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Maioria não vê melhora após manifestações, diz pesquisa

A maioria dos brasileiros acredita que não houve melhoras no País após as manifestações, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com a MDA Pesquisa, divulgada nesta terça-feira, 10. O porcentual de entrevistados que apontou que não houve melhora depois dos protestos é de 54%. Outros 42,6% acreditam que o Brasil melhorou após os protestos, ao passo que 3,4% não responderam ao questionamento.

Entre os entrevistados, 32,7% acreditam que o governo não atendeu às reivindicações das manifestações e apenas 0,6% apontaram que o governo atendeu todos os pedidos. A maioria, 63,3%, acredita que o governo atendeu algumas das reivindicações. A pesquisa foi feita em 135 municípios, de 31 de agosto a 4 de setembro.

A falta de projetos em áreas prioritárias, como saúde, educação e transporte, é apontada por 42,6% dos entrevistados como o maior problema administrativo da presidente Dilma Rousseff. Em segundo lugar, aparece a falta de diálogo com a população, com 14,5%. O excesso de burocracia nos órgão do governo ficou em terceiro, com 10,2%, seguido da dificuldade em fazer investimentos, com 6,6%. A criação de 39 ministérios aparece com 6,3% e a falta de obras, com 5,7%. 4,8% apontaram outro problema e 9,2% não sabem ou não responderam.

Como maior virtude do governo Dilma Rousseff, a resposta mais frequente foi a ampliação de benefícios aos mais carentes, com 48,4%. Em segundo, o combate à corrupção, com 17,3%. Também aparecem o crescimento econômico, com 6,6%, o aumento de investimentos, com 5,3%. Responderam outra coisa 2,5% dos entrevistados e 19,8% não sabem ou não responderam.

Inflação

Questionados sobre a inflação, 75,9% dos brasileiros acreditam que a alta de preços não está controlada, contra 15% que acha que a inflação está sob controle. Outros 9,1% não souberam ou não responderam. Da mesma forma, a maioria da população tem preocupações com a economia do País. Segundo a pesquisa, 40,2% dos entrevistados estão preocupados com o quadro econômico, enquanto 12,6% estão muito preocupados. Já 16,5% estão pouco preocupados, 12,7% estão indiferentes e ainda outros 12,7% estão empolgados ou esperançosos. Para 40,5% dos entrevistados, a economia estava crescendo, mas agora está estagnada. Para 23,7% a economia está crescendo, para 14,6% não está crescendo e ainda para 9,9% o Brasil está em recessão.

Apagão

A maioria dos brasileiros, 63,7%, acredita que o Brasil pode ter ‘eventualmente’ problemas com apagão de energia elétrica e 16,9% disseram que pode ter ‘frequentemente’. Outros 15% disseram que o País não terá problemas com apagão de energia elétrica. O porcentual de pessoas que não responderam ou não sabem foi de 4,4%. Também é maioria quem acredita que o Brasil não está bem preparado para evitar apagões: 68,7%. Outros 24,5% disseram que o País está preparado.

(Agência Estado)

Empregos formais na RMF mostra leve recuperação em fevereiro

Durante o mês de fevereiro deste ano, o saldo líquido de empregos formais na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) foi de 2.383 postos. O resultado ficou acima da média obtida em janeiro, quando o número de desligamentos ficou em 36.058, superando, portanto, o número de admissões (32.237). Entre desligados e admitidos em fevereiro, a pesquisa traz os respectivos resultados de 31. 452 e 29.069. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Apesar do resultado positivo alcançado no mês passado pela RMF, a pesquisa ainda aponta um saldo negativo de -1.207 postos para o acumulado do ano, onde o número de desligamentos (65.672) supera o de admissões (64.465). No Ceará, a exemplo da RMF, o número de postos de trabalho criados em fevereiro também foi positivo. O índice de admissões ficou em 41.244 contra 38.184 demissões.

Para Erle Mesquita, Coordenador de Estudos e Análises do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), o indicativo mais importante para o Ceará é o fato de que o número de empregos com carteira assinada tem se mantido, ainda que em ritmo gradual. Ele afirma que os três primeiros meses do ano tendem a ser menos favoráveis.

Entre as causas do saldo negativo no acumulado do ano, ele aponta a redução dos postos de trabalho principalmente em janeiro. “E o impactos das vagas fechadas no setor de comércio no mês de janeiro”, afirma Erle.

Setores
Entre os setores da RMF, os que obtiveram maior crescimento no número de vagas em fevereiro estão serviços (13.896) e indústria de transformação (6.315). Entre as baixas, estão o comércio, com saldo negativo de -691 para o mês. Na análise por estado, o Ceará registrou saldo de 3.060 entre 41. 244 admissões e 38.184 desligamentos. No acumulado do ano, o saldo negativo ficou em – 1.291 do montante de 85.154 desligamentos e 83.863 admissões.

(O POVO Online)

Salário mínimo deveria ser R$ 2.674,88 em janeiro, diz Dieese

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Em janeiro deste ano, o salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ter sido de R$ 2.674,88, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira, 6, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esse valor seria necesário, segundo o órgão, para o profissional suprir suas necessidades básicas e da família.

O valor é maior que o apurado para dezembro de 2012, quando o mínimo necessário foi estimado em R$ 2.561,47 (4,12 vezes o piso então vigente, de R$ 622,00). Em janeiro de 2012, o Dieese calculava o valor necessário em R$ 2.398,82, ou 3,86 vezes o mínimo de então, de R$ 622,00.

O Dieese informou ainda que o tempo médio de trabalho necessário, para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em janeiro de 2013, o conjunto de bens essenciais, caiu na comparação com dezembro. Na média das 18 cidades pesquisas pelo instituto, o trabalhador que ganha salário mínimo teve de cumprir uma jornada de 92 horas e 17 minutos em janeiro, tempo inferior a 93 horas e 54 minutos exigidos em dezembro.

Fortaleza é destino mais desejado por turistas brasileiros

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A região Nordeste é a que desperta maior desejo dos brasileiros no que se refere a viagens domésticas. Entre as cidades, Fortaleza desponta como destino mais desejado ao lado de Fernando de Noronha (PE), segundo pesquisa apresentada pelo Ministério de Turismo nesta segunda-feira, 29.

Ao lado das cidades, outras sete da Região Nordeste (Salvador, Natal, Recife, Porto Seguro, Ipojuca, Maceió e São Luís) estão entre as vinte cidades mais desejadas. Há ainda cinco no Sul (Gramado, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Porto Alegre e Curitiba), três no Sudeste (Rio de Janeiro, São Paulo e Aparecida do Norte), duas no Centro-Oeste (Bonito e Brasília) e uma no Norte (Manaus).

Dentre os destinos turísticos “sonhados” pelos entrevistados, a região Nordeste se apresenta em primeiro lugar, com 54,2% das citações, contendo, portanto, os destinos mais desejados pelos turistas brasileiros, em todas as regiões. Seguem-se as regiões Sudeste (20,4%) e Sul (14,1%) como as mais “sonhadas”.

Analisando-se por origem de procedência, depois do Nordeste, a segunda região mais desejada é o Sudeste, para os residentes de todas as demais regiões, particularmente para os do Nordeste (33,6%), Norte (23,4%) e Sul (19,1%). A capital cearense é o quarto destino mais procurado por brasileiros em viagens domésticas. A cidade representa 2,1% das viagens, atrás de São Paulo (5,5%), Rio de Janeiro (3,6%) e Salvador (2,2%).

(O POVO Online – Foto: Banco de Dados/O POVO)

1,5 milhão de brasileiros consomem maconha diariamente

Os brasileiros, entre adultos e adolescentes, que consomem maconha diariamente somam 1,5 milhão, aponta estudo divulgado nesta quarta-feira,  1º, pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) revela ainda que 7% da população adulta já experimentou a droga em alguma fase da vida, o que equivale a 8 milhões de pessoas. Entre adolescentes, 600 mil tiveram contato com a maconha, o que corresponde a 4%.

Mais de um terço dos usuários adultos (37%) é dependente, o que representa 1,3 milhão de pessoas. Entre os adolescentes, os índices de dependência alcançam 10% dos entrevistados.

Foram entrevistadas 4.607 pessoas em 149 municípios, com idade a partir de 14 anos. A amostragem, de acordo com os coordenadores do estudo, é representativa. Diferente da primeira pesquisa, feita em 2006, os entrevistados no atual levantamento responderam a um questionário sigiloso sobre consumo de drogas.

Para o coordenador da pesquisa, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, um dado preocupante é a proporção entre usuários adultos e adolescentes. Em 2006, existia um adolescente para cada adulto que usa maconha. Em 2012, a proporção aumentou para 1,4 adolescente por adulto. Em 62% dos casos, os usuários experimentaram a droga pela primeira vez antes dos 18 anos.

“Se as leis ficarem mais frouxas em relação ao uso da maconha, o maior prejudicado vai ser o adolescente. Qual vai ser o impacto em relação à saúde mental desses adolescentes? É isso que os dados nos alertam. A pessoa que já é usuária não vai mudar o padrão de consumo. Quem pode mudar o padrão de consumo, de acordo com a nossa atitude legislativa, é o adolescente”, avalia.

Os entrevistados também foram questionados sobre a legalização da maconha no país. A maioria (75%) é contrária, ante 11% favoráveis. Os dados reunidos no Lenad irão possibilitar, posteriormente, a avaliação do consumo de outras drogas, como o crack.

(Agência Brasil)

Inácio e Moroni aparecem à frente em pesquisa para eleição da prefeitura de Fortaleza

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Os pré-candidatos à prefeitura de Fortaleza Inácio Arruda (PCdoB) e Moroni Torgan (DEM) aparecem em empate técnico, considerando margem de erro, em pesquisa do Ibope para a prefeitura de Fortaleza. A pesquisa foi encomendada pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB–CE) e registrada sob número Nº 0946, de 2012. Ao todo, foram entrevistados 504 eleitores.

O levantamento, divulgado na noite desta quarta-feira, 9, mostra um cenário bastante acirrado para a campanha de 2012. O senador Inácio Arruda, com 26% das intenções de voto, e Moroni Torgan, com 23% das menções, estão sendo seguidos de perto por Heitor Férrer (PDT) e Marcos Cals (PSDB), respectivamente com 19% e 15% das intenções de voto.

Os demais pré-canditados aparecem com tem 7% das menções, para Renato Roseno (PSOL), e 1% das intenções de voto tanto para Elmano Freitas (PT) quanto para Roberto Cláudio (PSB). Brancos e nulos somam 5% dos entrevistados e 3% se declaram indecisos. O resultado reflete um dos quatro cenários testados pelo órgão de pesquisa e mede a intenção de voto considerando possíveis nomes para esta disputa.

A pesquisa do IBOPE Inteligência foi realizada entre os dias 28 e 30 de abril e indica a possibilidade de uma disputa bastante acirrada para a Prefeitura de Fortaleza. Neste momento, não há nenhuma definição oficial dos candidatos que concorrerão às próximas eleições.

Veja matéria completa aqui.

Fortaleza registra maior aumento da taxa de desemprego entre capitais brasileiras

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Fortaleza foi destaque entre as regiões metropolitanas brasileiras ao registrar a maior elevação na taxa de desemprego no mês de março. O índice passou de 8,5% para 9,3% da População Economicamente Ativa (PEA). No conjunto das sete regiões metropolitanas pesquisadas, a taxa de desemprego aumentou pelo terceiro mês seguido, ao passar de 10,1% em fevereiro para 10,8% em março. Em março do ano passado, a taxa estava em 11,2% da PEA. Os dados são da pesquisa de emprego e desemprego divulgada nesta quarta-feira, 25.

Outro destaque da pesquisa foi o número de desempregados da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Foi registrado um crescimento de 5,5% em março na comparação com igual mês do ano passado. No mês passado, eram 173 mil pessoas na situação contra 164 mil no mesmo período do ano passado. Na comparação com fevereiro deste ano, a situação se agrava. A elevação no número de desempregados vai para 13,1%, já que naquele mês havia 153 mil desempregados.

O número de ocupados também é maior, com uma expansão de 2,1% entre os dois anos. Havia 1,632 milhão de pessoas empregadas em março contra 1,598 milhão no mesmo mês do ano passado. Tendo-se por base o mês de fevereiro (1,649 milhão de ocupados), o resultado não é positivo com uma retração de 1%.

Elevação da taxa de desemprego

Em todas as regiões metropolitanas pesquisadas, houve elevação na taxa de desemprego, na comparação com fevereiro. De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), 2,423 milhões de pessoas estavam desempregadas no período. O número representa um acréscimo de 175 mil na comparação com fevereiro e uma redução de 13 mil em relação a março de 2011.

O nível de ocupação caiu 0,5%, com o corte de 92 mil vagas. Paralelamente, 84 mil pessoas entraram no mercado de trabalho. No conjunto das regiões, a indústria fechou 53 mil postos, uma queda de 1,8%. A categoria outros setores, que inclui emprego doméstico, registrou uma redução de 47 mil empregos (queda de 3%). Na construção civil, houve eliminação de 35 mil vagas (redução de 2,5%).

O comércio foi responsável pela abertura de 20 mil postos, um aumento de 0,6%. No setor de serviços, foram criados 23 mil empregos, uma alta de 0,2%.

(O POVO Online)