse a ausência de PCCS em muitas carreiras e os já baixos rendimentos, o governo continua permitindo que a inflação corroa os já minguados rendimentos dos servidores pouco a pouco…

  3. Eles não enfrentam o governo, com medo de perder os cargos comissionados e terceirizados que os diretores sindicais indicaram no governo do estado e na prefeitura. Quem está dentro da máquina sabe bem disso.

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