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PF encerra greve em todo o Brasil após 70 dias de paralisação

Policiais federais decidiram por unanimidade pelo fim da greve de 70 dias e o retorno às atividades a partir desta terça-feira, 16. A decisão foi tomada por agentes, escrivães e papiloscopistas nas assembleias regionais realizadas na quinta-feira, 11, e nesta segunda-feira, 15.

Os policiais federais seguirão com manifestações em favor de suas reivindicações. A greve teve início no dia 7 de agosto em todo o País e foi a maior da história da categoria.

O presidente da federação, Marcos Wink, avalia o movimento grevista de forma positiva. “Foi um movimento forte, entramos todos juntos e sairemos dele também todos juntos e por nossa vontade”.

O presidente da federação frisa que com a decisão da esmagadora maioria dos policiais o movimento entra em uma nova fase. Segundo o presidente, a “Operação SOS Polícia Federal” vai permanecer nas ruas, mas agora será levada também para dentro das unidades de trabalho. “Estamos só mudando de trincheira. Vamos continuar unidos e focados com a certeza de que as reestruturações virão e a Polícia Federal vai mudar”.

Com o fim da greve, a expectativa dos policiais é que as negociações com o governo sejam retomadas. Na última semana, policiais federais se reuniram com o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo. “Sempre deixamos claro que nossa meta é a reestruturação da carreira e da tabela salarial e vamos lutar por esta agenda”. (Com Agência Fenapef)

PF faz manifestação no Pinto Martins

Policiais federais em greve realizam na tarde desta terça-feira, 28, uma manifestação no Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza. A ação consiste na distribuição de folders aos passageiros esclarecendo os motivos da greve da categoria, que já dura 18 dias.

Em entrevista ao Blog, o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Estado do Ceará (Sinpof-CE), Carlos Façanha, fala sobre a assembleia que vai decidir os rumos da paralisação.A reunião acontecerá na manhã desta quarta-feira, 28.

Assista ao vídeo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ccxIvO-CPls&list=UU3PLF5T6g3ddE4BpeF0EhZg&index=1&feature=plcp[/youtube]

Professores da UFC e da Unilab decidem pelo fim da greve

Os professores da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) decidiram pelo fim da greve na manhã desta quarta-feira, 22. Segundo o Sindicato dos Docentes da Universidades Federais do Ceará (Adufc Sindicato), a deliberação pelo fim da paralisação, que começou há 72 dias, teve 159 votos favoráveis contra cinco pela continuidade e 11 abstenções.

A ocasião, que foi convocada para votar a contraproposta de reestruturação da carreira docente e de reajuste salarial, acabou decidindo também pela discussão sobre a greve, depois de aprovação por 153 votos contra 141 do encaminhamento de um dos professores. Antes da decisão, uma parte dos professores em protesto se retirou do auditório do Centro de Ciências, no campus do Pici. A atitude foi seguida por todos os professores do campus do Cariri e de Sobral que acompanharam a assembleia por transmissão de vídeo pela Internet.

Leia a matéria na íntegra no O POVO Online.

Greve: PF realiza ato no Aeroporto

Agentes da Polícia Federal (PF) estão no Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, explicando à população os motivos da greve da categoria na tarde desta terça-feira, 21.

“Nós só temos um objetivo que é a reestruturação da carreira”, disse o o presidente do sindicato da Polícia Federal no Ceará, Carlos Façanha.

Atendendo determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ato desta tarde não será uma operação-padrão. “O que fazer hoje é somente uma panfletagem mostrando o verdadeiro valor e motivo da PF está parada”, completou Façanha.

O presidente do sindicato da Polícia Federal no Ceará explica  o ato desta terça. Assista ao vídeo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=rHx0aGqAdXc&feature=plcp[/youtube]

 

Atendendo à decisão do STJ, polícia federal reduz inspeções em aeroportos

Os policiais federais do país acataram a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ)e reduziram a inspeção de documentos e bagagens nos aeroportos do país. Segundo o diretor de estratégia sindical da Federação Nacional dos Policias Federais (Fenapefe), Paulo Paes, a determinação judicial implica em “não fiscalização” por parte dos agentes, chamada informalmente de operação sem padrão.

“Temos que respeitar, mas é no mínimo questionável que a Justiça determine que a Polícia Federal não realize suas atribuições de competência constitucional”, argumentou. Paes destacou que não existe número suficiente de servidores para atender a demanda dos aeroportos e fronteiras. “Mostramos ao governo que os aeroportos estão fragilizados pela pouca efetividade de pessoal. Agora voltamos à fiscalização normal, que é não fiscalizar”, disse.

A decisão judicial considerou “ilegal” a operação-padrão dos agentes e determinou que a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal “se abstenham de realizar qualquer operação-padrão, que implique abuso ou desafio, de modo que mantenham o seu exercício profissional no nível da sua respeitável tradição”. O descumprimento da determinação implicará multa diária de R$ 200 mil aos sindicatos da categoria.

Nesta quinta-feira, 16, os agentes da Polícia Federal intensificaram a checagem de documentos e bagagens nos principais aeroportos do país, em protestos por reestruturação de carreira. A medida provocou filas e atraso nos voos. “O governo não gostou porque mostramos a eles a fragilidade dos aeroportos e das fronteiras”, disse o diretor do Fenapefe.

Paes diz que a categoria continua em greve. Os únicos serviços prestados é segurança de instalação, custódia de presos e emissão de passaportes emergenciais. Os representantes da categoria têm uma nova reunião agendada com o governo na próxima terça-feira, 21.

(Agência Brasil)

Advocacia pública federal pode entrar em greve

A advocacia pública federal – que reúne as carreiras de advogado da União, procurador federal, da Fazenda e do Banco Central – pode ser a próxima categoria do funcionalismo público a entrar em greve.

As associações e sindicatos que representam esses servidores farão consultas e assembleias até o início da próxima semana para decidir contra ou a favor da paralisação. Caso os profissionais optem por cruzar os braços, o movimento deve ser deflagrado a partir de quarta-feira, 22.

De acordo com Luís Carlos Palacios, diretor-geral da União dos Advogados Públicos Federais do Brasil – que representa 1,8 mil dos cerca de 8 mil profissionais na ativa no setor – as carreiras da advocacia pública federal dialogam com o governo há dois anos sem conseguir uma proposta concreta de aumento salarial.

Os servidores reivindicam equiparação salarial com a magistratura e com membros do Ministério Público Federal. “Na Constituição Federal nossa função está no mesmo patamar da deles, mas temos 40% menos de salário inicial”, afirma Palacios. Segundo ele, 22 unidades da Federação pagam aos advogados estaduais salários melhores do que os oferecidos pela União.

Marcos Luiz da Silva, presidente da Associação Nacional dos Advogados da União, diz que o governo está “empurrando” os profissionais da advocacia pública federal à paralisação, pois o Ministério do Planejamento não os recebe desde junho.

No seu entendimento, o ministério “está recebendo os auditores fiscais, a Polícia Federal, mas a nossa carreira não está sendo recebida. Com essa estratégia, eles praticamente nos empurram para a greve”, disse.

A entidade presidida Luís Carlos Palacios está fazendo uma consulta eletrônica sobre a deflagração da greve em seu site. Nesta sexta-feira, 17, haverá fará uma assembleia para confirmar o resultado.

(Agência Brasil)

Dentistas do Ceará anunciam greve por tempo indeterminado

Os cirurgiões dentistas do Ceará irão paralisar suas atividades por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira, 2, em protesto pelo não andamento das negociações com o governo Cid Gomes (PSB), relativas à campanha salarial da categoria.

A paralisação envolverá todos os  Centros de Especialidades Odontológicas (SEO), unidades ambulatoriais e hospitalares da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) e deverá levar 600 trabalhadores a cruzarem os braços.

Os profissionais reivindicam a revisão imediata do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), com reajuste dos vencimentos básicos e melhores condições de trabalho. A categoria entende que estas demandas estão alinhadas com a reivindicação da população do Estado por melhoria da qualidade da atenção à saúde.

Motoristas avaliam entrar em greve geral após impasse na negociação salarial

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Motoristas e cobradores podem entrar em greve geral a partir desta quinta-feira, 14, após a realização de uma assembleia marcada para as 9h, na sede do sindicato de Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro).

A reunião entre os motoristas e representantes do Sindicato das Empresas de Ônibus do Ceará (Sindiônibus), realizada nesta quarta-feira, 13, terminou sem uma definição.

Motoristas e cobradores solicitam reajuste de 15%, cesta básica de R$ 80 e o fim da função dupla de motorista e cobrador no micro-ônibus. Além de vale refeição de R$ 12.

O Sindiônibus propõe aumento de 4,88% e manutenção dos valores já praticados nos benefícios.

O sindicato reivindica aumento de R$ 1.463,95 para motoristas e de R$ 844,10 para cobradores. Os salários atuais são, respectivamente, de R$ 1.273 e R$ 734. A cesta básica é de R$ 70 e o vale refeição é de R$ 7.

Sindiônibus

O Presidente do Sindiônibus, Dimas Barreira, afirmou que ainda tem esperanças de receber uma nova proposta do Sintro. “Não vejo motivo para greve. Temos esperança que o Sintro apresente uma proposta que permita o avanço nas negociações”, disse.

 

(O POVO Online)

7 mil trabalhadores paralisam atividades em Belo Monte

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Os trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Belo Monte paralisaram hoje (23) as atividades no canteiro de obras. Na semana passada, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada do Estado do Pará (Sintrapav), descontente com o rumo das negociações, já havia

Entre as reivindicações dos trabalhadores, duas ainda não foram atendidas: a redução do período de baixada [quando eles recebem uma folga de nove dias para visitarem as famílias, com passagens pagas pelo CCBM], e o aumento do vale-alimentação, dos atuais R$ 95 para R$ 300. O consórcio só acenou com um aumento de R$15.

Dos cerca de 7,7 mil trabalhadores, apenas 850 estão cumprindo expediente nos serviços considerados essenciais para os alojamentos nos cinco canteiros da obra – principalmente nas áreas de saúde, água e esgoto, segurança patrimonial, alimentação, além de alguns eletricistas e pedreiros. Segundo o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), a manutenção desses serviços básicos “é uma exigência legal”.

No início da manhã de hoje, os trabalhadores fizeram uma barricada no acesso ao Travessão 27, local que liga a Rodovia Transamazônica à estrada de terra para os sítios Pimental e Canais e Diques. Segundo o vice-presidente do Sintrapav, Roginel Gobbo, os trabalhadores fizeram barricadas, mas os serviços essenciais foram mantidos.

(Agência Brasil)

Operários de termoelétrica do Pécem ameaçam nova greve

Trabalhadores da termoelétrica do Pécem, MPX Pecém I, seguem com reivindicações para o setor e ameaçam iniciar uma nova greve na próxima terça-feira, 20. Caso se concretize, esta será a quarta paralisação dos operários no Complexo Industrial e Portuário.

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada (Sintepav) reclamam pagamentos por periculosidade e insalubridade para os funcionários.

Convênio para a família (atendimento nacional), cesta básica, equiparação salarial também fazem parte das exigências.

De acordo com nota divulgada pelo Sitepav, as empresas se comprometeram a encontrar soluções para as questões da periculosidade e insalubridade. Foram prometidos estudos e implantações da periculosidade nos setores de risco.

A última paralisação foi nos dias 8 e 9 de setembro, até que o sindicato orientasse os trabalhadores a abrir um canal de negociação com os empresários, que foi realizada na última quinta-feira, 15.

Foi demandada, após a reunião, proposta para atender 550 trabalhadores com a periculosidade e 317 para a insalubridade do setor de carvão, com pagamento adicional de 10%.