Um cajueiro faz a diferença

Eis nota da Coluna Vertical S/A, do O POVO, desta seguinda-feira, assinada pelo jornalista Jocélio Leal, que merece reflexões:

“É apenas um símbolo, mas mostra como projetos podem ser mais (ou menos) sensíveis. O mesmo princípio aplicado a 52 árvores então, teria feito muito bem. Na obra da torre residencial de 22 pavimentos da Caltech Engenharia e Helbor, na esquina da Santos Dumont com Monsenhor Bruno, a decisão foi preservar um cajueiro centenário. Foi chamado o professor Ricardo Bezerra (UFC), que foi ao local orientar. Houve uma contenção para que a árvore não caísse no decorrer da escavação.

Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

3 comentários sobre “Um cajueiro faz a diferença

  1. Eliomar,

    Todos falando muito da derrubada de árvores no quarteirão da Aldeota. Concordo com as críticas. Aquilo realmente foi uma agressão à nossa cidade. Só não lembro de ter visto tamanha mobilização quando o Governo Estadual decidiu desmatar uma área “16 vezes maior” para construir o Centro de Feiras na Washington Soares.

  2. Quando da implantação da Agencia do Banco Nacional(Posteriormente Unibanco e atualmente Itaú) na confluencia da Av. Santos Dumont com Rua Tiburcio Cavalcante, se optou por manter os frondosos cajueiros frontais, que estão lá até hoje, depois de quase 30 anos.

  3. Também citamos o exemplo do Edifício Itaguá, na Rua Silva Paulet, próximo à Rua Padre Valdevino, onde foram preservadas duas frondosas palmeiras imperiais, em um cuidadoso trabalho da Construtora Santo Amaro, inclusive fazendo o escoramento e diminuindo o tamanho do subsolo.

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